Entre os muros e edifícios, ainda existe a Lua que ilumina a vida

Resultado de imagem para edney vasconcelosPaulo Peres
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O médico e poeta carioca Edney Vasconcelos chama a “Lua” para iluminar a noite e cravar-lhe sua poesia.

LUA
Edney Vasconcelos

Vem Lua
Ilumina a mata
Mostra a natureza noturna
Que pulsa no silêncio da noite
Abaixa mais um pouco…
Se mostra entre os muros e edifícios
Penetra nas casas, nos lares
Traz iluminação prateada
Traz o canto dos bichos
Crava em mim tua poesia
Toda noite, todo o dia !!!

5 thoughts on “Entre os muros e edifícios, ainda existe a Lua que ilumina a vida

  1. Que tal ser apenas um bom médico? Ontem mesmo vi uma reportagem sobre uma nova tecnologia que deve revolucionar a Medicina. Em verdade, deve sacudir até uma religião milenar. Chama-se CRISPR. Trata-se de alteração do DNA defeituoso através de bactérias construidas para cada caso. Experimentos mostram a cura de animais cegos – e já começaram com testes em humanos! Tudo ocorre sem ajuda de anjos!

  2. A Medicina cura e a poesia mantém a vida – minha opinião. Bela poesia Dr. Edney. Falar em Lua, é um sem fim: lua dos enamorados, lua ilumina a vida, sol se afasta para deixar a lua iluminando
    “Lua Penetra nas casas, nos lares
    Traz iluminação prateada. Parabéns pela veia poética de um médico.

  3. “O luar cai sobre a mata
    qual uma chuva de prata
    de raríssimo esplendor ” Evaldo Gouveia

    A porta do barraco era sem trinco
    Mas a lua, furando o nosso zinco, Orestes Barbosa e Silvio Caldas

    Todos eles estão errados
    A lua é dos namorados (gravação de Angela Maria

    Não há, ó gente, ó não
    Luar como esse do sertão
    Não há, ó gente, ó não
    Luar como esse do sertão – Catulo da Paixão Cearense

    Assim, a Lua sempre inspira os poetas em todos os tempos.
    Parabéns, Dr. Edney.

  4. Uns versinhos de um pinguço que divertia o povo nas ruas de Timbiricica:

    Um novo dia
    —————–

    O dia aos poucos se vai,
    Tudo se repete na noite que cai:
    Ao longe cigarras, insistentes,
    Cantam ao amor, estridentes;

    Pássaros voam pros ninhos,
    Cães procuram cantos,
    Amantes trocam carinhos,
    Crianças pedem acalanto;

    Ao leito, o aconchego seduz:
    O carinho transforma o querer
    Em ânsia, volúpia, e no prazer
    A espécie se reproduz!;

    Seguem-se sonos inebriantes
    E sonhos, onde tudo acontece.
    Depois, como num instante,
    Um novo dia amanhece!

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