Esportivas, observadas e comentadas: Botafogo, campeão da Taça Guanabara, e já garantido na final do Estado do Rio

Justíssimo o resultado, justa a vitória, justa a derrota, mais do que justas, obrigatórias, as expulsões.

O Vasco fez um primeiro tempo medíocre e um segundo ainda pior. As expulsões não tiveram influencia, o jogo estava decidido, o pênalti consolidou. Existe alguma coisa com o Joel Santana, principalmente o que falta ao egocentrismo do Parreira.

Devia haver uma espécie de hierarquia na punição para determinadas faltas. A entrada violenta do Nilton (expulso com um cartão) e a do Titi (expulso com dois) sobre o Caio, é o que chamam de criminosas. Devia ser expulso e só voltar meses depois.

, Nas quatro primeiras bolas, o jovem Caio sofreu 4 faltas desestimuladoras.

Para terminar, ninguém vai explicar? No Maracanã, estavam 81 mil e 900 pessoas. Pagantes: 66 mil e 900. E esses 15 mil entraram como? Convidados?

Futebol é momento?

Quase todos dizem que é. Então por que não discutem o comportamento técnico de Kaká. Falam tudo sobre o “Kaká EFETIVÍSSIMO”, discutem quem pode SUBSTITUÍ-LO no caso de uma lesão. Mas não examinam seu MOMENTO. E isso já dura um tempão, desde que saiu do Milan para o Real Madri.

Ainda não justificou a transferência, enquanto Cristiano Ronaldo explode dentro do campo, ganha três vezes o salário do jogador brasileiro, é ídolo incontestável. E o MOMENTO de Kaká, reaparece nos 109 dias que faltam para a Copa? Ontem, numa goleada de 5, facílima, fez 2 gols. Alguma importância?

Tênis: 4 torneios,
nenhum brasileiro

Na semana, jogos em Buenos Aires (Argentina), Dubai (Emirados), Memphis (EUA, onde Martin Luther King foi assassinado quando se preparava para disputar a presidência) e Marseille (França). Como nosso tênis profissional é marcado pelo ANTES, DURANTE e DEPOIS de Guga, ficamos longe.

Para variar, em Marseille, dois franceses na final, os dois de camisa vermelha, os dois com a marca Lacoste, um dos maiores jogadores da França, ídolo junto com Borotra. Antes da Era do “aberto”. Ganhou Llodrá, podia ter perdido, o jogo, duríssimo.

Belluzzo-Muricy

O ego do economista, muito maior do que a presumida e pretendida competência. Sempre se imaginou fazendo vestibular para presidente do BC ou Ministro da Fazenda. Não chegou nem perto. E até aceitaria o BNDES.

Não surgindo o “convite”, achou que pelo futebol, ganharia mais visibilidade, atalho excelente. Eleito presidente do Palmeiras, não saiu da televisão. Mas fora dela, fracassou inteiramente, dentro e fora do campo. Nenhum título, nem a classificação para a Libertadores.

E no clube, fracasso completo, queriam tirá-lo de qualquer maneira, até com impeachment. Estavam certos, a demissão de Muricy trouxe o Palmeiras e seu presidente para as manchetes e comentários negativos. No futebol, não se reelege.

Na política, quem terá coragem de nomeá-lo? A não ser para os 9 meses finais de Lula, isso se Meirelles abrir a vaga. O que está cada vez mais difícil.

E o Muricy, que tanto contribuiu para o descrédito do economista? Diz que tem muitas propostas, até do exterior, deve ter mesmo. Mas ficará marcado: derrotado por 4 a 1, demitido ainda no vestiário, no dia seguinte assumia o treinador do clube que o derrotou. Sensacional e inédito.

Pedro Solberg, “rei da praia”,
ajuda Harley no mesmo título

Foi inédito, mas previsível. Da dinastia do vôlei de praia, Solberg fez extraordinária partida. Vencedor ano passado, “carregou” o amigo e parceiro para a mesma honra.

E sendo obrigatório registrar que o último ponto foi um “rali” admirável, que emocionou a platéia. Foi uma festa popular-aristocrática. As arquibancadas lotadas e um rei entregando a coroa ao novo rei.

E se fosse assim, democraticamente, também fora do esporte?

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