Geddel e José Maranhão, ambos derrotados do PMDB, disputam diretorias da Caixa Econômica, com salários de 28,7 mil

Carlos Newton

Em Brasília, as informações são de que a briga pelo segundo escalão está pegando fogo. Para os cargos, ao invés de indicar técnicos, o PMDB insiste em nomear políticos derrotados nas urnas para funções de destaque em empresas estatais.

Os cargos mais disputas agora são Caixa Econômica. O PMDB quer emplacar na estatal, pelo menos, dois nomes: o do ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e o do governador José Maranhão (PMDB-PB). Estão em disputa duas vice-presidências: a de Crédito à Pessoa Jurídica deverá ficar nas mãos do político baiano, enquanto a de Loterias tem o paraibano como nome mais cotado.

Se a presidente Dilma Rousseff confirmar a indicação de ambos, cada um receberá um salário de R$ 28,75 mil na Caica Econômica, mais participação nos lucros e resultados do banco. Esses vencimentos se somarão à aposentadoria que ambos já recebem: Geddel, por tempo de contribuição como parlamentar; e Maranhão, como ex-governador da Paraíba.

Dá vontade de cantar: “Brasil, meu Brasil brasileiro…”

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