Governador Flávio Dino cria 60 vagas desnecessárias de capelão e vira alvo do Supremo

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Dino destina recursos públicos para ganhar apoio político

José Carlos Werneck

O governador do Maranhão, Flávio Dino, resolveu criar 60 cargos de “livre nomeação”, sem concurso, para atrair evangélicos. A Procuradoria-Geral da República reagiu e protocolou, no Supremo Tribunal Federal, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)  contra a criação desses cargos de capelão de livre nomeação. 

A medida tomada pelo governador maranhense é uma maneira de atrair denominações religiosas, em especial evangélicos, para a sua base de apoio. 

EM VÁRIOS ÓRGÃOS – Os cargos de Capelão Religioso seriam destinados à  Polícia Militar, ,Polícia Civil,Corpo de Bombeiros além das Secretarias de Segurança Pública. e Administração Penitenciária.

A PGR alega não haver problema na criação dos referidos cargos, mas sim na forma de preenchimento, que deve ser  feita exclusivamente por meio de realização de concurso  público.

A ADI também pede que seja concedida uma medida cautelar proibindo essas nomeações de Flávio Dino, que podem ser feitas a qualquer tempo.

5 thoughts on “Governador Flávio Dino cria 60 vagas desnecessárias de capelão e vira alvo do Supremo

  1. No primeiro mandato, Flávio Dino, cujo apelido é professor de Deus (por exibir onisciência), duma canetada só, nomeou 71 papa-dízimos, só de seitas protestantes.
    O mais burlesco, nessa pilantragem do meu conterrâneo, é que ele se autoconfessa ateu e comunista! Como é que um incrédulo vai enfiar o rebanho do Senhor num aprisco, e assim arrancar votos de curral das ovelhas confinadas?
    Ah, essa é ainda mais juvenalesca: Exigir de pastores o ingresso, no serviço público, mediante concurso? Só se, no ato da prova, o anjo caído pegar nas mãos deles!

  2. Sinto uma pena imensa do Maranhão: Estado bonito, fértil, povo pobre e sofredor mas muito agradável. Pena que não consiga livrar-se de políticos que não valem o que o gato enterra. Primeiro, sofreu anos sob a “ditadura” da família Sarney. Agora, esse tal Dino, lambendo o saco dos evangélicos podres. Dizem que é ateu. Isso é uma tremenda falta de vergonha !!!

  3. Mas o governador comunista dos maranhenses só exerceu o seu direito de nomear quem ele quiser. Para ficar bem na foto como os “irmãos evangélicos’ empregou 60 pastores. Isto tudo dentro da lei, é imoral? sem dúvida. É legal? sem dúvida.

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