Era só o que faltava: Dilma manda o traidor da pátria Celso Amorim resolver o caso da tribo Tenharim…

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Carlos Newton

A Folha de S. Paulo informa que, em reunião no Palácio da Alvorada semana passada, a presidente Dilma Rousseff delegou ao ministro Celso Amorim (Defesa) o acompanhamento da grave crise da tribo tenharim, no sul do Amazonas. Também participaram da audiência a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça), além do vice-presidente Michel Temer.

Segundo a reportagem, o governo não descarta eventual intervenção do Exército na área, que fica a 130 km do município de Humaitá, onde se concentram as buscas da Polícia Federal por três homens sequestrados desde 16 de dezembro. Como se sabe, o funcionário da Eletrobras Aldeney Salvador, o representante comercial Luciano Ferreira e o professor Stef de Souza sumiram quando passavam pela Transamazônica dia 16 de dezembro, em trecho que atravessa a reserva indígena.

LESA-PÁTRIA

A decisão da ministra Dilma é patética. O ministro Celso Amorim foi um dos responsáveis pelo agravamento da chamada questão indígena, pois era ministro da Relações Exteriores em 2007 (governo Lula) quando a representação brasileira na ONU assinou a Declaração Universal dos Direitos dos Povos.

Antes, em 1989 (governo Sarney) o Brasil já havia assinado a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que dá margem a que todas as tribos indígenas do país reivindiquem independência política, territorial, econômica e cultural, com fronteiras fechadas.

Para entrar em vigor no país, qualquer tratado internacional precisa ser ratificado pelo Congresso. E após quase uma década de intenso debate, somente em 2002 (final do governo FHC) o Congresso ratificou a Convenção da OIT, por meio do Decreto Legislativo nº 143, em vigor desde 2004, conforme decreto do então presidente Lula, assinado sugestivamente dia 19 de abril (Dia do Índio).

E em 2005 (governo Lula) o Brasil apresentou seu primeiro relatório de implementação, comprometendo-se com a implementação integral deste acordo da OIT, inteiramente nefasto aos interesses nacionais.

Ainda não satisfeito, em 2007 (governo Lula), o Brasil curvou-se ainda mais às pressões internacionais e assinou na ONU a Declaração Universal dos Direitos do Povos Indígenas, que ratifica a Convenção 169 da OIT e garante a independências das chamadas nações indígenas.

IMPASSE

Diante das críticas dos setores políticos mais nacionalistas, que enxergam na Convenção e na Declaração facilidades totais para que povos indígenas declarem independência, fracionando o território brasileiro, o governo (primeiro, Lula; e agora, Dilma) até hoje não enviou o texto do tratado da ONU para ratificação pelo Congresso.

Mesmo assim, as lideranças indígenas, apoiadas pelas ONGs estrangeiras e por entidades como o CIMI – Conselho Indigenista Missionário (Igreja Católica), estão em franco movimento visando à independência e já anunciaram que vão recorrer aos tribunais internacionais.

Nessa conjuntura, colocar Celso Amorim para resolver a questão indígena é um escárnio, uma afronta à cidadania e à nacionalidade.

CARTA NA MANGA

A esperança que resta para evitar o desmembramento de cerca de 20% do território nacional (reservas já demarcadas ou por demarcar) é uma salvaguarda existente na Constituição Federal, que pode ser invocado se a situação continuar se agravando:

Art.49 – É da competência exclusiva do Congresso Nacional: 

I – resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. (redação dada pela Emenda Constitucional 19/98 – D.O.U. 05.06.98).

Mas a grande dúvida é a seguinte: Quem pode confiar no Congresso Nacional, diante da corrupção generalizada que lá campeia e da esmagadora pressão internacional que será feita, caso uma decisão desse teor entre em pauta no Legislativo? Pode-se prever a ocupação da Praça dos Três Poderes por tribos de todo o país, engrossadas pelos representantes das ONGs estrangeiras (são mais de 100 mil na Amazônia) e dos “ecólatras” e “ecochatos” de plantão, generosamente patrocinados com moeda forte e de procedência desconhecida.

Esta é a situação que se oculta por trás da questão indígena.

13 thoughts on “Era só o que faltava: Dilma manda o traidor da pátria Celso Amorim resolver o caso da tribo Tenharim…

  1. O que me deixa admirado é chamar um auxiliar da presidência da República e CUMPRIDOR DE ORDENS de traidor da pátria. Só pode de ser porque não vai com a cara do sujeito ou porque ele não é de p. nenhuma. Por que não chama assim TODOS os presidentes com ou sem aspas que subordinaram e subordinam nossos interesses econômicos ao saqueio de grupos estrangeiros? O Helio Fernandes pelo menos teve coragem de desancar o ditador Marechal Castelo Branco na época por servir aos interesses econômicos estrangeiros no caso da HANNA MINING, quando TODOS OS JORNALISTAS BRASILEIROS botaram o galho dentro. Não se limitou ao Roberto Campos. Foi muito mais além e direto em cima chefão e militar que cassava e prendia.

  2. Sr.Newton, parabéns pelo artigo, imprimi para discussão e divulgação, da traição do Lula e do Amorim, que se este País fosse sério, ambos estariam amargando prisão perpetua por “TRAIÇÃO À PÁTRIA”. Essa indicação da ida do Amorim, com certeza, é sugestão de LULA, e Dª Dilma, que está no velho ditado: “o que o mestre mandar, faremos”.
    O PT-Traidor, assumiu a “cartilha dos irmãos metralha”, Dignidade, Ética, Amor à Pátria, não existe em seu DICIONÁRIO, mas…existe, grafada com toda pompa: “CORRUPÇÃO” praticada, desenfreada e absoluta, mergulhando o Brasil, nesse “Oceano de Lama”, a cada dia indo mais fundo.
    Os DIREITOS BÁSICOS DA CIDADANIA: EDUCAÇÃO SÉRIA, SAÚDE DIGNA, SEGURANÇA SEM BALA PERDIDA, TRANSPORTE SEM SER SARDINHA EM LATA, ETC. SÃO UTOPIA, POIS, O GOVERNO TERCEIRIZA TUDO, PROPORCIONANDO GRANDE LUCROS A INICIATIVA PRIVADA, e somos “escorchados” em impostos, que significam 5 meses e 6 dias anuais de nossos salários, entregues ao “desgoverno”para serem roubados.
    Essas questões das ONGs na AMAZÔNIA, as suas atuações nefastas à SOBERANIA NACIONAL, a muito o ESTADO e GOVERNO, deveriam tê-las proibido e expulsas, inclusive as dos “vendilhões da Pátria” com as investigações da Policia Federal, e ações dos COMANDOS MILITARES, mas, esses como podem agir, se seu Ministro é “Traidor da Pátria”. fica difícil compreender.
    O momento, coloca a Esperança na UTI; Tiradentes morreu inutilmente, Rui Barbosa continua envergonhado, e De Gaulle, não conseguimos desmentir.
    Façamos nossa parte, e oremos a DEUS pedindo sua Misericórdia.
    É uma pena, a Tribuna papel não estar nas bancas, pelo maior alcance à população.
    Sr. Newton, este seu artigo, deveria ser enviado a grande imprensa.
    Sr. Newton, permita uma sugestão, por aqui no Blog, a Prece de RUI Barbosa:”D E U S” dirigida aos “POLÍTICOS”.
    Para um BRASIL decente e justo, depende de NÓS!.
    05/10, Redenção ou continuar à caminho do abismo!!!!?

  3. “As investigações da Comissão Nacional da Verdade (CNV) pela região Amazônica indicam um verdadeiro genocídio de índios durante o período da ditadura militar. Não há como falar em um número exato de mortos devido à falta de registros. Os relatos colhidos, no entanto, apontam que cerca de oito mil índios foram exterminados em pelo menos quatro frentes de construção de estradas no meio da mata, projetos tocados com prioridade pelos governos militares na década de 1970” . Carajas, uma província mineral das mais ricas do planeta,começou a ser explorada na ditadura, para mandar suas riquezas para o exterior. De carajás até Itaqui,no Maranhão, o Brasil construiu uma ferrovia para sangrar o Brasil,alumínio para Alumar e ferro para o exterior. Da usina deTucuruí parte linha de trasnmissão,construída pelo Brasil, para suprir a Alumar, multinacional do alumínio, que compra energia a preço subsidíado,contrato de energia de pai filho, assinado pelos militares golpistas com a riquíssima multinacional.FHC que vendeu a vale por preço muito abaixo de seu valor estratégico e riqueza, justamebnte quando a China precusaria de ferro para crescer.O Problema com os ídios e as riquezas da Amazônia sangradas para o exterior vem de longe. Não é de agora, não. A propósito, cadê o ouro de serra pelada ?
    PS: A Ferrari só usa alumínio brasileiro para construir as rodas de seus bólidos.

