Hans River terá de provar na Justiça a acusação contra a repórter difamada por ele

Os procuradores já desmentiram as declarações de Hans River

Francisco Bendl

Sem ter a mínima intenção de polemizar, mas apenas esclarecer, parece que não fui devidamente compreendido. Portanto, vou tentar de novo: Hans River Rio do Nascimento, ex-funcionário da firma Yacows, especializada em disparos em massa de mensagens pelo WhatsApp, divulgou o nome da jornalista publicamente, alegando que ela deu a entender que queria um rola e rola com ele para obter informações. Em outras palavras: o Brasil ouviu que essa jornalista se prostituía para lograr êxito nos seus intentos profissionais!

Observem, por favor: sem qualquer prova, e independente de acareação, o nome da mulher, a sua honra e o seu trabalho foram manchados inexoravelmente pela acusação absurda e indevida.

PROVAR NA JUSTIÇA  – Hans River Rio do Nascimento é um irresponsável, já está sendo denunciado, fatalmente responderá a processo e terá de provar na Justiça o comentário que teceu sobre a jornalista. Mesmo que fiquem cara a cara, a honra e a dignidade da repórter foram inexoravelmente deletados por um canalha, repito.

Esse elemento invadiu a privacidade da mulher de tal forma que não pode agora alegar que imaginou ou, lá pelas tantas, entendeu que estava sendo assediado sexualmente!

Caso não tivesse dado publicidade ao nome da repórter, ninguém nem estaria discutindo o assunto. Agora, inocente ou não daquilo que Hans River afirmou para todo o Brasil, perante uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, a jornalista terá de correr atrás das penas do travesseiro em plena ventania, rasgado pela leviandade de um canalha!

UM MENTIROSO – Já se sabe que Hans River é um mentiroso contumaz. Assim como acaba de ocorrer na CPMI das Fake News, um ano e dois meses atrás ele havia dado declarações falsas para procuradores em uma apuração do Ministério Público Eleitoral em São Paulo.

Ao depor na Procuradoria, também afirmou não saber como a jornalista havia conseguido uma lista de 10 mil nomes de usuários do WhatsApp que seriam os alvos dos disparos de mensagens. Mas a investigação comprovou que foi o próprio Hans quem enviou à repórter da Folha, por email e por WhatsApp, a lista de 10 mil nomes e CPFs.

O ex-funcionário da Yacows também afirmou no processo eleitoral que Patrícia teria ido até sua casa, mas a repórter nunca foi ao local —eles se encontraram em uma padaria e depois Hans foi à Redação da Folha.

DIFAMAÇÃO – Minha indignação e minha revolta derivam da forma como a repórter teve o seu nome divulgado e depois foi difamada pelo presidente da República, que tem recebido apoio em massa de seus admiradores, que também se julgam no direito de desonrar uma profissional de imprensa cuja trajetória orgulharia qualquer país minimamente civilizado. Pelo que afirmam os bolsonaristas, que jamais admitem a possibilidade de o presidente cometer erros, será a jornalista que agora terá de provar que não houve o episódio relatado pelo seu leviano acusador.

A esses apoiadores das grosserias de Bolsonaro, recomenda-se que analisem esse caso com maior cuidado e isenção, como se a repórter fosse alguém de sua família – seja esposa, filha, neta ou amiga, enfim, uma mulher indefesa que estivesse sendo difamada por um elemento desclassificado e sem paradeiro, com apoio do próprio Presidente da República.

Convenhamos que paira no ar uma grande injustiça contra essa profissional consagrada, que é repórter e analista da Folha de São Paulo e também trabalha na Rádio Band e na TV BandNews.

56 thoughts on “Hans River terá de provar na Justiça a acusação contra a repórter difamada por ele

    • jhomer,

      Tens plena razão!

      Eu pensava que a vitória de Bolsonaro a radicalização política iria se flexibilizar.
      Ledo engano.

      A política e o povo nunca antes demonstraram ser tão radicais como agora.
      O Brasil deu início, com a derrota do PT, ao fundamentalismo político, aos fanáticos, aos insanos e tresloucados parlamentares e partidos.

      Abração.

  1. “Observem, por favor: sem qualquer prova, e independente de acareação, o nome da mulher, a sua honra e o seu trabalho foram manchados inexoravelmente pela acusação absurda e indevida.”

    O rapaz é quem está com a honra destruida, já que não consegue emprego, depois que a jornalista fez a reportagem fake; por outro lado e jornalista está bem, sendo até promovida.

  2. Moura,

    Então Hans mentiu!
    Se a sua honra foi afetada porque disse que a jornalista se insinuara para ele, de modo a conseguir um furo jornalístico, queres dizer que o depoente não gosta de mulher?!

    Agora, se está difícil conseguir trabalho, que considerasse o tipo de serviço que prestava, ainda mais se solicitado por parlamentares!!!
    Mais a mais, Hans será outra pessoa que entrará na estatística dos desempregados.

    • Francisco, não sei se o Hans mentiu, eu não estava lá, só ele e a reporter estavam. O depoimento dele foi tomado em 2018, pelo MP, e repetido na cpi, que tem poderes de MP. Ele não tem motivos para mentir, até por esta numa cpi e correr o risco de ser preso.

      Se fosse a reporter acusando ele de assédio, a reação seria outra, mas, como foi ele. Até que prove o contrário, eu acredito na vítima, que é Hans.

      • Moura, meu caro,

        O processo que estás te referindo tomado de Hans em 2018, foi comentado na “comichão” que apura os disparos cibernéticos (!), corre em segredo de justiça!

        Foi o próprio ex-presidente do PT, o predador Falcão, que pediu que o depoimento de Hans fosse apenas para os parlamentares, sem que fosse divulgado para o povo!

