Fachin recusa novo pedido do ministro da Defesa e agrava a crise institucional

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Fachin usou Carolina Brígido para mandar recado ao general

Gustavo Uribea
da CNN

A imprensa deu pouco destaque ao segundo ofício que o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, enviou nesta segunda-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), comunicando formalmente que as Forças Armadas indicarão uma equipe técnica para participar do processo de fiscalização do sistema eletrônico de votação.

No documento, endereçado ao ministro Edson Fachin, o general lembrou que uma resolução da Justiça Eleitoral, datada de dezembro do ano passado, aponta a participação das Forças Amadas como uma das “entidades fiscalizadoras do sistema eletrônico de votação”. A resolução indica outras 15 instituições que teriam esse mesmo papel de fiscalização, por exemplo, partidos políticos, Judiciário, Polícia Federal e Ministério Público.

NOMES A INDICAR – “A participação das Forças Armadas como entidades fiscalizadoras do sistema eletrônico de votação se dará de forma conjunta, por intermédio de uma equipe de técnicos militares, cujos nomes serão encaminhados ao TSE oportunamente”, afirmou o ministro, segundo documento obtido pela CNN Brasil.

O ofício ainda solicita que, com o objetivo de facilitar a coordenação da participação das Forças Armadas, seja indicado um servidor da Justiça Eleitoral como “ponto de contato para a equipe supramencionada”.

Na mesma segunda-feira (20), o ministro já havia enviado outro ofício ao magistrado reiterando a solicitação de uma audiência particular entre os grupos técnicos das Forças Armadas e da Justiça Eleitoral. A solicitação já havia sido feita na semana passada, mas, no domingo (19), Fachin respondeu que critérios técnicos sobre o processo eleitoral já seriam tratados em reunião do comitê de transparência eleitoral, realizada nesta segunda-feira (20).

NOVO PEDIDO – “Eu reitero a necessidade de realizar uma reunião específica entre as equipes técnicas do TSE e das Forças Armadas, haja vista que o aprofundamento da discussão acerca de aspectos técnicos complexos suscita tempo e interação presencial, que não estão contemplados na supramencionada reunião do comitê de transparência eleitoral”, afirmou o militar.

À analista de política da CNN Carolina Brígido, o ministro Edson Fachin disse que, apesar do pedido da Defesa, não há previsão de reunião exclusiva com Forças Armadas e que o diálogo sobre eleições é dentro da Comissão de Transparência. “Não imagino que nenhuma instituição almeje tratamento privilegiado, preciso prezar pela igualdade”.

A Justiça Eleitoral e o Ministério da Defesa têm trocado ofícios sobre questionamentos feitos pelas Forças Armadas a respeito do sistema de votação brasileiro.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Fachin está criando uma crise horrível com as Forças Armadas. Ao invés de manter um clima diplomático de alto nível em seu relacionamento com o ministro da Defesa, faz exatamente o contrário. O general pediu uma reunião de sua equipe com os técnicos do TSE, Fachin não respondeu. Mandou novo ofício, que Fachin ignorou, mas acabou dando resposta nesta terça-feira através de uma jornalista da CBN, Carolina Brígido, ao revelar que não marcará a reunião pedida pelo ministro da Defesa. Ora, qualquer idiota percebe que usar uma jornalista para mandar recado ao ministro da Defesa é um ato insano, uma absurda falta de respeito. Em tradução simultânea, Fachin está fazendo seguidas provocações às Forças Armadas, agindo de uma maneira estranha, nada diplomática e pouco democrática. O presidente do Supremo, Luiz Fux, deveria mandar uma ambulância ao TSE, para recolher Fachin numa camisa-de-força e mantê-lo fora do circuito até o final das eleições. Parece que Brasília se tornou um gigantesco manicômio. (C.N.)

13 thoughts on “Fachin recusa novo pedido do ministro da Defesa e agrava a crise institucional

  1. O blá blá blá é interminável , mas , é um assunto de extrema importância para o equilibrio de forças entre as potências do planeta. A fraude nas urnas no próximo outubro é assunto dominante entre os líderes das potências mundiais , que paralisaram todas as ações bélicas , todos os investimentos , todo o planejamento estratégico para 2023 aguardando uma solução para o problema. Ô Fachin , não sacaneia não , cara!!!

  2. Nota da redação do blog (leia-se editor Carlos Newton ) quase 100% correta e exemplar,com apenas um reparo: O marxista-comunista Fachin deve ser IMPEDIDO assim como os comunista Barroso e o militante esquerdista Alexandre Imoral,por crimes sucessivos de lesa-pátria.

    PS-Na minha opinião não tem como esses militantes esquerdistas embusteiros permanecerem no STE e STF…

    PS2-7 de setembro próximo está chegando. Com a acolhida popular por onde passa presidente Bolsonaro terá,sem a menor dúvida,apoio histórico no próximo 7 de setembro. Aguardem e verão.

    Se os “urubus de toga” do STF e STE dobrarem a aposta,não tem outra saída do que “partir pro pau”. Decretação do artigo 142 da Constituição Federal com apoio incondicional das Forças Armadas,por parte do presidente Bolsonaro para começar…

    PS3-Cancelar as eleições gerais de 2022 até que o sistema de votação seja atualizado com direito de auditar a votação (que continua eletrônica mas com comprovante do voto em urna acoplada ao mecanismo de votação).

    PS4-Para que isso ocorra com o maior sucesso, é oportuno lembrar que o APOIO ao presidente Bolsonaro pela POPULAÇÃO e FORÇAS ARMADAS é imprescindível.

    PS5-Vejam o que ocorreu em Gramado/RS: a população e entidades empresariais promoveram protesto pela presença dos “urubus de toga” Luiz Fucks,do estafa do psicopata comunista José Dirceu,Dias Toffoli e a sem noção Carmem Lúcia,no 26 º Jornada Internacional de Direito. Os “urubus de toga” cancelaram (amarelaram) a presença no evento.

    Questionar e protestar com responsabilidade e perseverança esse é o caminho,uma vez que,a direita brasileira tem que encerrar o ciclo de “purinha” e só se manifestar no voto.

    A acolhida ESPONTÂNEA popular e MOTOCIATAS ao presidente Bolsonaro por onde passa e esse protesto de Gramado/RS são exemplos perfeitos. Que se multipliquem aos milhares.

  3. À quem serve esse combinado “cabo de guerra” entre comparsas de um agendado e mesmo objetivo?
    Resta saber e publicar o nome do MANDANTE!

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