EUA: a primeira latina na Corte Suprema

A excitação (apenas jornalística, mas provocando repercussão) sobre o fato não se justifica. Quando a primeira mulher foi colocada junto com os 8 homens, que tumulto. Depois, veio o negro, quem imaginava?

Quase foi massacrado, seu exame levou meses, a questão foi tão explosiva que se transformou em filme.

Agora essa representante de etnia diferente, mas de população enorme. E quando chegar a vez de um gay? O problema é que eles são apenas 9 e vitalícios. Portanto, as vagas raras, a resistência vai diminuindo. (Exclusiva)

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