        Então, o tal presidente do péssimo espetáculo denominado CPI, decidiu que poderia vir à tona o processo sigiloso.

        Observa, Moura, que o nome da jornalista está contido nesse depoimento, claro, MAS NÃO PODERIA SER AFIRMADO PELO DEPOENTE que a profissional dera a entender que poderia ir mais “longe”, caso ele fornecesse informações para o seu furo jornalístico.

        É neste detalhe que me apego para me solidarizar com a jornalista e mulher, principalmente.

        Abraço.

        • “MAS NÃO PODERIA SER AFIRMADO PELO DEPOENTE que a profissional dera a entender que poderia ir mais “longe”, caso ele fornecesse informações para o seu furo jornalístico.”

          Francisco, o meu ponto é: a verdade deve ser o objetivo final. Se ele mentiu, que responda por isso, mas ele esta falando a verdade, ela que responda. Não dá para condenar um homem, apenas por ser homem, nem inocentar uma mulher, apenas por ser mulher, e ignorar os fatos.

          • Moura,

            Agradeço esta tua disposição e deferência que me tratas.

            Neste caso, independente de a verdade vir à tona ou não, a questão se resume ao Hans ter ignorado completamente o mal que iria causar à mulher quando declarasse que, a jornalista, se insinuara para ele, de modo a obter o tal “furo” jornalístico.

            Eu me atenho somente a este fato, meu caro, poios o resto é o resto.

            Até mesmo a verdade pode ser sobrepujada por um aspecto, a meu ver, claro:
            quando está em jogo a honra e a dignidade de alguém!

            Quem enlameou o nome da moça não precisaria ter mentido ou falado a sua verdade, bastaria que omitisse este detalhe, digamos assim, íntimo, pessoal, só dos dois.

            Hans teria sido antes de qualquer outra acusação disto e daquilo, no mínimo um cavalheiro.

            Agora, se até esta palavra está em desuso ou já desconhecida, quanto mais o que se espera de um homem!

            Esta é a minha posição, Moura.
            Não discuto onde está o certo ou o errado; pouco me importa quem diz a verdade; tanto faz se a jornalista é do PT ou não.

            Eu me fixo no aspecto moral e ético, mais nada.

            Obrigado, meu caro.
            Abração.

  3. Para melhor compreensão do artigo em tela, o meu sentimento pessoal com este episódio:

    Não tive filha, mas três filhos.
    Em compensação, Deus me abençoou com três netas e dois netos maravilhosos!

    Claro, por eu não ter convivido com filhas, as minhas amadas netas me ensinam como fazê-lo, apesar de que sou um aluno rebelde, e ajo conforme o coração:
    Se querem sorvete antes do almoço, sem problemas;
    Se querem assistir TV até tarde da noite, a casa é delas;
    Se querem brincar, gritar, correr pela casa, desarrumar quartos, o avô ainda ajuda, se for o caso.

    Em síntese:
    Na condição de avô, concedo-me a autoridade máxima para deseducar, ou seja, liberdade total, ampla, geral e irrestrita, para meus amados netos e netas.
    Os pais que eduquem seus filhos, hehehehehehehehehehe.

    Dito isso, tenho pela mulher um carinho e afeição especiais.
    Eu as considero bibelôs, obras de arte, seres que estão muito acima da espécie humana, a própria condensação de bons sentimentos e qualidades únicas em uma só mente e corpo.

    Que tal a palavra “mãe” (que não a pronuncio há cinquenta anos, pois faz esse tempo que a minha amada genitora se foi deste mundo, aos 42 anos de idade, morta pelo câncer de mama)?
    E pronunciar “minha filha”, existe algo de mais doce para o pai?
    Ou, então, minha mulher, meu amor ou seja lá o nome carinhoso que as mulheres são denominadas?

    Logo, se eu ouvir, ler ou ficar sabendo que o nome de uma das minhas netas – ainda meninas, duas de 12 e uma de sete anos -, foi caluniada, difamada e sem provas, apenas e tão somente como depoimento para reforçar a defesa de um canalha, ele que se prepare para se encontrar com o demônio imediatamente!

    O mesmo faço com aquele que ofender a minha esposa, noras, primas e sobrinhas, isto é, viagem sem volta do inferno!

    Portanto, independente do que estão dizendo desta moça jornalista, se mentiu ou não, que “deslustrou” a profissão de jornalista, conforme li o editorial de um “colega” seu de profissão, afora qualquer circunstância atenuante ou agravante, o seu nome deveria ter sido preservado, e jamais ter sido dado a público e com esta insinuação, de que ela se “ofereceu” para obter um furo jornalístico.

    Certamente ela não logrou êxito na sua intenção, mas mostrou ao povo brasileiro que certos homens tem as suas mentes furadas pela canalhice, por onde vaza ética, respeito, moral e educação.

    Abomino a atitude do “irresistível” caluniador e difamador de mulheres, assim como repudio outras cabeças-furadas, apelidados de parlamentares, que não pediram para o asqueroso macho calar a sua boca imunda e fedorenta.

    A minha solidariedade à jornalista, que pouco me interessa se de oposição ou situação, de esquerda ou de direita, mas pelo fato de ser uma mulher, simplesmente a mãe de Deus!

  4. O que parecia evidente há muito tempo, só agora está ficando patente para alguns: o presidente é despreparado para o cargo, é grosseiro e inconsequente. Digo isso com pesar, porque essas fraquezas do presidente podem servir de desculpas ao Ladrão e aos calhordas do seu partido que arruinou nosso país.

