Enfim, a Filial começa a imitar os Estados Unidos, mas segue o que a Matrix tem de pior: os frequentes massacres em escolas, cometidos sem motivo algum.

Carlos Newton

Se tivesse ocorrido nos Estados Unidos, a nossa Matrix, não haveria novidade alguma. Mas aqui na Filial, é inacreditável saber que um ex-aluno invadiu, na manhã desta quinta-feira, a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, e fez vários disparos, que teriam atingido mais de 30 alunos.

As notícias iniciais são de que onze pessoas morreram, entre elas nove meninas entre 12 e 14 anos. Dezoito crianças e adolescentes estão sendo atendidos no Hospital Albert Schweitzer, no Hospital de Saracuruna, no Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia), no Hospital da PM e no Hospital Pedro Ernesto. A maioria dos feridos foi atingida no tórax e na cabeça. O atirador foi identificado como Wellington Menezes de Oliveira. Uma versão diz que ele foi baleado na perna e depois se matou, antes de ser preso.

Wellington deixou uma carta explicando as razões do atentado. Seu teor ainda não foi divulgado, mas segundo o comandante do 14º BPM, Djalma Beltrame, o conteúdo teria características fundamentalistas. Não importa o que ele esteja dizendo na carta, não há justificativa.

O título desta nota foi enviado por uma comentarista muito assídua, que se assina sob pseudônimo de “Mariposa”. Realmente, é uma tentativa de imitação do lado mais podre dos Estados Unidos, onde a população pode se armar à vontade. Aqui no Brasil, a população decente e trabalhadora realmente foi desarmada, mas as autoridades esqueceram de desarmar os bandidos.

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