Jamais assinaria a ‘Carta ao Povo Brasileiro’, afirma Ciro Gomes em São Paulo

Ciro ressalva que não pretende assustar o mercado

José Marques
Folha

O pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta segunda-feira (12) que nunca assinaria um documento com compromissos ao mercado como a “Carta ao Povo Brasileiro”, subscrita pelo então candidato a presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002. O pedetista diz, no entanto, prometer que num eventual governo seu não haverá sustos na área. “Eu jamais assinaria aquela carta. Aquilo subalterniza a autoridade do presidente. Elege no lugar do povo uma força que não deveria prevalecer sobre o conjunto da população”, disse, antes de debater com público na Casa do Saber, em São Paulo.

“Mas eu já disse que em meu governo não haverá susto. Ninguém precisa ter medo”, ressalvou.

NOVA AGENDA – Nesta semana, o pedetista inicia agenda como pré-candidato. Ele passou mais de duas horas na noite desta segunda respondendo aos participantes perguntas sobre economia e política.

Estava acompanhado do ex-ministro Mangabeira Unger (a quem cogita, segundo ele próprio, pôr no Ministério das Relações Exteriores em um eventual governo) e o economista Nelson Marconi, da FGV (Fundação Getulio Vargas).

Ainda aos jornalistas, voltou a avaliar o cenário político e afirmou que acredita que dividirá o segundo turno com o governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) — já que Lula foi condenado e o deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), segundo ele, tem “grave inconsistência”. “Eu tenho uma certa vivência na política, mas posso estar enganado. Hoje, inclusive aqui em São Paulo, está todo mundo se rendendo a uma evidência de que o Alckmin não cresce [nas intenções de voto]. Eu não vejo isso.”

“DREAM TEAM” – Ele diz que ter o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) como vice de chapa seria seu “dream team” (time dos sonhos) e a ex-ministra Marina Silva (Rede) o “dream team 2”.

Aos participantes, Ciro prometeu, se eleito, tributar progressivamente lucros e dividendos e heranças, revisar o SUS e tornar mais rígida a legislação sobre o crime de lavagem de dinheiro.

Disse que faria os bancos estatais (Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil) competirem de forma mais acirrada com os privados.  Se manifestou contra a autonomia do Banco Central, mas disse que tornaria o presidente “mandatado para perseguir a inflação e o pleno emprego”.

55 thoughts on “Jamais assinaria a ‘Carta ao Povo Brasileiro’, afirma Ciro Gomes em São Paulo

    • Mais 171 eleitoral explícito. Mais um bagre ensaboado. Mais dos me$mo$, que ninguém suporta mais. Tô fora. Não é disso que o país e a população estão necessitando.

  1. A carta foi feita pelo Mercadante e o Paulo Bernardo , o Lula só colocou o X …….
    Gostei que o Mangabeira não fique na área econômica nem na educação !

    • Sr. Virgílio, o Ladrão não colocou um X porque ele não sabe decifrar o que é isso.
      Ele assinou com a digital da sua ferradura mesmo!
      Simples assim.
      Atenciosamente.

  2. “Mas eu já disse que em meu governo não haverá susto. Ninguém precisa ter medo”, ressalvou.” De duas uma: mais dos me$mo$, ou está mentindo ?

  3. O Brasil está precisando de alguém de fora do cercado do velho continuísmo da mesmice, com projeto próprio, novo e alternativo a tudo isso que aí está. Alguém que tenha a coragem, a dignidade e a decência de dizer ao povo a verdade como ela realmente é, e qual é o novo rumo a seguir, à moda piruá ou pipoca. Jogar a verdade e o projeto novo no peito do povo e dizer-lhe taí o novo de verdade possível, o país é seu, vc decide o que fazer com essa geringonça daqui pra frente, se muda de verdade essa bagaça, ou se continua tudo como dantes no velho quartel de abrantes à mercê de mais e mais farsantes.

    • Só o Bolsonego passou por mais partidos , e em 28 anos de legislativo aprovou apenas uma lei cuja ideia foi roubada do Jarbas Passarinho, então ministro do Collor .

