EUA, Cuba, BRICS e uma nova ordem mundial

Mauro Santayana

O reatamento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos é mais uma evidência da emergência, possível, de um novo mundo, no qual a hegemonia europeia e norte-americana terá, obrigatoriamente, que dar lugar a um multilateralismo pragmático, com mais respeito pela soberania de grandes países como a Rússia, a China, a Índia, e o próprio Brasil, que se situam, na maioria dos quesitos geoestratégicos, entre as principais nações do mundo.

Neste novo mundo – mesmo mantendo suas rivalidades geopolíticas, econômicas e militares – deverá se perseguir, cada vez mais, o estabelecimento de um equilíbrio, também possível, no qual países com diferentes formas de governo e variadas abordagens ideológicas dos desafios que devem enfrentar, em benefício do desenvolvimento de seus respectivos povos, competirão em paz pela defesa de seus interesses, cooperando no lugar de apenas pressionar e respeitando – como o Brasil já faz há muito tempo, por força da Constituição – o princípio de não ingerência em assuntos internos de outras nações.

É isso que irrita os radicais antinacionais que pululam nas redes e portais da internet brasileira. Se, mais realistas que o rei, em sua patética subserviência aos Estados Unidos, e seu ridículo, anacrônico e baboso anticomunismo, eles estão indignados com o reatamento das relações diplomáticas entre Washington e Havana, chamando Barack Obama de comunista sujo e de “burro” em seus comentários, imaginem o que fariam se a Alemanha e os EUA viessem a aderir ao BRICS, a aliança estratégica global dos países emergentes – com 17 trilhões de dólares de PIB – que a direita mais rançosa e certos grupos de comunicação brasileiros não perdem a oportunidade de execrar sempre que possível.

HIPÓTESE ABSURDA?

Por mais absurda que pareça, essa hipótese – independentemente das atuais considerações estratégicas de Pequim, Moscou, Brasília, Pretória e Nova Delhi – já está sendo aventada por muita gente por aí.

O jornalista Greg Hunter, ex-ABC News, Good Morning America e CNN, do site USA Watchdog, diz que a Alemanha – levada, também, entre outros fatores, pela espionagem norte-americana da NSA – já estaria secretamente estudando a hipótese de entrar para o BRICS, o que abriria caminho para uma aliança com a Rússia, país que representa, hoje, paradoxalmente, não apenas a maior ameaça militar contra Berlim – em resposta ao cerco da OTAN contra Moscou patrocinado pelos EUA – mas também, a sua maior alternativa de expansão econômica rumo ao Leste, para além do espaço europeu.

Esse é uma atitude que também levaria, segundo alguns comentaristas alemães, a uma maior independência do país mais importante da Europa com relação aos EUA, lembrando, o fato, cristalino, de que as únicas tropas estrangeiras que ainda estão ocupando o pais, desde 1945, já não são mais russas, mas Made in USA.

PETIÇÃO NOS EUA

Há algumas semanas circula, também, nos Estados Unidos, patrocinada pelo controvertido jornalista norte-americano Lyndon LaRouche, uma petição internacional para que a União Europeia e os EUA – em benefício da paz – entrem para o BRICS, com assinaturas que vão de conservadores britânicos a roteiristas premiados e cientistas e professores universitários, cujos principais nomes, a título de curiosidade, coloco logo depois do final deste texto.

LaRouche lançou até mesmo um livro (foto) cujo título não é outro que: Porque os Estados Unidos devem entrar nos Brics – Uma nova ordem internacional para a Humanidade.

Nada – ao menos por enquanto – mais improvável. Mas com relação à reação – no duplo sentido – dos hitlernautas brasileiros, seria algo – caso viesse a ocorrer – como mostra a sua atitude frente à reabertura da embaixada cubana em Washington – muito engraçado de se ver.

39 thoughts on “EUA, Cuba, BRICS e uma nova ordem mundial

  1. O capitalismo no Brasil não está em perigo. Como demonstra a grande maioria dos comentaristas da Tribuna, e como têm demonstrado as urnas nas eleições, a maioria do povo está com o capitalismo e não abre. Pode ter a crise que for, mas continuaremos pagando juros dos juros aos agiotas internacionais (dealers) à custa do sacrifício da população. Não faremos auditoria da dívida. São as regras do capitalismo. Provavelmente, falar eu auditar a dívida brasileira será interpretado por muitos dos comentaristas como uma atitude marxista-leninista, comunista, coisa de Fidel Castro. Não cabe na cabeça dessas pessoas nada que se faça para modificar o status quo. Continuaremos a eleger presidentes como estes cinco que estão aí em cima e um Congresso igual ao que está aí. O Sr. Martim Berto Fuchs, logo acima, tentando ser irônico, diz ” estranhei não apresentar a alternativa socialista como remédio. Cansou ou desistiu por inviável ?”. Falar em socialismo, para estes fanáticos, é a mesma coisa que falar em comunismo, Fidel Castro, ditadura do proletariado – o disco desta vitrola não muda ! Claro que com a maioria do povo pensando assim, o socialismo é inviável. Pior, toda medida que seja tomada fora dos dogmas capitalistas é taxada de comunista. Azar do Brasil. Mauro Santayana, páginas acima dá um exemplo disso, em seu artigo EUA, CUBA, BRICS E UMA NOVA ORDEM MUNDIAL. Diz Santayana com muita propriedade:”É isso que irrita os radicais antinacionais que pululam nas redes e portais da internet brasileira. Se, mais realistas que o rei, em sua patética subserviência aos Estados Unidos, e seu ridículo, anacrônico e baboso anticomunismo, eles estão indignados com o reatamento das relações diplomáticas entre Washington e Havana, chamando Barack Obama de comunista sujo e de “burro” em seus comentários”. É isso aí. Então fica registrado que Barack Obama é comunista, quem sabe já não é membro do Foro de São Paulo, além de sujo e burro. E estamos conversados.

    • Ednei Freitas. No dia que vocês “socialistas” conseguirem demonstrar em qualquer lugar como funciona esse tal de socialismo que nem vocês sabem definir, podemos conversar, debater. Mas sobre realidades e não sobre fantasias.

      Até agora vocês estão igual aquela carta do Brizola que ele assinou lá em Lisboa em 1979, creio que antes de voltar para o Brasil: aquilo serve para qualquer partido, pois apenas elenca os belos e utópicos fins, sem nem chegar perto de como alcançá-los. Isso chama-se demagogia.
      E até prova em contrário, vocês socialistas não passam de demagogos e enganadores, que quando algum país eleva o percentual da arrecadação para aplicar em justiça social, vocês aproveitam a carona e chamam à isto de socialismo.
      O único socialismo posto em prática até hoje foi o de Lenin, do açougueiro Stálin, Mao Tse Tung, Fidel, e outros menos votados, não obstante terem em comum um ponto: morte aos contrários.
      Se não fosse a produção pela iniciativa privada, o socialismo (coletivismo da propriedade e da produção), teria levado a população desses países à morte por inanição ou ao canibalismo.

      Portanto Ednei Freitas, quando tiveres um exemplo que possa se chamar de real e que possa ser confrontado com a produção pela iniciativa privada, estou disposto a ouvir.

      Leia Capitalismo Social. Não demora muito. E confronte-o com uma proposta socialista não utópica, irreal, que seja mais do que apenas um desejo de futuro melhor.

      Futuro melhor para todos eu também quero e mostro como alcançar, respeitadas as individualidades e sua evolução. Até prova em contrário, não somos manada para que um Fidel qualquer toque o “berrante” e todos tenham que se perfilar por horas à sua frente babando na gravata.

      • Há anos, escrevi que um país em involução mental só consegue contar até dois. Seus debates organizam-se a partir de um polaridade simplória na qual nenhum pensamento um pouco mais elaborado é possível.

        Tudo deve encaixar em dois conjuntos, sendo que um deles serve apenas para ser sumariamente descartado e esconjurado. Este é um dos aspectos daquilo que Christian Dunker chamou recentemente de “lógica do condomínio” a organizar a vida intelectual do país.

        De fato, há algo de cômico em ter que ouvir cada vez mais frases como “Vá para Cuba” ou “Aqui não é a Coreia do Norte” todas as vezes que alguém defende políticas esquerdistas de combate à desigualdade social e de regulação econômica.

        Não passa na cabeça destas pessoas que é possível ser radicalmente de esquerda e contrário, por exemplo, ao Estado degenerado que acabou sendo implantado em Cuba. Não, isso é muito complicado para alguém que, no fundo, só consegue pensar com as dicotomias mais primárias da Guerra Fria.

        • “… nenhum pensamento um pouco mais elaborado é possível.”
          Hummm. Não encontrei nenhum.

          “…que é possível ser radicalmente de esquerda…”
          O que é ser radicalmente de esquerda no aspecto político, econômico e social ? Poderia ser um pouco mais elaborado ?

          • A expressão “ser radicalmente de esquerda” é só para dar o tom que, mesmo um radical de esquerda pode ser contrário, por exemplo, ao Estado degenerado que acabou sendo implantado em Cuba. Chamei a atenção para que tal fato não passa pela cabeça do brasileiro comum, que identifica a esquerda com o apoio a Cuba ou à Coréia do Norte. E não é ! Cito o exemplo do PPS que repudia a ditadura cubana, o bolivarianismo e nunca esteve com Lula, mesmo durante a fundação do PT. O PT, além dos outros defeitos que todos já conhecemos, é anti-democrático. O PPS é um partido da esquerda democrática e tem programa, a saber:

            http://tv.pps.org.br/tv/showData/281295/

            É só ter um pouquinho de boa vontade e não pensar dicotomicamente para entender isso. Este é um resumo do resumo do programa do PPS, mas o programa todo pode ser lido nos estatutos do PPS.

        • “… nenhum pensamento um pouco mais elaborado é possível.”
          Hummm. Não encontrei nenhum.

          “…que é possível ser radicalmente de esquerda…”
          O que é ser radicalmente de esquerda no aspecto político, econômico e social ? Poderia ser um pouco mais elaborado ?

          • Tenho o programa do PPS em meus arquivos, assim como o de outros partidos. Em todos é a mesma enrolação. Senão vejamos:

            “Art. 2º – O Partido se declara humanista, socialista e ambientalista, conceitos enriquecidos com a experiência dos movimentos operários e populares, resgatando a melhor tradição do pensamento marxista e do humanismo libertário. Por sua essência democrática e laica, o Partido exclui dogmatismos e sectarismos, e se concebe como um organismo aberto à renovação das ideias e dos métodos, em um marco de respeito à pluralidade das concepções.”

            Não encontro, assim como o de outros partidos, como farão os fatos acontecer. De que forma. Apenas, que farão acontecer. Enganação pura e simples. O PPS não é o único. Os outros também não dizem como farão acontecer.

            “… resgatando a melhor tradição do pensamento marxista e do humanismo libertário …”

            O Roberto Freire, assim como o Pedro Simon, homens que não se corromperam e por quem tenho respeito, não poderia esquecer seu passado comunista. Aí fica muito difícil saber, caso chegue ao poder, de que forma vai agir. Não dá para misturar comunismo com capitalismo. São visões e práticas antagônicas. Ou uma coisa ou outra.

  2. Como diria Kid Mumu da Mangueiris, o inigualável Mussum: eu queria mermo era entrar para esse grupo seleto de biriteiros, o BiRitiCS.

  3. Vamos por partes. Primeiro, esta de os EUA entrarem para os Brics só pode ser uma anedota dominical, nenhuma dúvida. Mais arrazoado seria afirmar, com os pés no chão, que, caso Donald Trump chegue ao poder, o mundo terá dado o passo que faltava para um conflito catastrófico, e eu passarei a acreditar, fielmente, que as previsões dos místicos, sobre um ataque nuclear da Rússia_ membro dos Brics_, aos EUA, poderá não ser tão impensável assim.
    Quanto à Alemanha, só tirando aquela senhora de lá_ é já irá muito, muito tarde.
    Sobre “hitlernautas”, prezado Santayana, fanáticos pelo Tio Sam, são tão inconvenientes quanto os militantes petistas: donos da verdade ( que verdade?), geralmente sem educação, hostis, consideram ” inimigos” tudo que lhes contraria o mundinho particular com que, de forma caolha, traduzem o mundo.
    E quanto a Barack Obama ser ” burro”, senhor Ednei, nem vale a pena perder tempo: ele só está defendendo os interesses do país dele, de forma pragmática, ao contrário dos fanáticos daqui que, febril e infantilmente, defendem ou Cuba ou EUA, na interpretação maniqueísta da História que essa gente faz. Dá pena! E pensar que nem os Castro e nem Obama conseguem conciliar o sono, há tempos, de tão preocupados com esses tolinhos tupiniquins…

    Saudações,

    Carlos Cazé.

  4. EUA nos BRICS ??? Botaram LSD na Caixa d’agua do autor ! O Obama reatou com o Ira por que gosta dos Aiatolas ou para por a pa de cal na Venezuela ? 95% das exportacoes venezuelanas sao petroleo , sendo que 70% desse petroleo sao exportados para os EUA…
    Geopolitica nao e coisa para irmas Carmelitas…

    • Ninguém colocou LSD na caixa d´água do autor. O autor INFORMA, irônicamemente, inclusive, que corre, nos EUA, com centenas de nomes, uma petição para que os EUA entrem nos BRICS, por iniciativa do jornalista norte-americano Lyndon LaRouche, e se pergunta, também ironicamente, qual seria a reação de pessoas do seu tipo, caso isso viesse a ocorrer.

  5. Perdeu ate a dimensao dos fatos. A Apple custa U$ 30 bi a mais do que todas as nossas SAs
    Os EUA e a China estao apenas fazeno os seus proprios jogos com muito mais competencia…

  6. Cazé tem razão. EUA iriam entrar exatamente em um grupo que quer criar uma alternativa ao dólar ? Pois, sim !

    Bem, quem tem aquilo, tem medo. Daí, pressionaram os filhotes da Europa a apoiarem sanções contra a Rússia, o novo vilão (Venezuela, Coréia do Norte, Irã tiveram sua vez … Sempre eles criam um demônio para satisfação interna). No Brasil, é fácil: basta acionar os “investidores” e/ou simpatizantes aqui presentes. Com a China é diferente, claro. Um bilhão e meio de pessoas, fica difícil. Melhor municiar o Japão ou mudar suas leis.

    Com o devido respeito à comunidade, não me sinto bem em ser “dominado”, seja por partidos, pessoas ou países. Boechat diria que é coisa de boiola. É verdade.

  7. Cazé tem razão. EUA iriam entrar exatamente em um grupo que quer criar uma alternativa ao dólar ? Pois, sim !

    Bem, quem tem aquilo, tem medo. Daí, pressionaram os filhotes da Europa a apoiarem sanções contra a Rússia, o novo vilão (Venezuela, Coréia do Norte, Irã tiveram sua vez … Sempre eles criam um demônio para satisfação interna). No Brasil, é fácil: basta acionar os “investidores” e/ou simpatizantes aqui presentes. Com a China é diferente, claro. Um bilhão e meio de pessoas, fica difícil. Melhor municiar o Japão ou mudar suas leis.

    Com o devido respeito à comunidade, não me sinto bem em ser “dominado”, seja por partidos, pessoas ou países. Boechat diria que ser dominado é coisa de boiola. Tem razão.

    (Correção, CN).

  8. Cazévfocê fica mais palatável quando se livra dos petistas em teus comentários. Sai para uma balada, toma um porre de uisque. Vai para um motel com uma criola bunduda e deixa a “besta sexual solta”. Usa e abusa de tudo. No outro dia estás curado de todas as assombrações que povoam tua cabeça. Voltarás a ver a vida com cores mais suaves e humanas.

  9. RESPOSTA DO SR. FLAVIO JOSÉ BORTOLOTTO :

    Prezado Dr. EDNEI FREITAS,
    Com sua licença, tomo a liberdade de explicitar Conceitos:
    Na sua réplica acima, o senhor se declara contra o CAPITALISMO, especialmente o mal Regulado Brasileiro. Também somos.

    Contra o COMUNISMO ( Propriedade dos Meios de Produção Estatais; decisões de Produção do que? quanto? para quem? Coletivas; e Alocação dos Recursos e distribuição da Renda via DIRIGISMO do Plano Central), tal como implantado na Rússia por LENIN. Ditadura Científica do “Proletariado, através de sua VANGUARDA, representada pelo Partido Comunista ( ÚNICO), que só permite entrada para +- 7% do Povo. Também somos.

    A FAVOR do SOCIALISMO, que muitos dos Jornalistas chamam SOCIAL-DEMOCRACIA, Welfare State, representado +- pelos Países Bálticos. Alguns de nós, chamamos este Regime Econômico-Social de CAPITALISMO BEM REGULADO, o Sr. MARTIM BERTO FUCHS aperfeiçoando sua Teoria, o chama de CAPITALISMO SOCIAL, porque nele a Propriedade dos Meios de Produção é Mista ( Estatal e PRIVADA, nos Países Bálticos com certa predominância da INICIATIVA PRIVADA, as Decisões são INDIVIDUAIS e a Alocação dos Recursos e distribuição da Renda é feita pelo Mecanismo de MERCADOS), e onde os Funcionários Públicos NÃO TEM ESTABILIDADE NO EMPREGO, nem Regime Especial de Salários/Bônus e Aposentadorias/Pensões, há PLURI-PARTIDARISMO, e são ESTADOS DEMOCRÁTICOS DE DIREITO.

    Se entendi certo, também penso como o senhor, só que com viés um pouco mais INICIATIVA PRIVADA COM MATRIZ NO BRASIL, porque depois de um certo ponto na parte Empresas Estatais, a Produção, devido a inevitável nociva influência Política, por falta de MERITOCRACIA, prejudica muito a PRODUÇÃO. A própria Suécia está no momento, indo nessa direção.

    Nosso grande Professor de Economia Política, o grande Governador CARLOS LACERDA ( UDN- RJ ), através de suas grande Obra Política e diversos Livros, nos ensinou assim, e depois de muita análise e giro de horizonte, nós também achamos que é a mais Produtiva e Justa solução. PRODUÇÃO COM LIBERDADES INDIVIDUAIS. Abrs.

  10. MINHA RÉPLICA AO SR. FLAVIO JOSE BORTOLOTTO

    Isto sim, Sr. Flavio Jose Bortolotto ! Suas conclusões batem com as minhas, e afinal alguém entendeu o que eu escrevi. Temos apenas terminologias diferentes para falar basicamente a mesma coisa. O senhor entendeu certo o que eu quis dizer, a saber : “Se entendi certo, também penso como o senhor, só que com viés um pouco mais INICIATIVA PRIVADA COM MATRIZ NO BRASIL, porque depois de um certo ponto na parte Empresas Estatais, a Produção, devido a inevitável nociva influência Política, por falta de MERITOCRACIA, prejudica muito a PRODUÇÃO. A própria Suécia está no momento, indo nessa direção”. Também sou a favor da iniciativa privada, e o socialismo democrático é a favor da iniciativa privada e, claro, de preferência com matriz no Brasil. Concordo que as estatais não devem se meter a concorrer com a iniciativa privada, porque nas estatais há muita corrupção. Sou favorável à auditoria da dívida pública do Brasil, Tenho certeza que há fraude (como se encontrou no Equador e na Grécia) e que não precisamos ficar submetidos a arrocho fiscal, queda de salários, inflação alta, para fazer um “ajuste” para pagar os juros dos juros de uma dívida que não contraímos. Note que a economia de dinheiro que se quer fazer (bilhões de dólares) às custas do desemprego, fome e miséria dos brasileiros, não se reverterá para serviços aos brasileiros, e sim para pagar os dealers. Claro que isto não está certo. Muito obrigado pelo seu comentário, que me dá o conforto de não ter escrito em vão. Outros comentaristas sequer entenderam meu texto e dele fizeram ilações absurdas. Mas isto eu já esperava. Peço sua permissão para passar estes comentários para o trabalho do Dr. Santayana, para que este comentário seu e esta minha resposta não se percam, porque estas páginas logo irão para o limbo da TI.

    Abraços,

    Ednei Freitas

  11. Meu sonho é ver o mundo sonhado por Santayana e por Edney Freitas tornar-se realidade … desde que seja após a minha partida para um outro, para assistir de camarote.

  12. Vamos por partes:
    Cazé não escreveu nada que não fosse verdadeiro ou que não houvesse coerência em seu comentário para receber conselhos ou sugestões absurdas, uma das ideias, aliás, extremamente preconceituosa!
    De fato, os americanos se associarem ao Brics é impensável.
    Para quê?
    Por quê?
    Alguém sabe?
    Não acredito que o megalomaníaco e milionário Trump seja eleito. Caso aconteça esta catástrofe tanto para os Estados Unidos quanto ao resto do mundo (a sua primeira medida é construir um muro que separe os americanos dos mexicanos), a possibilidade de uma guerra generalizada deve ser levada em conta e, talvez, com este elemento querer qualquer dia desses apertar algum botão indevido e lançar foguetes nucleares contra qualquer país.
    Merkel, a chanceler alemã, é a guardiã do cofre do euro, na Europa. Pouco se importa com a crise de outras nações, como a miséria da Grécia, problemas de Portugal, dificuldades da Espanha, e estagnação econômica na Irlanda. Os países devem se adaptar à rigidez que pretende impor aos povos dessas nações mencionadas, caso queiram obter empréstimos ou renegociações de suas dívidas, ou seja, o povo que pague o pato pelas más administrações. Muito parecido conosco, que somos nós, o povo brasileiro, que tem sido chamado às falas para arcar com a corrupção e desonestidade do PT, recaindo sobre nossas costas a inflação, desemprego, economia parada, povo endividado, aposentados ignorados, caos político e social, enquanto os petistas se esbaldam com seus roubos e enriquecem diuturnamente.
    Não foi assim com os gregos?
    Quanto às redes sociais, o célebre escritor Umberto Ecco (O Nome da Rosa) as denomina de “máquina da lama”, a miríade de sites destinados a propagar informações falsas, inverdades e fraudes, portanto, todo o cuidado é pouco.
    Acho que não preciso lembrar a guerra que os petistas fazem contra aqueles que se insurgem contra o partido. Atualmente, o judas é o Juiz Moro. Antes era Joaquim Barbosa. As redes sociais são entupidas pelos soldados das intrigas, falsidades, calúnias, atemorizações e ameaças.
    Finalmente, Barack é presidente dos Estados Unidos, posição que o coloca permanentemente na defesa dos interesses do seu país, e pouco se lixando para os demais, e não poderia ser diferente.
    Cazé foi extremamente feliz ao afirmar – e concordo em gênero, número e grau com a sua frase – que, “ao contrário dos fanáticos daqui que, febril e infantilmente, defendem ou Cuba ou EUA, na interpretação maniqueísta da História que essa gente faz”, que eu complementaria, solicitando permissão, que defendem ou atacam ambos países citados.
    Nesse meio tempo, Cazé conclui com razão absoluta, que Obama não está nada preocupado conosco e com as nossas dificuldades econômicas, políticas e sociais, haja vista saber que sempre estivemos em crise, que jamais tivemos um governo verdadeiramente patriota, nacionalista, que defendesse o Brasil através de desenvolvimento e progresso para seu povo, inclusive que temos os parlamentares mais corruptos e desonestos do planeta!
    Meu apoio incondicional ao texto de Cazé, um comentário lúcido, legítimo, consciente.

