Eliana Calmon tem razão ao indagar sobre os corruptos do Poder Judiciário

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Eliana Calmon diz que delações da Odebrecht estão incompletas

João Amaury Belém

A cada dia que passa, confirma-se a exatidão das declarações da ex-ministra Eliana Calmon, do Superior Tribunal de Justiça e ex-corregedora do Conselho Nacional de Justiça, que manifestou estranheza em entrevista ao jornal “Tribuna da Bahia” sobre as investigações sobre corrupção:

“Nessa república louca que é o Brasil, temos aí o Executivo e o Legislativo altamente envolvidos nas questões da Odebrecht, de acordo com as delações no âmbito da Operação Lava Jato. Tem-se aí pelo menos uns 30 anos em que a Odebrecht ganha praticamente todas as ações na Justiça. O Judiciário nunca toma uma posição contrária à empresa? Será que o Judiciário é o mais correto dos poderes? Em todas essas inúmeras licitações que a Odebrecht já ganhou no Brasil nunca a Justiça encontrou nada suspeito sem que precisasse alguém denunciar”.

Eliana Calmon também lançou farpas na direção do Judiciário: “É impossível levar a sério essa delação caso não mencione um magistrado sequer”.

Realmente, essa situação é muito estranha, para dizermos o mínimo.

25 thoughts on “Eliana Calmon tem razão ao indagar sobre os corruptos do Poder Judiciário

  1. SENHORES,

    -Onde estão os MAIORES BANDIDOS da República Federativa do Brasil?
    -Ao contrário do que se pensa, não estão no Poder Executivo ou no Poder Legislativo. Eles estão no PODER JUDICIÁRIO, ora!!! Se esse Poder funcionasse, os bandidos dos demais poderes estariam na cadeia (ou melhor, nem teriam a audácia de roubar por verem os seus colegas de seção na cadeia)… e o nosso país estaria hoje no Primeiro Mundo.

    A quadrilha é tão poderosa que têm até um código penal só para eles!!!!

  2. Presto meu depoimento sobre a ministra Eliana Calmon.

    Anos atrás, quando era Corregedora do Conselho Nacional de Justiça, à ministra me queixei por e-mail. Era sobre um processo que estava há anos para ser julgado no TRF do Rio.
    Veio a resposta: “Dr. Jorge, por favor passe o número do seu telefone que eu vou ligar para o senhor aqui de Brasília”.
    Atendi, prontamente. E aguardei. No final da tarde do mesmo dia, o telefone tocou aqui em casa. Era a ministra. Paciente, educada e decidida, ouviu tudo.
    Na semana seguinte o processo foi julgado.
    Um mês depois a ministra veio ao Rio e foi recebida pelo TJRJ. Coloquei terno e gravata e fui até o andar da presidência do TJ.
    “O senhor não pode entrar, não tem convite, não é juiz nem desembargador”, ouvi um segurança terceirizado me dizer. Parecia um armário de terno preto.
    “Não sou juiz, não sou desembargador, mas sou convidado da ministra, que me telefonou e mandou que eu estivesse aqui, neste andar e nesta hora”.
    O jagunço ficou desconcertado.
    Qual é o seu nome?
    Dei-lhe a carteira da OAB e ele foi lá pra dentro.
    Qando voltou disse: pode entrar.
    Entrei, ouvi o discurso-palestra da ministra e no final cheguei perto dela e me apresentei. Ela se lembrou de mim e disse que se sentia muito prestigiada por eu ter ido lá. Me abraçou. Beijei-lhe o rosto. E ela o meu.

  3. Pois é, o mundo tem do bom e do ruim, como nos nossos jardins. Deles temos que cuidar para que as ervas daninhas não sufoquem a grama. No nosso caso, precisamos de um poder temporário absoluto e comprometido com a missão de ceifar o que nos sufoca . Não é justo termos que aceitar a justiça formal como solução para um país onde impera a corrupção e o roubo desavergonhado em todos os níveis. Qual é esse poder não sei – certamente não são as forças armadas fracas em liderança e acostumadas ao conforto de um salário certo e uma paz eterna.

  4. São pouquíssimos que querem o bem do Brasil e de sua nação, uma dessas pessoas é a Drª Eliana Calmon, já se passou um bom tempo em que ela falou que existia bandido de toga, estava certíssima, é por isto que este país não vai adiante, é uma pena que não tenhamos um presidente como ela, que Deus a abençoe sempre.

  5. E é esperta, sabe se livrar de problemas.

    Eliana Calmon recusa assumir ministério da Transparência
    Conhecida por ter sido dura contra a corrupção quando foi corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon foi sondada para assumir o ministério da Transparência de Michel Temer, mas não aceitou a proposta. Segundo ela, nesse momento, sua personalidade forte poderia mais prejudicar o governo do que ajudar. A ex-corregedora acredita que é preciso uma pessoa […]
    Por Da Redação
    31 maio 2016, 19h33 – Atualizado em 11 dez 2016, 15h48 .

  6. Drª Eliane Calmon, Honra a Srª Justiça, exemplo pra os jovens Juízes para honrarem suas Consciências -Tribunal Divino,
    Que Deus a abençoe, pois, sua fala e exemplo, sempre nos dá animo e Esperança para melhores dias em termos Justiça.

  7. A reitoria da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) afirmou que a grave crise que afeta o estado pode causar o fechamento da faculdade. De acordo com a reitoria, é necessário efetuar o pagamento dos servidores e liberar recursos para que a instituição possa funcionar.

    Em um ofício publicado na página da instituição e endereçado ao governador Luiz Fernando Pezão, a reitoria afirma que, caso isso não aconteça, “as atividades ficarão impossibilitadas nas diversas unidades”, incluindo o Hospital Pedro Ernesto e a policlínica Piquet Carneiro.

    No documento, assinado pela reitora em exercício Maria Georgina Muniz Washington, a instituição reivindica os pagamentos de novembro, dezembro e o décimo terceiro dos funcionários, além do repasse de bolsas e auxílios.

    Em nota, a Secretaria Estadual da Fazenda se posicionou sobre o assunto e disse que os funcionários estatutários da Uerj vêm recebendo os salários junto com os demais servidores, dentro do calendário de pagamento. Neste caso, o pagamento de novembro 2016 está sendo parcelado em cinco vezes. Foram pagas as duas primeiras parcelas nos dias 5 e 6 e serão pagas as demais nos dias 11, 13 e 17.

    Sobre os repasses, a secretaria afirmou que seguem sendo feitos à Uerj, mesmo diante da grave crise financeira que o Estado atravessa, mas que, desde o início da crise, a prioridade absoluta tem sido o pagamento dos salários dos servidores do Estado.

    ( O Globo ).

  8. quando léo pinheiro,delatou um ministro do supremo que todos sabem quem é,o pgr,rasgou e queimou a delação.
    com certeza deve ter falado pro delator a seguinte frase:
    ô léo,delatar ministros não vale.
    stf cercado de corruptos,stf,vergonha nacional.

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