  4. Eu não tenho medo de Ciro. Tenho pavor. Se eleito, teremos uma combinação de estatismo como lances de privatização. Estourado como ele é, sem apoio político, seja na câmara ou no senado, será um esbulho político.

    Ciro com uma caneta na mão fará tantos estragos quanto sua capacidade de ludibriar com conceitos antigos e envernizados ideias esquerdistas que já provaram ser inviáveis.

    Ele governará para tentar impor uma administração que certamente atrasará mais uma década o país.

    [1]. Ciro abraça a estrovenga chamada ‘nacionalismo desenvolvimentista’. Os primeiros ‘desenvolvimentistas’ achavam que, não tendo o setor privado dinheiro suficiente, o estado deveria entrar para compor o binômio. Mas o estado não tem dinheiro, locupleta-se do privado. O estado é insaciável, se o privado der certo, ele não vai querer nunca deixa-lo. Os ‘novos’ desenvolvimentistas como Ciro querem um estado-empresário: algo como um elefante com a tromba no lugar errado.

    [2]. Roberto Campos desmascarou Ciro: “Enquanto a mentalidade estatizante predominar, o Brasil não terá ‘risco’ de sucesso. Enquanto figuras ultrapassadas como Ciro Gomes ainda tiverem chances de vitória em eleições, isso sinalizará como estamos distantes do progresso.”

    [3]. Não há escassez de capital no Brasil, politicamente o país é escasso de capital intelectual. Hoje, passados mais de 20 anos, não se consegue produzir uma mente brilhante, daí ressuscita-se Ciro com um discurso que vai enganar trouxas, pessoas bem intencionadas mas alienadas politicamente, e prontas para achar que se os juros forem ‘enquadrados’ na marreta, e o BNDES injetar dinheiro na economia, o sucesso virá.

    Não virá mesmo. Ciro é o Lula sem barba. É um político como enorme capacidade de juntar opostos e estabelecer ponte entre contraditórios.

    Ciro não é um liberal, não é um conservador, é um petista limpinho e cheirosinho capaz de adotar um discurso e se necessário for, capaz de vender gato por lebre.

    Não tenho nenhum candidato, ainda, mas tenho uma lista daqueles que eu jamais votaria: Ciro encabeça-a.

    • Caro leitor e comentarista Eduardo,
      Já que em seu comentário fez alusão ao genial Roberto Campos, permita-me a transcrição de alguns pensamentos desse brasileiro, sobretudo esse primeiro pensamento tão atual em nossa fatídica realidade.
      “Temos de ter normas objetivas e claras, e cumpri-las para valer. Feito as regras do trânsito. Não se indaga qual a idade ou o grau de culpa de quem furou o sinal vermelho, mas apenas o fato. Com a nossa capacidade de fazer maluquices em nome de boas intenções, criamos uma legislação de menores que é um tremendo estímulo à perversão e ao crime, ao fazê-los inimputáveis até os 18 anos.”
      “A primeira coisa a fazer no Brasil é abandonarmos a chupeta das utopias em favor da bigorna do realismo.”
      “O doce exercício de xingar os americanos em nome do nacionalismo nos exime de pesquisar as causas do subdesenvolvimento e permite a qualquer imbecil arrancar aplausos em comícios.”
      “O que os governos latino-americanos desejam é um capitalismo sem lucros, um socialismo sem disciplina e investimento sem investidores estrangeiros.”
      “Sempre achei que um dos mais graves problemas dos países subdesenvolvidos é sua incompetência na descoberta dos seus verdadeiros inimigos. Assim, por exemplo, os responsáveis pela nossa verdadeira pobreza não são o liberalismo nem o capitalismo, em que somos noviços destreinados, e sim a inflação, a falta de educação básica e um assistencialismo governamental incompetente, que faz com que os assistentes passem melhor do que os assistidos.”
      “A doença brasileira não é do setor privado, é do setor público. E essa doença se revela através do déficit fiscal.”
      “Estatização no Brasil é como mamilo de homem: não é útil nem ornamental.”
      “Os dois monstros gêmeos, o comunismo e o nazismo, têm vocação genocida. Naquele, o genocídio de classe; neste, o genocídio de raça.”
      “A violência comunista não foi mera aberração da psique eslava, mas sim algo diabolicamente inerente à engenharia social marxista, que, querendo reformar o homem pela força, transforma os dissidentes primeiro em inimigos, e depois em vítimas.”
      “Cometi o único pecado que a política não perdoa: dizer a verdade antes do tempo.”
      “Por muito tempo, por defender o liberalismo econômico, fui considerado um herege imprudente. Os acontecimentos mundiais me promoveram a profeta responsável.”
      “A brutalidade confiscatória do fisco é um fator sério de retardamento econômico. É francamente de causar indignação ver nédios representantes da burocracia oficial declamando que pagar impostos é ‘cidadania’. Cidadania é exatamente o contrário: é controlar os gastos do governo.”
      “Os comunistas brasileiros têm razão ao dizer que não é verdade que comam criancinhas. No “socialismo real”, a preferência é por matar adultos.”
      “A vantagem do capitalismo é que, por ter exemplos de sucesso, admite fracassos e tem mecanismos de correção. Para os socialistas, ao invés, o fracasso é apenas um sucesso mal explicado.”
      “Eu acreditava muito nos mecanismos governamentais, mas eles têm células cancerígenas que crescem incontrolavelmente. Há algo de doentio na máquina estatal. A experiência de jovem me tornou cético para as reais possibilidades do Estado.”

      • ” Os dois monstros gêmeos, o comunismo e o nazismo, têm vocação genocida. Naquele, o genocídio de classe; neste, o genocídio de raça.”

        De onde saiu ” tão culta ” teoria ?

        • Caro leitor e comentarista Virgílio Tamberlini – o indultado e a história se repete,
          Estreme de dúvida não se trata de TEORIA, mas de HISTÓRIA.
          COMUNISMO – genocídio de classe com a revolução bolchevique (proletariado) de 1917 na Rússia dos Czares.
          Já no que tange o NAZISMO – o holocausto na segunda guerra mundial (JUDEUS).
          Com relação ao massacre dos JUDEUS, a não ser que o caro leitor e comentarista comungue do mesmo pensamento do presidente do Irã.

          • Esse fato não equipara o nazismo ao comunismo. Se massacres em massa fossem sinônimo de comunismo , a inquisição, as Cruzadas e as ” guerras santas ” seriam a origem do comunismo.
            Veja o que o Erich Fromm diz sobre a questão da propriedade nos dois regimes .

            ” Outra característica que aflora é o supostos socialismo. O partido nazista era, em sua língua mãe o “Partido Nacional Socialista”. O socialismo nazista significava preocupação com o bem da sociedade e nenhuma relação tinha com o socialismo Marxista que dominava a Rússia. Hitler defendia os interesses do capitalismo e da competição irrestrita.”

          • Como é fácil sofismar, tergiversar!

            Existe também como comprovação da semelhança entre nazismo e comunismo, que ambos os regimes tiveram seus campos de concentração:
            Rússia, com relação aos dissidentes (professores, intelectuais, escritores, artistas …), os gulags;
            Alemanha, com relação aos judeus, ciganos, homossexuais, dissidentes do regime, artistas, escritores …). Auschwitz-Birkenau, Treblinka, Dachau, Bergen-Belsen, Sobibór, e outros mais.

            Indiscutivelmente, os mais de vinte milhões de russos assassinados por Stálin houve conotação política, enquanto o que motivou os nazistas, inicialmente denominado de Solução Final, foi o racismo!

            Independente de ambos terem chacinados milhões de pessoas, e de forma hedionda, cruel – então mais ainda a semelhança -, o comunismo divulgava uma vida melhor para o povo, o proletariado no poder, e deu no que deu.

            Portanto, parabéns ao dr.Belem, que mencionou esta questão, onde o comunismo mata pelo poder, pelo comando, e destituindo a pessoa dos seus direitos inalienáveis, tais como a liberdade, direito de ir e vir e expressão.

          • Citar as Cruzadas como exemplo de comunismo é muito infantil, pueril demais!

            Nessas alturas, conforme conclusão obtida, quando os árabes dominaram a península ibérica a partir de 711, então introduziram o comunismo naquela região?!

            Os romanos, nessas alturas, teriam sido os maiores comunistas que o mundo já viu?

            E Alexandre, o Grande?!
            Também comunista?

            E o mongol, Gengis Khan, o mentor intelectual desse regime?!

            Um pouco de conhecimento sobre história não faz mal em certos debates, pelo contrário, evita o registro de bobagens.

          • Por ter chegado ao poder de forma diferente da do Lênin, no início o Hitler criou uma classe média com um bom acesso a bens de consumo e serviços , na Rússia foi totalmente diferente .
            O meu falecido sogro tem um livro de umas 800 páginas sobre o assunto.
            Por sinal ele foi convidado para o IL e recusou devido ao nível do mesmo

        • Mais uma razão tu me dás:

          O comunismo surgiu com a derrubada do Czar Nicolau II, e matando a sua família, que, inicialmente, teria sido poupada.

          Hitler foi eleito, quando o seu partido obteve a maioria das cadeiras no Reischtag (parlamento) e, mais tarde, Chanceler pelo Hindemburg.

      • “É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar – bons cachês em moeda forte; ausência de censura e consumismo burguês; trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola.” (Roberto de Oliveira Campos).

    • Aliás nem gogó. O Lula sim, esse tem gogó. O Ciro é o tipo do político que usa uma linguagem que o beócio entende e o cidadão com uma certa engrenagem mental pensante é capaz de identificar.

      Quando ele diz que nossa história (‘desenvolvimentista’) não tinha capital, ele esquece que energia, telefonia, portos, agricultura foi feita com capital privado. Ele não informa ao ouvinte — daí julgo ele um engodo — que o dinheiro para essas e outras era do privado, do particular.

      Ele jamais dirá que ele abraça a ideia que tem mais de 70 anos, burra, de que o desenvolvimento obrigava o estado a entrar porque o particular, o privado não tinha condições.

      Pelo contrário, o estado queria matar o privado para reinar, e aqui temos as famosas ‘brás’ da vida, petrobrás, eletrobrás, telebrás.

      E como o estado faz? Isso Ciro não conta a seu ouvinte: o estado mexe nas tarifas ao ponto de inviabilizar o capital privado.

      Ciro é o político capaz de vir a público e atormentar o eleitor com um discurso apocalíptico de que é ele ou ele!

      Fernando Henrique Cardoso certa ocasião chamou Ciro de ‘o novo Collor’. Aliás, Ciro foi do PSDB em 1990.

      Quando afirma que “Jamais assinaria a ‘Carta ao Povo Brasileiro’, um engodo lulista porque Lula sabia que não venceria sem o apoio do empresariado, Ciro assinaria qual carta? Nenhuma?

      Se ele não assinar nenhuma ele será um ditador ‘getuliano’, uma versão do ‘sapo barbudo’, um ‘collorido’.

      Notem que em São Paulo, ao negar assinar, ele não afirma em momento o que assinaria, se assinasse.

      A esperteza quando é demais, engole até o esperto.

  5. Foi contra o Impeachement da farsantA e ainda tem a desfaçatez de defender Lulla da prisão, incitando a desobediência civil. Chegou a falar em sequestrar Lula para refugiá-lo em alguma embaixada com afins ideológicos. Mais um sem vergonha parasita do erário.
    Ou seja: Não presta

  6. Quanto ao Ciro, basta espetá-lo no lugar certo e deixar que ele e sua boca, estraguem por completo qualquer candidatura a presidência da República. Este tentou mudar a imagem de “coroné” que transpira ao se mostrar de esquerda, mas sempre mostra quem é. Foi enredado demais na trama política para que possa fazer mais do que aparenta.

