Imaginem se um cristão propusesse a retirada no nome da cidade de Exu, em Pernambuco.

Charles Carwal

Apesar de não ser adepto de cultos a imagens ou crucifixos, concordo plenamente com a definição de Percival Puggina de que o Brasil é um Estado laico, não ateu.

O que vão fazer com a nossa Constituição que foi promulgada “sob a proteção de Deus”? Quanto às cédulas do Real, já tem procurador tentando fazer, digamos, essa “lavagem no dinheiro”, para tirar a expressão “Deus seja louvado”.

E o que farão com os nomes dos estados como São Paulo, Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia (que é de todos os santos), além de centenas de cidades brasileiras, avenidas, ruas, becos e vielas que tem nomes de santos da igreja católica ou dos cultos afros? Imagine se fosse um cristão, por exemplo, que propusesse a retirada no nome da cidade de Exu, em Pernambuco.

Tudo isso, meus amigos, no meu modesto entendimento, é a planificação do terreno rumo a implantação do comunismo, que não admite por hipótese alguma a ostentação de símbolos religiosos. Toda veneração deve ser ao líder máximo do sistema.

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