Indonésia não deveria participar da Olimpíada de 2016

 Cardoso Moreira chega à ilha de Nusakambangan, na Indonésia

Repórteres cercam a aAmbulância que levou o corpo de Marco Archer

Jorge Béja

Depois deste assassinato-estatal que a Indonésia cometeu contra o brasileiro Marco Archer, em gravíssima e imperdoável desobediência aos tratados internacionais que acabaram com a pena de morte no mundo… depois do desapreço que o governo indonésia demonstrou aos insistentes apelos do Brasil para que, pelo menos, a vida de Marco fosse poupada… depois do artigo “Fuzilamento do Brasileiro Mostra a Hipocrisia da Indonésia”, que nosso editor jornalista Carlos Newton assinou e publicou neste blog, noticiando ocorrências estarrecedoras nas enxovias indonésias… depois do sentimento de consternação que toma conta do povo brasileiro desde ontem, sábado, é de todo aconselhável que o Joko Widodo (é o presidente da Indonésia) recue perante o Comitê Olímpico Internacional e decida não enviar atletas representantes de seu país para as Olimpíadas-2016 na Cidade do Rio de Janeiro. Ou seja, uma Olímpíada sem a participação da Indonésia.

Não será por causa do risco de hostilidade que atletas indonésios venham ser alvos dos brasileiros. Nada disso, penso. Somos um povo pacífico, cosmopolita e sabemos perdoar, até mesmo quando um brasileiro é oficialmente assassinado por um Estado estrangeiro, embora até chegar as Olimpíadas e para todo e sempre, o sentimento coletivo de revolta não vai desaparecer tão fácil, tão rapidamente, da nossa memória.

ESPÍRITO OLÍMPICO

O que deveria levar o governo indonésio à recusa de participar das Olímpiadas de 2016 é porque o evento ocorrerá justamente no país e na cidade onde Marco Archer nasceu e cresceu, até ser fuzilado pelo estado indonésio. Todo o ocorrido representou outro assassinato ao chamado Espírito Olímpico, bandeira e mote de todas as Olimpíadas. Espírito Olímpico é respeito, solidariedade, excelência, congraçamento. Para Frei Betto “as olimpíadas são o prenúncio de um outro mundo possível, o mundo solidário no qual a humanidade viverá como uma grande família”.

Qual o lastro moral, de solidariedade e de integrar uma grande família, que a Indonésia desfruta para vir à Cidade do Rio de Janeiro participar das Olimpíadas-2016, se no dia de ontem, com arrogância, com sadismo, com desacato às leis internacionais e sem considerar os apelos do Brasil, a Indonésia assassinou, por fuzilamento, um filho da cidade-sede das Oimpíadas-2016?

Na abertura dos jogos teriam os atletas indonésios passos firmes, cabeças erguidas e sorriso nos lábios para desfilar ostentando hasteada a bandeira daquele país? Estamos diante de situação delicada e grave, a ser examinada pelos governos do Rio (Estado e Município), do Brasil, da Indonésia e, principalmente, pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), sempre sensível a tais situações. Tomo emprestado o adjetivo de Carlos Newton para concluir: Indonésia: país hipócrita e que assassinou um carioca não pode participar da Olimpíada-2016 no Rio.

68 thoughts on “Indonésia não deveria participar da Olimpíada de 2016

  1. Desculpe, mas fale por si, não pelo povo brasileiro. Não estamos indignados! Posso até não ser a favor da pena de morte, mas o traficante sabia do risco que estava correndo mas foi ganancioso. Ele não fez outra coisa na vida do que traficar. A morte dele não vai influenciar no tráfico, mas a falta dele também não vai ser sentida nas portas das escolas, nas praias ou bares da cidade, pelo menos não pelos pais preocupados.

    • Teresa, apoiada!! Acho que mais traficantes deveriam ser enviados à Indonésia, isso sim! Quantas famílias são destruídas por estes traficantes? Quantas pessoas morrem em decorrência do vício e os traficantes muitas vezes não são nem presos? Quem está certo é a Indonésia e não o Brasil.

    • Parece que quem está misturando as coisas é você, né? Se não acha que o assassinato do brasileiro não é nenhum desrespeito aos direitos humanos ( o que contraria a ONU e demais organizações mundiais), também não venha falar “como desfilariam os atletas brasileiros”. Sou brasileiro, carioca e orgulhoso de nosso governo federal, com todas as críticas que possam ser imputadas a ele. Mesmo assim, acredito que aperfeiçoamos a democracia e a mantemos não elegendo um senador nota 0, que menos apresentou propostas e mais faltou ao trabalho. Senador esse bastante vinculado a helicópteros e drogas que justamente levaram ao fuzilamento na Indonésia.

  2. Eu já li diversos artigos seus e sempre concordei com sua opinião. Porém com relação a este assunto discordo totalmente de você. Este cidadão sabia dos riscos que ele assumiu, portanto o que aconteceu com ele e totalmente de sua responsabilidade. As drogas no Brasil são responsáveis por diversas penas de morte neste país a cada dia e ninguém abre o bico para falar nada. Esta semana o jornal televisivo para região do vale do Paraíba do Sul deu duas notícias da prisão de um menor de 10 anos traficando drogas e uma senhora de aproximadamente 30 anos e sua filha de 16 anos presas por traficarem cocaína. Olha a cracolândia em São Paulo e a Avenida Brasil e a lina de trens no Rio com a situação degradante de pessoas consumindo crake. Chega de demagogia. Por que a bosta deste país chamada Brasil não isola estes países de terceira categoria que produzem esta porcaria de droga e que esta esta acabando com nossa nação. Em vez de ir a Davos no presidanta prefere ir a Bolívia assistir a posse de um presidente medíocre e que tomou uma refinaria da Petrobras e ela não ficou indignada.

