Internet influencia o voto de 39% dos eleitores conectados

Nathale Martins
Correio Braziliense
Do eleitorado brasileiro conectado à internet, quase a metade (47%) tem conta em alguma rede social. Facebook e Whatsapp despontam como as mídias sociais mais acessadas, mostrando inclusive que são ferramentas capazes de exercer um papel de convecimento político. Em pesquisa realizada pelo Datafolha, 39% dos entrevistados disseram ser influenciados de alguma forma por publicações nas redes sociais, sendo que 19% se considera muito influenciado e 20% um pouco.
A leitura e o compartilhamento de notícias também se mostrou bastante expressivo. 75% dos internautas inscritos em redes sociais costumam se informar por meio de suas contas – sendo o Facebook a rede mais popular, com 68% dos entrevistados – e 46% afirmam ainda compartilhar noticias sobre eleições em alguma rede social.

Os eleitores conectados também usaram as contas em mídias sociais para declarar os seus candidatos preferidos. 20% dos entrevistados afirmaram ter publicado os votos no primeiro turno, enquanto 22% contou já tê-lo feito nesta etapa final da disputa.

ACESSO À REDE

A pesquisa revela ainda que em cada 10 eleitores, 6 têm acesso à rede. Se apenas os mais jovens forem considerados (16 a 24 anos), esse número aumenta para 9 em cada 10 eleitores ou 8 em cada 10 quando a faixa etária é de 25 a 34 anos.

Dilma e Aécio também estão empatados no número de seguidores do Facebook, cada um com 9% dos entrevistados. A pesquisa do Datafolha ouviu 4.389 pessoas em 257 municípios nesta última segunda-feira. A margem de erro da pesquisa é 2 pontos para mais ou para menos.

2 thoughts on “Internet influencia o voto de 39% dos eleitores conectados

  1. Os “marketeiros” dos candidatos já sabem disso faz muito tempo! Não é a toa que comumente aparecem postagens sobre os candidatos, em sua maioria sobre o “podre” deles.

    Que as redes sociais influenciam isso já sabemos, temos que torcer é para que os internautas saibam analisar e procurar sempre as fontes para não acabarem caindo nas artimanhas desses marketeiros que podem muito bem disseminar notícias sobre candidatos rivais com o intuito puramente de causar o caos e a discórdia.

    O que se vê muito nesse meio são notícias que mostram acusações e escândalos (de ambos os lados) mas nem sempre confirmados ou provados.

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