Era só o que faltava: bancos querem monopolizar as operações de câmbio durante a Copa

Carlos Newton

É a maior piada do ano, embora ainda estejamos no primeiro semestre. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anuncia que o atendimento aos turistas estrangeiros que visitarão o Brasil nos períodos da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 vai exigir uma remodelação completa da estrutura bancária e das agências de câmbio. De acordo com o diretor técnico da Febraban, Wilson Gutierrez, o atual número de postos de atendimento para saque e troca de moedas não é suficiente para a demanda esperada durante esses grandes eventos esportivos.

Um ponto sensível, na opinião dele, será a dificuldade em se manter estoques de moedas não conversíveis, ou seja, de turistas oriundos de países que não estão no centro do comércio mundial. “Há também a preocupação com a elevação da quantidade de cédulas falsas, e por isso é preciso orientar áreas de atendimento, com intensificação do treinamento”, completou Gutierrez.

Ainda não-satisfeito, afirmou que a burocracia atual para essas transações – que exigem a identificação, análise e provação dos documentos das pessoas que desejam trocar divisas – demanda uma ampliação dos postos de atendimento em aeroportos e pontos turísticos. Além disso, o aumento dessas transações exigirá uma maior segurança das agências.

Caramba, quanta bobagem ao mesmo tempo. O diretor da Febraban não entende nada do assunto. Nenhum turista de país sem importância viaja com a moeda local, pois sempre usa dólares ou euros. Não é preciso trocar moeda em bancos ou agência de turismo, o próprio hotel onde o turista está hospedado se encarrega da operação. O diretor da Febraban é uma anta.

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