Faltam 20 dias para a desincompatibilização

Ficaram poucos, nos cargos, alguns têm que sair mesmo. Falo de Dona Dilma, precisa e deseja mesmo, não tem outra solução. Aécio e Requião, já reeleitos, não podem ficar.

Saem e têm opções. Requião, o governador do Paraná, presidenciável com a formidável descrença do amestradíssimo PMDB. Se não conseguir, se elege senador.

Aécio

O governador de Minas tem também uma cadeira no Senado, que assumiria com 51 anos. Se aceitar ser vice de Serra, duas conclusões: 1 – Serei, confessadamente, o pior analista do mundo. 2 – Aécio ganhará, sem existir, o Prêmio Nobel da Tolice. Como ser vice de um candidato (?) que pode não ganhar? Arriscará tudo por nada?

“Candidato” constrangido

Mierelles, que achava o máximo ser governador de Goiás, agora desdenha e despreza o que ante cobiçava. Apoiado pelo já não tão poderoso FMI, deixará o BC. Mas com a expectativa de voltar, por imposição de Lula, no governo “bipresidencial”, no caso do atual presidente, “implantar” a futura.

O governador de São Paulo

Resta, então, José Serra. É o dono do PSDB, de sua decisão “colegiada”, (Ha!Ha!Ha!) e da vontade pessoal. Como só toma decisões baseado em pesquisas, que o enganaram em  2002 e 2006, (disputando uma e tendo que desistir da outra) pode sair amanhã, o que não parece provável embora possível.

Ciro Gomes

Não está em cargo “desincompatibilizável”, faz o que quer. Em 2002 ficou sem mandato, não perdeu nada. Em 2006 se elegeu deputado, não ganhou nada. É também, um tríplice candidatável: presidente, vice, governador de São Paulo, para perder ou para ajudar.

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