Executiva do PT manda Dilma adotar diretrizes do partido

Vicentinho e Rui Falcão dão entrevista sobre a Resolução Política

Carlos Newton

Durou pouco o sonho da presidente Dilma Rousseff, que pensava em ter mais liberdade para governar em seu segundo mandato. Na reunião da noite de segunda-feira, dia 3, a Comissão Executiva do PT aprovou uma Resolução Política que impõe à presidente a adoção das principais diretrizes do partido e desde já adverte que a legenda vai opinar até nas definições da política econômica.

O PT deve buscar participar ativamente das decisões acerca das primeiras medidas do segundo mandato, em particular sugerir medidas claras no debate sobre a política econômica, sobre a reforma política e em defesa da democracia nos meios de comunicação. É preciso incidir na disputa principal em curso neste início do segundo mandato: as definições sobre os rumos da política econômica”, diz o documento aprovado pela Executiva.

PRIORIDADES

Entre as medidas a serem tomadas imediatamente, o PT apresenta a seguinte relação:

* Relançar a campanha pela reforma política e pela mídia democrática, contribuindo para que o governo possa tomar medidas avançadas nestas áreas e para sustentar a batalha que travaremos a respeito no Congresso Nacional.

*Reforma política, precedida de um plebiscito, através de uma Constituinte exclusiva.

* Democracia na comunicação, com uma Lei da Mídia Democrática.

* Reverter a derrubada da Política Nacional de Participação Social, objeto de um decreto presidencial cancelado pela maioria conservadora da Câmara dos Deputados no dia 28 de outubro de 2014.

* Fim do fator previdenciário e a implantação da jornada de 40 horas sem redução de salários.

* Reformas estruturais, com destaque para a reforma política, as reformas agrária e urbana, a desmilitarização das Polícias Militares.

* Melhoria dos serviços públicos na educação, no transporte, na segurança e no Sistema Único de Saúde, com a universalização do atendimento e o repasse efetivo e integral de 10% das receitas correntes brutas da União para a saúde pública;

* Defesa dos direitos das mulheres, a necessidade de criminalizar a homofobia, o enfrentamento dos que tentam criminalizar os movimentos sociais

*Revisão da Lei da Anistia de 1979 e com a punição dos torturadores.

* Reforma das polícias e a urgente desmilitarização das PMs, cuja ineficiência no combate ao crime só é superada pela violência genocida contra a juventude negra e pobre das periferias e favelas.

* Controle sobre as instituições que administram a economia brasileira, entre as quais o Banco Central, a quem compete entre outras missões combater a especulação financeira.

16 thoughts on “Executiva do PT manda Dilma adotar diretrizes do partido

  1. Com a efetiva implantação desse conjunto de medidas estará finalizada a instalação do governo hegemônico comunista/bolivariano no nosso querido Brasil.

    A eliminação da participação democrática do nosso sistema representativo – o Congresso – a lei da mordaça à imprensa e a desmilitarização da atual polícia militar com a sua encampação pelo poder público federal nas mãos petistas, são três dos instrumentos principais de consolidação do poder do Foro de São Paulo sobre a democracia nacional Brasileira.

    Nunca mais haverá eleição de outro grupo político que não seja o PT.

    Está consolidado o poder hegemônico comuno-petista.

    Nós avisamos que para isso ocorrer seriam necessários apenas mais quatro anos de PT no poder. Está aí a investida final.

    • E agora José… Com a palavra o Congresso que é o último reduto de luta pela hegemonia política do país. Será que o PMDB e outros partidos vão se entregar?

      O povo já perdeu e tem muito mais a perder para o Foro de São Paulo.

      E nossos militares… ficarão de braços cruzados.

      A hora é essa. Está aí a investida final para a consolidação do Foro de São Paulo, de Lula e Fidel Castro.

      Arre égua!

  2. E ainda tem (muita) gente que acha que isso aí é problema doméstico, quando do outro lado o que existe é uma luta continental – taí a “Pátria Grande” que não me deixa mentir – contra a população brasileira. Nesse cenário, é uma luta da formiga (povo) com a girafa (vermelhada) que parasitou as instituições de modo que decidam à seu favor – novamente, ta aí o TSE que não me deixa mentir.