    • Caro amigo Bendl,
      Seu artigo analisa bem o caso. É primoroso.
      Não culpo ninguém por ter votado em Bolsonaro, naquele momento, o correto era votar em qualquer um para defenestrar o PT da vida pública.
      Depois de mais de um ano de governo demonstrando desequilíbrio, despreparo, grosseiro, mal educado e governando a base de ideologia, apoia-lo é um fanatismo insano.
      Um forte abraço e saúde

      • Caríssimo amigo Jacob,

        O meu artigo e comentários acima realçam apenas o meu coração de homem, pai de três filhos e cinco netos.

        Não me deixei conduzir para o aspecto político, onde encontro textos que ignoram o lado ético e moral, para terem como justificar a sordidez do Hans.

        Também não sou contra aqueles que dão razão ao depoente, no entanto, repudio veementemente quando a honra de uma pessoa é posta em dúvida por aleivosias e injúrias imperdoáveis.

        Lamento, profundamente, que atingimos um patamar de tamanha radicalização, que até mesmo um assunto que pouco tempo atrás seria considerado crime, a maldita política conseguiu depreciar, haja vista que nossos parlamentares desconhecem o que é honra, dignidade, caráter, decência, e lealdade.

        Volto a frisar:
        Bolsonaro não pode ser justificado pelas palavras empregadas, invariavelmente degradantes, ofensivas e insultuosas, em razão de que seus antecessores também cometiam o mesmo despautério.

        Quando que o Brasil poderá fazer comparações positivas e não sempre negativas?!

        Falta a Bolsonaro o respeito devido aos cidadãos mas, principalmente, a obediência à função para a qual foi eleito!
        O presidente não foi convidado para um passeio regado a cerveja e tendo churrasco para completar a diversão, nada disso.

        Queremos sobriedade, postura, dignidade do primeiro mandatário nacional, e não um inconsequente, um parlapatão, um irresponsável.

        Aliás, justamente o que não presta, as pessoas se apegam:
        Guedes segue os passos do chefe, proferindo impropérios e ofensas para no dia seguinte, e com a cara mais deslavada deste e do outro mundo, pedir desculpas.

        Mas vai lamber sabão!!!

        Hans deveria ter mantido consigo o seu problema com a jornalista ou, caso entendesse divulgar as disparadas cibernéticas, que guardasse para si a suposta insinuação que imaginou que a jornalista estaria propondo.

        Abração, Jacob.
        Saúde.

          • Quanta pobreza de pensamento, credo!

            Quer dizer que os crimes cometidos pelos pais, os filhos serão também acusados da mesma ilicitude?

            Então filho de parlamentar será ou já é corrupto, ladrão, irresponsável, vagabundo, de acordo com o teu entendimento.

            Não me interessa a vida familiar da jornalista, muito menos quem é o seu pai, e se esteve enredado com a Odebrecht ou não.

            A minha questão é mais deplorar a atitude de Hans que defender a moça, pois maior de idade e tendo curso superior.

            Repudio o gesto abominável, então o meu registro.

  5. “Apatifar, nos diz o Aurélio, significa tornar desprezível, aviltar, envilecer. Pessoas se apatifam, nações inteiras podem se apatifar, ou serem apatifadas”, diz o escritor Luis Fernando Verissimo, em coluna publicada nesta quinta-feira no jornal Estado de S. Paulo. “É impossível observar o Brasil de hoje sem a sensação de estar assistindo a uma pantomima tragicômica, à decomposição de um Estado que, dissessem o que dissessem de governos anteriores – inclusive os lamentáveis -, mantinha, pelo menos, a linha, o que é mais do que se pode dizer da atuação de Bolsonaro & Filhos no palco do poder”, afirma.

    “O apatifamento de uma nação começa pela degradação do discurso público e pela baixaria como linguagem corriqueira, adotadas nos mais altos níveis de uma sociedade embrutecida. Apatifam-nos pelo exemplo. Milícias armadas impõem sua lei do mais forte e mais assassinos com licença tácita para matar. Há uma guerra aberta com a área de cultura e a ameaça de um retrocesso obscurantista nas prioridades de um governo que ainda não aceitou Copérnico, o que dirá Darwin. Aumentam os cortes de gastos sociais, além de cortes em direitos históricos dos trabalhadores. Aumenta a defloração da Amazônia. Aumentam as ameaças à imprensa”, aponta ainda o escritor.
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  6. É a esta jornalista, de 44 anos (em abril fará 45 anos) que Hans River, este bandido covarde pretendeu atacar, dizendo que ela se prostituía para lograr êxito em seus intentos profissionais, e que se ofereceu sexualmente a este caluniador para obter informações ?

    Ora, até onde irá a sordidez de um canalha ? Basta vermos o currículo da jornalista, suas premiações, reportagens feitas em vários países do mundo, e altamente laureada, para colocar por terra esta calúnia do bandido Hans River.

    Fonte: Wikipédia – A Enciclopédia Livre

    Patrícia Toledo de Campos Mello (São Paulo, 6 de abril de 1974) é uma jornalista e escritora brasileira. É repórter e colunista da Folha de S.Paulo; por sua atuação, recebeu em 2019 o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do Comitê para proteção de Jornalistas (CPJ),[1] recebeu em 2016 o Troféu Mulher Imprensa.[2] Em 2017, recebeu o Prêmio Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV). E em 2018, recebeu o Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha e o V Prêmio Petrobras de Jornalismo.[3] É comentarista da Band e Band News.[4] Foi enviada especial em áreas de conflito, como a Síria e a Serra Leoa.[5]

    CARREIRA E FORMAÇÃO

    Tem formação em Jornalismo pela USP e mestrado em Business and Economic Reporting pela Universidade de Nova York, com bolsa de estudos. É autora de “Lua de Mel em Kobane”, livro publicado pela Companhia das Letras e “Índia – da miséria à potência” pela Editora Planeta.[4] É senior fellow do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI).[6]

    Cobertura internacional

    De 2006 a 2010, foi correspondente em Washington pelo Estado de S. Paulo. Cobriu a crise econômica americana, a guerra do Afeganistão, as eleições de 2008, 2012, 2016.

