Guedes quer baixar o imposto de importação e destruir a indústria brasileira

Resultado de imagem para paulo guedes

Guedes é um apátrida que não se interessa pelo Brasil

Daniela Lima
Folha/Painel

O presidente do DEM, ACM Neto, quer manter distância pública de Jair Bolsonaro (PSL), mas avisou a aliados que sua estrutura na Bahia vai trabalhar e pedir votos para o candidato. Prefeito de Salvador, ACM Neto disse optar pelo capitão da reserva contra o PT, mas afirmou que não se envolveria pessoalmente na eleição. Ele, porém, tem falado com apoiadores do presidenciável para acompanhar os passos da campanha e já na semana passada admitiu colocar o bloco na rua para ajudar no Nordeste.

A pessoas próximas, ACM Neto disse que não está disposto a fazer campanha em suas redes sociais, mas que derrotar o PT é fundamental para sua estratégia política no estado, governado por petistas há mais de uma década.

ACENDA O FAROL – Executivos de emissoras de televisão disseram a interlocutores que um dos pleitos que farão ao próximo governo é a proibição do pagamento de bonificações por volume, espécie de bônus a agências que emplaquem publicidades na grade de programação. A TV Globo é adepta da prática.

O PT vai explorar contradições de Bolsonaro em relação a questões sociais. Neste domingo (14), Haddad terá um encontro com pessoas com deficiência, em SP. O capitão reformado e seu filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) votaram contra um inciso da lei que criou o Estatuto da Pessoa com Deficiência, em 2015.

APOIO A HADDAD – O grupo de advogados intitulado “Prerrogativas” lança nesta segunda (15) manifesto pluripartidário em apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT). O documento afirma que a união se dá em torno da defesa da democracia, que está acima de “interesses individuais, corporativos e partidários”. Os organizadores recolheram, até a noite de sexta-feira (dia 12), cerca de 500 adesões ao manifesto.

O candidato ao governo do RN, Carlos Eduardo (PDT), deve ser no máximo advertido pela sigla por ter declarado apoio a Bolsonaro. Ele disputa o segundo turno contra Fátima Bezerra (PT).

Um pedetista justifica: o partido não pode obrigá-lo a se suicidar eleitoralmente para preservar o PT.

FINS E MEIOS – A equipe que ajuda o guru econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, a estruturar as ideias para a área incluiu como medida a ser tomada nos 100 primeiros dias de um eventual governo a redução drástica de tarifas aplicadas ao mercado externo.

A proposta tem como guia relatório técnico da Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo Temer de março deste ano. O estudo simula a redução da tarifa para a importação de produtos de 57 setores de bens comercializáveis.

O relatório da SAE estima que haveria redução geral de no mínimo 5% no patamar dos preços. Por outro lado, “as firmas menos competitivas tendem a não sobreviver, o que leva os trabalhadores a migrarem para outros setores da economia”.

###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Ao invés de incentivar a indústria brasileira, o gênio do mal Paulo Guedes quer baixar o imposto de importação (IPI) para abrir empregos na China e em outros países. Os generais que assessoram Bolsonaro precisam enquadrar esse entreguista, que pretende vender o Brasil por 30 dinheiros. (C.N.)

25 thoughts on “Guedes quer baixar o imposto de importação e destruir a indústria brasileira

  1. Essa fake news de baixar impostos de importação, assim sem mais nem menos, pegou até o editor.

    Essa gente da esquerdinha é demoníaca.
    Ela critica um filme sem ainda te-lo assistido.

  2. Quem sabe nossos produtos serão de melhor qualidade?
    Comprar um papel toalha que realmente enxuga, um carro que roda 300.000 sem dar problemas, sem painel cair, sem vidro elétrico enguiçar, embalagens que abrem onde indicado, pilhas, baterias e lâmpadas realmente duráveis… E por aí vai!
    É uma vergonha a qualidade dos produtos brasileiros em geral.

  3. Finalmente! Produtos de qualidade a preços acessíveis. Fim do protecionismo a uma parte da indústria nacional, talvez assim invistam em inovação e passem a ser competitivas de maneira não artificial. A política protecionista nos trouxe a isto que vemos hoje, um dos países mais fechados comercialmente. O país agradece se for verdade.

  4. Sem condições de debater pela situação de saúde, Bolsonaro é atacado por todos aqueles que desejam manter as benesses e a corrupção atuante no país.
    Ora, a grande mídia depende de dinheiro público. Alguma novidade ou mentira? O patrocínio privado é só para programações esportivas e de produtos que necessitam ser vendidos por artistas.

    O PT foi o melhor governo para todos os tipos de ladrões, espertalhões e vivaldinos!

    Diante da eminente e irreversível vitória do capitão de verdade e não da marionete do ladrão e bêbado, vão tentar bombardear de fora para dentro a candidatura do povo brasileiro. Alguma dúvida que a maior esmagadora dos brasileiros votará em Bolsonaro?

    E mais: a opção para o Brasil é eleger Haddad? Quem acredita deve ter comido algo estragado pu cheirado algo muito forte.

    Jornalismo cor de rosa, travestido de imprensa livre e responsável.

    Vão se preparando e e as malas também. Serão os “”venezuelanos”, ou seriam”venusianos”. As portas de madura estão abertas aos irmãos canalhas.

    É bom o pessoal da Globo JAIR colocando as coisas de molho.

    Fallavena

  5. -NÃO ACHEI no Youtube o vídeo onde o Bolsonaro faz tal afirmação.
    -Se alguém encontrar, por favor, divida o achado com os leitores desta Tribuna, ok?
    -Já estamos FARTOS DE MENTIRAS tidas como verdades e de verdades tidas como mentiras!

    Abraços.

  6. – Esse entende de economia – do século XIX. Não contaram para ele que a indústria, hoje em dia, usa grande parte de seus componentes com peças importadas.
    É o que dá quando não se passou além, o primeiro volume do kapital.

  7. É o que eu sempre digo:

    -A Globo defende os bandidos do Rio;
    -A Folha defende os bandidos de São Paulo;
    -E o Supremo Tribunal Federal defende os bandidos de Brasilia…

    Ora, se Haddad prestasse, hoje ele seria o prefeito de São Paulo, reeleito.

  8. Meu Deus, quanta desinformação!
    Não vi nenhuma declaração de Bolsonaro, parece fake news. Mesmo se for verdade, seria positivo em alguns casos, especialmente em relação a máquinas para indústrias.
    Finalmente, percebe-se a ignorância de quem escreve ao chamar o II (Imposto de Importação) de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
    Recomendo maior cuidado com as notícias.

  9. Sou totalmente de acordo que se faça uma redução seletiva: peças e componentes da industria brasileira, máquinas e bens de capital, matéria prima que não seja produzida aqui. E que se exija das indústrias que desejem se instalar no Brasil, que haja a transferência de tecnologia, a exemplo do que é feito na China e Ásia. Isso irá reduzir o “custo Brasil” e tornar nossos produtos mais competitivos.

  10. O economista de direita quer destruir a indústria brasileira que tanto esforço custou ao pêtê para elevá-la da merda que se encontrava em 2002 para uma classificação de 1º mundo em que se encontra agora.

    Vade retro!

  11. O comentário de Teresa Fabrício me remete ao meu proverbial despreparo em abrir embalagens, certamente muito mais pela baixa qualidade do seu acabamento. Tive que rir ao lembrar de um clássico comercial em que a vizinha gostosa, em trajes sumários, toca a campainha do sujeito e lhe estende um enlatado daqueles hermeticamente fechados, por um lacre simplesmente irremovível. No meu caso, o mico tava garantido e a oportunidade irremediavelmente perdida.

    Isso vale para latas de sardinha, caixas de suco e de leite, potes de iogurte, doces em compota, etc., etc. Mas é preciso ter em conta que muitas dessas quinquilharias, embalagens, pregos que entortam, facas sem fio, tesouras que não cortam, já são importadas. Entre outros nem tão prosaicos, e insumos para outros produtos e serviços.

    Collor escancarou o Brasil ao comércio internacional, com a promessa de nos livrar das carroças, e o que se vê hoje são charretinhas mais bonitinhas e modernosas, digamos assim (pelo menos os chamados populares, mais acessíveis); com componentes importados, na maior parte, apenas montadas no Brasil.

    Mesmo no governo Lula (2002/2017), autoproclamado defensor da indústria nacional, enquanto as exportações cresceram 330%, as importações atingiram 390% (dados do MDIC). E sabe-se bem dos benefícios em renúncia fiscal que as montadoras tiveram no período.

    Na verdade, o que se trata aqui é de fazer “política industrial”, o que é legítimo para qualquer gestor. Mas parece que os antiestatistas empedernidos só entendem como intervenção estatal o aumento de impostos, quando se fala em redução é outra coisa, só se ouve os aplausos. A questão é a seguinte: precisa ter critérios, pensados com clareza, racionalidade, visando o médio e longo prazo, e a sociedade como um todo. O que falta no Brasil é planejamento e um projeto de nação.

  12. Calma, é preciso planejamento e investimentos. Fazer com que a indústria nacional se adapte e concorra de igual com as internacionais de qualidade. Mas é preciso taxar os produtos chineses, por concorrência desleal. Não dá pra competir com trabalho escravo.

  13. Entendi o que e de certa forma concordo com o que quiz dizer.
    Lamento o nível do vocabulário.
    Neste ponto concordo com o mediador quanto à necessidade de elevação de nível do palavriado.

  14. KKK o cara nem assumiu e já estão demitindo-o. Deixem o capitão começar a trabalhar, depois veremos se o ministro põe em prática o que dizem que ele diz que quer fazer. O povo está se desesperando antes da hora. Calma gente, de tanta fake news já estamos esgotados.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *