Em São Paulo, Marina Silva critica a política dos “partidos da velha polarização”

Marina Silva

Marina diz que o sistema beneficia os grandes partidos

Deu no Estadão

A candidata Marina Silva (Rede) realizou sua primeira agenda de rua nesse sábado, 25. O evento aconteceu na Praça 22 de Novembro, em Mauá.  Em um pequeno tablado, Marina esperou candidatos ao legislativo se manifestarem. O temor da chuva esteve presente durante todas as falas, mas não se concretizou.

Em seu discurso, Marina criticou aquilo que ela chamou de “partidos da velha polarização” que, segundo ela, teriam articulado para obterem “todo o tempo de TV e os recursos”.

MILHÕE$$$ – “Eu não tenho medo dos milhões. Os nossos tostões vão vencer a mentira”, afirmou a candidata. “Não vai ser dinheiro, marqueteiro e Centrão que irá vencer a população”, completou.

Marina voltou falar em políticos que “optaram pelo Centrão ao invés do povo” (sem citar o nome de Geraldo Alckmin, do PSDB, candidato apoiado pelo Centrão). Ela também disse que PT, PSDB, PMDB E DEM já tiveram suas oportunidades, mas preferiram tratar de interesses próprio do que do povo.

A candidata revelou uma de suas propostas para criação de emprego: a instalação de 1, 5 milhão de tetos solares. Segundo ela, além dos benefícios para o meio ambiente o projeto criaria muitas vagas de trabalho.

20 thoughts on “Em São Paulo, Marina Silva critica a política dos “partidos da velha polarização”

    • A bolsonete aí de cima vive tentando denegrir a Marina.
      Deveria ,primeiro,olhar a mediocridade do seu candidato para criticar a candidata.
      “Macaco olha o teu rabo!!!!!!”
      E que rabo!!!
      Marina vai chegar muito na frente do boçal!
      Não existe têrmo de comparação entre um e outra!

      • Começou a torcida do Corintians!
        Não se busca cultura e títulos dos candidatos. O que uso para nortear a minha escolha é a fibra do candidato para enfrentar a camarilha de safados encrustada no STF (segunda turma é rica nisso), de políticos da antiga (do tipo coroné e corrupto). Marina não se enquadra nesse tipo candidato, Bolsonaro sim. Ele é o candidado ideal? Não, mas é o melhor para começar uma longa luta para recuperar o país da herança maldita do porco Ninefinger e sua quadrilha.

  1. Essas ideias “sustentáveis” dessa candidata têm um certo fedor de fascismo. Não aquele tipo de fascismo-insulto dos petistas, mas o fascismo real: aquele que obrigava povo a seguir as ideias “geniais” do líder.

  2. Ai, ai, ai…

    Entrevista da Marina Silva em 03/2018 à uma revista da editora Globo. A prova cabal da hipocrisia desta senhora! Ela sobreviveu pois teve uma arma por perto na juventude, mas não quer dar esse mesmo direito pros demais!

    Marina Silva justifica que espingarda quando jovem a protegia contra estupro
    Reprodução: RedeTV

    Em entrevista a Marie Claire, Marina Silva foi questionada se já havia sofrido algum tipo de violência sexual. Eis a resposta da candidata:

    “Nunca. Quando éramos crianças, tínhamos uma espingarda. Eu e minhas irmãs a levávamos para cortar a seringa. Só uma delas sabia atirar e a gente se dividia na estrada para fazer o serviço mais rápido. Ou seja… não adiantava muita coisa. Mas havia esse medo porque éramos ali talvez as únicas mulheres que cortavam seringa. Minha mãe tinha medo por ser um espaço dos homens. As meninas casavam muito cedo. Havia, inclusive, uma cultura de encomendar casamentos. Como pertenço a uma família de matriarcas, esse tipo de proposta nem chegava perto. Minha mãe era uma tigresa na defesa do feminino e, pelo lado do meu pai, minha avó era a matriarca forte”, respondeu Marina Silva de acordo com a revista.

  3. O assessor de economia da Marina, Eduardo Giannetti, durante a entrevista do GrouboNEWS, impressionou muito positivamente.

    Gostei que perguntaram a ele o que nao perguntam a ninguém: os juros dos bancos.

    Respondeu muito bem, incluindo: “O Estado permite aos 6 maiores bancos (que dominam o mercado) praticarem essas altíssimas taxas porque o Estado taxa essas cobranças”…

    Honestamente, o Paulo Guedes, economista do Bolzonaldio, não chega nem aos pés da altura e qualidade da visão do Giannetti do estado das coisas.

    A turma do Bolzonaldio (PSL) costuma responder a essa pergunta sobre bancos e juros dizendo que o povo é o culpado por endividar-se, que os banqueiros tem mesmo que se defender para manterem o seu negocio….

    Pelamordideus, acordem os embriagados pelo MInTO !!!

    Não há nada no PSL de Bolzonaldio que dirija o Brasil á prosperidade, muito pelo contrário….

  4. Imaginem se uma proposta dessas de instalação de tetos solares para gerar emprego fosse apresentada por Bolsonaro. A começar pelo editor e seguido por outros articulistas seria chamado de idiota pra baixo. Mas feito pela Marina o silêncio é ensurdecedor.

    • Solar, …”o silêncio é ensurdecedor”…
      E renovável!
      Se ela deixar a energia solar barata vai ser um espetáculo!
      Energia solar é limpa!
      O Bolzonaldio deve achar coisa de riponga…

  5. Consigo imaginar Ciro presidente – jamais votaria nele.
    Consigo ver Haddad com sua racionalidade petista – não votaria nele.
    Consigo ver Bolsonaro governando – ele parece que dá tiro no próprio pe. Não votaria nele.
    Consigo Alckmin governando – posso dormir tranquilo. Mas não votaria nele.

    Marina Silva não consigo vê-la governando. Há algo de angelical em um rosto que parece aquelas figuras Amish da Pensilvânia. Votaria em branco e nulo, mas nela jamais.

  6. Marina está certa!

    Afinal de contas ele representa o novo, o diferente, o moderno.
    A sua imagem, por exemplo, de jovialidade, de voz agradável, de uma mulher vibrante, contagia a todos nós.

  7. Até admiro a Marina Silva, mas não sinto a menor firmeza nela para governar dentro desse Presidencialismo de Coalizão(ou presidencialismo de corrupção para os mais intimos).
    Caso consiga se eleger, sugiro que ela adote um parlamentarismo informal. Deixe que um parlamentar(deputado ou senador) que tenha maiores afinidades programáticas com ela a tarefa de organizar o governo, negociar com o Congresso e gerir o dia a dia. Ela se incumbiria das funções de chefe de Estado, diplomacia e relações exteriores, determinação de diretrizes, papel das Forças Armadas e aquilo que é tão caro para suas convicções, o meio ambiente, ela poderia dar uma atenção maior. E caso, por alguma razão a coisa não ande bem, teria a liberdade de trocar o 1º ministro informal.

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