    Na Casa Branca, entrevistou o presidente George W Bush. Também cobriu os atentados de 11 de setembro de 2001. Idealizou o premiado projeto “Mundo de Muros”, especial multimídia sobre a crise das migrações feito em quatro continentes.[7]

    Esteve diversas vezes na Síria, Iraque, Turquia, Líbia, Líbano e Quênia fazendo reportagens sobre os refugiados e a guerra.

    É autora do livro “Lua de Mel em Kobane”, da Companhia das Letras, sobre um casal de sírios sobrevivendo do cerco do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que ela conheceu na Síria.[8][9][10] Foi também a única repórter brasileira que, em 2014 e 2015, cobriu a epidemia de ebola em Serra Leoa.[4]

    Eleições de 2018

    Ver artigo principal: “Eleição presidencial no Brasil em 2018”

    A jornalista ganhou destaque no contexto da eleição presidencial no Brasil em 2018 ao assinar uma reportagem sobre supostos crimes eleitorais na campanha do candidato Jair Bolsonaro.[11] Ela publicou que havia financiamentos ilegais à campanha de Bolsonaro em redes sociais realizados por empresários partidários. Por sua reportagem, foi alvo de perseguições e ataques de ódio.[12]

    Foi citada na escolha de Pessoa do Ano da revista Time como jornalista vítima de perseguição.[13][14] A reportagem também sofreu críticas por não apresentar evidências do financiamento ilegal.

    Posteriormente, em resposta a um questionamento do Tribunal Superior Eleitoral, comunicados das principais redes sociais alegaram que a campanha de Bolsonaro não comprou impulsionamento de conteúdo.[15][16]

    No entanto, essas mesmas redes sociais se negaram a fornecer informações quanto ao financiamento de impulsionamento de conteúdo por parte de empresários e empresas ligadas a Bolsonaro, objeto da matéria realizada por Mello.[17] Em junho, publicou mais duas reportagens sobre o uso de WhatsApp durante as eleições, desta vez, com agências de marketing estrangeiras.[18]

    Em julho, nove meses após a abertura de investigações sobre o uso ilegal de disparos de WhatsApp na eleição de 2018, nem um único suspeito havia sido ouvido pela polícia.[19]

    Em setembro de 2019, quase um ano depois da campanha eleitoral, o WhatsApp admitiu pela primeira vez que a eleição brasileira de 2018 teve uso ilegal de envios maciços de mensagens, com sistemas automatizados contratados de empresas.[20]

    Controvérsias

    Fala de Jair Bolsonaro

    Em 18 de fevereiro de 2020, durante uma entrevista a um grupo de simpatizantes em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente da República Jair Messias Bolsonaro a insulta com insinuação sexual: “Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim.” O depoimento à CPMI ao qual o presidente se referia era de Hans River do Rio Nascimento, que trabalhou para a Yacows, empresa especializada em marketing digital, durante a campanha eleitoral de 2018.

    Diversos partidos e políticos e por entidades jornalísticas, que consideraram a fala um ataque à democracia, repudiaram a atitude do presidente. A Associação Brasileira de Imprensa chamou a agressão de “covarde” e pediu à Procuradoria-Geral da República que denunciasse Bolsonaro por quebra de decoro.[21]

    Prêmios

    Troféu Mulher Imprensa, 2016.
    Prêmio Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV), 2017.[22]
    Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, 2018.[23]
    Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, 2018.[24]
    Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do Comitê de Proteção de Jornalistas – International Press Freedom Award – Committee to Protect Journalists (CPJ), 2019.[25]
    Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, 2019.[26]

  7. Caro Chicão,
    Estamos vivendo uma grande anarquia, pode-se falar o que quiser, contra qualquer um. Pode-se jogar uma retroescavadeira com total instinto assassino encima de pessoas. Independentemente se elas estavam certas ou erradas.
    Ora, se o boquirroto xinga todo mundo, então, perdemos o limite pra tudo.
    Pode-se matar, pra eliminar arquivos. Setenta policias executaram o miliciano. Verdadeira pena de morte. EXECUÇÃO À LUZ DO DIA!

    igual que o paredón do fidel.

    O pior é que nada acontece, a lei está totalmente na mão dos corruptos, dos venais, dos nefastos. Vivem a bradar que estamos numa democracia… imagine se não estivéssemos…

    Pergunto: DEMOCRACIA PRA QUEM, CARAS PALIDAS??

    O país está desanimador, sabe porque?
    Porque temos certeza absoluta que nada acontecerá.
    Estamos vivendo uma barbárie moral e ética sem precedentes.
    O país está ESCROTO, governado por gente ESCROTA e um povo fraco de cabeça e, acima de tudo covarde.

    Como vamos sobreviver se até a anarquia precisa de regras?
    Ou seja, somos pior que um país anárquico. NÃO SOMOS NADA!!

    Regredimos muito, estamos no caos!!
    Transformaram isto aqui em terra de ninguém, a lei do mais forte, a lei pertence àqueles que estão no poder.

    Chicão, não se vê mais luz no final do túnel. Estamos num país de MERDA, comandados por gente vil, por ladrões de toda espécie.

    Portanto, nas urnas este país jamais será mudado. Os ESCROTOS sapateiam com vontade na nossa cabeça e bradam que estamos numa democracia.
    PQP!! É o fim!
    A nação está a míngua!!

