Em menos de 6 meses, Dona Dilma se transformou em Inês de Castro, que foi (rainha) sem nunca ter sido. Está resolvida a sucessão de 2014, mas ela pode ficar até lá, demitindo o corrupto Palocci.

Helio Fernandes

Imaginavam muita coisa, especulavam se Dona Dilma seria a sucessora de si mesma em 2014 ou se Lula voltaria a ser eleito. As duas hipóteses eram examinadas, pesadas, analisadas. E como Dona Dilma foi escolhida, imposta, eleita e empossada por Lula, não seria surpreendente que reivindicasse (leia: exigisse) o lugar que era dele.

Mas substituir a presidente que ele mesmo elegeu, antes de completados 6 meses, é espantoso, assombroso e até perigoso. Convenhamos, a culpa é da própria Dilma, que abriu as portas da fortaleza para a invasão.

O artífice da crise foi o corrupto Palocci, que “protegido” por Dona Dilma, acabou por sepultá-la, isolá-la politicamente e comprometer seu futuro e sua carreira. Agora, a saída de Dilma é demitir o Chefe da Casa Civil, se firmar e mostrar ao país: “Lula é meu amigo, mas quem manda no Planalto sou eu”.

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PS – Lula constrangido de ir ao Planalto, montou seu bunker na casa oficial do presidente do Senado, José Sarney. Que fez toda a carreira e “construiu” a fortuna (e da família) no Maranhão, o estado mais pobre do Brasil.

PS2 – É o Ibope que diz: “No Maranhão, 26 por cento das residências têm um membro que ganha por mês, um quinto de 1 salário mínimo”.

PS3 – Façam as contas, vejam quanto isso significa, e transfiram o cálculo para a fortuna de Sarney e da família. Dona Roseana que perde e é empossada no governo. Sarneyzinho ministro. Fernando sócio de Ricardo Teixeira e contribuindo para a sua impunidade.

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