Helio Fernandes esportivo. Luxemburgo sempre disse: “O Flamengo está na final”. Invicto sem vencer, agora o time está invicto nos pênaltis. Como batem mal.

Thiago Neves teve oportunidade de pagar um terço do que custou, classificando o time, jogou em cima do goleiro. O Fluminense, com a chance de ir para a final e os jogadores novamente chamados de “heróis”, perdeu o gol e a classificação. Só que o batedor não é estrela como Thiago e Ronaldinho Gaúcho.

Pode ser Vasco e Flamengo duplo. Domingo, se o Flamengo vencer, bingo. Se a vitória for do Vasco, pode arriscar “outro cartão”, de graça.

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SEM SURPRESAS NOS ESTADOS

Os grandes ganharam no mata-mata e no mata ou morre. Os outros? Figurantes. Santos e Corintians estavam entre os finalistas, apesar da vitoria tímida e sofrida. Ontem foi a vez do São Paulo (muito bem) e do Palmeiras.

Atlético e Cruzeiro em Minas, Internacional e Grêmio no Rio Grande do Sul. O time de Falcão, facilmente, o de Renato Gaúcho, como sempre, com  muita sorte e pouco jogo.

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MÉDIA DE 5 MIL POR JOGO

Esse número foi em São Paulo. Melhorou um pouco nas finais, só um pouco. No Fla-Flu de ontem, 23 mil pagantes. Na véspera, Vasco e Olaria, 30 mil. O que adiantou disputarem (?) meses e meses. O resultado? O que todos esperavam. Ou mudam a formula dos campeonatos, ou ficam na média de 5 mil por jogo.

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