    • Reiterando: uma luta INTER-continental, uma vez que a aliança com o eixo Rússia e a China através dos BRICs, configura a expansão de um elo que já existia desde os tempos da URSS e da KGB (hoje reagrupada em FSB e SVR). Anatoliy Golitsyn, Ladislav Bittman e os arquivos da STB abertos ao público não me deixam mentir.

  3. Gente … pensava que o PT fosse propor COALIZÃO ao PMDB … já que ambos fomos derrotados nas urnas parlamentares.

    Certa vez o Papa mandou emissário para conversar com Stalin … passa um dia … passa dois … e nadica de ser recebido … … … até que falou: Sou enviado pelo Papa … … … e Stalin mandou a resposta: Quantas divisões tem o Papa???

    Quanto deputados e senadores tem o PT … e o PT+PMDB??? ??? ??? brincadeira, hein!!!

  4. Rui Falcão, o bobo da corte, só respira quando Lula manda.

    Vicentinho, o pseudo líder sindical, que se locupleta com o poder.

    RESUMINDO, DOIS CARGOS DE PAU TRAVESTIDOS DE POLITICOS E, FINGEM QUE SE preocupam com o Brasil.

  5. Carlos Lacerda redivivo: desde quando “resolução” tem caráter impositivo ou normativo? Além de “atropelar” semântica, o manual “orwealliano” em uso pelo moderador desse relevante blog, deixaria os ghost whiter de Stálin e Hitler como maus leitores da cartinha “caminho suave”… A paisagem política BR-14 induz a crer que o antipetismo leva a lobão-esquizofrenia. Cujo mantra vicia e embota o cérebro no “desdizer”… O aprendiz de anão Ruy Falcão, uma espécie de tótem amestrado pelo Zéstálin Dirceu é somente um animador de auditório dos militontos petistas. Atente para a foto dele ao lado do smilinguido Vicentinho é uma imagem cômica cujo sorriso estampado sabe que só, você CN, leva a sério essas tais “resoluções políticas”. Os “posts” recentes me lembra “cenas” páginas do 1984: aqueles que aduz o “povo” a vituperar contra o “inimigo externo”, enquanto isso banqueiros, empreiteiros estão como saúva no cupinzeiro… Isso lembra o jocoso bordão do Chico Anysio: “vai comendo Raimundo….”

  6. Luis Nassif e um truque psicológico para (tentar) constranger quem denuncia o bolivarianismo

    ESCRITO POR LUCIANO AYAN

    Uma das coisas mais importantes para um fraudador é fazer com que seus alvos não percebam que estão sendo vítimas de fraude.

    Você talvez dirá: “Mas isso é óbvio, Luciano”. Mas será que essa lição que os auditores de fraudes aprendem logo nas primeiras aulas é tão intuitiva assim?

    Na verdade, muitos acabam sendo enrolados exatamente nos momentos em que o fraudador usa truques para tentar convencer suas vítimas de que “tudo está indo de acordo com a normalidade”.
    É por isso que alguns leitores ficaram indignados com o texto “O mito da invasão bolivariana”, escrito pelo economista chapa branca Luis Nassif, do Jornal GN, outro recebedor de verbas estatais. Mas ali ele só faz uma coisa: tentar nos convencer de que “tudo está de acordo com a normalidade” enquanto o governo que ele apoia usa todos os truques sujos do bolivarianismo para tentar obter o poder totalitário.

    Vamos começar:

    Converso com um advogado, de um grande escritório, liberal e de cabeça aberta. E me surpreendo com seus receios: o de que a vitória de Dilma Rousseff possa ser o início de uma república bolivariana no país.

    Por e-mail, um ex-executivo de banco me escreve manifestando o mesmo receio.

    Aqui ele identifica o problema. Existem pessoas adquirindo a noção de que o governo petista está dando um golpe bolivariano. A tática inicial de Nassif é se fingir de surpreso pelo fato delas reconhecerem um fato, com o intuito de simular que elas não deviam pensar assim.

    Segue:

    São pessoas supostamente bem informadas pelos meios convencionais de informação: os velhos jornais e revistas do eixo Rio-São Paulo.

    Aqui ele tenta nos convencer de que essas pessoas provavelmente são enganadas pelos meios de informação que leem.

    Nada disso, Nassif. Basta fuçar na Internet que as provas do golpe petista já se avolumam…

    Esclareço que os problemas do PT são os mesmos dos partidos convencionais: acomodamento trazido pelo poder, apego aos cargos públicos, burocratização, fechamento às manifestações da opinião pública.

    Nada que o PSDB e mais partidos também não pratiquem em estados onde são poder.

    O truque é o de sempre: o de relativizar as corrupções para salvar a pele do PT. Mas nada se compara ao que vemos no governo do PT exatamente pelo fato de ser um projeto bolivariano, onde o saqueamento de estados é uma prioridade.

    Digo a ambos que o papel dos partidos é o de civilizar a disputa política, abrigando os diversos segmentos sociais dentro do esquadro partidário. Onde não acontece esse trabalho, a disputa política torna-se selvagem. Hoje em dia, a maioria dos movimentos sociais ganhou uma institucionalização, porque representados na esfera partidária. E o PT teve papel relevante nessa ação civilizatória.

    Nós vimos a “ação civilizatória” da UJS, que praticou um atentado contra a sede da Editora Abril, assim como os diversos atos de terrorismo do MST. E que tal a invasão da Folha de São Paulo pelo MTST?

    O uso de coletivos não-eleitos, especialmente aqueles treinados na retórica de ódio, são uma contribuição do PT para tentar nos levar de volta às eras tribais. Eles sempre rejeitam a civilização.

    Seu defeito de hoje foi ter fechado as portas aos novos movimentos e burocratizado sua estrutura. Mas esses movimentos buscaram o Rede, de Marina – infelizmente servindo de escada para as ambições menores de Marina, que abriu mão de criar um partido pelo canto de sereia de um cargo em um futuro governo Aécio.

    Agora temos a técnica da porta na cara. Basicamente, para legitimar as barbáries do presente ele pede barbáries ainda maiores no futuro.

    Já vimos isso ontem no texto-truque de Sakamoto, certo?

    Do lado do governo Dilma, houve o mesmo fenômeno do PT, do abandono dos conselhos de participação e outras formas de interação com a sociedade civil – incluindo os conselhos empresariais, que se manifestavam no Conselhão (o Conselho de Desenvolvimento Social) e nos conselhos reunidos em torno da ABDI (Agência Brasileira para o Desenvolvimento Industrial).

    Gostaria de lembrar ao Sr. Nassif que ambos os conselhos citados surgiram por meio de projetos de lei, não de decreto com busca de obtenção de carta branca para a criação de conselhos à vontade.. pelo governo federal.

    Então o que assusta meus interlocutores? O advogado explica que foi a reação de Dilma às ofensas do Itaquerão, quando generalizou e atribuiu as grosserias à elite branca. E também as manifestações populares, durante sua campanha.

    Aha…

    Aqui ele apela ao truque do espantalho. Inventa explicações para o tal advogado (provavelmente Nassif escreveu essas declarações como se escreve uma peça de ficção) e cita algo absolutamente nada a ver com o tema.

    Que o uso da retórica de ódio divisionista do PT é um dos exemplos do comportamento bolivariano, quanto a isso não há dúvida alguma.

    Mas o principal não é essa retórica de ódio, mas o uso de coletivos não-eleitos para a criação de um quarto poder, censura sutil e reforma da constituinte para aquisição de plenos poderes.

    Seria o mesmo que considerar que a adesão a Aécio do submundo dos preconceitos e da intolerância transformaria sua vitória em uma Noite de São Bartolomeu.

    Falsa analogia. O discurso de ódio veio da liderança do PT. Se surgiram intolerantes do lado do PSDB (e surgiram mesmo, de ambos os lados), eles não vieram da campanha oficial.

    Nassif mente igual os jornalistinhas de Nicolas Maduro.

    Na verdade, já era hora de ambos os partidos se desvencilharem desse radicalismo que só se manifesta na retórica dos palanques.

    Engraçado ele vir falar isso somente depois do partidinho dele ter vencido as eleições com base em radicalismo…

    É muito cinismo.

    Por trás desses medos recíprocos, há um enorme déficit informacional, devido ao proselitismo cada vez maior do jornalismo atual e à incompetência cada vez maior dos partidos. A insistência em se falar de venezuelização do país mostra que o único ponto de convergência com a Venezuela é o nível de ambas as mídias.

    O duro é que quanto mais obtemos informações de como as coisas funcionaram na Venezuela, mais a constatação de que já estamos em fases iniciais do bolivarianismo se solidifica.

