Infelicidade da África do Sul

Até os 33 minutos do segundo tempo, venciam por 1 a 0, estavam praticamente classificados. (Bastava que empatassem um dos dois jogos que faltariam para passar da primeira fase). O México empatou, um desastre para os milhões de torcedores de Mandela.

O México foi sempre um adversário agradável. Sediou duas Copas (1970 e 1986), e não chegou nem às semifinais. Agora a África do Sul tem que vencer 1 jogo. E se empatar os outros dois, dependendo do que acontecer, pode até ficar em segundo na chave. Difícil, mas não impossível.

Parreira: o exibicionista de Nossa Senhora

Seu “egocentrismo e idolatricionismo”, insuportáveis. Diz que DIRIGIU 6 seleções, os jornalistas acreditam e repetem discricionariamente. Em 1970 foi auxiliar de preparador físico da seleção brasileira, não fez coisa alguma. Ficou 24 anos fora de tudo.

Foi para a Arábia Saudita ganhar dinheiro, ninguém se lembrava dele. Em 1978, o Capitão Coutinho. Em 1982 e 1986, Telê Santana. Em 1990, Lazaroni. Em 1994, (com Zagalo) Parreira voltava. E ganhava a Copa mais fraca de toda a história, e ainda mais, nos pênaltis.

Apesar de “ter ganho”, não foi chamado em 1998 (Zagalo) ou 2002 (Felipão), reassumiu em 2006, Felipão não quis repetir. Foi um fracasso total e absoluto, dirigiu mais duas seleções estrangeiras, ficou “invicto”, quer dizer, não ganhou nenhum jogo.

Ia ganhando HOJE, é tão satisfeito consigo mesmo, que vibrava e festejava o 1 a 0. Os mexicanos empataram. Parreira não ganhou, mas não saiu da televisão.

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