  7. Um coroné não assina nada. Só usa o gogó prá mandá nos súditos.
    sarney, collor, lula e ciro. Êta paizeco dos coroné….
    MA, AL, PE e CE: é lá que o país cresce e o povo recebe escola, saúde e educação…Vâmo continuá qui tá dâno certu, boiada!

  8. Meus primeiros comentários quando começamos a debater sobre os candidatos à presidência desta republiqueta foi escrever que, eu não acreditava em quem fosse oriundo desta política deletéria e abjeta, que precisávamos de gente de fora dessa imundície!

    Não tem.

    Huck e Barbosa, que poderiam ser esses “alienígenas” estão fora do páreo.

    Logo, os presidenciáveis são parlamentares e políticos, os piores, aqueles que nos têm traído, roubado e explorado ao longo das últimas décadas!

    Dito isso, no meio dessa relação medíocre e de baixíssimo nível, ainda existem os piores, os que devem ser rechaçados nas urnas de qualquer maneira, pois enganadores, mentirosos, e que farão o contrário do que apregoam se eleitos.

    Ciro tem contra si a sua infidelidade partidária, truculência, fala demais e muita besteira, arrogante e prepotente, dando a entender que é o dono da verdade.
    Mais:
    Não tem consigo carisma algum com o eleitorado.

    Pode até demonstrar que possui mais conhecimentos do que a maioria porque articula bem seus pensamentos, se expressa satisfatoriamente, diz coisa com coisa, mas não basta, haja vista não falar a língua do povo, o que se quer ouvir do candidato, a sua proposta básica se for o presidente.

    Bolsonaro tem menos recursos linguísticos, posso até afirmar que não foge muito de Dilma e sua luta constante com o idioma, com suas contradições e comparações que se tornaram folclore nacional, PORÉM, as duas bandeiras que desfraldou foram combater a violência e corrupção.

    Justamente o que o povo quer ouvir, e se identifica com essas lutas, que Bolsonaro vem prometendo, e corroborando a sua plataforma não ter processo contra si neste particular.

    Ora, se vai ser bom ou mau presidente não vem ao caso, haja vista que seus antecessores foram péssimos, sem distinção.
    O que vale, o que tem sentido será diminuir a violência e a corrupção, e se conseguir amenizar este quadro dantesco que temos, e de lambuja diminui o desemprego e, em consequência o endividamento das famílias e pessoais, tá feito um governo que o levará à reeleição indiscutivelmente.

    Ciro, se não fosse tão turrão, metido a saber de tudo, onipotente – e neste aspecto muito parecido com Lula -, ergueria a bandeira da Educação, as escolas em tempo integral, a continuidade do que fizeram Darcy Ribeiro e Brizola, justamente a essência do PDT.

    Mas não é o que faz.
    Adora falar de economia, que o povo não entende bulhufas, a não ser de pagar impostos, e usar de expressões técnicas que também a maioria da população não sabe o que quer dizer, então está lá atrás nas pesquisas, e lá permanecerá até o fim.

    Em outras palavras:
    Falta ao Ciro humildade, muita humildade, e menos empáfia e arrogância, se quiser disputar o Planalto, e não apenas constar como candidato.

    • Creio que o problema do Ciro seja pensar em governar com o PT, a maior quadrilha de todos os tempos, trazê-lo de volta, indiretamente, ao Planalto.
      “Cada ovelha busca a sua parelha…”

      Abraços.

      • Sim, tem esse agravante ainda, Francisco Vieira.

        Ciro não abre mão de ser o sucessor de Lula, então a sua luta em querer os votos do PT, logo, se a quadrilha lhe for favorável e Ciro vencer, retornam os petistas para continuar roubando e explorando o país e povo!

        Um abraço.
        Saúde e paz.

