Em 2014, eleição de Dilma, descobriram que era impossível auditar a urna eletrônica

Charge do Cazo (Arquivo Google)

Alexandre Garcia
Gazeta do Povo

Imagine se você fosse apostar na Mega Sena e não recebesse o seu papel com o comprovante da aposta. Você confiaria só na máquina? Na hora que você paga uma conta com o cartão, não pede um cupom também para conferir no fim do mês? Pois querem que confiemos apenas na máquina de votar.

Por três vezes já aprovaram projetos de lei exatamente iguais a este que estão discutindo agora e que membros do Judiciários estão contra.

CONTRA O PROJETO – A Justiça Eleitoral e ministros do STF estão fazendo reuniões políticas, com dirigentes partidários contra o projeto. O que é muito estranho pois eles são impedidos de fazer isso.

 Esse projeto já foi tentado por Roberto Requião (PMDB), Flávio Dino (então no PCdoB), Brizola Neto (PDT) e também foi um projeto de Jair Bolsonaro, quando deputado federal. Este último foi vetado pela ex-presidente Dilma Rousseff, e o veto dela foi derrubado por uma união de todas as vertentes políticas, porque todo mundo queria ter garantia de não haver fraude na eleição.

Por que mudaram de ideia agora?

QUESTÃO DE SEGURANÇA – Além disso, o Judiciário deveria conhecer o adágio latino “quod abundat non nocet” (o que vem a mais não prejudica).

O ministro Luís Roberto Barroso disse que não há registro de fraude. Mas o líder do PSDB, Carlos Sampaio, na época em que Aécio Neves (PSDB) concorreu a eleição e perdeu no final por poucos votos, depois de ficar 90 dias tentando auditar as urnas, afirmou: “Impossível auditar, impossível saber se teve fraude no atual sistema”.

Por isso que Bolsonaro afirmou que eleição com fraude não pode acontecer.

(artigo enviado por Mário Assis Causanilhas)

12 thoughts on “Em 2014, eleição de Dilma, descobriram que era impossível auditar a urna eletrônica

  1. Faz sete anos que Dilma foi reeleita.
    Várias eleições ocorreram de lá para cá.

    E SOMENTE AGORA QUE DESCOBRIRAM QUE AS URNAS ELETRÔNICAS PODEM SER ADULTERADAS????!!!!

    Então a eleição de Bolsonaro pode e deve estar em dúvida.
    Ou a sua eleição é válida, mas as próximas ficarão sub júdice??!!

    A questão é que estamos votando há sete anos – me parece conta de mentiroso, mesmo! -, cujos resultados poderiam ser contestados, sem que o povo nada soubesse, a não ser através de boatos?

    Se este sistema não permite auditoria, o voto impresso permite a trampa, a falsificação, a adulteração.
    Aliás, quando Bolsonaro disse numa live que conhece hackers que provaram a urna ser invadida, e seus resultados adulterados, LOGICAMENTE que os mesmos experts ladrões sabem como fazer o mesmo com o voto impresso!!!!

    A única e exclusiva maneira de não se ter eleição falsa, seria através da democracia!
    Em outras palavras:
    FIM do voto obrigatório.

    Vota quem quiser, logo, sem mais a necessidade de se contar votos nulos e brancos, além dos ausentes, a legitimidade dos resultados estaria praticamente assegurado!

    Economia para a nação, direitos de cidadania devolvidos, democracia contemplada, esperamos o quê?!

  2. Acredito que se não houver contestação aos argumentos que este jornalista bolsonarista elencou, o adágio latino milenar: adágio latino “o que vem a mais não prejudica, mormente em assunto tão sério, é indiscutível. Não politizemos uma perspectiva; não sejamos negacionistas.

    • Ronaldo,

      Deixe de ser superior, e me diz o que é esse tareco de “main frame”?

      O que significa, e de que modo pode ser adulterado, por favor.

      Grato.

  3. Quando estava na Globo, jamais tinha observado que esse jornalista era portador desse perfil, desse modo de pensar que colide frontalmente com o que pensam os racionais. Para mim isso é uma vergonhosa surpresa.

  4. Orlando, nem quando era porta voz do presidente Figueiredo revelava esse perfll .Que triste fim. Ou tá gagá ou só pode estar levando algum, que é o que esse governo saber fazer….

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