Esportivas, observadas e comentadas

100 metros rasos: 10 anos de OBSESSÃO
para 10 segundos de CONSAGRAÇÃO

O empolgante e até emocionante se concretiza na chegada. Mas a tensão acumulada e liberada é na saída. Ou nos 10 minutos que antecedem a prova, aquelas espantosas passadas, todo o esforço reprimido, os músculos dando a impressão exata de que não irão suportar.

Antes e durante os 9,58

Tudo isso, antes. Durante e depois, enquanto existir um Usain Bolt, podem fazer quantas apostas quiserem, mas apenas sobre o tempo que ele vai fazer. Ontem, ninguém imaginava esses 9,58, porque realmente inimagináveis.

Nobreza da corrida: a mais rápida e a mais longa

No atletismo quase uma contradição. A eternidade está na prova mais rápida, os 100 metros, e ao mesmo tempo na maratona, 42 quilômetros e 195 metros.

O Fladriano e o  Flumined

A derrota do time do Andrade, lamentável e injusta. Dois pênaltis, gols perdidos aos montes, o goleiro adversário, glorificado.

No Flunimed, venho dizendo há dias: disputou 57 pontos, ganhou 15, 28%. Nos próximos 57, tem que ganhar 30 (mais de 50%) para sair da zona de rebaixamento.

Del Potro galopou sem vitoria a sorte de Murray e da Escocia

O argentino ganhou o primeiro set bem, no tiebreak. No segundo, podia ter liquidado o jogo numa bola boa, não “desafiou”, foi para o segundo desempate, perdeu. Estava visível que o terceiro set seria rapidíssimo. Foi. Vitória injusta.

Botafogo prejudicadíssimo

Na estréia do treinador, poderia (e deveria) ter obtido excelente vitória. Fez 1 a 0, logo a seguir um pênalti, desses que se o arbitro marcasse, ninguém discordaria. Só que, do lado, “não viu”.

Muricy, Muricy

O jogo continuou, o Palmeiras empatou numa bola sem perigo, se o goleiro não tivesse saído três dias antes. O clube carioca dominou, o Palmeiras (em SP) deve comemorar o empate, fazer festa e convidar o árbitro.

Tiger Woods, segundo

Depois da vitoria de domingo passado, a de ontem parecia fácil. No terceiro dia, estava bem na frente, no último, não “embocou” de perto ou de longe. Perdeu, o que não é habitual. 33 anos estão pesando? Ou o 1 bilhão de dólares que já ganhou, fora a publicidade?

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