Governo não negocia, e empresas geradoras de energia do Sistema Eletrobrás fazem nova paralisação

Carlos Newton

Os trabalhadores do Sistema Eletrobrás entram novamente em greve quarta e quinta-feira, em protesto contra a decisão do governo, que não aceita abrir negociações para reajuste de salários. As empresas energéticas têm enfrentado sucessivas paralisações, mas a Eletrobrás se recusa a dialogar com os sindicatos.

É uma pena que as empresas geradoras de energia, que garantem o desenvolvimento do país e mantêm um relacionamento de alto nível com seus empregados, não possam pagar a eles salários compatíveis com seus índices de produtividade. A compensação que lhes resta é ampliar seus serviços de atendimentos médicos e sociais.

No caso de Furnas, por exemplo, os serviços de assistência aos funcionários estão em permanente aperfeiçoamento. Um dos mais importantes é o Setor de Fisioterapia, cujo movimento ultrapassava a mais de mil atendimentos por mês, totalmente gratuitos. O grau de resultados positivos é bastante elevado, segundo Michele Marques, uma das fisioterapeutas da equipe do dr. Alcenir Itaboraí.

Agora, o Setor de Fisioterapia, que está sendo modernizado, vai fazer uma pesquisa em todas as instalações, para identificar mobiliários inadequados que possam causar problemas de postura aos funcionários. É um exemplo a ser seguido por empresas estatais e particulares, numa época em que os fundamento da ergometria precisam ser respeitados, em nome da saúde coletiva.

Mas o salário, como diz o professor Raimundo, é “ohhh”.

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