Fragilidade da urna eletrônica é citada na Rádio Vaticano

Rádio Vaticano

São Paulo (RV) – Com o objetivo de levar transparência às Eleições deste ano, o ‘Você Fiscal’ procura ajudar o brasileiro na fiscalização do processo eleitoral – como já aconteceu no primeiro turno. O projeto é de autoria do professor da Unicamp e pesquisador em segurança digital, Diego Aranha, e do empreendedor digital, Helder Ribeiro.

Desenvolvido e financiado coletivamente pela sociedade civil, sem fins lucrativos e sem vinculação a nenhum partido, grupo ou empresa, o projeto motiva os eleitores a se tornarem “fiscais cidadãos”, “adotando” uma zona na qual se comprometem a fiscalizar pelo menos um Boletim de Urna (B.U.) nela.

Os idealizadores do projeto explicam que esse BU seria o saldo que toda urna imprime no final da votação, com o total de votos para cada candidato naquele específico aparelho. Ao terminar a votação, os Boletins devem ser fixados em locais públicos (conforme determina o artigo 82 da resolução 23399 de 2013 do TSE), como, por exemplo, na porta da seção eleitoral. O eleitor tira foto do BU e envia para a equipe do “Você Fiscal” através do email bu@vocefiscal.orgou mesmo pelo aplicativo do projeto que pode ser baixado pelo http://www.vocefiscal.org.

Comparando os Boletins enviados pelos eleitores com os publicados oficialmente pelo Tribunal Superior Eleitoral, é possível detectar possíveis erros na transmissão dos dados ou fraudes no trajeto da urna após a votação. Em posse de vários Boletins, é possível ainda estimar por amostragem um resultado independente e compará-lo com o oficial do TSE.

O objetivo é levar transparência eleitoral a todos os cantos do Brasil. Não precisa nem mesmo ser a zona eleitoral que consta no próprio título de eleitor. Caso a pessoa esteja longe da sua cidade, nada impede que contribua com a transparência eleitoral fotografando BUs onde estiver.

Só no primeiro turno, a equipe do “Você Fiscal” recebeu mais de 15 mil Boletins de Urna. As análises podem ser conferidas no site do projeto ou através da página do Facebook. (AC/Zenit)”

(texto enviado por Lionço Ramos Ferreira)

7 thoughts on “Fragilidade da urna eletrônica é citada na Rádio Vaticano

  1. Não seria muito mais simples e eficiente, agindo com honestidade, que
    houvesse um comprovante do voto, o qual seria depositado numa urna, para se necessário, pudesse conferir.

  2. Desculpem os comentaristas porém as regras do jogo foram postas na mesa,foram aceitas por ambos os partidos,portanto agora qualquer choro ,soa como de perdedor.

  3. Caros … sou (pe)emedebista … respeitei a Convenção Nacional não votando em Aécio … … … porém, há um cheiro esquisito no ar!!!

    As urnas não foram testadas … se o PMDB e outros partidos não se incomodaram com isto – que fazer, né???

    Acima tem um comentário meu aguardando liberação em que há questionamento da eleição de Francisco Pedro … … … se houve mesmo irregularidade canônica; isto complica todos os cardeais – e não só os eleitores do então Cardeal Bergoglio … não sou canonista nem eleitor papal – sou um simples católico pesquisador de profecias.

    Já no caso destas eleições com urnas duvidosas (segundo o senhor Diego Aranha), posso pedir esclarecimentos, sim, senhor — nossa Constituição Federal de 1988 é CIDADÃ!!! !!! !!!

    As coisas precisam ser iluminadas e saírem das TREVAS (apuração secreta, não teste das urnas etc) até a Diplomação … como (pe)emedebista, não gostaria de ser vencedor nas TREVAS!!! !!! !!!

  4. Que palhaçada! Qual a importância da opinião da rádio do Vaticano sobre as urnas eletrônicas no Brasil?

    Vão querer também que se crie um eleitorado elitista para se reunir a portas trancadas até que saia a fumacinha branca da chaminé, para depois o camerlengo segurar os colhões do eleito e dizer, “habemus praesidens”?

  5. Grande abraço, senhor Lionço.

    Valeu, também, o texto da Rádio Vaticano, se reportando ao “Você Fiscal”- idealizado pelos senhores Diego Aranha e Helder Ribeiro, respectivamente, professor da Unicamp e pesquisador em segurança digital, e empreender na área da TI, desenvolvedores do aplicativo que pode ajudar na verificação do totalizador de votos da urna eletrônica.
    Destaquei dois breves trechos que dão, na sua dimensão exata o INTERESSE OCULTO que deve persistir por parte do STE, que não dá resposta ao item que liquidaria com tais dúvidas: por que não fornecer recibo do VOTO, tal qual aposta em loteria?

    “Só no primeiro turno, a equipe do “Você Fiscal” recebeu mais de 15 mil Boletins de Urna. As análises podem ser conferidas no site do projeto ou através da página do Facebook. (AC/Zenit)”

    “Não seria muito mais simples e eficiente, agindo com honestidade, que houvesse um comprovante do voto, o qual seria depositado numa urna, para se necessário, pudesse conferir.” – leitor, senhor Nélio Jacob.

    Digo eu:
    O que têm de rapidinha, têm de safadinha esta urna abençoada pelo Superior Tribunal Eleitoral – STEE – que se torna, literalmente, o maior poder da República.
    Com todo respeito, se torna o Espírito Santo, do senhor Lionço…

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