    Notem, aliás, que em um único parágrafo ele decide atacar a mídia duas vezes, de forma generalista, exatamente igual aos bolivarianos da Venezuela fazem.

    Aliás, o discurso de que a mídia venezuelana era de “baixo nível” (agora, depois das leis de mídia, tudo está, segundo Maduro e sua turma, “uma beleza”) mostra que não há mais nada que Nassif possa esconder a respeito de suas intenções, certo?

    O ponto de convergência é um só: governos fascistas começaram com um desesperado ataque à mídia, de forma injustificada, como forma de obtenção de sanção moral para censurá-las. A Venezuela conseguiu. Aqui não vamos deixar.

    Os tropeços da política econômica de Dilma não podem ser comparados ao populismo desbragado do chavismo. A busca de relações comerciais com a América do Sul, ou com os BRICs, se prende a uma estratégia geopolítica – que pode e deve ser criticada enquanto estratégia, não como uma tendência bolivariana.

    Claro que podem ser comparados, pois são exatamente iguais.

    O intervencionismo econômico, o aparelhamento estatal e o afugentamento de investidores é exatamente igual na Venezuela, Argentina e Brasil, pois isso é parte do projeto bolivariano.

    A diferença é que no Brasil o PT teve que fazer alianças com partidos não-bolivarianos e não conseguiu fazer tudo que queria. Ademais, nosso país é muito mais complexo.

    Mas só não se tornará uma nova Venezuela se nós, republicanos, agirmos contra os bolviarianos.

    Temos também que tirar outra mentira da frente: a aliança com países da América do Sul. Quem foi que disse que Uruguai, Argentina, Bolívia, Equador e Venezuela representam toda a América do Sul?

    E por que esses tiranetes usaram o termo “Pátria Grande” após a vitória de Dilma?

    Só essa questão da “pátria grande” já se configura como traição à Pátria, que deveria levar Dilma a ter que se explicar no Congresso.

    Aí começaria o questionamento:

    – Presidente Dilma, você acabou de ouvir o hino?
    – Sim, ouvi.
    – Você reconhece que este é o hino nacional do Brasil?
    – Sim.
    – Não te ouvi…
    – SIM!
    – Muito bem. Em que parte desse hino é mencionada a expressão “Patria Grande”?
    – …

    O país cheio de comunistas escondidos no telhado das casas, prontos a atacar de noite, articulados pelo Foro São Paulo é uma criação midiática, pirações da sociedade do espetáculo, roteiros novelizados, assim como foi o fantasma da guerra fria que gerou o macartismo nos anos 50 nos Estados Unidos ou a Guerra dos Mundos, de Orson Wells.

    Quem falou em comunistas? Aqui falamos de bolivarianos, as encarnações mais dissimuladas e cínicas do socialismo tradicional.

    Como sempre, Nassif apela aos espantalhos mais canalhas possíveis.

    O texto dele, vindo de um colunista cujo blog está repleto de anúncios de estatais, existe. Ninguém inventou nada disso. Não adianta fazer qualquer encenação, pois até mesmo as encenações usadas pelos bolivarianos são óbvias demais.

    Aliás, se há uma “novela”, ela pode ser escrita pelas declarações de Dilma, Lula, Rui Falcão e outros líderes do PT falando desesperadamente em censura de mídia, uso de coletivos não-eleitos, assembleia constituinte, subordinação direta de todas as polícias e outros atentados contra a democracia.

    Em tempo: que parte desse texto de Luis Nassif comprova que os pilares do bolivarianismo (censura de mídia, coletivos não-eleitos, transformação da polícia em milícias do governo e assembleia constituinte) não são os pilares do governo do PT?

    Desse jeito, fica claro que estamos diante de um mito: o do PT que não segue o bolivarianismo.

    Nassif, melhor sorte na próxima tentativa.

