Hoje, há 1 ano, Obama era eleito em plena crise, nada melhorou

Enquanto “analistas e especialistas” dos jornalões, lembravam que o presidente americano está perto de completar 1 ano de governo, esqueciam que em 4 de novembro ele chegava à Casa Branca. Está bem, caminhava para lá por ter vencido a eleição.

Neste dia rigorosamente Histórico por tudo que Obama representa e na certa representará, o FED (Banco Central da matriz) decidiu e anunciou: “A taxa de juro continua em “0,25%”. E acrescentava, confundindo otimistas e pessimistas crônicos: “Essa taxa vai ficar (durar, a palavra usada) por um longo tempo”.

Isso, textual, leva inicialmente a uma comparação com a Filial: OS JUROS NO BRASIL, ESTÃO 34 VEZES MAIORES DO QUE OS JUROS FIXADOS PELO FED.

Os juros agem sobre a economia de forma diferente na Filial e na Matriz? 34 vezes mais alta aqui e logicamente 34 vezes mais baixa lá, representam fatores diferentes? Conversei com economistas, que me disseram, textualmente: “Helio, isso significa que estão acreditando em MAIS inflação”. Outros, também economistas, também tendo passado pelo BC, também especialistas, não esconderam: “Helio, devem estar de posse de dados que mostram que a inflação está “domada e dominada”, não assusta”.

Lembremos: os economistas brasileiros, participando de governos (este ou outros) justificavam juros altos, assim: “não podemos reduzir os juros, se reduzirmos muito, a inflação voltará na certa”.

Se não entenderam, protestem.

E ainda há mais, neste 4 de novembro, quando mesmo sem o voto obrigatório, o povo dos EUA elegia Obama: ele anunciou que até março INVESTIRÁ 1 TRILHÃO, 250 BILHÕES em empresas com dificuldades, que não criaram EMPREGOS. De passagem: o DESEMPREGO nos EUA continua crescendo, não há o que fazer, nem esperança à vista.

Diante disso, qual a importância de registrar que a Bovespa SUBIU mais de 2 por cento, que o Itaú “só ganhou 2 bilhões no trimestre?”. E que a agência Bloomberg, (de propriedade do prefeito de Nova Iorque) está caindo tanto, que a audiência foi de tal maneira reduzida, que agora entrevistam até o presidente do Bradesco, um senhor Trabuco, que não tem nada a dizer porque não sabe e porque o Poder no Bradesco está sempre com “seu” Lazaro Brandão, que o Lula só chama de “meu grande amigo”.

Para terminar: tentando melhorar a audiência, a Bloomberg agora trata com grande insistência, de esportes. Se continuar assim, Michel Bloomberg ainda será prefeito, mas a agência passará para o controle de Hupert Murdoch, o maior gangster da comunicação. (Isto é elogio).

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