        • Caro Bendl,
          Ciro gomes ao dizer que não vai assustar ninguém, isto é, os banqueiros continuarão ganhando rios de dinheiro, como no governo Lula, sem produzir um prego, não fará a auditoria da dívida interna, não vai fazer reforma eleitoral e política, etc. Todas essas medidas, podem assustar muita gente
          Apesar de ser preparado e conhecedor dos problemas nacionais, perdeu a credibilidade ao aderir ao que há de pior no Brasil: o petismo.
          Um forte abraço.
          .

          • Perfeito, Jacob.

            E, certamente, este é o maior erro de Ciro, mirar os eleitores do PT para si, e ter o apoio da quadrilha.

            Moral da história:
            Afastará quem detesta o PT e não quer mais ouvir falar da esquerda, logo, os resultados na pesquisa, que o colocam na rabeira.

            Um abraço.
            Saúde e paz.

  9. E, se temos de ser isentos, imparciais, pois o Brasil é que importa e não quem será o vencedor neste pleito, abaixo o link onde um militar cai de pau em cima de Ciro, nos mesmos moldes que publicam contra Bolsonaro, Marina, Álvaro, Dória, e assim por diante:

    https://www.youtube.com/watch?v=xpqlVxCZjn4

    Mais do que nunca devemos ter a cabeça no lugar, e não nos fixarmos em um candidato.

    Se afirmei que votaria no Bolsonaro inicialmente, já declarei e por escrito que aguardarei os debates, que posso mudar a minha preferência, pois o deputado não é o candidato ideal, tampouco aquele que o país tanto necessita.

    Agora, desses que vão disputar o Planalto não tem o rabo preso ou administrações que possam servir ou de competência ou não, portanto, defeitos a menos, apesar de tê-los em boa quantidade.

    • Esse é mais um do minúsculo grupo das vivandeiras , quando Governador o Ciro fez uma limpa na PM , deixando inimigos.
      Só por que é militar é dono da razão ?

      • Te respondo da mesma forma quando apresentas individualmente link de declarações contrárias às FFAA!

        Logo, o que serve pra ti deve servir aos demais.

        Portanto, estás livre para registrar o mesmo contra os demais candidatos e, principalmente, Bolsonaro.

  10. Se Ciro soubesse administrar a própria casa, a começar pelos filhos dele, quem sabe seria bom candidato?
    *Correio 24 horas: “Filho de Ciro Gomes é preso após acidente de carro em Fortaleza
    Ciro Saboya Ferreira Júnior ainda teria tentado agredir o condutor do outro veículo em Fortaleza”

    *G1: “Filho de ex-ministro Ciro Gomes é detido por porte de droga no Ceará”

    • Isso mesmo, tem que educar bem os filhos !

      Ao participar do quadro “Povo quer saber”, em que respondeu a curiosidades do público, o deputado disse que seus filhos não correm o risco de namorar uma mulher negra ou virarem gays, porque “foram muito bem educados”.

      – Não vou discutir promiscuidade com quer que seja. Eu não corro esse risco. Os meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu – disse Bolsonaro, em resposta à cantora Preta Gil, que perguntou ao deputado o que ele faria se filho dele se apaixonasse por uma negra.

  11. O Ciro não é essas coisas más que estão dizendo aqui neste espaço.

    Quem pensa que Luciano demagogo ,ou, o ministro aposentado Joaquim Barbosa um dos dois vai ter a varinha de condão para mudar a situação caótica do Brasil, está muito engado.

    Não são políticos, e, portanto, sem cacife para administrar o país.

    Pelo menos o Ciro é político e administrou meu estado muito BEM .

    Abraço para todos.

    • Moro perto do Ceará e há um percentual razoável de cearenses que não partilham de sua opinião. E este percentual não é pequeno.

      Quando Ciro elogia Tasso Jereissati e sugere Alckmin como alguém com capacidade de ser candidato a presidência, Ciro diz duas verdades, mas vindo dele, muitíssimo convenientes: ambos lhe serviriam de apoio caso necessitasse. Eis o político Ciro. Na primeira oportunidade enxotaria a ambos.