    Por enquanto, só conseguiste mostrar o quanto são cínicos e embusteiros os jornalistas do aparelho estatal bolivariano.

    http://lucianoayan.com/

    • O funcionário público e devedor do BNDES, Nassif, se acha um gênio da subjetivação. Triste figura….
      Luís Nassif diz que “notória especialização” justifica contratação sem licitação pela estatal que mantém TV Brasil O jornalista e empresário Luís Nassif mantém um contrato anual, fechado sem licitação, de R$ 1,28 milhão com a estatal EBC (Empresa Brasil de Comunicação), vinculada ao Palácio do Planalto e responsável pela TV Brasil. A empresa de Nassif, Dinheiro Vivo Agência de Informações, produz um debate semanal, de uma hora, e cinco filmetes semanais de três minutos. Do R$ 1,28 milhão do contrato, o jornalista fica com R$ 660 mil anuais a título de remuneração, o que equivale a salário de R$ 55 mil. Os pagamentos começaram em agosto. O programa estreou segunda-feira. À Folha, por e-mail, Nassif afirmou que os insumos de produção cresceram de forma “não prevista no contrato original”, por conta de “demandas adicionais da EBC”, e que a parte destinada à Dinheiro Vivo corresponde a R$ 49 mil brutos mensais (ou R$ 39 mil líquidos), e não R$ 55 mil. Os outros R$ 558 mil do contrato são destinados ao pagamento de uma equipe de nove pessoas e à compra de equipamentos. A gravação do debate é feita no estúdio da EBC, que também custeia deslocamento e hospedagem de convidados. Em seu blog, Nassif tem se posicionado a favor do governo em várias polêmicas, discussões e escândalos. A página também se caracteriza por críticas a jornais e jornalistas.
      Nassif e o BNDES…
      A história começa em 1997, quando a empresa “Dinheiro Vivo”, de Luís Nassif, tomou dinheiro emprestado pelo BNDES. Já na ocasião, embora recebera polpuda quantia, não ofereceu garantias reais ao banco federal (bens etc.). Em 2005, por não honrar os pagamentos mesmo após negociações da dívida, o contrato foi executado, cobrando-se do blogueiro a quantia de R$ 4,2 milhões. O banco já estava buscando bens para penhora quando ocorre o acordo judicial entre as partes. Pelo acordo, o devedor-executado teria sua dívida repartida em duas parcelas: uma de R$ 2,38 milhões (subcrédito A) e outra de R$ 1,9 mi (subcrédito B). Pagando a primeira, ficaria DESONERADO da segunda. Isso mesmo: R$ 1,9 milhões não precisariam ser pagos ao BNDES, banco público gerido pelo governo federal. Esse tal “subcrédito A”, nos termos do acordo firmado entre BNDES e Luís Nassif, poderia ser pago ATÉ O ANO DE DOIS MIL E DEZESSETE. Isso mesmo: praticamente dez anos depois da data da celebração do acordo. São 120 parcelas que, sendo pagas, eliminam a exigência do pagamento do tal “subcrédito B” e, vale reiterar, num acordo judicial firmado SEM QUALQUER GARANTIA DE BENS. Ainda assim, em agosto DESTE ano, o banco NOVAMENTE executou Luís Nassif, alegando o seguinte (termos da execução de número 582.00.2005.200321-5, que tramita na 17ª Vara Cível de São Paulo/SP):

  7. Os fascistas travestidos de esquerda, estão querendo esse GOLPE DE ESTADO, desde as Resoluções da 3.ª Conferência de 2007. Foi justamente nessa época que a quadrilha do mensalão sentiu materializar-se as grades da Papuda. Mas não querem apenas anistiar os quadrilheiros, querem perpetuar os seus clãs através da lista fechada. O desespero aumenta, pois elegeram só 70 deputados e as delações premiadas aumentam a cada dia. Os mensaleiros já não são mais primários e o Zé Dirceu era um passageiro contumaz do Cesnna Citation do Julio Camargo, dono da Togo Setal, uma das líderes de citações nas delações. Golpe de estado barato para acobertar os quadrilheiros!

  8. Entrou na medida certa e com absoluta pertinência o comentário do senhor Wagner Pires sobre o texto de Luciano Ayan, sobre o jornalista Luís Nassif, e de um modo geral, sobre a camuflagem que muitos notáveis da imprensa se utilizam para cercar a jiboia, como ontem, -2a.feira)- , o jornalista Ricardo Noblat, em sua coluna no jornal O GLOBO. com o trololó “Mas eles não podem. Ou podem?”…
    No final do artigo a, “pérola”: “POSSO ESCREVER sem receio o que escrevi até aqui? Acho que posso. Mas talvez, não possa. Sei lá. A ver.”
    Minha opinião é a de que manda quem pode, obedece q

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