  13. Prezado Sr. FRANCISCO BENDL, também meu Mestre.
    Seguramente o Sr. CARLOS CAZÉ é uma das “grandes Cabeças de nosso Tribuna da Internet onLine”, que tem muito Bom Senso e experiência de Vida. Seus Comentários e Artigos são muito apreciados por nós, especialmente por mim.

    Agora, lembremos que o Sr. ANTÔNIO SANTOS AQUINO, Militar de Carreira de nossa gloriosa Marinha de Guerra, tem mais dificuldades do que nós, o senhor, Graduado da Infantaria da PE Porto Alegre-RS,tendo servido +- 5 anos, e eu na velha Artilharia de Campanha 1º/6º RO 105 São Leopoldo-RS +- 5,5 anos, nos tempos de Estudante, fim dos anos 60′ e começos de 70′, de esquecer “a velha linguagem de Caserna”. Nós, voltamos logo a vida Civil, mas o Sr. ANTÔNIO SANTOS AQUINO, serviu no Brasil todo, até ir para a Reserva no Rio de Janeiro-RJ, e por isso tem mais dificuldade do que nós.
    Digo isso para que as Senhoras e Senhoritas principalmente, que leem e comentam no nosso bom TI onLine, entendam em que contexto o Sr. ANTÔNIO SANTOS AQUINO, velho Colega dos tempos da TRIBUNA DA IMPRENSA impressa, escreve/fala. O que ele escreve fala, nesses casos é “em sentido figurado”, linguagem Marinha de Guerra do Brasil.

    Vejamos os Discursos para a Tropa, do melhor dos Generais Americanos em Campanha, o Gen. PATTON, homem cultíssimo, profundo conhecedor da História, oriundo de riquíssima família de Industriais do Aço, um Gentleman, mas que em Campanha falava a “velha Linguagem militar”, bastante parecida do nosso Sr. ANTÔNIO SANTOS AQUINO, que por sinal também é um grande conhecedor da HISTÓRIA DO BRASIL, e a interpreta muito bem.

    Quanto aos EUA entrar para o Clube dos BRICS, seria simplesmente abdicar da Hegemonia Mundial de sua Moeda, o US$ Dollar. Nem pensar. É mais provável uma Guerra Atômica, do que isso. Abração.

  14. Bortolotto, meu mestre,
    Eu não conhecia a carreira profissional do sr.Aquino até este momento, comentado por ti.
    Revendo o meu comentário em apoio ao que escreveu Cazé, uma pessoa brilhante e dotada de inteligência e cultura excepcionais, infinitamente mais que as minhas limitadas condições, fiquei a me perguntar a razão pela qual o meu mestre me envia um texto explicando as palavras do sr.Aquino, quando as minhas foram dirigidas especificamente ao registro do Cazé.
    Quanto à dificuldade de adaptação do idioma que, em tese, o aposentado marinheiro teria entre os jargões militares que se utilizava com os dos civis, afirmo que entendo esses percalços, e justamente por compreendê-los que não fui mais explícito às sugestões que Cazé recebeu para amenizar as suas previsões que, vamos e venhamos, deveria haver mais cuidado com as expressões publicadas que dependessem da boa vontade dos leitores e comentaristas para entendê-las e interpretá-las sem malícias.
    Digo mais:
    Sempre tentei uma aproximação com Aquino.
    No entanto, bastava criticar o PDT que o marinheiro queria me atingir com os potentes canhões das belonaves onde servira na Marinha do Brasil.
    Chegamos a discutir forte, certa feita, inclusive com a participação do Stédile.
    Assim, sempre evitei, de lá para cá, comentar qualquer texto do sr.Aquino, de modo a evitar troca de palavras mais ásperas e desnecessariamente, ainda mais com uma pessoa com um pouco mais de idade que a minha, apenas um pouco, repito, pois também sou um sexagenário, e perto de ser septuagenário (66).
    Enfim, o sr.Aquino, tem a minha consideração, meus respeitos, e caso eu tenha sido mal entendido, minhas desculpas, humildemente, mestre Bortolotto, incluindo ao sr.Aquino, que admiro por se tratar de um militar que sempre esteve a postos para defender o nosso País e povo, assim como fizemos no passado, mestre Bortolotto, só que depois optamos por lutar com as nossas ideias e palavras, pensamentos e conceitos contra as injustiças, a corrupção, a desonestidade, além de nos policiarmos constantemente sobre o que falávamos, escrevíamos e nos comportávamos, de modo que fôssemos exemplos de conduta para nossos filhos, caso quiséssemos que eles nos respeitassem e nos aceitassem como legítimos chefes de família, cidadãos decentes e corretos.
    Longe de mim a celeuma, mas seria interessante que tivéssemos um pouco mais de cuidado com o que escrevemos, e, é evidente que este alerta faço para mim mesmo!
    Um abraço forte, meu ex-colega de farda e de Arma, o Exército, e Mestre.

  15. Precisas rezar, e muito!
    Teu mal é grave, a começar que usas a falsidade ideológica para celeumas desnecessárias, Darcy leite.
    Procura um padre, se fores católico, te confessa, e vais ver o quanto a tua vida física e mental irá melhorar.
    Não deixes de rezar, que vai aplacar este ódio que carregas, pois ele está te consumindo em vida.

  16. D i v i n a c o n v o c a ç ã o
    (mc.12.10) ainda nao lestes esta escritura:(sl.108.7) disse deus na sua santidade: (êx.4.22) israel é meu filho, meu primogênito; (is.49.3) por quem hei de ser glorificado: (is.30.12) pelo que assim diz o santo de israel:
    Todo cristão desperto deve ingressar no ciclo da nova ordem mundial, que chega com a criação do reino de deus na terra:
    (mt.25.34) vinde, benditos de meu pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo: (jb.6.27) trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o filho do homem vos dará; porque deus, o pai, o confirmou com o seu amor: (is.42.21) foi do agrado do senhor, por amor da sua própria justiça, engrandecer a lei e faze-la gloriosa; (lc.12.32) porque o vosso pai se agradou em dar-vos o seu reino; (1co.15.45) pois assim está escrito: (jb.14.17) o espirito da verdade, que o mundo não pode receber, porque nao no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosvo e estará em vós; (pv.1.4) para dar aos simples prudência, e aos jovens conhecimento e bom siso; (1pe.4.17) porque a ocasião de começar o juizo pela casa de deus é chegada:
    (rm.13.11) e digo isto a vós outros que conheceis o tempo, que já é hora de vos despertardes do sono; (2pe.3.4) porque, desde que os pais dormiram, todas as cousas permaneciam como desde o principio da criação: (hb.5.11) a esse respeito temos muitas cousas que dizer e dificil de explicar; porquanto vós tendes tornado tardios em ouvir: (lc.16.9) e eu vos recomendo: estudai e praticai os fundamentos cristãos, que temos divulgado através da internet, em particular no blog de arnaldo ribeiro ou israel e no site: arnaldoouisrael: (tb.5.21) fazei boa jornada, e deus seja convosco no vosso caminho, e o seu anjo vá em vossa companhia:

    a m i g o (a) : nunca estarás a sós…

    Ante a névoa das lágrimas, quando a incompreensão de outrem te agite os sentimentos, lembra-te de alguém que sempre te oferece entendimento e conforto.
    Ante a deserção de pessoas queridas, quando mais necessitavas de presença e segurança, pensa nesse benfeitor oculto que jamais te abandona.
    Ante as ameaças do desânimo, nos obstáculos para a concretização de tuas esperanças mais belas, considera o amparo desse amigo certo que, em tempo algum, te recusa bom-ânimo.
    Ante a queda iminente na irritação, capaz de induzir-te à delinqüência, refugia-te no clima desse doador de serenidade que te guarda o coração nas bênçãos da paz.
    Ante as sugestões do desequilíbrio emotivo, suscetíveis de te impulsionarem a esquecer encargos que assumiste, reflete no mentor abnegado que jamais te nega defesa, para que usufruas a tranqüilidade de consciência.
    Ante prejuízos, muitas vezes causados por amigos aos quais empenhaste generosidade e confiança, medita nesse protetor magnânimo que nunca te desampara e que promove, em teu favor, sempre que necessário, os recursos precisos á recuperação de que careças.
    Ante acusações daqueles que se te fazem adversários gratuitos, amargurando-te os dias, eleva-te em pensamento ao instrutor infatigável que sempre te convida à tolerância e ao perdão.
    Ante as crises da existência que te sugiram revolta e desespero, recorda o mestre da paciência que te resguarda constantemente na certeza de que não há problema sem solução para quem trabalha e serve para o bem sem perder a esperança.
    Ante os desgostos e contratempos que te sejam impostos pelos entes amados, não te emaranhes no cipoal das afeições possessivas, refletindo no companheiro que te ama desinteressadamente muito antes que te decidisses a conhecê-lo.
    E quando perguntares quem será esse alguém que nunca te desampara e que te garante a vida, em nome de Deus, deixa que os teus ouvidos se recolham aos recessos da própria alma e escutarás o coração a dizer-te na intimidade da consciência que esse alguém é Jesus.
    Emmanuel
    (Do Livro “Algo Mais”, Francisco Cândido Xavier)

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    A LUZ DA VIDA

    Um dia quando achar que não há mais a luz do dia, lembre-se que haverá o cair da noite com as estrelas a brilhar dando a todos a celestial energia de Deus a acalentar todos os corações entristecidos e assim acontecerá a renovação do espírito para continuar a prosseguir.
    São muitas as vezes que a luz falta para todos que estão na escuridão dos pensamentos negativos e do pessimismo diante da vida, mas a Luz se faz presente sempre que há disposição para contemplar o quanto a vida ensina e o quanto a vida pode ser transformada, desde de que as portas do coração estejam abertas para receber esta oportunidade.
    Não pense que Deus esqueceu de aquecer sua vida, só porque neste momento não pode ver a luz aquecida do sol, procure resgatar a força, a perseverança e verá que tudo se modifica no momento exato em que houver a coragem para continuar e não esmorecer.
    Diante de toda escuridão que se fizer presente na vida, dê uma chance para que as estrelas de Deus possam iluminar todos os caminhos e desta forma a luz voltará a aquecer e a acariciar a vida.
    http://www.gotasdepaz.com.br/

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  17. DA RELIGIÃO À LOUCURA…

    Nos bancos da catequese aprendia-se que a religião não se discute. Este princípio cohabitava com outro igualmente estranho, a saber, a nossa religião é a única verdadeira.
    Em termos práticos, isto significava: Deus não se põe em causa; o binómio fé e não fé eram impensáveis; dúvida e descrença eram sinónimas; proibição da leitura da Bíblia por ser miisteriosa e os seus textos não estarem ao alcance de todos; os ateus são gente do diabo; a Ciência era vista com desconfiança, donde aderir às suas inovações era tido como prática desviante da fé. Tudo era pesado numa balança tendenciosa de moral versus imoral, de tal forma que a religião pensava pelos fiéis, criava normas comportamentais verdadeiramente impraticáveis, excluindo os seus interessses pessoais. O bom crente era aquele que abdicava de si, que pensava exclusivamente no outro, ou quase, sem objectivos particulares.
    Longe da felicidade, a religião era o inferno deste mundo, o pecado que mortificava o desejo de progresso, de prazer, de liberdade, que rebaixava a vida enquanto valor supremo, sacrificando-a em nome de uma panóplia de príncipios criadores de tipos psicóticos perigosos, neuroses que se sedimentaram progressivamente no inconsciente colectivo, facto que, mediante os últimos acontecimentos, prolongou-se até aos nossos dias.
    Assim, verificamos, sem a necessidade de grandes reflexões, que religião e loucura têm sido sinónimas, para os racionalistas, santidade para os seus mais altos dignatários. Iludindo os povos de que em nome de Deus tudo é permitido, na defesa ideológica do grupo religioso, porque transmissor de toda a verdade, inventaram a impunidade num mundo qualquer a que cinicamente chamam reino de deus , onde crêem que vão receber a gratificação pelos seus bons serviços: a desvaloração da vida humana.
    Contra a alucinação (falar em nome de outro, de um grupo, de Deus, imposição das suas próprias convicções e princípios particulares como máximas universais, em casos mais graves, cósmicas), a Razão impõe-se denunciando a estupidificação das mentes; a Tecnologia o conforto, facilitando tarefas. Os povos, inevitavelmente, foram aderindo, rendendo-se às facilidades, ao alívio da força muscular; a Medicina evoluíu, as condições de sobrevivência melhoraram com as vacinas, os antibióticos, a melhoria das condições de higiene impõs-se, veemente. Por outras palavras, o Bem cresceu pela mão da Razão, pelo livre pensamento, coisa que a Religião nunca soube fazer. A Educação, ao alcance de todos, tornou-se objecto de consumo como outra coisa qualquer.
    Hoje, caminha-se para uma autonomia do Estado, face ao religioso, porque a História também amadurece, os cidadãos politizam-se, a laicização torna-se, consequentemmente, uma necesssidade imperiosa, democratizadora do religioso. A Moral, lentamente, regressou às suas origens. É anterior à Religião.
    Contudo, se a Religião teimar em permanecer na intolerância, se continuar a confundir-se com a Fé, prevalecerá não como caminho para Deus, mas uma grotesca, disforme e instável presença no mundo, isto é, está a mais. Infantilizando a fé e remetendo-a para segundo plano, a Religião tem abafado a individualidade do crente na infamante tentativa de o moldar a uma autoridade fictícia, criadora de teologias da dominação, raíz de sofrimentos, de discriminação de toda a ordem, criadora de morais desfasadas, descontextualizadas, imprudentes e mesquinhas. Ou muda e adapta-se às novas vivências, ao emergente progresso do Espírito, grito incessante da procura da Luz, abandonando a omnipotência de um saber que não possui, ou tornar-se-à estéril, pueril, desnecessária porque contrária ao grande objectivo dos homens e das mulheres, a Felicidade, bem como no encontro de ambos rumo a vivências maiores. O mundo é masculino e feminino que, pela sabedoria de um Criador supremo, se atraiem mutuamente.
    A Fé tem poderes e forças que a Religião jamais terá; a Fé transporta montanhas, perdoa, é inerente a todo o ser humano; a Religião é para alguns, aqueles que se lhe subjugam, fracos, acríticos; a Fé é libertadora, remete para a Divindade, a Religião desconhece os caminhos da individualidade.
    Os povos crescem em valores, enfatizam-nos na complexidade histórica das épocas charneira para as suas mudanças; com tudo o que os caracteriza, fez deles lições. Por todo o lado, impõem-se os símbolos, as lutas que os envolveram. Podemos dizer que o mundo é mesmo assim? O tic-tac do relógio existêncial, que nos faz lembrar que o passado vai-se enterrando, dá novos tempos ao tempo. A Religião tem que enterrar as velharias. Já não há herdeiros e tradições porque a Democracia impõe-se como modernidade na partilha de valores em que a cidadania é o mais importante. Religião nâo pode significar colisão.
    A Religião discute-se, quando desvalora a Vida, quando pretende sobrepor-se aos Direitos Humanos, desvalorando-os; quando combate a Liberdade em todos os seus aspectos; quando prega o impraticável; quando os seus representantes não dão exemplo aos fiéis. A Fé é uma graça suprema, é uma força que emana da alma e faz ter coragem para enfrentar o dia que nasce, mas ela é, principal e inevitavelmente, um sopro de Amor para com todo o ser-vivo.
    Um valor supremo, porém, nos era transmitido na catequese: se Deus nos deu a vida, só Ele no-la pode tirar, porque a Vida é o Divino dentro de nós. As religiões não podem manipular a fé, rumando contra a vida. Somos todos irmãos e é como irmãos que temos que aprender a viver, num mundo que chega e sobra para todos. Quando a Religião perceber isto, confundir-se-à com a Fé, e nessa altura será outra coisa, não importa o quê porque será, com toda certeza, uma coisa muito boa.
    A grande questão, a saber, o que é a salvação, vamos salvar-nos do quê, de que devemos fugir para entrar no Reino de Deus, o que é assim tão temeroso e forte que nos pode barrar a sua entrada, não é aflorado.
    Todas são correntes pedagógicas, o que é de revelar, mas ensinaram mediante uma adesão cega aos seus princípios subjugadores. É louvável ensinar a ler e a escrever, se com isso se ensinar a pensar; ensinar Ciências Naturais é extraordinário, desde que seja feita a destrinça entre a Criação segundo o Génesis e a Criação segundo a Ciência; a Arca de Noé e a Evolução das Espécies; a natural extinção de espécies e o surgimento de outras; o tempo de existência da Terra, etc.; ensinar a diferença entre a explicação científica e a proclamação bíblica.
    O sabe tudo religioso não pode ser um substituto do pouco saber da Ciência, que rejeita o não provado, nem o colocar de alguma questão fora do ram-ram estupificador dos bonzinhos, dos pobrezinhos e dos aleijadinhos ser uma tentação do demónio, o a riqueza fonte de vícios, o conforto luxo pecador.
    Tudo isto perdurou, numa sociedade que cresce tecnologicamente a um ritmo avassalador, com a Ciência a impor a força da Razão, num ambiente de liberdade sexual, onde o prazer é partilhado e não mais a subjugação de um sexo perante o outro, numa luta sem tréguas, ainda, pela laicização do Estado, o grande cavalo de batalha das democracias ocidentais.
    Se o religioso não arrepiar caminho, não abandonar a arrogância, não se empenhar na modernidade, se rejeitar que vivemos num mundo de diferentes, pluralista, multicor, iremos todos desaparecer absorvidos pela opressão, pelo terror e pelo impulso dos instintos; mas antes, porém, seremos levados, inevitavelmente, à loucura, na luta instintiva pela sobrevivência em vez de na procura da santidade na prática virtuosa do Bem. Somos todos hindus, muçulmanos, judeus e cristãos. Ora nascemos num lado, ora no outro do planeta, porque a Fé é transversal a todos. Se a Religião não começar a ensinar a amar, e rapidamente, estaremos perdidos. Que Deus tenha piedade de nós.

    Margarida Azevedo

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  18. HOJE É DIA DO PERDÃO

    Hoje, 8 de novembro é dia do perdão. Mas não espere uma data para perdoar. Jesus ensinou na oração do “Pai Nosso” que devemos pedir a Deus que “só perdoe nossos erros quando aprendermos a perdoar quem errou conosco” e repetiu a necessidade do perdão em outras passagens do Evangelho. Francisco de Assis reforçou dizendo ser melhor “Perdoar que ser perdoado”. Como disse Divaldo Franco “Se o outro não nos perdoa é problema dele, mas se nós não perdoarmos, o problema é nosso”. Perdoar não significa que precisemos conviver com a pessoa, amá-la com o mesmo amor que tínhamos antes dela nos ofender ou prejudicar. Perdoar significa que devemos orar pela pessoa, não desejar mal a ela, não se satisfazer com algo de ruim que aconteça a ela, não querer se vingar. Perdoar é entender que a outra pessoa ainda não aprendeu a agir de forma leal, respeitosa e justa. Se nós já conseguimos agir melhor que ela, devemos compreender que nem todos ainda aprenderam esta lição. E que, se ela errou num ponto, nós também temos outros pontos falhos. Que atire a primeira pedra quem nunca errou. Perdoar não é fácil, mas também não é impossível. Nos esforcemos nesta lição que o Cristo ensinou.
    http://grupoallankardec.blogspot.com.br
    Rudymara

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  19. HOMEM, SER HUMANO POUCO HUMANIZADO

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    Para que possamos discorrer sobre esse assunto é necessário que se entenda que o Fanatismo religioso é uma forma de fanatismo caracterizada pela devoção incondicional, exaltada e completamente isenta de espírito crítico; enfocamos que não estamos aqui direcionando esse texto para essa ou aquela religião, e sim pela crença deturbada e exagerada de fieis a determinadas religiões.

    Destacamos que religião seria uma maneira para nos religarmos com o Criador de quem, no passado, nos desligamos quando Adão e Eva, e, após sua expulsão do Paraíso transmitiram para toda a sua descendência a carga de sua falta.

    Todavia, o fanatismo em crenças sempre causou embate desde a pré-história, onde nessa época foi denominada “Religião pré-histórica”[1]; pesquisadores convergem que possivelmente as primeiras religiões foram elaboradas pelos politeístas[2] mais especificamente o paganismo , com os adoradores de Semíramis[3], Ninrode[4] e Tamuz[5].

    Já nessa época havia as conquistas, e a ação mais comum era a de destruir os totens, locais de cultos, símbolos de crenças ; tais religiões, a princípio, eram compostas de deuses cruéis.
    Desde sempre o Homem, usando de influencia politica e da fé irracional, impõem sua crueldade defendendo a bandeira de sua crença, assim foi a trama e morte de Jesus elaborada pelos Fariseus e Saduceus, ou com as “Cruzadas”[6], que tiveram oito inserções que decorreram a partir de 1096 até 1270, também houve a “Guerra dos 30 anos” (1618-1648)[7], a “Reforma Protestante” que teve seu início do século XVI que deflagrou a sangrenta “Noite de são Bartolomeu”[8] em 1572, que possivelmente chegou a 70.000 vitimas conforme Maximilien de Béthune, duque de Sully.

    Essas guerras são habilmente explanadas em “O livro dos Espíritos” , onde dentro do Capitulo VI (lei de Destruição) da 3 Parte ( a que disserta Leis Morais) Itens 671 e 742 a 745.

    Destacamos:

    1) O fanatismo e a motivação religiosa das guerras representam a ligação entre espíritos encarnados e desencarnados , sendo esses últimos impelem àqueles ao conflito; não prosperam pois as justificativas fundadas em Deus ou em sua palavra para o cometimento de violências . (671)

    2) São decorrentes da predominância animal sobre espiritual e do transbordamento de paixões.( 742)

    3) Servem para a liberdade e progresso sociais mesmo que presente, temporariamente escravidão. (744/745) Sempre que eclode uma nova guerra, percebe-se a presença do mal, não como “entidade “ ou força espiritual independente, mas como exacerbação e a exteriorização de sentimentos peculiares ao homem ainda bastante animalizado, e com vícios e tendências inferiores.

    Sob esse prisma entendemos os ataques de “terroristas Islâmicos”[9], onde os três itens acima descritos dão completa compreensão da selvageria e intentos dos terroristas.

    Nos dias de hoje, embates devido ao fanatismo religioso ocorrem em diversas regiões do mundo, podemos citar exemplos como: os Xiitas X Sunitas, os Judeus X Mulçumanos, Muçulmanos e não muçulmanos, Budistas e Mulçumanos, e etc.

    Existem também dentro do contexto de fanatismo religioso seitas que incentivam a morte de seus fiéis, sob essa abordagem destacamos o “Massacre de Jonestown” onde em 1978 o reverendo Jim Jones[10] liderando a seita Templo dos Povos levou mais de 900 pessoas a cometerem suicídio coletivo.
    Alguns anos depois, o professor de música Marshall Applewhite (1931/1997), líder da seita Porta do Paraíso, deixou registrados em vídeo os detalhes da estranha viagem que ele e mais 38 membros da seita fariam em 1997. Quando a fita chegou às mãos de seu destinatário, um ex-participante da seita, já era tarde. No dia 26 de março, a polícia invadiu a rica mansão dos fanáticos, em San Diego, Califórnia, e viu os corpos já em estado de putrefação. Segundo a mensagem, todos tinham partido para uma nave espacial próxima ao cometa Hale-Bopp[11], visível aos terráqueos somente a cada 4.200 anos.

    Em 1999, Joseph Kibwetere, fundador do Movimento para Restauração dos Dez Mandamentos, conseguiu convencer os fieis da seita de que o fim do mundo estava próximo e reuniu os adeptos na igreja. Após horas trancados dentro da capela se deixaram queimar, ou foram queimados, em um incêndio proposital… Morreram mais de quinhentas pessoas.

    Essas insanidades embasadas por uma fé pouco racional, são a causa de tanto desiquilíbrio em nosso planeta. Encontramos no ESE[ii] uma frase que define essa ideia:

    “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”[12]

    Emmanuel através de Chico Xavier na obra “O Consolador”[iii] nos ensina :

    “Ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, certeza que ultrapassou o âmbito da crença religiosa, fazendo o coração repousar numa energia constante de realização divina da personalidade. Conseguir a fé é alcançar a possibilidade de não mais dizer eu creio, mas afirmar eu sei, com todos os valores da razão, tocados pela luz do sentimento.”[13]
    [1] Religião pré-histórica: período histórico que antecede a invenção da escrita, evento que marca o começo dos tempos históricos registrados, e que ocorreu aproximadamente em 4.000 a.C..

    Também pode ser contextualizada para um determinado povo ou nação como o período da história desse povo ou nação sobre o qual não haja documentos escritos.

    [2] Politeísmo: crença em vários deuses.

    [3] SEMÍRAMIS foi uma rainha mitológica que segundo as lendas gregas e lendas persas reinou sobre a Pérsia, Assíria, Armênia, Arábia, Egito e toda a Ásia, durante mais de 42 anos, foi fundadora da Babilônia e de seus jardins suspensos. Subiu ao céu transformada em pomba, após entregar a coroa ao seu filho, Tamuz.

    [4] NIMROD (também grafado Ninrode ou Nemrod) é um personagem bíblico descrito como o primeiro poderoso na terra (Génesis 10:8; 1 Crónicas 1:10). Filho de Cush, que era filho de Cam, que era filho de Noé.

    [5] TAMUZ ou DUMUZI era uma antiga divindade suméria. era um deus dos sumérios conhecido como Dumuzi e pelos egípcios como Osíris. Tamuz tinha como companheira Asterote, a rainha do céu –

    [6] CRUZADAS foram tropas ocidentais enviadas à Palestina para recuperarem a liberdade de acesso dos cristãos à Jerusalém. A guerra pela Terra Santa, que durou do século XI ao XIV, foi iniciada logo após o domínio dos turcos seljúcidas sobre esta região considerada sagrada para os cristãos.

    [7] Guerra dos 30 anos denominação genérica de uma série de guerras que diversas nações europeias travaram entre si a partir de 1618, especialmente na Alemanha, por motivos variados: rivalidades religiosas, dinásticas, territoriais e comerciais.

    [8] Noite de São Bartolomeu, foi um episódio da historia da França na repressão aos protestantes na França pelos reis franceses, que eram católicos.

    [9] Terrorismo islâmico : também conhecido como terrorismo islamita ou terrorismo jihadista, é uma forma de terrorismo religioso cometida por extremistas islâmicos com o propósito de atingir variadas metas políticas e/ou religiosas.
    [10] James Warren “Jim” Jones (1931-1978) líder de seita estadunidense e fundador da igreja Templo dos Povos (Peoples Temple).

    [11] Hale-Bopp, ou C/1995 O1, foi um dos maiores cometas observados no século XX. Pôde ser contemplado a olho nu durante 18 meses.

    [12] O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 9, item 7.

    [13] O Consolador, perg. 354.

    KARDEC, Allan. Livro dos Espíritos. Ed. FEB. Rio de Janeiro. 2002

    [ii] KARDEC, Allan. O Evangelho segundo Espiritismo. Tradução de J. Herculano Pires. Ed. Lake. São Paulo 2003.

    [iii] XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Ed. FEB. Rio de Janeiro. 2000

    Marcos Paterra

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  20. ESQUECIMENTO GLOBAL

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    A opinião é unânime: o clima na Terra mudou devido ao aquecimento global do planeta. No entanto, outro fenômeno, tão ou mais preocupante, ocorre: o esquecimento (dos valores ético-morais) global na Terra, que ameaça a vida em sociedade. Qual o contributo do Espiritismo para estas situações?

    Como se já não bastasse a problemática do aquecimento global do planeta e a destruição dos ecossistemas por parte do ser humano, na sua ânsia irracional de “ter” cada vez mais, numa vida que rapidamente se dilui no tempo, vai ocorrendo na sociedade mundial outro fenômeno interligado: o esquecimento global dos valores ético-morais.

    Nestes últimos dias, em Portugal, dois governantes foram demitidos por terem mentido, apresentando-se como licenciados, quando não possuíam nenhum título acadêmico. Do ponto de vista ético-moral é uma situação tão grave que, num país civilizado, seria um terremoto político, com demissões em massa.

    O mesmo já ocorreu noutros tempos, com outros partidos e outras figuras políticas.

    Não nos move nenhuma atitude de simpatia ou antipatia política.
    Objetivamos analisar apenas as atitudes dos seres humanos.

    Vivemos momentos graves, onde o que outrora era nobreza de carácter hoje é estar ultrapassado, o que era roubo hoje é oportunidade, o que era mentira hoje é ponto de vista, o que era dignidade hoje é fraqueza de espírito, o civismo é hoje trocado pela má-educação.

    Vemos os professores serem maltratados pelos educadores, ao invés de os apoiarem, para educarem os seus educandos.

    Quando o exemplo vem de cima, do Estado, com leis obscuras, com roubos sucessivos e desvios de dinheiro privado e público por parte de entidades bancárias, com múltiplas fraudes dos agentes políticos e econômicos tornadas públicas, sem qualquer consequência social, o povo tende a seguir o mau “exemplo” de quem os governa.

    Como educar as crianças nas escolas e falar-lhes de virtude, em educação cívica, quando o Ministro da Educação de Portugal, tendo conhecimento de um Chefe de Gabinete ter mentido e não possuir nenhum título acadêmico, mesmo assim manteve-o no cargo, sendo conivente, até ao momento em que um jornal, “Observador.pt”, desmascarou o caso?

    Há quem diga que o mundo não tem saída, não tem cura…

    Na ótica da Doutrina Espírita (ou Espiritismo), uma filosofia de vida que não é mais uma religião nem mais uma seita, existe, sim, solução.
    A solução passa pela reencarnação de Espíritos mais honestos e sérios, que vêm reencarnando desde o fim do século XX, na opinião de muitos benfeitores espirituais que vêm comunicando através de médiuns de todo o mundo.
    Mas, mesmo ocorrendo esse fenômeno da mudança parcial dos atores sociais, cumpre-nos, a nós que estamos hoje no palco da Vida, fazer a nossa parte.

    Cumpre-nos ser cidadãos ativos no bem de todos, sem desperdiçar recursos que pertencem à comunidade. O mal só viceja pela ausência de atitude assertiva por parte dos bons.
    Se nos cumpre ser tolerantes, compreensivos com tudo e com todos, cumpre-nos igualmente dar o exemplo de honestidade, recusar mordomias ou ser beneficiados em detrimento de outrem.

    Cumpre-nos vivenciar que o ser humano não vale pelo que “tem”, mas, sim, pelo que é como pessoa.
    Cumpre-nos valorizar a honestidade, a autenticidade, ao invés de currículos pejados de títulos, muitas vezes sabe-se lá a troco de quê…
    Cumpre-nos valorizar a solidariedade ao invés da competição.

    Cumpre-nos pagar ordenados justos aos empregados, mesmo que acima do estipulado em Lei.
    Cumpre-nos dar o nosso melhor, na condição de trabalhador, em prol do bem comum. Cumpre-nos ser cidadãos ativos no bem de todos, sem desperdiçar recursos que pertencem à comunidade.

    Dos espíritas espera-se a árdua tarefa de divulgarem a imortalidade do Espírito e a reencarnação, baseadas em fatos científicos, levando as pessoas a descobrir que são seres imortais, e que as suas atitudes e sentimentos serão o único patrimônio que levarão para o mundo espiritual, após o decesso do corpo físico.

    Desse patrimônio advirá o bem-estar, a paz, a felicidade ou a dor (de acordo com o nosso íntimo), até que surja nova oportunidade de reencarnar na Terra, em nova experiência evolutiva, intelectual e moral.

    Aos espíritas cumpre alertar para o “Esquecimento Global” dos conceitos ético-morais que vigem na sociedade, não só falando, escrevendo, mas, acima de tudo, exemplificando.

    Aos espíritas cumpre mostrar que vale a pena Amar, ser honesto, autêntico, ter paz de espírito, ao invés de ter os cofres cheios de tesouros que a traça da corrupção rapidamente consome, deixando no íntimo do seu autor focos de “infecção espiritual”, a diluírem-se dolorosamente, em futuro próximo, no mundo espiritual e/ou em futuras reencarnações.
    Se Jesus de Nazaré nos deixou o precioso ensinamento para não fazermos ao próximo o que não desejamos para nós, o Espiritismo vem apontar o caminho da caridade como o único que nos eleva espiritualmente, dentro da assertiva de que “Nascer, morrer, renascer ainda, progredir sem cessar, tal é a Lei”.

    Bibliografia:

    Kardec, Allan – O Evangelho segundo o Espiritismo.
    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/esquecimento-global/#ixzz4SucW2DHE

  21. AS FRONTEIRAS MORAIS DO FUTURO

    Boa-noite! queridos irmãos.

    Alegoricamente, pode estar ocorrendo na Europa atual uma alteração na composição dos elementos que delimitam as fronteiras étnicas do continente. Centenas de milhares de pessoas em regime afoito e ininterrupto, do Oriente Médio e Norte da África principalmente, abandonam seu solo natal encharcado de sangue e violência, e invadem terras estranhas para se livrarem do medo e da perseguição e continuarem vivas. São refugiados que trazem consigo além da roupa do corpo e alguns pertences, a esperança por dias melhores, se espalhando por terras europeias.

    Num paradoxo, o estado de guerra e ódio, que jamais abandonou o coração do homem, está fazendo misturar à vida e à cultura consolidadas de muitos países europeus, um contingente humano com características gerais bem diferentes. Estarão esses refugiados com suas línguas nativas, cultura, religião, hábitos e costumes contribuindo para o aparecimento dos germes de uma nova ordem social futura? Esse movimento de massas humanas pelo planeta estaria obrigando nações desenvolvidas e ricas, historicamente dominadoras, a exercitarem a humana solidariedade para com os desgraçados? São meras reflexões.

    Nós espíritas sabemos que encarnados e desencarnados formam uma única humanidade. E que, embora os encarnados sejam os protagonistas das ações que fazem avançar ou estagnar o mundo, o plano espiritual superior, amparado pela alta justiça, no que tange ao progresso humano, elabora medidas para efetivar os avanços necessários no tempo certo, e homens, comunidades e povos, sob inspiração, concretizam essas medidas.

    Ainda no campo das reflexões alegóricas, as linhas que demarcam os territórios dos países europeus estariam começando a ser sutilmente “apagadas” pelos dedos de Jesus, o coordenador do nosso planeta? Creio que Jesus não desistirá, apesar da rebeldia humana, da sua decisão de tocar a alma dos homens, fazendo-os olhar com brandura uns para os outros, enquanto Deus aplica as suas Leis.

    Assim que as fronteiras terrestres, num futuro auspicioso, deixarem de ser impeditivas para os homens, os espaços aéreos e marítimos hoje controlados pela mira dos mísseis serão também livres e responsavelmente frequentados pela humanidade unida e pacífica, e a Terra será outra e de todos.

    O homem, com o seu livre-arbítrio, julga poder tudo. Tem agido com sanha incontrolável ao longo dos séculos, utilizando o orgulho, o egoísmo e a ambição para conseguir o que quer. Nessa cegueira não consegue ver, objetivamente, a relação entre as suas ações e as consequências desastrosas que afetam a sua existência. É indiferente aos manuais de orientação espiritual que a humanidade tem registrado através dos milênios, mostrando que a fraternidade é um bem essencial para a união e a paz na Terra.
    A lei universal de causa e efeito que permeia a vida dos homens se manifesta agora e sempre, em resposta às suas ações. Mas, para muitos, parece não haver uma força descomunal e branda que dirige o mundo. Por habitá-lo e serem livres, os homens pensam que tudo é deles e que por isso não precisam prestar contas. Então dominam, oprimem, dilapidam, perseguem, torturam, matam, provocando desequilíbrio geral.

    Contudo, nestes tempos chegados, a Divina Vontade do Deus único começa a se impor sobre os destinos da rebelde e ingrata população da Terra para que as novas fronteiras que distinguirão os povos do futuro sejam apenas alinhavadas pelo traço moral. O amor ligará os seres, que respeitarão as nuances próprias de indivíduos e coletividades. O preconceito, o culto à pátria, o orgulho de raça, o exclusivismo de crença terão desaparecido. E o derramamento de sangue será o horror que os homens farão questão de esquecer para sempre.

    Para tanto, as ordens divinas já foram expedidas e o tempo é de mudanças inapeláveis, pois o arbítrio desnaturado do homem tem limites controlados pela justiça de Deus.

    O que ocorre hoje na velha Europa, diferente do que já ocorreu em outras épocas e em outros lugares, terá algo a ver com essas reflexões? Ou estas não passam de mera fantasia?

    Claudio Bueno da Silva

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  22. É PRECISO SABER INTERPRETAR AS PARÁBOLAS

    “Se não entendermos o significado moral ou espiritual da parábola, ela não passa de uma simples história com um conteúdo banal. A letra mata, o espírito vivifica, é o que alertam Jesus (Jo 6:63) e Paulo (2Cor 3:6). Vinícius compara a parábola com um fruto, do qual é preciso retirar a casca para saborearmos e nos alimentarmos com o sumo ou polpa.

    Muitas pessoas não aprenderam a interpretar as parábolas evangélicas. No tempo de Jesus, isso também acontecia, o que levou os discípulos a perguntarem:

    “— Mestre, por que lhes falas por parábolas?

    — Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado. Porque àquele que tem, se dará e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado” (Mt 13:10-17)

    Jesus sabia que a maioria das pessoas o procuravam apenas para ver fenômenos e receber curas, mas não se interessavam pela mensagem espiritual. Falando em parábolas, ele ministrava a todos o ensino mas não o banalizava, pois a pessoa tinha de ouvir com atenção e pensar a respeito para captar o sentido da mensagem e fixá-la na memória. Quem tivesse condições para isso, aprendia e se enriquecia espiritualmente. Quem não quisesse se esforçar, perdia a oportunidade de aprender.

    Os discípulos e apóstolos às vezes também não entendiam o significado de alguma parábola. Mas estavam dispostos a aprender, haviam renunciado a muita coisa para seguir a Jesus e precisavam saber para dar continuidade à pregação do Evangelho no mundo. Por isso, Jesus explicava a eles, em particular, o que não houvessem entendido.
    A interpretação das parábolas exige um estudo muito cuidadoso das circunstâncias em que foram proferidas e da doutrina, ou argumentos que elas tinham em vista. Feito isso, logo se descobre a sua aplicação universal, adaptada em todas as circunstâncias análogas e em todos os tempos.

    Convém, ainda, conhecer um pouco os usos e costumes do povo hebreu para melhor compreender algumas figuras empregadas por Jesus em suas parábolas.

    O Espiritismo não somente relembra as parábolas evangélicas. Com os novos ensinos espirituais que traz, ajuda-nos a entender o significado delas e a retirar do simbolismo a mensagem cristã, a fim de que por ela pautemos as nossas ações.”

    Fonte:
    OLIVEIRA, Therezinha. Estudos Espíritas do Evangelho. CEAK.
    Compartilhado para fins de estudo espírita.
    « Última modificação: Ontem às 16:46 by Edna☼ »

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    EXMPLO CABAL

    (JR.50.46) – AO ESTRONDO DA TOMADA DE BABILÔNIA, ESTREMECEU A TERRA; E O GRITO SE OUVIU ENTRE AS NAÇÕES:
    (São 72 letras e 4 sinais que gritam entre os Seres que já estão despertos):
    DEUS TESTOU A GENTE NA VIDA ETERNA DE SÁBIO, E EU TESTO O CORAÇÃO SEM AMOR: ARNALDO RIBEIRO.

    (LC.20.17) QUE QUER DIZER, POIS, O QUE ESTÁ ESCRITO? (AP.21.6) Tudo está feito: (JB.8.32) CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS LIBERTARÁ; (EZ.12.24) porque já não haverá visão falsa nenhuma, nem adivinhação lisonjeira no meio da casa de Israel: (SL.119.1) Bem-Aventurados os irrepreensíveis no seu caminho, que andam na lei do Senhor.
    (CR.11.30) Eis a razão porque há entre vós muitos fracos e doentes, e não poucos que ainda dormem: (MT.723) Então, lhes direi explicitamente: Agora, a responsabilidade e a culpa do sangue inocente que continua sendo derramado no mundo, é assumida pelo EGOISMO da mídia brasileira, pela ignorância dos responsáveis pelos meios de comunicação, que teimam em esconder da população a Augusta Presença de Cristo entre nós, e o estabelecimento do Reino dos Céus. Contudo, eles já têm consciência do mal que perpetuam, e sabem que já começaram a pagar inexoravelmente por isto.

  23. O BANQUETE DOS PUBLICANOS

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    Jesus penetrava com facilidade na problemática de cada ser, pois conhecia as causas que dificultam a existência terrena. Conseguia ver além do que a pessoa procurava mostrar, vislumbrando os seus conflitos; conhecia a origem dos desequilíbrios emocionais, porque sabia que cada homem é a soma de múltiplas existências vividas.
    Não ignorava que a causa dos acontecimentos, na vida física e social, está pautada nas escolhas que o homem fez e faz, em cada instante da sua vida. Jesus entendia que os humildes e conflituosos necessitavam dele muito mais que os poderosos que, por sua arrogância e empáfia, não necessitavam, como não necessitam, ainda hoje, do alimento espiritual que vinha nos trazer. Até porque não entenderiam o significado das Suas mensagens, pois se movimentam num mundo de ilusões.
    Na verdade, o Mestre agia como psicoterapeuta na preservação de doenças do corpo e da alma, ensinando ao homem a vivência da saúde integral, oferecendo, também, a cura com o objetivo de levar ao usufruto das bênçãos que estão ao alcance dos homens que as queiram vivenciar. A mensagem de Jesus dirigia-se, assim, como ainda hoje acontece, aos enfermos da alma cujos corpos, por consequência, permanecem doentes.
    E o mais importante nos ensinamentos é que eles vieram curar a alma de forma permanente, pois, ao praticá-los, superamos, eliminamos os elementos causadores dos distúrbios físicos, emocionais e morais que nos assombram a existência.
    Passamos, assim, de pacientes a médicos de nós mesmos na cura definitiva das nossas mazelas, provocadas pela preguiça, ociosidade, maledicência, queixumes constates, crueldade, prepotência e tantas outras imperfeições e viciações que alimentamos e reforçamos durante a nossa vida terrena. “Trazendo a toda Humanidade a proposta psicoterapeuta preventiva, através da qual seria possível a vivência da saúde integral, oferecia também a curadora, de modo que todos pudessem desfrutar das bênçãos que estão ao alcance de quem as queira vivenciar.”
    Jesus nunca usou de hipocrisia ou de atitudes de medo e, por isso, convidou-nos a não reter a luz do esclarecimento somente para nós. Proclamou a necessidade de sermos sinceros e autênticos mediante uma proposta de escolha moral, convidando-nos, através dessas balizas, a uma postura sem subterfúgios, diante das quais a coragem da fé se torna patente porque temos segurança dos objetivos a serem alcançados. Passamos a agir sem titubeios, sem incertezas, atitudes tão comuns nas atividades imediatistas de consumo, não importando época ou local em que se viva.
    A passagem evangélica que serve de reflexão para nós, na qual Jesus se reúne aos publicanos – homens que coletavam os impostos e que eram considerados pecadores pelos sacerdotes – para um banquete, mostra-nos o Mestre preocupado em abraçar a todos aqueles que necessitavam de auxílio.
    De forma elucidativa, Emmanuel coloca a importância desse banquete com os publicanos, lembrando que esse fato não foi percebido em toda sua significação, de maneira geral, pela comunidade cristã em seus diversos setores.
    Diz-nos o respeitável orientador espiritual que a última ceia com os discípulos íntimos revestiu-se de singular importância, por ter sido um momento de despedida afetuosa dos amigos de apostolado e de sublimes lições. Entretanto, “é necessário recordar que o Mestre atendia a esse círculo em derradeiro lugar, porquanto já se havia banqueteado carinhosamente com os publicanos e pecadores. Partilhava a ceia com os discípulos, num dia de alta vibração religiosa, mas comungara o júbilo daqueles que viviam à distância da fé, reunindo-os, generoso, e conferindo-lhes os bens nascidos de seu amor”.
    Por isso, quando os grandes, aqueles que se achavam isentos de pecados, como eles próprios afirmavam, perguntaram aos discípulos por que Jesus comia com os pecadores, o Divino Amigo respondeu que “os sãos não precisam de médicos”, confirmando, com isso, sua condição de médico das almas.

    Bibliografia:

    1 – KARDEC, Allan – O Evangelho segundo o Espiritismo.
    2 – XAVIER, F. C. – Caminho Verdade e Vida, ditado pelo Espírito Emmanuel – FEB Editora.
    3 – Fonte Viva, ditado pelo Espírito Emmanuel – FEB Editora.
    4 – MATEUS, 9: 10-12.
    5 – FRANCO, Divaldo Pereira – Jesus e o Evangelho à luz da psicologia profunda, ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis – Editora Leal – Salvador/BA, p. 202.

    Leda Maria Flaborea

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  24. DEPRESSÃO OU OBSSESSÃO?

    VIVA JESUS!

    Bom-dia! queridos irmãos.

    É um transtorno do humor, com baixa da atividade geral, levando ao sofrimento íntimo profundo, desesperança, falta de fé em Deus, em si próprio e na vida. A ciência médica ainda não tem, claramente, o conhecimento da origem da depressão. Fala-se em distúrbios dos neurotransmissores a nível do sistema nervoso central, de herança genética de pressão social, frustrações, perdas precoces importantes e outras mais; porém, embora todas as possibilidades acima sejam verdadeiras como desencadeadoras, não explicam porque alguns indivíduos, sofrendo as mesmas contingências, não desenvolvem um quadro depressivo. Todas as possibilidades acima são efeitos e não causas.

    A causa da depressão vige na alma e não somente no corpo físico. O conflito do deprimido remonta a causas pretéritas, provavelmente longínquas, com repercussão no presente. O cerne da questão liga-se a não identificação do amor divino e da paternidade do Criador. Por isso a rebeldia tão comum no deprimido.
    Revolta-se contra as leis, desdenha a própria vida, não concordando em ter sido criado, vai com facilidade ao suicídio (10 a 15% dos deprimidos se suicidará . Num ato de rebeldia extrema tentam devolver a própria vida ao Criador.

    Adão e Eva não representam um simples mito, mas sim a dura trajetória da humanidade.

    O deprimido apresenta duas características: – egoísmo e agressividade.

    Egoísmo por crer que sua dor é a maior do mundo e agressividade voltada principalmente contra si próprio. Não pensam que seus atos irão fazer sofrer os que vão ficar.

    A essência da existência é o elo Criador-criatura, Pai-filho. A ruptura deste elo pelo deprimido suicida é extremamente sofrida, pois, talvez, repete o desligamento havido outrora, quando da separação Pai e filho. Por isso as perdas precoces falam alto ao coração do deprimido.

    Entendemos que a primeira queda forma um clichê mental na vida do espírito, de modo que haveria uma tendência neurótica à repetição do mesmo erro durante as futuras reencarnações.

    Estão incitas no perispirito as matrizes da depressão. O corpo físico reflete o corpo espiritual. Se o reencarnante traz insculpido no seu psicossoma as matrizes da depressão, elas influenciarão ativamente na seleção genética dos elementos que poderão viabilizá-la na vida física, caso o interessado deseje. Doenças são efeitos e não causas.

    Assim podemos ,de maneira geral, dizer que a não identificação do Amor Divino e do Pai, leva à falta de fé, e esta à insegurança que desperta o egoísmo (como defesa). As excrescências do egoísmo são a vaidade, orgulho, inveja, revolta. E observando, vamos encontrar como ponto central da mente dos encarnados uma destas excrescências como núcleo motor da personalidade. Se for a rebeldia , a tendência pode ser a depressão. A taxa de prevalência é de 7 a 17 % e o gene participante é dominante e deve encontrar-se no cromossoma 11, embora haja uma tendência entre os geneticistas em aceitar como mais provável uma interação poligênica.
    TRATAMENTO:

    O tratamento deverá ser abrangente, holístico. Para efeito didático, diremos: – médico, psicológico, social e principalmente espiritual. O tratamento médico é imprescindível na fase crítica. O uso de antidepressivos é decisivo para restabelecer a fase aguda.

    Sabe-se que alguns neurotransmissores estão envolvidos na depressão, tais como: noroadrenalina , serotonina , dopamina e outros. O uso dos antidepressivos estabelece a harmonia químico cerebral, melhorando o humor do paciente . Cuidam simplesmente do efeito, pois os medicamentos não curam a depressão; provavelmente restabelecem o trânsito das mensagens neuroniais, melhorando o funcionamento neuroquímico do SNC (sistema nervoso central).

    A parte orgânica também tem que ser cuidada, em especial quando muito acometida. De maneira geral, melhorando o humor, todo o organismo tende a melhorar. Há que ter muito cuidado com os processos depressivos, porque várias afeções mórbidas costumam ganhar expressão no organismo após ou concomitantemente a uma depressão, pois o sistema imunológico é profundamente afetado por ela. O tratamento psicológico ganha importância pelo fato de auxiliar no auto-conhecimento, nas resoluções de conflitos e tomada de posição diante dos problemas.

    A orientação social é necessária em especial naquela porcentagem de deprimidos (20%) que apresentam seqüelas profissionais após várias crises. Perdem EMPREGOS , família e consideração social, entrando num círculo vicioso agravante de seu problema. O tratamento espiritual é importantíssimo porque o ” espírito é o fundamento da vida”. Quando não valorizamos o tratamento espiritual, os resultados costumam ser precários, as recidivas constantes, com uma tendência ao envelhecimento precoce.
    Sintetizando, diríamos que com a aquisição do livre-arbítrio, o ser adquiriu o sagrado direito da condução do seu destino. Para que isto ocorresse dentro do espírito de justiça que norteia o cosmos, ele não poderá ser influenciado pelo atavismo biológico e psicológico nas suas primeiras decisões . Não seria justo condenar a quem teve por contingências evolutivas , matar para viver, na cadeia predatória da vida.

    O conhecimento não nos exime das tendências adquiridas nos processos evolutivos.

    “Contra nossos anseios de luz, há milênios de trevas”. Por isso, um dia alhures, quando da primeira opção consciente o espírito tinha que ser livre de qualquer influenciação pretérita, para que possamos falar de livre-arbítrio.

    O grande percalço foi não ter identificado a paternidade Divina, o Amor de seu Pai. Porque uns identificaram e outros não, ainda não sabemos. Por isso a falta de fé está na raiz dos males da humanidade . Diz o evangelho que a fé é a mãe das virtudes, o caminho da redenção. “Que aquele que tem fé acredita mais em seu Criador que em si mesmo.

    “Como dissemos anteriormente, a falta de fé levou a insegurança, esta despertou o egoísmo (como defesa) , esta suas excrescências: orgulho, inveja, vaidade. revolta, movido por um destes sentimentos o espírito em evolução na terra optou criando o carma em sua existência. Esta primeira opção criou um clichê mental que passou a influenciar suas futuras decisões. No deprimido encontramos uma revolta contra o seu Criador.

    Dr. Jaider Rodrigues de Paula – PSIQUIATRA / AMEMG

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  25. A IGNORÂNCIA DO HOMEM
    Estamos aqui, respirando, pensando, existindo. Nasce o sol, vem a noite, o frio, o calor, desfrutamos, sofremos e passamos por tantas coisas…
    Mas, o que é isso que denominamos vida? Isso que denominamos morte? Por que estamos aqui? Onde estávamos? E, para onde vamos? Podemos ir-nos quando quisermos? Podemos pedir para vir ou para ir? A quem? Temos como ou a quem nos queixar se estivermos aqui contra nossa vontade ou sofrendo?
    Tudo é um tremendo mistério. Nossa ignorância sobre isso é total. Como viemos a isto que chamamos de existência? O que é isso a que damos o nome de ‘eu’? O que sou eu? Haverá alguma razão para tudo isso? Fomos criados por uma inteligência superior? Como o universo surgiu um dia? De um ‘big bang’, explica a ciência de hoje. Mas, o que deu origem ao ‘big bang’? Uma singularidade, um ponto infinitamente pequeno no qual estariam concentradas todas as possibilidades. E desse ponto surgiu uma força dotada de tanto poder que, bilhões de anos após seu advento, ainda está em expansão, movendo um sem número de sóis, estrelas e galáxias?! Será que, vamos compreender algum dia? Haverá um plano, um objetivo a ser atingido? Ou eventos, fenômenos, tudo está fluindo aleatoriamente, sem qualquer finalidade? Quantas interrogações que ninguém sabe responder!
    Nós não sabemos nada! Nossa mente não é sequer capaz de imaginar um universo ou qualquer coisa que seja infinita; ou mesmo de imaginar um universo finito; ou algo eterno, isto é, que não teve começo e que não terá fim no tempo.
    Homens sábios deixaram recomendações sobre como proceder para encontrar essas respostas. Mas, seus ensinamentos chegaram até nós de modo a não deixar dúvidas? Sabemos que não! É provável que aqueles que interpretaram suas palavras o fizeram de forma imperfeita. Senão, como explicar a existência de teorias, crenças e suposições tão diferentes? Pontos de vista tão conflitantes que têm provocado até guerras? Qual o significado de tudo isso que está aí, à nossa frente, em torno de nós, isso que dizemos ser nosso mundo, nossa vida?
    E por que alguns possuem essa enorme vontade de encontrar respostas a essas questões? Porque essas perguntas, que ninguém sabe responder, perturbam tanto alguns e não outros?
    É verdade que quando tudo está transcorrendo sem qualquer problema, ou quando tudo está muito mal, o homem nem reflita acerca desses assuntos. Para quê, se tudo vai bem? E se tudo vai mal, haverá tranqüilidade para procurar os porquês de tudo isso?
    O fato é que estamos aqui, e aqui, presos. Se observarmos o que ocorre em torno e dentro de nós, vamos perceber que a vida traz para a maioria, se não para todos, muito mais desgostos, e sofrimentos, do que alegrias. Todos estamos cansados de saber que é assim. Os fatos estão aí, à nossa volta, nas conversas de todos, em toda a historia do ser humano, nos noticiários, em nossa própria família, em nós mesmos.
    Tragédias trazidas pelas forças da natureza ou pelas ações dos homens, doenças e epidemias, violências e guerras, discórdias e incompreensões, ignorância, perdas, dores morais ou físicas, inveja, preocupações, ansiedade, medo, ambição, cobiça, miséria, fome, injustiça, dúvidas, desejos de toda espécie que não se concretizam e muito mais. Talvez, só não perceba que é assim aquele que ainda não chegou à idade da reflexão, de observar aquilo que está acontecendo em torno e dentro dele mesmo; ou aquele que está fechado no que diz respeito apenas ao seu próprio ego.Mas, mais dia, menos dia, o sofrimento chega para todos. A perda de um ser querido, a dor, a doença, a falência, a demissão, o amor não correspondido; o medo de não conseguir o que desejamos e, se o conseguimos, o medo de perdê-lo; a luta pela subsistência, o receio de não darmos conta de nossas obrigações, o fracasso, a cruel competição entre todos, a violência, a traição, a luta para conservar a saúde, a juventude, a beleza, o que amamos, o que conseguimos a duras penas, as injustiças e tantas coisas mais.
    Os momentos de alegria e tranqüilidade, comparados a isso, são tão poucos!
    É provável que, desde sempre, o homem tenha procurado explicações para essas coisas que o acometiam e que o perturbavam. No início, deve ter-lhe nascido o medo daqueles fenômenos e coisas que não compreendia, mas que o inquietavam: o escuro e estranho firmamento repleto de pontos luminosos, o sol aquecendo e espantando a escuridão da noite cheia de medo e de predadores, o frio e o calor, a fúria das tempestades, terremotos, vulcões, inundações; fome, doenças, dores, etc.
    Primeiro, deve ter sentido medo; depois, deve ter mostrado respeito, chegando a reverenciar aquilo que desconhecia, mas que era tão poderoso.
    A imaginação, as crenças sem fundamento devem tê-lo perturbado por muito tempo. Tentou agradar e chegou até a … CONTINUA …
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    … Tentou agradar e chegou até a endeusar aquelas forças que não compreendia; não há como duvidar que sempre, por trás de tudo isso, estava o medo nascido de sua absoluta impotência frente àquelas poderosas forças. Assim, viveu longas eras, cheio de ansiedade e angústia.
    A submissão, adorações e súplicas, não traziam a tranqüilidade de que necessitava. As superstições, com certeza nascidas da imaginação, dominaram o homem. Surgiram crenças e, com elas, a suposição de que os ‘deuses’ deveriam ser agradados. Criaram-se, então, rituais e cerimônias para isso e, depois, locais para a realização dessas cerimônias. Deve ter sido assim que nasceram os templos. Sacrificou animais e humanos iguais a si mesmo, e se martirizou na tentativa de apaziguar ‘a ira dos deuses’. Mas o homem continuou sofrendo. As ações dos ‘deuses’ eram implacáveis e continuavam.
    Com o correr do tempo, homens de mais apurada percepção obtiveram vislumbres do porquê de todo esse medo e ignorância. Do que falaram nasceram outras crenças e as muitas religiões que temos hoje. Suas palavras chegaram até nós, trazidas pelas tradições e pelos relatos daqueles que tentaram nos transmitir o que julgavam ser a verdade. Mas, as interpretações foram muitas e conflitantes. Por isso esse grande número de crenças, tradições, escrituras, costumes, doutrinas e religiões, que estão aí aceitas pelas diferentes culturas do mundo.
    Mas, porque interpretações tão desiguais? Talvez porque tudo aquilo que o homem tentou nos comunicar não foi fruto de sua experiência pessoal. Nasceu do que lhe disseram os antepassados, das tradições respeitadas pelos costumes e culturas. E não é a mesma coisa que, hoje, acontece conosco? Ouvimos, lemos, aprendemos através de discursos e sermões, escrituras, tradições, costumes e culturas, aquilo que julgamos sejam as respostas sempre procuradas; respostas que, cremos, sejam a verdade sobre a razão de nossa existência e do que nos sucede. Mas tudo é de ‘segunda mão’! Nada é fruto de nossa experiência pessoal!
    Aqueles que entreviram o que julgaram fosse a ‘verdade’, movidos pela compaixão despertada ante o sofrimento nascido do medo e da ignorância dos homens, tentaram trazer paz aos semelhantes e não se calaram. Mas suas palavras estiveram sujeitas a muitas traduções e diferentes interpretações em face do entendimento variável dos homens.
    E o que temos hoje? Teorias que deram origem a crenças, doutrinas e religiões, todas diferentes entre si. Conhecimentos contraditórios que, para aqueles que conseguem se livrar dos preconceitos e investigam as religiões e crenças que aí estão, os deixam cheios de dúvidas e suspeitas. Qual estará certa? Qual aquela em que devemos crer? Alguém tem condições de responder a estas perguntas? O profeta, o filósofo, o sacerdote, o pastor, o médium, o guru, o ‘santo’ ou aquele que ‘ouviu’, ‘viu’ ou ‘sentiu’, por suas sensibilidades além dos sentidos, procuraram nos transmitir o que lhes pareceu ser a explicação da verdade. A ciência nenhuma resposta nos dá. Tudo o que nos diz refere-se ao ‘como’ são as coisas, ao ‘como’ chegamos até aqui, ao ‘como’ ocorre isto ou aquilo; mas nunca nos explica os ‘porquês’ de tudo isso. Portanto, o que sabemos, continua sendo de ‘segunda mão’. E, assim mesmo, muitos têm ‘fé’ nisso que aí está, sem qualquer prova e sem sequer questionar o fato de existirem enormes divergências entre as doutrinas e crenças que se dizem, cada uma, ‘a única certa’.
    O homem nem sabe o que ele é; não passa de uma tremenda interrogação para si mesmo. Porque eu existo? Porque eu sou feliz e você é infeliz? Porque um vem à vida no Ocidente e outro no Oriente, ambos sujeitos a sofrer devido aos diferentes problemas dessas regiões? Um tem sua consciência aqui e outro lá? Porque um é homem e o outro é mulher? Um é branco, outro é negro? Alto ou baixo, sadio ou doente, rico ou pobre? Criminoso ou honesto? Corrupto ou íntegro? Uns têm fé e outros não? Porque alguns estão passando a vida em alegrias e festas, outros estão nos leitos dos hospitais, nas prisões ou na miséria, sofrendo e vendo os seus sofrerem? Enfermidades fisiológicas ou mentais? Inteligência, discernimento, percepções totalmente desiguais? Há explicações para tudo isso?
    Algumas filosofias, abraçadas por doutrinas religiosas, dizem que sim; que o homem sofre as conseqüências de atos errados que cometeu no passado. Outras afirmam que nem mesmo devemos questionar, que nunca saberemos as respostas, pois os ‘desígnios de Deus são insondáveis’. Mas, todas elas, ao mesmo tempo em que nos apresentam tais explicações, parece que se esquecem de que ‘aquele’ que criou todas as coisas, do infinito universo à mais ínfima partícula é, conforme suas próprias crenças, onisciente, onipotente, onipresente, sabedoria e infinito amor.
    E não há dúvidas de que viemos, à existência, ignorantes, imperfeitos e simples; que muitas filosofias e doutrinas há que tentam nos ensinar regras e leis para vivermos melhor, num relacionamento ideal que envolva, não somente os humanos, mas todos os seres vivos. Mas, qual a razão porque alguns seguem essas regras e outros não? Porque, conforme elas, seremos penalizados e sofreremos tanto pelo fato de não segui-las?
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  26. Eu fico aqui conversando com os meus botões e procurando me entender comigo mesmo e, ao mesmo tempo, com as interferências desses amigos botões que deslocam as minhas reflexões ao universo invisível de mim mesmo.
    Mas… vamos lá! Vamos falar de assuntos mais empolgantes, que nos acordem e nos façam sair de nós mesmos ao encontro da realidade.
    A realidade – chego à conclusão – deve ser olhada com carinho, ao estilo nobre do olhar de Jesus: o nosso guia e modelo de perfeição.
    É o olhar tríplice da realidade: benevolente, indulgente e com o perdão das ofensas.

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  27. Evangelho – bússola de precisão para os dias atuais

    Todo ser humano, sendo em sua natureza íntima uma centelha ou expressão da própria divindade, tem dentro de si uma programação, um condicionamento que o leva a buscar sua origem de luz. Não seria esse movimento uma busca intuitiva do Reino de Deus, tão citado nos Evangelhos? Outra não tem sido nossa tarefa na vida que não seja percorrer um longo caminho em busca desse Reino, onde pretendemos chegar qualificados e dignos da condição de Filhos da Luz.

    A divindade propõe aos seus filhos um caminho permeado de experiências diversas (leves, instrutivas, alegres, fortes, dolorosas…) todas elas visando um só alvo: o conhecimento de como funciona o mecanismo evolutivo. Mas onde encontrar os meios facilitadores para essa intensa jornada da alma? Afinal, percorrer os labirintos cósmicos exige habilidades e muita vontade para vencer obstáculos. Entendemos que o “mapa”, a “bússola” para nos guiar nessa trajetória é mesmo o Evangelho de Jesus. Não há nenhuma intercorrência durante essa longa viagem que não seja resolvida pelo uso das diretrizes propostas na essência do Cristianismo.

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  28. A IGNORÂNCIA DO HOMEM

    Estamos aqui, respirando, pensando, existindo. Nasce o sol, vem a noite, o frio, o calor, desfrutamos, sofremos e passamos por tantas coisas…
    Mas, o que é isso que denominamos vida? Isso que denominamos morte? Por que estamos aqui? Onde estávamos? E, para onde vamos? Podemos ir-nos quando quisermos? Podemos pedir para vir ou para ir? A quem? Temos como ou a quem nos queixar se estivermos aqui contra nossa vontade ou sofrendo?
    Tudo é um tremendo mistério. Nossa ignorância sobre isso é total. Como viemos a isto que chamamos de existência? O que é isso a que damos o nome de ‘eu’? O que sou eu? Haverá alguma razão para tudo isso? Fomos criados por uma inteligência superior? Como o universo surgiu um dia? De um ‘big bang’, explica a ciência de hoje. Mas, o que deu origem ao ‘big bang’? Uma singularidade, um ponto infinitamente pequeno no qual estariam concentradas todas as possibilidades. E desse ponto surgiu uma força dotada de tanto poder que, bilhões de anos após seu advento, ainda está em expansão, movendo um sem número de sóis, estrelas e galáxias?! Será que, vamos compreender algum dia? Haverá um plano, um objetivo a ser atingido? Ou eventos, fenômenos, tudo está fluindo aleatoriamente, sem qualquer finalidade? Quantas interrogações que ninguém sabe responder!
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  29. O CONSOLADOR

    (JB.19.28) VENDO JESUS QUE TUDO JÁ ESTAVA CONSUMADO PARA SE CUMPRIR A ESCRITURA,DISSE: (JB.15.20) LEMBRAI-VOS DA PALAVRA QUE EU VOS DISSE: (LC.8.10) A VÓS OUTROS É DADO CONHECER OS MSTÉRIOS DO REINO DE DEUS; AOS DEMAIS FALA-SE POR PARÁBOLAS PARA QUE VENDO, NÃO VEJAM, E, OUVINDO, NÃO ENTENDAM: (JB.14.26) MAS QUANDO VIER O CONSOLADOR, O ESPÍRITO SANTO, QUEM O PAI ENVIARÁ EM MREU NOME; ESSE VOS ENSINARÁ TODAS AS COISAS E VOS FARÁ LEMNRAR TUDO O QUE VOS TENHO DITO: (NM.24.14) AGORA EIS QUE VOU AO MEU POVO; (IS.30.12) PELO QUE ASSIM DIZ O SANTO DE ISRAEL:

    EIS-ME AQUI

    A alma encorajada pela fé deve buscar sempre em si mesma a presença amorosa de Jesus.

    Aquele que busca o Mestre em seus próprios sentimentos é capaz de perceber como os seus atos estão se aprimorando perante os ensinos e exemplos do Modelo e Guia do amor e da verdade.

    Na seara de reparação moral da qual fazemos parte em trabalho e redenção, que se chama Seara Espírita, somos convocados a dissolver as evidentes formas frágeis de nosso egoísmo e orgulho. Se queremos verdadeiramente auxiliar na transformação moral da humanidade, jamais deveremos nos declinar de por em prática as luzes que clarificam o recôndido dos nossos pensamentos que, muitas vezes, pedem reajustamento e correção em sintonia com as Leis Divinas, para que nos tornemos instrumentos úteis e não a pedra de tropeço que expressa sobreposições de nosso ego nos compromissos do trabalho Espírita. A ideia elevada produz indubiltavelmente os resultados de serenidade e maturidade naqueles que se entreguam dóceis aos conceitos de virtudes e sabedoria.

    Quem poderá vencer a vontade de Deus com todas as primorosas e imperceptíveis formas de alcançar o coração dos homens? A dor que dilacera o coração vazio de sentido existencial e move o ser humano ao cansaço moral por se manter inerte no aprimoramento de si mesmo é muito diferente da dor sacrossanta da fidelidade a Jesus. A dor da fidelidade é permeada pela compaixão e altruísmo por aqueles que estão rebeldes e distantes da compreensão simples, celeste e amorosa da mensagem do Mestre. Tudo na vida é convite a pacificar a própria alma e nada se posiciona contra nenhum ser da Criação.
    Por que colocar o tempo, a inteligência, os sentimentos e as ideias para se fazer contrário e adversário de quem quer que seja? Quando nosso olhar objetiva a olhar o infinito e sua grandeza, podemos perceber que jamais uma estrela busca apagar a outra e nenhuma galáxia sente o prazer em perturbar a paz do Universo em tentativa vã de se destacar.

    O tempo atual não é para o destaque das atmosferas belicosas das opiniões pessoais! O tempo é essencialmente para amarmos uns aos outros, sem impecilhos de posições ou funções. Admitamos sempre que enquanto trabalhamos para a realização do propósito iluminativo de Deus na terra, os cooperadores do Cristo nas esferas elevadas já sabem como as situações e ocorrências vão se desdobrar nos degraus das décadas pela grande escada dos séculos.

    Sirvamos, pois, com o sentimento de vitória, porque o Cristo se fez vencedor, desde o dia que misericordiosamente nos permitiu renascer, incontáveis vezes no amado globo que chamamos de lar terrestre. Ele está com todos os corações fiéis, auxiliando em tudo para que a força do amor sempre realize os objetivos divinos no coração do homem. Lembremos que quando as provações se tornarem insuportáveis ou os conflitos inadequados se tornarem quase insolúveis o Mestre estará nos aguardando no coração, com o seu amor, nos colocando a sua amorosa frase: Eis-me aqui!

    Honório.

    (Mensagem psicografada pelo médium Afro Stefanini II, na Spiritist Society of Palm Beach em Boca Raton, Flórida, em 22 de fevererio de 2017)
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    Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/meditacao-diaria/eis-me-aqui/#ixzz4bmex7fXy

    (AP.19.9) ENTÃO ME FALOU O ANJO: ESCREVE: (JÔ.32.8) NA VERDADE HÁ UM ESPÍRITO NO HOMEM, E O SOPRO DO TODO-PODEROSO O FAZ SÁBIO: (GN.41.39) ACHARIAMOS, PORVENTURA, HOMEM COMO ESTE EM QUEM HÁ O ESPÍRITO DE DEUS? (JB.7.46) JAMAIS ALGUÉM FALOU COMO ESTE HOMEM: (JB.6.14) ESTE É VERDADEIRAMENTE O PROFETAQUE DEVIA VIR AO MUNDO: (LC.2.6) REVELARA-LHE O ESPÍRITO SANTO QUE NÃO PASSARIA PELA MORTE, ANTES DE VER O CRISTO DO SENHOR: (JB.9.33) SE ESTE HOMEM NÃO FOSSE DE DEUS, NADA PODERIA TER FEITO.
    Arnaldo Ribeiro ou Israel

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