    Um forte abraço, e muita saúde pra aturar toda esta doença.

    • Espectro, meu caro,

      Comungamos do mesmo pensamento com relação à situação do Brasil, hoje deixando de lado a ética, a moral, a decência, honra, dignidade, seriedade … um imenso território com diferenças sociais maiores até que esta nação de dimensões continentais!

      Se a anarquia seria o regime mais sofisticado, primoroso, de total e plena liberdade para o indivíduo – uma pena que a palavra foi deteriorada com o tempo -, os brasileiros conhecem a anarquia como sinônimo de desentendimento, desavenças, desobediências, agressões, ataques pessoais, insultos, e tendo como guia a imbatível corrupção!

      Ora, se as nossas ditas autoridades nos alimentam diariamente com péssimos exemplos, comportamentos abjetos, traições, roubos, autoritarismo, privilégios, o povo decididamente não suporta mais sustentar esta corja que nos comanda, pois perdulária, arrogante, inútil e anárquica!

      Che, o que os parlamentares ofendem Bosonaro em plenário, incluindo a sua família, toda a oposição deveria perder o mandato pela escancarada falta de decoro.
      Mas, escudados pela canalha lei da imunidade parlamentar, tão deteriorada quanto a anarquia, os poderes se sentem não só donos do país, como se regozijam em nos considerar escravos!!!

      Como espécies de 007 com licença para matar, nossos representantes mais nos lesam, prejudicam e roubam, que trabalhar em prol do cidadão, hoje desempregado, pobre, miserável e sem qualquer futuro.

      Espectro, pensa comigo, por favor, imagina, projeta a tua mente brilhante: caso fosse uma pessoa que sentindo-se ofendida, resolve subir em um trator e partir para cima dos … parlamentares?!
      O que aconteceria e como seriam as manchetes em letras garrafais?

      A meu ver, TERRORISTA atenta contra a vida de congressistas, matando a democracia!

      O cara teria sido fuzilado impiedosamente sem colocar uma roda do trator na grama em frente ao antro de venais!!!

      “O parlamento está reunido neste exato momento, para implantar a pena de morte contra as pessoas que investirem contra as autoridades!”

      Mas, trata-se de um senador, um indivíduo acima de qualquer suspeita, de conduta ilibada, que defendeu o povo contra maus policiais que ganham salários milionários, então a atitude do heroico político foi memorável!!!

      Espectro, o país acabou.
      Não há mais como recolocá-lo nos trilhos.
      Não há guindaste em cima de trilhos que possa erguer a locomotiva Brasil, atolada profundamente entre os dormentes e a base onde a ferrovia foi construída.

      Tornamo-nos um povo e nação perdidos, sem rumo, sem objetivo, sem planos para o dia de amanhã, quanto mais para o futuro distante.

      Forte abraço.
      Saúde.

  8. Caro, se desde o primeiro depoimento o “disparador” caluniou a honrada, digna e respeitadíssima profissional petelha porque a mesma não levou o caluniador às barras do tribunal? Somente agora, quando a armação da Folha e da corja petralha foi publicamente desmascarada (ao vivo e a cores), os vermébiles (_não_ é o seu caso) tomam as dores da jornalista (que, por sinal, está encolhidinha em seu canto)? O objetivo é desviar o foco da tentativa de golpe, perpetrada pela Folha de São Paulo, que forjou uma reportagem para impugnar a candidatura do vencedor das eleições (e foi tentado, o depoimento do Hans ao MPE comprova isso). Pra saber quem é quem nessa treta, a tal da CPMI deveria fazer uma acareação entre a jornalista e o seu acusador.

    • Vicente,

      Independente de a verdade vir à tona adulterada ou legítima, a questão é a acusação feita contra a jornalista, que jamais irá resgatar a suia dignidade pessoal e profissional!

      Vou mais longe:
      Mesmo que tenha havido esse “assédio” como o depoente afirmou, a sua condição de homem deveria omitir essa situação particularíssima entre ambos.

      Que nada!

      O cara agiu como o tresloucado Cid Gomes, e passou com o trator em cima da moça impiedosamente!

      Observa que anulo toda e qualquer questão política, para me dedicar ao ataque sofrido pela mulher.

      Abraço.

  9. Vendo, não sei se você é jornalista ou advogado. Qualquer caso quem acusa deve provar. Você está prejulgando sem a devida apuração. É a palavra dele cobtra a da jornalista. Pesa muito contra ela de ter dito que é petista, lulista e trabalha na Folha. Por esses motivos vejo que a razão deve estar com o rapaz. Quem pode confiar nela?

    • Prezado Sr. Augusto, Não é uma questão de confiar na repórter. Se ele não tem provas, o que acho difícil que as tenha, então, como bom cavalheiro, que fique calado.
      Simples assim.
      Cordialmente.

    • Prezado Augusto,

      Generalizaste para valer, mostrando até mesmo um certo preconceito com toda a pessoa que se diz petista, mesmo não sendo parlamentar.

      Não sou advogado ou jornalista.
      Apenas um velho que concluiu o Ensino Médio aos sessenta anos, uma década atrás.
      Mesmo eu sendo um reconhecido ignorante e pertencer à plebe ignara em consequência, o acusador – Hans – disse que a jornalista se insinuara para ele, que deduziu um encontro íntimo para que ela obtivesse informações para um furo jornalístico!

      Acareação para quê?
      O cara arrasou com a moral, honra e dignidade da mulher PUBLICAMENTE, que ainda será mais exposta à execração de todos com esta modalidade, de SE DESCOBRIR a verdade, pois duas pessoas frente à frente não significa que a realidade virá à tona.