    • Vamos por etapas:
      a) 8.000 mil índios ? Pode até ser, pode mesmo ter acontecido. Mas não foi a tiro. Foi causado por gripe, sarampo, ou outras doenças à quais os indígenas não possuem resistência.
      B) Ferro – Nas mão do governo, a Vale era deficitária. Não pagava impostos, e ainda por cima, de cada Quatro reais (ou cruzeiros) recolhidos para o Fundo de Pensão de seus funcionários, a Companhia entrava com Três… (e os empregados só com um).
      c)Alumínio /Energia Elétrica – As mesmas condições acima, acrescido de que se não fosse instituída essa “maracutaia” acima denunciada, sequer teríamos alumínio brasileiro para vender para a Ferrari fazer suas rodas …
      d) Por fim, o Ouro – Lembram-se daquela torrente humana, constituída por milhares de garimpeiros, lá em Serra Pelada ? Pois é, está tudo no bolso deles… E não no de larápios nomeados por políticos.

  4. Usar dados de uma comissão nacional da mentira é menosprezar a inteligência dos leitores desta Tribuna da Internet, brilhantemente conduzido por Newton Carlos.
    O argumento de “sangrar” o país é falacioso e tão verdadeiro quanto os “dados” investigativos dessa farsa de codinome CV.
    Temos um exemplo claro do que é sangrar uma nação sem produzir nada de útil, além do que os verdadeiros produtores (agronegócio) que estão a sustentar os parasitas e “especialistas” na arte de exaurir os cofres públicos (PT), como foi o caso da CEF, recentemente descoberto, que, por ordem dos mentecaptos no poder, tungaram a poupança do povo trabalhador.
    A isso chama-se sangrar até a morte o país. Ou, em outros termos, roubar e instituir a anarquia política e econômica. Em seguida ao caos estabelecido, dar o golpe totalitarista.
    Genocídio de 8.000 índios !? Ora, por favor.
    Indico aos leitores a leitura do discurso proferido no Congresso Nacional pela professora e Deputada Federal Sandra Cavalcanti, por ocasião dos 500º aniversário do descobrimento do Brasil, intitulado ” O Brasil nunca pertenceu aos índios”. Para conhecê-lo, acesse o link:
    http://www.mujadincucaracha.blogspot.co…-brasil-nunca-pertenceu-aos-índios.html.
    As ONGs indigenistas e outras do gênero e os comunistas petralhas já foram longe demais.
    Além de roubarem nosso dinheiro querem roubar nossas terras e doá-las à Nova Ordem Mundial.
    Crime de lesa-pátria, sim. Um dia, o Sarney, o FHC, o Lulla, a Dilma, os responsáveis políticos e os partidos que estão sangrando o Brasil pagarão muito caro por essa entrega criminosa da nação brsileira.
    Gaudêncio.

  5. CN, tudo que você escreveu, é verdadeiro, é a pura realidade. A OIT e a ONU,
    não estão preocupados com os índios brasileiros, a intenção deles, é que as
    grandes potências tomem as áreas ricas do país, por isso a exigência dos índios
    por áreas cada vez maiores. Está tudo muito bem orquestrado.

  6. Parabéns! Alto, claro e cristalino ! Palavras precisas e contundentes.
    Artigo de peso, escrito por alguém que realmente vem defendendo os interesses nacionais. Coisa que não mais se vê mais na mídia impressa. Continue assim, Carlos Newton. Sua Tribuna vem crescendo a olhos vistos.

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