Guerra pela distribuição de revistas

Ameaçadas pelo que chamam de monopólio, recorreram ao Cade. Este, também ameaçado, fez intervenção. Deveriam lembrar da revista “O Cruzeiro” e seus gloriosos 750 mil exemplares semanais.

A tiragem recorde não superada

A ascensão de “O Cruzeiro”, começou nos anos 40. E continua inalcançada 70 anos depois. Não existiam assinaturas, as bancas pelo país eram poucas, mas chegou a esses miraculosos 750 mil exemplares. Hoje, nenhuma dessas revistas que se dizem “nacionais” alcançou esse total.

“A Noite” outro milagre jornalístico

Logo depois da Primeira Guerra Mundial, atingiu o apogeu. Chegou a vender 250 mil exemplares por dia, sem assinaturas, sem bancas, sem promoção, com aqueles garotos vendendo nos bondes. (Eliminados pelos medíocres “administradores”).

A importância de Irineu Marinho

Diretor do jornal, tinha paixão por reportagem. E formou um grupo enorme de repórteres, praticamente analfabetos, mas com um colossal senso do que era notícia. Em 1925 deixou “A Noite”, fundou “O Globo”, morreria logo depois. Foi o único jornalista da família. (Exclusiva)

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