  3. Não apoio posição em defesa de traficante. Por que esse assanhamento todo contra a Indonésia e silêncio com relação à China, EUA. Pensando bem, as autoridades indonésias nos estão fazendo um benefício.

  4. O crime de Marco Archer foi gravíssimo. Mereceu ser punido. É a pena de morte que está em causa, diante das leis internacionais que a extinguiram em todo o mundo. A questão é exclusivamente jurídica e do âmbito do Direito Internacional. Um país que subscreve tratados que abolem a pena de morte e, mesmo assim, a institui na sua ordem jurídica interna, trai os pactos,o contrato que assinou com todas as demais nações do mundo. É o que fez a Indonésia e outros poucos países que ainda resistem à ordem internacional. A questão é jurídica. Não está em causa o crime cometido por Marco Archer.
    Jorge Béja

      • Os atletas não podem ser responsabilizados pelos atos dos governos dos países a que pertencem. Creio, até, que no caso na Indonésia, os atletas não concordam com o pena de morte naquele país, eis que desde 1948 foi abolida do cenário mundial, conforme pacto entre as nações.
        Mas eles, na Olimpíada, representam, no caso, a Indonésia. É a Indonésia — e não os atletas —-
        que participa da Olimpíada. No Quadro de Medalhas não vai aparecer o nome dos atletas, mas do país que representam.
        O procurador-geral da Indonésia está pedindo “que o mundo respeite as leis indonésias”. E o mundo também pede que a Indonésia respeite e cumpra as leis do mundo, as leis internacionais que a própria Indonésia assinou, entre elas, a Declaração Universal dos Direitos do Homem (da Pessoa Humana) que, sem ressalva e sem restrição alguma, proclama como abosluto o Direito à Vida, de um santo ou de um pecador, de um inocente ou de um condenado. E que cumpra também o Tratado de Viena que obriga a prevalência do que dispõe um tratado internacional sobre a legislação interna do país dele signatário.
        Grato por ter lido e comentado o artigo.
        Jorge Béja

    • Concordo com você, não estamos julgando o erro do brasileiro que conhecia os riscos e pagou um preço alto demais.
      O QUE ESTAMOS QUESTIONANDO É QUE A PENA DE MORTE E CONDENADA PELO TRATADO DA ONU QUE TRATA E OBRIGA PAÍSES QUE ASSINARAM O ACORDO CONCORDAM QUE A LEI INTERNACIONAL ESTÁ ACIMA DA LEI INERNO DE UM PAÍS. OUTRO BRASILEIRO ESTÁ NO CORREDOR DA MORTE PARA FEVEREIRO DESTE ANO. VAMOS DEIXAR QUE ESTE PAÍS IDIOTA MATE MAIS UM BRASILEIRO E VENHAM COM SUA DELEGAÇÃO OLÍMPICA PARA A CIDADE DO RIO DE JANEIRO. O desesrespeito é contra ao tratado internacional. E outra a Indonésia não é um país santo pois acuberta terroristas, tá?

  5. Tiraram até o tok tok Garcia do armário para armar outro imbróglio tipo Honduras. Pelo jeito o governo Dilma precisa de uma muleta para desviar a opinião pública do desastre do seu péssimo governo.
    E há os que se prestam à servir de muleta.
    Quem sabe propomos a invasão da Indonésia para acabar com esses “malfeitores” e mudarmos suas Leis (como quisemos fazer com Honduras), uma vez que tiveram a ousadia de fuzilar um traficante (coitadinho) brasileiro? Ainda bem que Fidel Castro nunca fuzilou ninguém, pois se o tivesse feito, teria a veemente crítica do atual governo brasileiro.
    Nossos navios de guerra, para levarem nossos pracinhas, precisam apenas que os EUA nos emprestem alguns rebocadores que os arrastem até lá, pois foram criteriosamente sucateados !!!
    Até agora estou na dúvida se as condolências enviadas pela nossa diplomacia no caso Charlie (França), foram para as famílias dos jornalistas assassinados ou para as famílias dos terroristas também assassinados.

    • Cuba fuzilou em 2003 Lorenzo Copello Castillo, Bárbaro Sevilla García e Jorge Luis Martínez Isaad em 2003.
      Eles foram executados pois sequestraram uma lancha com passageiros e queriam sair de Cuba.

      • José Augusto.
        Como vemos, estão novamente utilizando dois pesos e duas medidas. Cuba pode fuzilar quantos quiserem que não aparece ninguém para colher assinaturas.
        Enquanto isto, em nossas cadeias (Maranhão), os detentos já estão sendo degolados pelos seus “colegas”. Isto também pode e ninguém se mexe para colher assinaturas. Pelo contrário, se o Sir Ney resolver voltar para a política, se elege governador com um pé nas costas. E mais, com o apoio do tok tok Garcia.

  6. Sendo os EUA o segundo país que mais condena a morte, ficando atrás apenas do China,
    embora não lembre de brasileiros condenados nesses dois países, todavia são seres
    humanos iguais ao Marco Archer. Assim sendo, esses dois países deveriam também recusarem
    de participarem das olimpíadas de 2016. Não importa em que país nasceu o condenado a morte,
    somos todos humanos, irmãos. Considero a pena de morte a maneira brutal e terrorista de
    tentar inibir certos tipos de crimes, mas infelizmente diversos países fazem uso da pena de morte,
    cabe ao marginal não dar mole ( como diz a gíria), se der, é muito corajoso ou burro.

  7. Olha, pessoal,
    O Dr.Béja salienta que não está em discussão o crime cometido pelo brasileiro na Indonésia, de traficante de drogas.
    A questão são os acordos internacionais que este país assinou e que descumpre, notadamente com prisioneiros de outras nacionalidades.
    Esta é a questão.
    Em 80, se não me engano, Carter não enviou os americanos à Olimpíada de Moscou, em sinal de protesto pelos Direitos Humanos aviltados na Rússia.
    Quer queiram ou não, a Indonésia cometeu um deslize grave, ao desconsiderar que fazia parte das nações que não se utilizariam da pena de morte e, mesmo assim, desobedeceu os tratados neste sentido.
    A idéia do célebre advogado é interessante, haja vista que a Olimpíada significa congraçamento, união entre os países, enaltecimento ao esporte, à vida, mas como aceitar a Indonésia desfilando com seus atletas em solo brasileiro, se nossos compatriotas são mortos por fuzilamento, em total afronta aos dispositivos internacionais e Direitos Humanos?
    Marco Archer era um traficante, que deveria ser preso à prisão perpétua, na Indonésia, e somente de lá quando morresse.
    Que os habitantes desse país sejam condenados à morte por tráfico mas, os estrangeiros, a Indonésia não poderia dispor de suas vidas como se fossem indonésios, e este é o protesto do Dr.Béja, que me solidarizo e concordo, da mesma forma os holandeses e ingleses que também serão executados.
    Ora, se no Brasil não temos a pena de morte, outro país não tem o direito de matar um compatriota nosso.
    Então, que seja condenado para sempre à prisão e, ainda por cima, exija que o Brasil pague pelas despesas de “custeio” desse preso, talvez uma forma de pressionar as nossas autoridades para sejam mais atentas ao tráfico em nosso próprio solo!

    • Bendl, você disse o que eu não soube e não tive tato e palavras para dizer.
      Grato a todos, pela leitura e envio de comentários, todos elevados e altamente esclarecedores.
      Jorge Béja

    • Bendl
      “Em 80, se não me engano, Carter não enviou os americanos à Olimpíada de Moscou, em sinal de protesto pelos Direitos Humanos aviltados na Rússia”.
      Negativo, foi o protesto pela invasão do Afeganistão pala URSS.
      Agora outra coisa misturar uma olimpíada com um traficante internacional de drogas fica meio esquisito.

      Abs…

      • Obrigado, Sales, pela correção,
        Mas, se não me engano, quem invadiu o Afeganistão foi a Rússia, que eu havia mencionado questões de Direitos Humanos como causa, e não foi.
        De fato, comparar uma invasão de um país pelo outro com tráfico de drogas é absurdo, mas a questão, Sales, é que a Indonésia assinou vários tratados de que não usaria a pena capital para prisioneiros estrangeiros, justamente em respeito aos Direitos Humanos.
        O fato de um brasileiro ter cometido crime na Indonésia, ele não deixa de ser brasileiro, portanto, não poderia ser aplicado a pena de morte, mas a prisão perpétua ou a extradição.
        Um abraço.

      • Teresa,
        Por favor, pena de morte não é política!
        E ninguém está defendendo o Marco, mas os acordos que a Indonésia descumpriu. É sobre esta questão que estamos debatendo.
        Saudações.

    • Aí seria “outra bolsa” ( tráfico e congêneres) no meio de tantas, amigo Bendl. Outro dia, soube que em SP estão implementando a “bolsa travesti” (algo em torno de R$ 800,00). A questão crucial não é a execução, não é a culpa, não é a responsabilidade… A questão é “Respeitar às Leis”. Chega de pantomina! Saudações!

      • Souzza,
        A questão de o Brasil arcar com a despesa de sustento do preso em outro país por tráfico foi apenas retórica.
        O problema se resume aos acordos não obedecidos pela Indonésia, que não poderia ter executado o brasileiro e demais estrangeiros como fez sábado último.
        Um abraço.

  8. Sou contra a pena de morte. Posso até entendê-la quando aplicada a homicídios dolosos qualificados, mas, ainda assim, vejo a ritualização desse processo como uma barbárie praticada pelo Estado. E ela se torna mais repugnante quando utilizada para apenar crimes que não envolvam aqueles dolosos contra a vida e consumados.

    Portanto, a Indonésia não só não deve participar das olimpíadas a serem realizadas em 2016, como o Brasil deveria cortar relações diplomáticas com esse país, expulsando seu embaixador daqui. Mas como há mais um brasileiro no corredor da morte naquele país esperemos que nossa diplomacia nanica funcione, aguardando até os estertores, para, em seguida, caso falhemos mais uma vez, tomarmos essas medidas.

    Abomino o tráfico de drogas, mas esse brasileiro que foi fuzilado naquele país era só um “peixe minúsculo” na poderosa rede criminosa responsável pela distribuição de drogas ilegais pelo mundo.

    Certíssimo Jorge Béja.

    • “Sou contra a pena de morte. Posso até entendê-la quando aplicada a homicídios dolosos qualificados, mas, … ela se torna mais repugnante quando utilizada para apenar crimes que não envolvam aqueles dolosos contra a vida e consumados.”

      Tive um irmão, de nome Luiz Fernando, que foi viciado em drogas por traficantes, quando tinha lá seus 12/13 anos. Lógico, já desencarnou.
      Você quer dizer então, que se o traficante não matar diretamente seu futuro cliente, mas o for matando lentamente enquanto lhe tira o dinheiro, o crime não é doloso ?

      Também li por aí, que se na Indonésia fuzilarem um traficante nativo, pode, mas fuzilar um traficante brasileiro não pode.

      E agora, se fuzilarem mais outro traficante brasileiro que foi viciar jovens naquele país, aí já caracteriza, digamos, perseguição contra nosso país ? Então temos que tentar impedir que a Indonésia participe das Olimpíadas que se realizarão em nosso país em 2016 ?

      Contem comigo para mudar o podre sistema político brasileiro, que mata impunemente milhares de pessoas por ano, mas não para essa mobilização que servirá apenas para desviar por 2 anos a atenção dos nossos graves e aflitivos problemas, que parece, estes sim, nunca são encarados como urgente.

      • Prezado Martim:

        Compreendo sua revolta e lamento pelo ocorrido com seu irmão. Sim, as drogas matam. O tráfico é um crime assemelhado aos hediondos, merecendo punição mais severa, ao menos em tese, por nossa lei. É um crime gravíssimo.

        Mas o brasileiro fuzilado na Indonésia não empunhou, à semelhança dos monstros que abriram fogo contra as indefesas vítimas do Charlie Hebdo, uma arma e ceifou a vida de alguém, diretamente.

        Se estivesse em seu lugar talvez eu portasse, de forma indelével, ódio eterno pelos traficantes que introduziram seu irmão nesse mundo degradante.

        Mas em termos retóricos qualquer delito poderia levar à morte. Exemplo real: eu era uma criança de uns 3 anos e me recordo de um dia, ao chegar a casa, depararmo-nos (meus pais e eu) com ela toda revirada. Ocorrera um furto em nossa residência. Minha mãe estava grávida, o neném nasceria em duas semanas, mas aquele choque antecipou o parto de meu irmão para o dia seguinte.

        Felizmente, tudo deu certo. Contudo, se meu irmão falecesse, ou, até, minha mãe, eu poderia dizer que o furto é uma forma direta ou indireta de homicídio? Creio que não. A revolta que isso acarretaria, poderia me conduzir à conclusão de que o sujeito que invadiu e furtou nossa casa era um homicida e mereceria a pena de morte. Isso seria retórico e falacioso, embora compreensível.

        De toda sorte, Martim, sou solidário com seus sentimentos. A perda de um ente querido em razão da atuação desses criminosos é uma marca que jamais poderá ser apagada. Que seu irmão esteja descansando em paz e que a lembrança de sua existência, ainda que tenha sido curta, possa lhe trazer algum conforto e para todos os seus.

  9. Em Cuba, Fidel e Che assassinaram mais de 17 mil cubanos, sem julgamento. Sumariamente.
    E Cuba sempre participou das olimpíadas.
    No caso da Indonésia, houve o crime, estava previsto em lei, houve o julgamento e a condenação.

    • Prezado Mauro:

      Incluo Cuba e China, dentre os Estados indignos, no que diz respeito aos tratados que envolvem direitos humanos. Cometem assassinatos estatais por “crimes de opinião” ou por delitos que não os dolosos contra a vida consumados.

      Por ora, o que choca é o fato de um brasileiro ter sido condenado à morte sem que, ao menos, houvesse praticado um homicídio tentado, embora eu me poste contra a pena de morte em qualquer caso.

      Poderíamos perfeitamente, no caso do outro brasileiro que está aguardando a morte na Indonésia, vindicar sua extradição para que ele cumpra a pena aqui no Brasil, sob pena de cortarmos relações com a Indonésia, diplomáticas e econômicas, retaliando os indonésios com base no princípio da reciprocidade, criando toda sorte de embaraços para que estes adentrem nosso país, por exemplo.

      Abomino o tráfico de drogas ilícitas; todavia, condenar à morte um reles “mula” do tráfico é absolutamente desproporcional e ineficaz.

      • Concordo em tudo que você disse caro Luiz Fernando.
        Também sou contra a pena de morte, ainda mais nesse caso de tráfico.
        O que coloco aqui é que não foi nada de fantástico e extraordinário o fato da condenação do brasileiro à pena de morte na Indonésia.
        Não é culpa do revólver se alguém quer fazer roleta russa.
        Foi um jogo.
        Ele sabia.
        Perdeu.

        E não é de hoje que a Indonésia aplica a pena de morte.
        Reafirmo, sou contra a pena de morte.
        Mas a realidade…

  10. estou muito preocupado.

    caso seja adotada a exclusão da Indonésia dos Jogos Olímpicos de 2016,
    com toda certeza as autoridades daquele país, desde o presidente até o
    carcereiro, ficarão absurdamente atribuladas e ficarão sem dormir até
    a Olimpíada seguinte de 2020; poderão até ter total prostração psicológica.

    Resultado prático: não verão ‘in loco’ as obras mega/super/hiperfaturadas
    desse ano de 2016.

    • Prezado Aluísio:

      Só a guisa de curiosidade. No site http://www.transparency.org/cpi2014/results, o Brasil, mesmo chafurdando numa enorme pocilga em termos de corrupção, aparece como bem menos corrupto do que a Indonésia. Não duvido de que o governicho daquele país queira, por meio apenas de “seus agentes credenciados”, monopolizar o tráfico de entorpecentes. Daí a previsão de pena de morte para aqueles que ousarem quebrar tal regra.

  11. Desculpe-me também, Doutor, mas não concordo com essa tese em “hipótese nenhuma”. São coisas distintas… Eu, um atleta, poderia carregar o pesado fardo imposto pela lei do meu país? É, 2015 vai estar marcado pelas surpresas… O Papa tropeça na sandália do pescador; a “democracia” nesta merda de país é relativa, mas a corrupção é absoluta… Essa “presidanta” mentirosa, cínica, dissimulada é uma vergonha nacional! É, são tantas aberrações desde o início deste “tenebroso” ano… Mas… Falando a verdade…Porra!, esse “coitadismo” que assola os “mais escolarizados” está se tornando algo amoral, subversivo, idiota, simplório, deprimente… Ah!, o Brasil, terra adorada, sempre tolerante com marginais etc. Sei lá, melhor parar por aqui… Até mesmo pela internet, possuo limites. Não sou e nunca serei uma pessoa desrespeitosa…

    A quem possa interessar: o site da embaixada da Indonésia está “congestionado” (http://www.embaixadadaindonesia.org). Motivo: Estão parabenizando o governo pela simples razão: respeitar a Lei. Bizarro, não é mesmo? Seria uma “revolução social”, Doutor?

    • e vão querer

      colocar ‘istaltas’ dele em praças públicas,

      dar o seu (dele) nome para entidades educacionais e esportivas,

      conceder medalhas post-mortem,

      publicar livros com sua história, deturpada, evidentemente,

      e muitas outras mais petracanalhadas.

  12. É óbvio que a pena de morte é um castigo medieval e injustificável. E que não deveria mais existir nesta Terra.

    Mas faz-se tanto alvoroço neste Brasil agora, porque um brasileiro foi executado num país de terceiro mundo.

    No entanto nosso governo e parte do nosso povo nunca se preocuparam com os inúmeros presos que são executados anualmente na China. Em alguns Estados americanos. Na Tailândia, no Irã, na Arábia Saudita, na Coréia do Norte, e em diversos outros países.

    A BBC publicou um panorama da pena de morte no mundo:

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/01/150116_penademorte_ss

    Segundo a reportagem, 1.925 pessoas foram condenadas à morte em 57 países, em 2013.

    Manifestemo-nos contra a pena de morte no mundo! Mas SEMPRE! E em relação a TODOS os países que a adotam! Não somente AGORA que um brasileiro foi executado em um país subdesenvolvido!

    E se a execução do brasileiro tivesse ocorrido na China? Que o nosso governo diria? Reflitamos.

  13. Prezado Sr. Jorge Béja,

    Não acho que dar mais pano para a manga sobre esse episódio seja a postura mais correta da presidente. Creio que o pedido de clemência tenha até sido um gesto válido, mas cortar relações ou piorar as mesmas com a Indonésia por causa de um traficante já chega a ser ridículo.
    Digo isso porque como grande parte do povo brasileiro também não estou indignado, simplesmente porque quando o Marco Archer foi fuzilado ele sabia os riscos que corria e sabia sobre as leis do país quanto a esse tipo de atitude. Ele procurou a morte e de coitado ele não tem nada.
    Proibir a Indonésia de participar dos jogos olímpicos deixará claro para o mundo que o governo brasileiro é conivente e defende o narcotráfico, mesmo a punição de morte sendo uma ação exagerada aos que cometeram. A soberania de um país determinou que um homem que entra ilegalmente no país para prejudicar seus nativos da maneira que ele prejudicou tenha esta pena capital. Não quer morrer? Não cometa o delito! Quis ser esperto e levantar dinheiro sujo e podre levando uma vida fácil e acabou tendo o seu castigo. Apesar do exagero, como falei anteriormente, não vi qualquer injustiça ou ato provocador ao Brasil. A presidente deveria se retratar com o governo indonésio, e mesmo lamentando a morte de um sujeito que não fará nenhuma falta e envergonhou nosso país mundo afora, não deveria agir da maneira que agiu cortando relações. Se além disso ainda vetar a Indonésia de participar dos jogos olímpicos dizendo que o povo brasileiro é contra (o que não é uma verdade) será um grande desrespeito ao mundo e à soberania de uma nação que defendeu seus princípios.

    Sem mais,

    Igor de Nonno Paixão.

  14. Prezado Jorge Béja:

    Nessa história toda, parece-me haver um equívoco, juridicamente vital para o desenvolvimento do raciocínio a posteriori: O BRASIL ADMITE A HIPÓTESE DE PENA DE MORTE. Está na Constituição, tão claro quanto o sol destes dias, no Rio de Janeiro. Desta forma, pra início de conversa, desconheço legitimidade jurídica e moral para a senhora Dilma Rousseff declarar-se ” indignada”, como se lê na Nota Oficial.
    Abstraindo-se essa ressalva jurídica, a pena de Morte é, simplesmente, abominável. Prova com eloquência o nível moral em que se situa a Humanidade. A rigor, é difícil ouvir ou ler qualquer comentário que não esteja eivado de ódio_ ou indiferença glacial_ para justificá-la. O Brasil não está na situação desesperadora em que se encontra, quanto aos seus costumes, por falta de penas capitais_ aqui não há, sequer, seriedade nas penas mínimas. Este é, a meu juízo, o ponto nevrálgico. É o país do Bumba-meu-boi.
    Parece-me, sinceramente, que sua idéia foi desenvolvida no calor da emoção_ e a respeito enormemente, e tenderia a apoiá-la, caso o próprio Brasil NÃO admitisse, ainda que em exceção, a aplicação do ” último rigor”. Assim que o Presidente da Indonésia for informado da existência do artigo 5º, XLVII, ” a”, da Constituição brasileira, dará uma resposta plena, humilhante e irrespondível ao cinismo brasileiro. Afinal, dirá que seu país está em ” Guerra declarada”, mas contra o Tráfico de Drogas. Desta forma, prezado Béja, acho que deveríamos nós, em primeiro lugar, nos punirmos a nós mesmos, e nos aceitarmos como povo ignorante, sem educação, mal formado, preconceituoso, arrogante, corrupto, estúpido e_ batamos no peito_ donos do valiosíssimo Título Eleitoral, com o qual, votando nesse ou naquele, perpetuamos nossa miséria moral.

    Saudações,

    Carlos Cazé.

  15. Ao se analisar um triste fato ocorrido sob o calor das emoções, ideias equivocadas abordando retaliações podem surgir com facilidade.

    Não há qualquer justificativa serena para retaliar a Indonésia com tal sugerida punição, ou seja, retirando-a dos jogos olímpicos de 2016.

    Pois seria misturar numa mesma panela diplomacia com jogos esportivos mundiais e mais legislação de um país soberano!

    Aliás, usando este mesmo peso e esta mesma medida, teríamos que retirar também dos jogos olímpicos outros países que infelizmente ainda aplicam tal infame pena de morte, como: EUA, China, Tailândia, Arábia Saudita e outros mais.

    O caminho não pode ser esse!

    E quanto a retaliações comerciais?

    Simples, respondo com outra pergunta:

    – O Brasil faz alguma retaliação comercial à China, por ela anualmente executar diversos presos condenados???

  16. O governo da Indonésia dá pleno apoio ao terrorismo, tanto isso é verdade que o genocida-terrorista Umar Patek, que matou 202 pessoas em Báli no ano de 2002, com ataques feitos a bomba, foi condenado a meros 20 anos de prisão. E alguns comentaristas alegando que ‘lá eles cumprem a lei’ ou algo parecido…

    Não podemos dar guarida a Estados ou regimes que são sustentáculos do terror. O articulista Jorge Béja foi até modesto em suas considerações. Cortemos todas as relações com a Indonésia.

    http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/especialista-em-explosivos-do-atentado-de-bali-e-condenado-a-20-anos

  17. ESPERA AÍ! O BRASIL VAI SEDIAR AS OLIMPÍADAS MAS NÃO MANDA ABSOLUTAMENTE NADA NA QUESTÃO DE QUEM DEVE OU NÃO PARTICIPARA DAS OLIMPÍADAS.OUTRA COISA: QUEM FOI FUZILADO FOI UM TRAFICANTE INTERNACIONAL DE DROGAS, QUE, POR COINCIDÊNCIA ERA BRASILEIRO.

  18. Se Indonésia não deve participar das Olimpíadas só porque eles CUMPRIRAM A PRÓPRIA LEI, quem dirá do Brasil, onde Dilma e PT rasgam a constituição e a usam como papel higiênico.

  19. Por analogia o Brasil nunca deveria ter participado de uma Olimpíada por que seu governo não consegue conter os assassinatos de seus cidadãos que segundo a Organização Mundial da Saúde esta no nível epidêmico, 29 mortes por 100.000 habitantes.

    Aqui no Brasil só temos 156 assassinatos por dia e a turma fica preocupada com um traficante, apenas um ser humano, que foi preso, julgado e condenado pelas leis da Indonésia.

    Fazendo as contas: Marco Acher ficou 11 anos preso antes de ser fuzilado. Neste período tivemos a módica quantia de 4018 dias vezes 156 assassinatos = Total de 626.808 homicídios no Brasil.

    Quando se liga a TV no noticiário só falta escorrer sangue do aparelho. Isto é uma discussão muito acadêmica para meu gosto e não leva a nada.

    “Brasil bate recorde histórico de homicídios”

    Gil Alessi
    Do UOL, em São Paulo
    27/05/201410h41

    O Brasil quebrou um triste recorde: teve o maior número de pessoas mortas em um ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (27) no Mapa da Violência 2014, que compila dados de 2012. Ao todo, foram 56.337 mortes, o maior número desde 1980. O total supera o de vítimas no conflito da Chechênia, que durou de 1994 a 1996.

    É o dado mais atualizado de violência pelo Brasil e tem como base o Sistema de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, que registra as ocorrências desde 1980.

    A taxa de homicídios também alcançou o patamar mais elevado, com 29 casos por 100 mil habitantes. O índice considerado “não epidêmico” pela Organização Mundial da Saúde é de 10 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes.

    Mais detalhes:

    http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/05/27/brasil-tem-recorde-historico-de-homicidios.htm

    • E o que que os atletas da Indonesia tem com isso ?
      O Brasil hostilizou até um coitado de um nordestino só porque ele se naturalizou espanhol pra poder jogar a Copa por que no Brasil não lhe deram valor.
      Nacionalismo besta e cretino.

  20. Seguindo o raciocínio do autor, todos os atletas brasileiros deveriam ter vergonha e mais: deveriam ser banidos do esporte a nível mundial!!!!! País de #samba, #pandeiro, #cachaça e #futebol!!!!!

  21. O traficante conhecia o risco que estava correndo. A “cumpanherada” do Foro de São Paulo em sua inversão de valores considera o bandido como herói. Ignora toda a desgraça que o tráfico de drogas do PCC e FARC causam à sociedade, ignoram os assassinatos cometidos pelo Estado Islâmico e os fuzilamentos cometidos pela China, Coréia do Norte e Cuba.

  22. O Ministério Público de Minas Gerais denunciou um deputado estadual do SDD por desvio de verba pública. Segundo a promotoria, ele pedia reembolso do gasto com combustível para um helicóptero usado para fins particulares. Esta aeronave foi apreendida em novembro de 2013, no Espírito Santo, com mais 445 quilos de cocaína. No Brasil o tráfico da favela é vítima, os verdadeiros traficantes estão protegidos pela imunidade impunidade e anonimato. Se o Marcos Archer usava o tráfico internacional para ganhar dinheiro e curtir a vida, imagina quem nasce na favela , sem recurso, sem família, sem em quem se espelhar, esses são presas fáceis para os traficantes de verdade.

  23. Seguindo a lógica, deveria pedir o banimento dos países que praticam a Sharia (matando gente todo dia por conta de crimes que nem se comparam à gravidade desse aí)… mas isso, nem pensar, né?

  24. Que pena! Mas que pena, mesmo! O nível do debate, que era alto, baixou. E com palavrão, xingativo e ofensivo a todos, inclusive a mim, que tenho todo o cuidado e carinho ao tratar com os leitores. Que pena! Que pena, Carlos Newton.
    Jorge Béja

    • Não é possível que no mesmo blog, na mesma página e sobre a mesma matéria em que externaram elevados comentários tantos e tantos nobre leitores, Igor Paixão e Carlos Cazé, são dois dos muitos deles, continue ainda constando este, xingativo e de baixo calão.
      Jorge Béja

  25. E NÃO ESTOU CHATEADA PELA MORTE DO CONTERRÂNEO, NÃO DÁ PARA IDOLATRAR UM TRAFICANTE E MUITO MENOS UM CORRUPTO. DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS!!!!! SE ÉS FIRME EM UMA POSIÇÃO, ENTÃO NÃO RETROCEDA… O VENTO QUE VENTA CÁ VENTA EM TODA PARTE!!!! SEM CLEMENCIA PARA SATINAH BINTI JUMADI AHMAD, QUE MATOU SUA PATROA E A ROUBOU!!!! TEM QUE SER IGUALMENTE FUZILADA!!!! AFINAL JUSTIÇA É JUSTIÇA. POIS OS TRÂMITES LEGAIS FORAM IGUALMENTE CUMPRIDOS E SÃO AS LEIS DA ARÁBIA SAUDITA… SUBORNAR O PAÍS COM $1,9 MILHÕES É CORRUPÇÃO!!!! OBRIGANDO OS INDONÉSIOS A PAGAREM UMA CONTA PARA UMA LADRA ASSASSINA. WIDODO NÃO PASSA DE MAIS UM CORRUPTO…TERIA MEU APOIO SE NÃO FOSSE HIPÓCRITA E CORRUPTO…

  26. Prezado Dr. JORGE BÉJA, Saudações.
    O senhor é um Advogado Militante, Humanista, que honra sobremaneira o TRIBUNA DA INTERNET onLine. Seus artigos são apreciados por milhares de Leitores(as). Veja quantos COMENTARISTAS NOVOS o senhor atraiu com seu último artigo. Isso me impressionou muito. É tão bom quando aparecem Comentaristas Novos, e quanto mais, melhor. Alguns de nós, não temos a delicadeza de expressar uma Opinião como se deveria, ainda mais levando em conta a idade, experiência de Vida e ilustração do Autor. Mas são uma minoria. Como Técnico, que trabalha com médias, medianas, etc, lhe digo que o senhor está em altíssimo nível, e lhe solicito, que tenha PACIÊNCIA, com alguns de nós. Abrs.

  27. É lógico que ela não deve ser brasileira, pois quem apoia um assassinato, não deve ser brasileira da gema. Que ela seja enviada a Indonésia o mais rápido possível, para viver lá! Mesmo que o rapaz seja uma traficante, acima de tudo ela era um ser humano do Brasil, e nossa pátria tem de ser respeitada de qualquer maneira, por todos indistintamente. Hoje somos enormes no cenário mundial; temos de exigir o máximo respeito com o Brasil e o altaneiro povo brasileiro!

  28. Além do mais, dez anos de prisão já está bem pr’a lá de pago. Ele não assassinou ninguém e é nosso sangue, sangue de brasileiro! Que covardia fizeram com o rapaz! Tal ato não pode ficar impune! Que a maldita Indonésia não participe de nada do Brasil. Que seus cidadãos residentes aqui criem vergonha e vão embora! Que o glorioso Brasil rompa para sempre as relações diplomáticas com o maldito país que não deu atenção aos pedidos de nossa valorosa presidente.

    • E o sangue dos brasileiros que morrem fusilados aqui dentro tipo os torcedores do Corinthians que morreram esse mes. Só nesse mês foram mais de 30 execuções e fuzilamentos aqui dentro. Aonde está a diferença ?

  29. Gostaria de apoiar o Dr Beja, como também pelos esclarecimentos do francisco bendel,sobre as relações e dos tratados internacionais,mas a algo muito mas grave,que talvez pelo caso envolver drogas ilicitas,e mexer com pensamentos distintos sobre apenar com morte o brasileiro condenado por trafico no pais da indonésia,junto um artigo esclarecedor que poderá nortear alguns deste blogue:http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/a-indonesia-so-e-clemente-com-o-terror/O presidente da Indonésia, Joko Widodo, negou o pedido de clemência feito por Dilma Rousseff, e o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, condenado naquele país por tráfico de drogas, deve ser fuzilado no domingo. Rodrigo Muxfeldt, outro brasileiro, deve ter o mesmo destino. O resultado da conversa diz um tanto dos governos do Brasil e da Indonésia.

    Comecemos por este. Entre 2013 e 2014, pelo menos 300 terroristas — sim, terroristas deixaram a cadeia. Em 2002, o grupo Jemaah Islamiyah, ramo da Qaeda no Sudeste Asiático, matou 200 pessoas num atentado suicida praticado em Bali. O grupo explodiu duas vezes o hotel JW Marriott em Jacarta, em 2003 e 2009. Pelos menos 830 pessoas ligadas à ação terrorista deixaram a cadeia nos últimos dez anos.

    Com mais de 250 milhões de habitantes, a Indonésia é o mais populoso país de maioria muçulmana do mundo (87%) e se transformou num dos focos do jihadismo. Qual é o ponto? O que isso tem a ver com Marco Acher e Rodrigo, que, de fato, praticaram tráfico de droga — o que pode, sim, ser punido com a morte no país?
    Ou seja dois pesos e duas medidas!? E quem se lembra do timor leste!? e outra
    Comecemos por este. Entre 2013 e 2014, pelo menos 300 terroristas — sim, terroristas deixaram a cadeia. Em 2002, o grupo Jemaah Islamiyah, ramo da Qaeda no Sudeste Asiático, matou 200 pessoas num atentado suicida praticado em Bali. O grupo explodiu duas vezes o hotel JW Marriott em Jacarta, em 2003 e 2009. Pelos menos 830 pessoas ligadas à ação terrorista deixaram a cadeia nos últimos dez anos.

    Com mais de 250 milhões de habitantes, a Indonésia é o mais populoso país de maioria muçulmana do mundo (87%) e se transformou num dos focos do jihadismo. Qual é o ponto? O que isso tem a ver com Marco Acher e Rodrigo, que, de fato, praticaram tráfico de droga — o que pode, sim, ser punido com a morte no país? Esqueceram que pais fundamentalista age ao seu bel prazer,dois pesos e duas medidas,Em contrapartida, a mesma Indonésia pede clemência à Arábia Saudita para evitar a morte de Satinah Binti Jumadi Ahmad, uma cidadã indonésia condenada à morte por assassinar e roubar sua empregadora.

    Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/01/indonesia-pede-clemencia-arabia-saudita.html#ixzz3PPcM2OVT

    por que terrorismo não tem pena capital na indonésia?sabe pq? A al quaeda manda lá,SIS = HESZBOLAH = FATAH = AUTORIDADE PALESTINA = OLP = Jihad Islâmica Al-Qaeda = = = Boco Haram assassinatos TERROR MUÇULMANOS ORGANIZAÇÕES Erdogam obama (fraternity muslin),ou seja,na indonesia não existe muçulmano moderado que respeita os tratados internacionais,leiam o corão, matai-os onde quer que os encontreis. E expulsai-os… matai-os(cristãos e judeus). Tal é o castigo dos descrentes” (Sura 2.191).

    “…Não tomeis amigos entre eles até que emigrem para Deus. Se virarem as costas e se afastarem, capturai-os e matai-os onde quer que os acheis. E não tomeis nenhum deles por confidente ou aliado… capturai-os e matai-os onde quer que os encontreis, porque sobre eles vos concedemos poder absoluto” (Sura 4.89,91).

    “Mas quando os meses sagrados tiverem transcorrido, matai os idólatras onde quer que os encontreis, e capturai-os e cercai-os e usai de emboscadas contra eles” (Sura 9.5).

    O Corão obriga todo muçulmano a converter os cristãos e judeus ao islamismo ou a exterminá-los. Eles querem mesmo que os ocidentais consumam drogas,trafiquem,pois é a forma deles sustentarem o terrorismo do Islã,me desculpem ,mas tem algo muito pior por vir,Olhem a França do Charles Hebdo!

  30. Por essa mesma linha de raciocínio, Cuba, então, deveria ser banida das Olimpiadas mais ainda porque 100 mil pessoas perderam suas vidas durante o regime comunista sendo que o tal de Xê fusilou a maioria deles. E o que dizer de Russia, ex-URSS que também mandou bala.
    Por falar nisso porque vcs não vão chupar um prego ?

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