Gringo provocativo

Vicente Limongi Netto
“ Vou morder, com prazer, a isca de Euler de França Belém. Salienta na indispensável coluna “Imprensa” que o biógrafo norte-americano Benjamin Moser chama Fernando Collor de “corrupto” no papelucho que escreveu, sentado num tronco de árvore de alguma praça, sobre a escritora Clarice Lispector, que quando criança morou em Maceió. O imbecil Moser se realmente quisesse pesquisar com isenção a trajetória política de Collor, e sobretudo os momentos canalhas e torpes do ilegal e antidemocrático impeachment, teria lido e estudado os autos do STF que inocentaram Collor das levianas acusações dos seus velhacos acusadores. Aliás, uma escória política que ainda hoje perambula pelos corredores do Congresso Nacional. Com o rabinho entre as pernas, porque sabem que Collor tem absoluta certeza de quem nenhum deles vale nada. Usam calças sem nenhuma convicção.”

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