      Nesse meio tempo, a moça corre atrás do seu conceito violentado, e que jamais vai conseguir remontá-lo como anteriormente!

      E sou que estou prejulgando?!

      Agora, depois desta tua afirmação que, “… Pesa muito contra ela de ter dito que é petista, lulista e trabalha na Folha. Por esses motivos vejo que a razão deve estar com o rapaz. Quem pode confiar nela?”

      Che, por se tratar de uma mulher, eu confio na moça, e repudio o que disse o Hans, para mim um canalha!
      Independente de ela ser petista ou não, se trabalha na Folha ou no Galho ou na Árvore, não se age assim com uma mulher, no meu conceito

      Hans não foi homem, mas um macho qualquer, um desclassificado.

  10. Caro Bendl, como comentarista respeitado que és, e com seus textos na T.I., acho que seria interessante sempre deixar a possibilidade de que aquilo que você não acredita que aconteceu, pode ter acontecido. Deixe sempre uma porta aberta para para o imponderável. E se aconteceu o que o rapaz disse que aconteceu? No mais, um abraço.

    • Geraldo, meu prezado,

      Não se trata de eu acreditar ou não no episódio divulgado pelo Hans.
      Mesmo que supostamente ele tenha dito a verdade, a jornalista jamais terá a sua dignidade pessoal e profissional de volta!

      Muito menos ajudará depois, sem conseguir provar a sua acusação, que a mulher será então perdoada e a sua honra voltará inteira para a sua pessoa.

      O que este indivíduo fez foi um crime, pois não há como provar aquilo que ele imaginou como estratégia da jornalista para lograr êxito na sua intenção.

      Mas, esse é o meu pensamento, apesar de eu ter no fundo do meu coração a CERTEZA que estou certo nos meus comentários e artigo em tela.

      Abração.

      • Caro Chico,

        Penso como o colega Geraldo, entendo suas motivações, porém acho que estás sendo um tanto precipitado em suas afirmações.

        Sou pai de uma menina e um menino, e pode ter certeza que odiaria se o ocorrido fosse com ela. Independente disso, penso que o mais importante é investigar.

        Há 2 conclusões possíveis: o cara mentiu ou disse a verdade. Em caso de mentira, há todo um aparato legal que pode ser usado por ela para fazê-lo pagar pelo seu crime. Isso não a desonra eternamente, como você afirma, pelo contrário, se ele não provar que ela fez o que disse que fez, isso a fortalecerá, e não tenha dúvida que a máquina da imprensa fará o trabalho de divulgar o fato.

        Se o que o cidadão disse for verdade (como diz Geraldo, considere a possibilidade), por mais que isso chateie a nós como pai ou avô, a verdade não merece ser condenada. Pode ser uma verdade inconveniente, ou utilizada de maneira inconveniente, mas o desenrolar da história seria consequência de tal atitude. Minha filha tem 10 anos e desde sempre eu a ensino que tudo que se faz na vida tem consequências, às vezes até desproporcionais.

        Alguém já comentou e eu relembro: imagine se a acusação viesse na linha inversa? o cara já estaria preso por assédio. Infelizmente, a mulher desde sempre foi subjulgada, e hoje que há possibilidade de ser tratada com igualdade e o respeito que merece, algumas (não estou dizendo que é o caso da jornalista) utilizam-se da postura de vítima e agem de maneira criminosa.

        No fim, o importante é não julgar, nem a moça pelo que é acusada, nem o rapaz, condenando-o por talvez estar falando a verdade. Não há crime no que o rapaz fez desde que possa provar, apesar de ser extremamente grosseiro.

        • Meu prezado Beleze,

          Che, que comentário este teu!

          Minha reverência pelas tuas palavras sinceras como avô, que também detenho essa bênção divina.

          Parabenizo-te pela educação que tens dado à tua amada filha, comportamento digno de um pai, marido e cidadão.

          Vou tentar me fazer entender, sem querer contestar quem pensa diferente de mim.
          Observa que não estou impondo a minha opinião, pois respeito quem pensa o contrário; tampouco estamos debatendo quem disse a verdade ou quem mentiu; muito menos se a jornalista é do PT ou odeia o partido.

          Centralizo as minhas observações Beleze, apenas e tão somente no aspecto moral, de a mulher ter sido publicamente chamada de “fácil” ou coisa que o valha, para conseguir o seu objetivo.

          Sobre este detalhe que me baseio para dizer que considero o Hans um canalha!
          Se mentiu ou disse a verdade; se depois vai se descobrir quem tem ou não razão, eu me prendo à difamação praticada contra a mulher, muito antes de ela ser jornalista, petista ou seja lá o que for!

          Talvez eu não tenha dito explicitamente ainda, então te agradeço a oportunidade, que estou me fixando no terreno sentimental, paternal, que a mulher não pode ser tão depreciada em público como agiu Hans no seu depoimento à “comichão” ou teatro dos parlamentares, aliás, de péssima qualidade, como tem sido qualquer ato do antro de venais!

          Dito isso, meu caro Beleze, eis os motivos do meu artigo e comentários como respostas e consideração aos meus colegas:
          a minha posição como homem, que deve sempre, em quaisquer circunstâncias, respeitar a mulher, seja ela criminosa, ladra, estelionatária, até mesmo como parlamentar, um tipo de crime gravíssimo!

          Portanto, eis o que penso sobre este lamentável episódio.
          Nessas alturas, convenhamos, mas a normalidade em se tratando de políticos, a ralé da sociedade, a sua parte podre.

          Forte abraço.
          Saúde.

          • Plenamente compreensível teu sentimento, caro Chico! Eu como pai amo incondicionalmente, imagino quando avô, pai duas vezes!

            Ainda não tenho o privilégio de carregar os anos que já disse que tens (é uma bênção), mas sou da escola antiga, também concordo que a mulher deve sempre ser respeitada, mesmo as que não se fazem respeitar.

            Nosso debate tem se prendido mais nos fatos, talvez por isso a divergência. Olhando com olhos paternos, é realmente lamentável.

            Forte abraço!

          • Caríssimo,

            Beleze, acertaste na mosca!

            Isso que eu queria ler:
            de fato deixei de lado as circunstâncias, e me dediquei exclusivamente à questão sentimental, ética e moral!

            Outro abraço, meu caro amigo.
            Mais saúde.

  11. Boa noite, seus machistas, inconsequentes.
    Vcs condenam pobre e p…
    Mulher é mãe e todas são santinhas principalmente as petistas de g….duro. Se a de vcs é santa, nem todas a são. O rapaz por pior que seja merece o beneficio da dúvida vcs sabem muito bem disso.
    Bendl a quem respeito e admiro, deveria no meu entender falar com a razão e não com o fígado.
    Por isso mudei de país, aqui neste, só gado marcado e feliz.
    Há tempos não vejo a TI, mas, a condenação prematura de um ser humano é inconcebível.
    Não sendo pobre, p… e desempregado, e se for mulher todos são inocentes, neste pais das maravilhas.
    Perdoem-me ter sido grosseiro, mas foi a defesa de uma mulher fora de qualquer suspeita pelo sr. Bendl, que me indignou.
    Paz e saúde a todos.

    • Caliman – Portugal,

      Em princípio, fizeste bem ter saído do Brasil, sinal que tens condições financeiras e deves ser um profissional brilhante na tua área.

      Neste país do faz de conta, uma espécie de Alice no País das Maravilhas, porém somente para as castas do judiciário e legislativo, o povo está desempregado, endividado, pobre e miserável, e sem direito à saúde, segurança e educação, pelo fato de a arrecadação de impostos ser canalizada para sustentar privilégios e salários milionários dessa turma de nababos.

      Diante dessa tragédia que nos tem consumido como povo, Estado, País, Estado e Nação, este caos interminável de total ausência de ética e moral de nossas autoridades e instituições – imagino qual seria a repercussão em Portugal e países adjacentes, se um senador a bordo de um trator investisse contra pessoas, e com o intuito de matá-las -, pelo menos um que outro homem nesta terra ainda considera a mulher como sempre deveria ser, ou seja, com respeito e educação.

      Se eu te indignei com a defesa que faço da honra e dignidade da jornalista jogada no lixo pelo Hans, fico contente, confesso, pois apesar dos problemas que nos afligem, existem aqueles que não admitem que a mulher seja maltratada, exposta, colocada à execração pública como alegação de defesa do acusado.

      Outra situação que mencionaste e mal, deturpada e até mesmo preconceituosa:
      “Boa noite, seus machistas, inconsequentes.
      Vcs condenam pobre e p…
      Mulher é mãe e todas são santinhas principalmente as petistas de g….duro. Se a de vcs é santa, nem todas a são.”

      Caliman, mulher e homem são seres humanos;
      Ambos erram e acertam;
      um ou outro pode sair da linha, ultrapassar os limites impostos pela sociedade nas leis que ela elaborou em defesa dela mesma;
      MAS, o homem NÃO PODE tratar a mulher como objeto de prazer, como uma pessoa qualquer, que o homem pode explorar, manipular, agredir e culpar pela sua incompetência ou vida deprimente!

      Sempre, independente de ser negra, prostituta, branca, parda, indígena, amarela, feia, bonita, alta, magra, gorda, elegante, desajeitada, carinhosa, ríspida, decente, indecente … a mulher deve ser respeitada e reverenciada, NA MINHA OPINIÃO!

      Vou mais longe:
      A humanidade não mais existiria se a mulher não impedisse que o homem utilizasse toda a sua crueldade, o monstro em banho-maria, a besta bíblica, que somos!

      Che, a mulher tem sido tão absolutamente vital para a espécie humana, que o seu calor, cheiro, sensualidade, a atração física que nos ocasiona, as suas curvas, o seu gingado, a sua voz, as suas mãos, cabelos, gestos comedidos, suas reentrâncias e protuberâncias, que se começarmos a tratar a mulher como algo comum como é o homem, adeus, tia Chica!

      Vamos respeitar quem, se a mãe dos nossos filhos, a nossa mãe, irmã, sogra, tia, prima, avó, amiga, a nossa confidente, decidirmos que nada disso mais tem valor, pois agora é pão pão, queijo queijo!?

      Lamento se te deixei indignado, Colliman – mas estás em Portugal, distante do convívio de brasileiros que não são machistas como nos acusaste, pelo contrário -, porém esta é a minha opinião, o meu entendimento, a minha análise pessoal sobre este episódio.

      Não quero que concordem comigo ou não, pois não estou debatendo quem tem ou não razão, quem diz a verdade ou está mentindo, nada disso.
      Fixo-me na honra e dignidade da mulher, que foi ferida, ultrajada pelo Hans, indiretamente também pelo palhaço que presidia a peça teatral de péssima qualidade, que deixou que o nome da jornalista fosse enxovalhado de forma tão decadente e imperdoável.

      Aproveita a vida na “terrinha”;
      Bebe os bons vinhos do Porto;
      Te delicia com bacalhau, o azeite de oliva, especialidades portuguesas;
      Ouve o fado, cantado com o coração, música de saudade, de paixão, de amores que não mais existem.

      Quem sabe amanhã, no Brasil, caso decidirmos tratar as mulheres como fazemos entre nós, os homens, não tenhamos de cantar ou declamar ou lastimar ou chorar amargamente, o abandono das mulheres, que não mais nos querem porque as maltratamos, não as protegemos, não as preservamos de predadores!

      Manda um postal, Caliman.

      • “Em princípio, fizeste bem ter saído do Brasil, sinal que tens condições”

        Certa vez, eu ganhei uma vaga de emprego, após a avaliadora da “dinâmica de grupo” me perguntar : “Seu avô veio para o Brasil fugindo da guerra?”.
        Respondi : Não, ele esperou a guerra acabar, e só em 1926, escolheu vir para aqui, transformar o Brasil no melhor País do mundo”.

        PS piadinha: Você tá dormindo na trincheira ?

  12. “””Em outras palavras: o Brasil ouviu que essa jornalista se prostituía para lograr êxito nos seus intentos profissionais!”””

    Você é que está dizendo isso.
    Ele (Hans) disse que ela se insinuou só (SÓ) para ele.

    E outra; ela como jornalista tem (é da profissão) como característica se passar por vagabunda, corrupta, ladra (para que possa ludibriar o criminoso).

  13. Piadinha da piadinha – Imagine, se ela fosse sua filha.

    Ao chegar em casa, você pergunta para ela : “Filha, o cara disse que você é prostituta, é verdade ?

    ELA – Não pai, eu só disse isso para enganar mais um pobre negro brasileiro.

    VOCÊ – Ai, tudo bem filha, tentar enganar um criminoso, faz parte da profissão. E as falcatruas de mentir sobre as informações e declarações que ele te deu, e fazer uma reportagem falsa ?

    ELA – Ah pai, isso eu confesso que fiz.

    VOCÊ – Essa é minha menina.

    • Fato (historia real).
      Você nem dormiu. Caiu no golpe (estratégia). Postou a ultima “nada haver” as 1:40; e no mesmo dia, já estava as 7 da manha, mal dormido, mal alimentado e respondendo “nada haver” com o intelecto baixo (como quem não dormiu nem se alimentou direito).

      Aprendi isso com meu Avô.

    • Fato.
      Meu avô dormiu em uma trincheira (na hora errada), após 11 dias acordado (os “inimigos” soltavam apitos e gritos de ataque, de 30 em 30 minutos). Após ele acordar (sufocado pela lama e corpos mutilados), ele guardou suas insígnias que podiam identifica-lo (já estava todo coberto de lama e sangue), e voltou para o seu regimento.
      PSpiadinha: você tá dormindo na trincheira ?

  14. Caro Bendl,

    não sei se leste e ouviste as gravações e os “prints” dos diálogos no whats a respeito desse caso.
    Demonstra cabalmente que o cidadão Hans River mentiu nos seus depoimentos. Por que fez isso? Eis a questão.

    Continuo achando que a investigação de notícias falsas é uma tremenda bobagem.

    • Meu conterrâneo, Vidal,

      Obrigado pelo comentário, que enaltece o artigo em tela, diante da tua inteligência, conhecimentos, cultura e discernimento.

      Mas, eu te pergunto:
      O que faz de útil o antro de venais, vulgo congresso nacional?
      NADA!

      Os naturais predadores do povo e do país precisam mostrar que “trabalham”, que produzem, que querem uma nação “honrada”.
      Que forma encontraram para provar as suas intenções tão meritórias?
      Exatamente como escreveste:
      “investigando” notícias falsas!!!!

      Che, só pode ser piada.
      Então eu constituo uma tal de cpi para apurar se comentários, boatos, intrigas, devem ser elucidadas???!!!
      E para concluir depois de semanas apresentando um peça teatral deprimente e de péssima qualidade, mau gosto e ofensa aos espectadores, que o falso era mesmo falso!!!???

      Não me lembro o autor da frase que “o Brasil é o país da piada pronta”, mas acertou na mosca.
      Com tantas áreas necessitando de atenção, medidas, aprovação de projetos engavetados, e os parlamentares saem no tapa, na agressão uns contra os outros, pelo fato de ansiarem saber a origem desses disparados??

      Pois está neles mesmos a exegese dos fatos, um antro de venais, bando de corruptos, cambada de desonestos, quadrilhas de ladrões!!!

      Abração, gaudério.

  15. KKK depois desta histeria toda, e se o cara provar o que está dizendo, vão mudar de ideia a respeito da ultrajada jornalista? A “presunção” de inocência neste caso não existe, o cara já foi julgado culpado. Será que vai apelar para o Gilmar Mendes?

  16. skeleton,

    Hans não foi julgado e condenado, por favor!

    Ele difamou uma mulher publicamente, em cores e ao vivo para todo o Brasil.

    O que faço é repudiar o ato do canalha, só isso.
    E não se trata de eu o julgar e sentenciar que é culpado, nada disso.
    Foi ele quem ofendeu a honra e a dignidade da mulher, muito antes de ser jornalista ou exercesse a função que tivesse.

    Logo, Hans foi quem julgou e sentenciou a profissional chafurdar na lama da imoralidade, da falta de caráter, de não medir esforços para conseguir seus objetivos!

    Hans não estava em julgamento, mas prestava um depoimento. E foi no que afirmou aos patetas e canastrões parlamentares, que a mulher se insinuara para ele, de modo a lograr êxito na sua intenção de apresentar um furo jornalístico!

    Não existe aqui a tal presunção da inocência.
    Hans simplesmente disse para quem quisesse ouvir e ver, que a mulher não valia nada.
    O depoente, sim, acusou formalmente a jornalista de má conduta ética, profissional e pessoal, sem lhe conceder exatamente a presunção da inocência!!!

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