Fernando Henrique só ajuda Lula e Dilma

Vicente Limongi Netto:
O presidente Luiz Inacio Lula da Silva e seus seguidores adoram quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso abre a boca ou escreve seus bolorentos artiguetes. O resultado é imediato: Dona Dilma cresce nas pesquisas de opinião, e José Serra estaciona. Fica a impressão de que Fernando Henrique Cardoso quer o lugar do candidato, substituindo Serra. Os gênios tucanos poderiam esquecer a chapa puro-sangue, Serra/Aécio, e formar a puro-mofo, Serra-Fernando Henrique Cardoso”.

Comentário de Helio Fernandes:
Você chutou muito bem, Limongi, mas passou raspando ou bateu na trave. FHC aceitaria até a vice, “para fortalecer o PSDB”. Ha!Ha!Ha! Acontece que vai completar 79 anos agora em 18 de junho, significa que sua idade ultrapassa de muito a vaidade, a ambição e as esperanças de alcançar alguma visibilidade.

O sociólogo das Astúrias, ( em parceria) ou da Fundação Ford (sozinho), já recebeu um pedido, vá lá, de Serra, “delicadamente”: “Por favor, fique em silêncio, é o melhor que você pode fazer pelo PSDB”.

O ex-presidente recebeu, compreendeu e silenciou. E não foi apenas em atenção a Serra e sua candidatura. Como noticiei em outubro, FHC quer ser embaixador na ONU, não pode contrariar o partido e o candidato.

FHC, em matéria de governo, perde para todos os candidatos, civis ou militares. Mas já que foi presidente duas vezes, (além de suplente de senador que assumiu) nada contra ocupar esse cargo ou representação. E se o governador de São Paulo for presidente, tem FHC longe, a oitava maravilha do mundo. Apesar da aviação ter progredido muito, 9 horas de voo, brincadeira.

Semana movimentada
para a sucessão de Lula

São tantas as reuniões marcadas a partir de amanhã, que haveria número para sessão na Câmara e no Senado.

Até agora, continuo repetindo o que venho dizendo desde outubro: Michel Temer não será vice de ninguém, principalmente de Dona Dilma. Quer ver se aproveita o VETO para a conquista de votos e tentar continuar presidente da Câmara. Que República.

Requião em Brasília

O governador do Paraná pode estar hoje na capital. Depende apenas de um telefonema de Paes de Andrade. Este, que já presidiu a Câmara, foi presidente da República (interino, várias vezes) e embaixador, é presidente de honra do PMDB. Trabalha para o partido ter candidato próprio. E para ele, “candidato próprio”, é Requião.

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