      Como ministro da fazenda por 4 meses em 1994, exatos 16 dias, sendo escolha pessoal de Itamar Franco, Ciro (na época do PSDB), que não é economista por formação, mas advogado, teve como característica marcante da sua gestão a redução de tarifas (importação, Serra ficou uma arara, pois prejudicava o empresariado). Sobre o empresariado: “Estou pouco ligando para o apoio deles”.

      Assumiu dizendo que eram necessárias ‘porradas’ para derrubar a inflação. Chamou de ‘otários’ os consumidores que pagavam ágio na compra de carros.

      Tinha 36 anos na época. Hoje, cinquentão, adoçou a língua, mas continua um esquerdista enrustido.

      Assim que tiver a caneta na mão…

  12. Em 1964: Roberto Campos, Eugênio Gudin e Otávio Gouveia de Bulhões, montados no poderio da ditadura, dão um aumento de 100% aos militares e, assim respaldados ditam a política econômica anti nacional e socialmente irresponsável qua jamais haviam podido executar. Esta política é fixada num “Plano de Ação Econômico do Governo” – PAECG que promete alcançar a estabilização e a prosperidade empresarial pela privatização da economia, a favor das multinacionais , e pelo controle da inflação mediante a compressão e redução dos salários , e eliminação dos subsídios com aumento consequente dos preços de bens de consumo e dos serviços públicos. Pondo em execução o PAEG. Multiplicam-se as falências e concordatas em São Paulo e no Rio. Protestos gerais: Até Magalhães Pinto e Carlos Lacerda denunciaram o caráter emtreguista e irresponsável dessa política econômica.(DR)

    • “Em 1964: Roberto Campos, Eugênio Gudin e Otávio Gouveia de Bulhões, [FORAM, RESPECTIVAMENTE, MINISTRO DO PLANEJAMENTO DO GOVERNO CASTELO BRANCO, MINISTRO DA FAZENDA, PENSADOR LIBERAL DA FGV ATÉ SUA MORTE] montados no poderio da ditadura, dão um aumento de 100% aos militares e, assim respaldados ditam a política econômica anti nacional e socialmente irresponsável qua jamais haviam podido executar [ESSA É UMA LEITURA EM CIMA DOS FATOS. TRATA-SE VERSÃO, MARCADO POR PALAVRAS ‘ANTINACIONAL’ E ‘IRRESPONSÁVEL’. LEITURA DE ESQUERDA]. Esta política é fixada num “Plano de Ação Econômico do Governo” – PAECG [ESTE PLANO, ORIGINAL, NOS SEUS PRIMÓRDIOS, FOI A SALVAÇÃO DA LAVOURA. COLOCOU ORDEM NA ECONOMIA. ISSO É FATO] que promete alcançar a estabilização e a prosperidade empresarial pela privatização da economia, a favor das multinacionais , [‘MULTINACIONAL’, TERMO ANTIGO E PEJORATIVO, NÃO MAIS SE USA EM ECONOMIA MODERNA. É USADO PELA ESQUERDA PARA JOGAR AREIA NO VENTILADOR DA HISTÓRIA] e pelo controle da inflação mediante a compressão e redução dos salários [DEVE SER, SIM, APLICADO NO SENTIDO OPOSTO A GOULART E SEU CUNHADO. NÃO RESISTE A MENOR LEITURA DA HISTÓRIA DOS FATOS], e eliminação dos subsídios com aumento consequente dos preços de bens de consumo e dos serviços públicos [QUANDO CAMPOS ASSUME, ELE TEVE QUE PASSAR O CHAPÉU PEDINDO QUE OS AMERICANOS PELO MENOS LIBERASSE A GASOLINA. IMAGINEM, MESMO COM A PETROSSAURO, O BRASIL NÃO TINHA DINHEIRO NEM PARA PAGAR COMBUSTÍVEL!]. Pondo em execução o PAEG. Multiplicam-se as falências e concordatas em São Paulo e no Rio [ATÉ DELFIM NETO DISCORDARIA DESSA OBSERVAÇÃO DO AUTOR: FALÊNCIAS NÃO SÃO CAUSAS]. Protestos gerais: Até Magalhães Pinto e Carlos Lacerda denunciaram o caráter emtreguista e irresponsável dessa política econômica.(DR) [MAGALHÃES PINTO NUNCA FOI ENTREGUISTA, CARLOS LACERDA POR TODOS OS SEUS EXAGEROS, QUE NÃO FORAM POUCOS, SABIA A DIFERENÇA ENTRE ESQUERDA E DIREITA, MUITO EMBORA ERA TAMBÉM UM OPORTUNISTA DE PLANTÃO. SE NÃO TIVESSE EXISTIDO GOULART E SEU CUNHADO ESTARIAM ATÉ HOJE AÍ GERANDO FILHOTES].

