Enquanto no mundo, os juros oscilam entre 1 e 2 por cento, o Japão manteve a taxa em 0,1 por cento. 110 vezes menor do que o Brasil, antes do novo aumento. Faltando 23 dias para a eleição, nada disso se discute na campanha mais comprometida.

No chamado extremo Oriente, decidiram manter os juros em 0,1% (10 por cento de 1 por cento). Nem medo nem sinal de inflação. Aqui, está praticamente em 11 por cento. (Cento e dez vezes maior do que lá). Pânico de inflação, que “enxergam” em todos os lugares. Ah! Meirelles, o que seria de TI, se não existisse o FMI?

E enquanto Meirelles diz que ainda HAVERÁ MAIS UM AUMENTO DESSES JUROS, ante da eleição ou do fim do ano, o FMI faz um comunicado, RESSALTANDO A IMPORTÂNCIA DO BRASIL como RECEPTADOR (textual) de empréstimos. É evidente, as duas coisas interligadas, os dois fatos conjugados, feitos deliberadamente ao mesmo tempo.

Dizer, “o mundo inteiro quer investir no Brasil”, obsessão de chamar a atenção para o Brasil e suas taxas de remuneração, nenhum elogio. O FMI lembra (nem precisava, todos estão atentos) que nenhum país, esteja onde estiver, paga 10,75% por um dinheiro que goza de muitas outras vantagens, privilégios, tantas mordomias, considerado aqui e repetido no mundo, que é o famoso CAPITAL MOTEL.

O presidente Obama, com 24 horas de diferença, colocou no mercado, 250 BILHÕES DE DÓLARES. Sem cobrar juro algum. Apenas estabelecendo condições que servirão à coletividade. Confessou (como registrei ontem), que o país está com quase 15 milhões de desempregados.

E disse isso, com números visíveis, sem se esconder atrás de “percentáveis ou algarítimos” indecifráveis. “ Estamos com 14 milhões e 800 mil DESEMPREGADOS, temos que acabar com isso”. Então as condições estabelecidas têm que ter como início e fim a criação de empregos.

O que tem que ter prioridade absoluta: construção de PORTOS, ESTRADAS, AEROPORTOS, FERROVIAS e INDÚSTRIA NAVAL. Por que a prioridade? Porque são os setores que levam a um maior desenvolvimento e, ao mesmo tempo, criam mais empregos.

Fiscalização severíssima: cada 1 milhão de dólares (ou outro número) terá que produzir tantos empregos, com tal salário. Tudo foi estudado antes, determinado, com o resultado que não pode falhar. A expectativa consideradíssima, é que o investimento produza 4 milhões e 800 mil empregos, ficariam DESEMPREGADOS, 10 milhões de trabalhadores.

É muito, sem dúvida, mas pelo menos estariam EMPREGADOS mais de um terço das pessoas. Muitos podem se assustar, condenar e até protestar CONTRA ESSE INVESTIMENTO SEM COBRANÇA DE JUROS. (E até aqui mesmo haverá restrição à minha posição de apoio. São os que dizem que tratar de DÍVIDAS, internas ou externas, (as duas mentirosamente pagas ou diminuídas) não PASSA DE ABOBRINHA).

O investimento LIMPO, SEM JUROS, além da criação de 4 milhões e 800 mil empregos, trará vantagens enormes, que crescerão infinitamente. Essas obras produzirão consumo, progresso, prosperidade, e naturalmente mais impostos, Que serão investidos e reinvestidos apropriadamente, numa incrível e irrefutável MULTIPLICAÇÃO DE PÃES.

Paremos os louvores a Obama, embora não possamos dedicá-los a todos os governos brasileiros. Mas direcionemos esses NÃO LOUVORES, especificamente a Lula, que está no Poder cumprindo sem hesitação, todo o RETROCESSO DE 80 ANOS EM 8, DE FHC. Se tivesse traçado e percorrido um caminho de grande investimento, Lula poderia estar colhendo agora de forma positiva o que plantou. Como não plantou, vai colhendo apenas “VITÓRIAS AMESTRADAS”.

E a substituição garantida por Dona Dilma, que significa e significará a mesma pasmaceira oficializada pelo próprio Lula. Com total isenção, analisando em profundidade, e sem a menor maquiagem: Lula não deixa nada de altamente positivo, elucidativo ou reprodutivo. Gastou uma miséria para as diversas BOLSAS, o colossal recurso dos vergonhosos impostos que retira do cidadão, não serviram a estes. Individualmente, nem à coletividade.

O corretíssimo Secretário do Tesouro, afirmou e reafirmou: estamos pagando 188 bilhões de reais, anuais, da DÍVIDA INTERNA. Como isso é pago? Não é PAGO, e sim AMORTIZADO, embora esse seja um assunto proibido para jornalões amigos e irmanados pelas verbas de publicidade e os favores que só o Poder proporciona.

Para “cobrir” esses 188 BILHÕES, o governo, através de Mantega e Meirelles (naturalmente, sem Lula saber) diz: “ECONOMIZAMOS 90 BILHÕES anuais”. Não economizam nada, apenas deixam de investir. Com esses 188 bilhões poderíamos fazer quase o mesmo que Obama incentiva.

Sabe Deus, que tudo o que precisamos é de portos (os maiores do Brasil, congestionados e inutilizados), ferrovias, estradas, aeroportos. E se alguns desses setores terão investimentos, é por causa da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016.

Mas tudo será feito desordenadamente, sem atender a prioridades. E festejarão o superfaturamento de agora, e o abandono depois. (Nada está sendo inventado, foi assim no Panamericano, que custou BILHÕES A MAIS do que o previsto, e nada está sendo aproveitado).

***

PS – E apesar dos juros exigirem 188 BILHÕES por ano, a DÍVIDA NÃO DIMINUIRÁ. Pela razão muito simples de que NÃO HÁ PAGAMENTO E SIM AMORTIZAÇÃO. (Só este repórter conta a história como ela é).

PS2 – Como temos que PAGAR 188 BILHÕES e só conseguimos utilizar 90 BILHÕES dos impostos, é evidente, faltarão 98 BILHÕES.

PS3 – Então, como usando 90 bilhões NÃO SE PAGA 188 bilhões, apela-se para a AMORTIZAÇÃO. Desvenda-se o CRIME VERGONHOSO. Anualmente SOBRAM 98 BILHÕES, jogados em cima do total.

PS4 – Conclusão: desperdiçamos o dinheiro ROUBADO do cidadão-contribuinte-eleitor, e ficamos devendo cada vez mais. Isso não vale um comício de 1 milhão de pessoas na Candelária, como foi feito nas DIRETAS JÁ?

Ps5 – E por hoje, não falaremos da DÍVIDA EXTERNA. Como Lula disse que essa DÍVIDA “está paga”, não queremos aplicar a ele a palavra que pensei fosse privativa de Dona Dilma: “MENAS VERDADE”.

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