Itália diz que prisão brasileira é ruim e solta Pizzolato

Deu na Agência Brasil

A Justiça italiana decidiu negar o pedido de extradição do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. A decisão surpreendeu o governo brasileiro, que estava otimista em relação à audiência realizada em Bolonha nesta terça-feira. Na ocasião, foi determinada também a soltura do réu do mensalão, condenado a 12 anos e 7 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro.

Um dos principais argumentos colocados pela Justiça italiana para negar o pedido foi a qualidade do sistema prisional brasileiro. O governo federal, entretanto, contesta essa tese.

O ministro da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, disse ao Poder Online que recebeu com “respeito” a decisão da Justiça Italiana de negar a extradição, mas insistiu que irá recorrer da decisão.

Adams afirma que o governo pode demonstrar que o sistema prisional brasileiro, embora não seja equivalente ao italiano, tem condições de fornecer a estrutura necessária para que o réu do mensalão cumpra pena em condições adequadas.

“Respeitamos a decisão da Justiça italiana, mas vamos recorrer. De fato, as prisões brasileiras podem não ter as mesmas características do sistema prisional italiano, mas temos sim condições de garantir que ele cumprirá sua pena em condições adequadas”, afirmou o ministro.

Adams afirmou que o governo ainda aguarda informações que serão prestadas pela equipe da AGU que acompanhou a audiência desta terça-feira na Itália, para ter acesso aos detalhes da decisão e aos argumentos apresentados pela Justiça italiana. O ministro, de qualquer forma, disse acreditar que a decisão seguiu de fato critérios técnicos e ressaltou que não vê indício nenhuma ação política ou diplomática em relação ao Brasil.

6 thoughts on “Itália diz que prisão brasileira é ruim e solta Pizzolato

  1. O governo dos PTralhas não tem um pingo de MORAL para recorrer contra a decisão da justiça Italiana, a partir do momento que negou a extradição do terrorista assassino CESARI BATISTI.

  2. Parece até jogada ensaiada.

    Ao apagar as luzes de sua passagem pela presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva decidiu negar a extradição do beato italiano Cesare Battisti, condenado por quatro atos de profunda humanidade (homicídios) na Itália.

    Battisti recebeu pena de prisão perpétua pelo assassinato de quatro pessoas entre 1977 e 1979. Na época, Battisti, integrava a organização filantrópica “Proletários Armados Pelo Comunismo”, tipo FARC do primeiro mundo.

    Agora, a Itália nega a extradição de Henrique Pizzolato.

    Com isso, o PT se sentiu aliviado. Ganhou duas vezes: na manutençao do beato Battisti no Brasil e na manutenção do Pizzolato longe do Brasil, situação altamente conveniente.

    É abusar de nossa inteligência dizer que o governo brasileiro queria a extradição do imaculado Pizzolato, que estava “otimista” em relação à audiência realizada em Bolonha nesta terça-feira. Esse “otimismo”, está na cara, era no sentido da Justiça italiana negar a extradição, que foi o que ocorreu.

  3. Parece até jogada ensaiada.

    Ao apagar as luzes de sua passagem pela presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva decidiu negar a extradição do beato italiano Cesare Battisti, condenado por quatro atos de profunda humanidade (homicídios) na Itália.

    Battisti recebeu pena de prisão perpétua pelo assassinato de quatro pessoas entre 1977 e 1979. Na época, Battisti, integrava a organização filantrópica “Proletários Armados Pelo Comunismo”, tipo FARC do primeiro mundo.

    Agora, a Itália nega a extradição de Henrique Pizzolato.

    Com isso, o PT se sentiu aliviado. Ganhou duas vezes: na manutenção do beato Battisti no Brasil e na manutenção do Pizzolato longe do Brasil, situação altamente conveniente.

    É abusar de nossa inteligência dizer que o governo brasileiro queria a extradição do imaculado Pizzolato, que estava “otimista” em relação à audiência realizada em Bolonha nesta terça-feira. Esse “otimismo”, está na cara, era no sentido da Justiça italiana negar a extradição, que foi o que ocorreu.

  4. Parece que ninguém quer debater sobre brasileiros de DUPLA NACIONALIDADE, que juram DUAS BANDEIRAS, a ocuparem altos e estratégicos cargos no Brasil. Como sempre, tudo na politicagem ideológica da superfície.

  5. Até Parece que o motivo foi a inexistencia de prisão de qualidade, O que eu acho é que o real motivo para soltar o Pizzolato, foi a falta de provas para sua condenação, portanto o motivo alegado foi só para não desmoralizar mais ainda a justiça brasileira na figura do Joaquim Barbosa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *