Helio Fernandes esportivo: o Vôlei Futuro perdeu na quadra ou na estrada? Na quadra, a estrada, ultrapassada e desengarrafada.

O time do extraordinário William Carvalho, da “geração de prata”, começou entusiasmado e empolgado. Na primeira parada obrigatória, 8 a 5, na segunda, 16 a 12. Apesar do desperdício incrível dos saques, fizeram 20 a 16 e 21 a 17.

Inesperadamente pararam, o Osasco fez cinco pontos seguidos, passou a 22 a 21. O Futuro não pôde reagir, o Osasco venceu, 25 a 23, sem susto.

O segundo set, facílimo para Osasco, não perderam o ritmo, o Vôlei Futuro não reagiu. O terceiro set chegou a 9 a 3 para o Osasco, William pediu tempo, o placar virou para 10 a 9. Mas o Futuro continuou jogando os saques para fora. E o Osasco teve duas bolas que bateram na rede e caírem no lado adversário, nada a fazer.

Depois, Paula Pequeno, craquíssima, bate cabeça com uma companheira numa bola facílima, mais 1 ponto para o Osasco. E como tudo dava certo para o Osasco, o árbitro trocou um ponto do Futuro para o Osasco, ninguém acreditou.

Terminou o primeiro jogo, faltam dois, lógico não há nada resolvido. Mas o Futuro podia ter invertido o resultado de ontem.

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FLAMENGO, IMPREVIDÊNCIA  NO HORIZONTE

Wanderley Luxemburgo nao entendeu nada no primeiro tempo. Fez 1 a 0 logo, logo, nao acreditava no empate. E por causa de um jogador no qual jamais ouvira falar, e foi do meio do campo, só parado com penalti.

Como o empate continuou, o horizonte expectativa, se transformou numa cidade fantasma, a Horizonte que poucos conhecem. Com 33 mil habitantes, 30 mil deles flamenguistas.

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FALCÃO LIBERTA O INTER

Depois da vitoria no estadual, estreou na Libertadores, um dos campeonatos mais importantes do mundo. Venceu por 2 a 0, se classificou em primeiro lugar. Grande jogador (“Rei de Roma”, durante anos), comentarista excelente, parou quando quis.

Já podia ter se realizado como treinador se não tivesse sido enganado por Ricardo Teixeira. Afirmação deste na época: “Vou à Suíça só para contratar o Falcão”. Contratou e logo intrigou-o. Aos 57 anos, Falcão pode se destacar no clube onde é ídolo. (Para minha satisfação).

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SANTOS CLASSIFICADÍSSIMO

É impossível jogar futebol dessa maneira. Os jogadores do Tachira levaram 4 cartões amarelos, deviam receber 20. Ou então, um a cada jogada. O Santos fez 2 a 0, se garantiu e tentou preservar as pernas.

Aos 32 minutos, o quinto amarelo, que como os outros devia ser vermelho direto. E quase todos visavam Neymar, que levou soco na barriga, tapa na cara, derrubado em quase todos os momentos. E o árbitro rindo.

Ontem, horas antes do jogo, escrevendo pela manhã, dizia: “Haja o que houver, o Santos se classifica, até que perdendo, só que não perde”. Não perdeu, ganhou apesar do árbitro, criminoso.

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“ÁRBITRO” SALVA O AVAÍ

NO Rio, o Avaí praticamente se classificava, ia vencendo por 2  a 0. O Botafogo empatou, melhorou muito, mas precisava vencer em Florianópolis, pelo menos, por 1 a 0. E fez o gol, sempre com Loco Abreu.

Assim que o Avaí perdia, o comandante do policiamento, ordenou: “Cerquem o técnico do Avaí”. Aos 42 minutos o arbitro marcou um pênalti que não existiu, o Avai empatou, o mesmo comandante policial determinou, “não precisam mais policiamento para o técnico”.

 O Botafogo não se conformou com o penalti, uma briga total explodiu, o tecnico do Avaí, Silas, ex-jogador da seleção brasileira, entrou em campo para tentar evitar briga maior. Ele é seríssimo, não tem nada a ver com o pênalti.

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