Golpe e contragolpe

Adonias Mangueira Fernandes, de São Paulo, faz comentarios interessantíssimos e que deveriam gerar debate importante e inadiavel a respeito de ditaduras, BRANDAS (Folha) ou IMPIEDOSAS (Mauricio Azedo, presidente da ABI).

A seguir a integra do comentario do cidadão-contribuinte-eleitor e os comentarios do reporter:

Os reais ditadores

Interessante esse pessoalzinho que hoje nos governa(?). Dizem que lutaram contra os militares, em nome de Democracia (mas todos sabemos que queriam apenas instaurar uma outra ditadura, só que de esquerda…). E por conta dessa “luta”, recebem hoje polpudas e milionárias indenizações e aposentadorias pagas pelo seu, pelo meu, pelo nosso rico dinheirinho….Pois agora, esses “defensores” da Democracia (há..há..há..), querem porque querem se manter eternamente no poder, e preparam um golpe de Estado, através do qual Lulla será reeleito mais uma vez, e daqui a pouco mais uma vez, e mais uma vez, e mais uma vez, de tal maneira que fique governando(?) o Brasil por mais tempo que Fidel governa Cuba….Será o sonhado “Reich de mil anos de Herr Lulla” dos petistas. E o gozado é que essa gente fica falando mal dos militares a toda hora, falam da ditadura, das torturas, etc..Mas se esquecem que nenhum presidente militar ficou mais que 5 anos no poder, enquanto FHC ficou 8 anos e Lulla sabe-se lá quanto tempo ficará… Quem são os reais ditadores, afinal?

Adonias Mangueira Fernandes, São Paulo (SP)
Sempre que se discute o que é golpe, revolução, ditadura, democracia, é impossivel deixar de citar o frasista Winston Churchill: “Democracia é o pior dos regimes, excetuados naturalmente todos os outros”. O mesmo pode ser dito de golpe ou revolução, de ditadura, branda ou cruel. Muitas Revoluções começam como golpes, nenhum golpe acaba como revolução. A Revolução Francesa (o inicio do marquetismo, o mais colossal da Historia) acabou como golpe, com “cabeças rolando”, e todos querendo o Poder.

Por outro lado, jamais existe um golpe só. É sempre um golpe e um contragolpe. Os que querem o Poder, de um lado, e os que precisam manter o Poder, por estarem ameaçados de perde-lo.

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