  13. Estamos na merda que estamos por termos um povo grotesco que depois de anos sendo tiranizado e roubado não aprendem e se arvoram em dedicar elogios a um safado engendrado de corpo inteiro com a corja civil que desde fhc veem nos sugando

    Acreditem ou não, queiram ou não queiram só debaixo de uma ditadura militar e ainda depende do general que presidir a nação, poderíamos ter alguma esperança quanto a ordem e o progresso

    Ditadura de verdade escreveu não leu o pau comeu
    Seja correto ou…

    Mourão é um bom nome, mas pode ser outro de idêntico caráter

    sanconiaton

    • Sanconiaton,

      A corja civil vem antes, desde Sarney.

      Collor foi o maio predador do povo no que tange à individualidade, ao confiscar a poupança e o dinheiro em conta do cidadão;
      Lula foi o maior ladrão que uma nação já registrou na sua história; o mais desonesto e corrupto que alguém poderia ter sido na HUMANIDADE, e sem exagero.

      Ora, se algum candidato ainda querer se associar ao PT, das duas uma:
      Ou permitirá os roubos praticados pelos bandidos ou se deixará conduzir por Lula ou, até, ambas as situações.

      A intervenção militar seria a única solução viável ao restabelecimento do país, pois fecharia o antro de venais e colocaria Temer e cúmplices na cadeia!

      Um abraço.

  14. De modo a ampliar como foi o início da política econômica dos militares no governo Castelo Branco, vale a pena lembrar:

    “Na primeira fase do regime militar, no governo Castelo Branco, que se estendeu até março de 1967, a tônica da política econômica foi dada pelo Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG), que teve um caráter muito diferente da fase do milagre econômico e de nacional-desenvolvimentismo que se seguiu. As duas principais figuras à frente do PAEG foram os então ministros do Planejamento, Roberto Campos, e da Fazenda, Otávio Gouveia de Bulhões.

    O economista Renato Fragelli, da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), explica que o PAEG foi uma reação aos problemas econômicos que o Brasil enfrentava à época: inflação crescente e explosiva, estagnação do PIB (que cresceu apenas 0,6% em 1963), câmbio valorizado, atraso de pagamentos de importação (atrasados comerciais) e tarifas públicas defasadas, entre outros.

    A inflação, numa época sem nenhum tipo de correção monetária, trazia vários problemas para as empresas, como impostos elevados sobre lucros nominais ilusórios. A atração ao capital estrangeiro era prejudicada pelo registro em valores nominais na moeda nacional, o que fazia com que a inflação reduzisse o capital registrado em termos reais, e, consequentemente, a possibilidade de remessas de lucros.

    Também havia uma grande insuficiência de funding de longo prazo na economia brasileira, com a virtual inexistência de uma dívida pública em mercado. Qualquer acúmulo de reservas internacionais pressionava a base monetária, pois não tinha como ser esterilizado. Tampouco havia financiamento imobiliário, e o mercado de aluguéis era penalizado por regras que impediam a correção inflacionária ou em função do valor dos imóveis.

    Do ponto de vista tributário, a inflação alta estimulava o atraso dos impostos. Existia, finalmente, a estabilidade no emprego após os dez anos, inclusive para o setor privado, o que fazia com que as empresas sistematicamente demitissem os funcionários no nono ano de emprego. Isto, por sua vez, ia contra o importante aprendizado no próprio trabalho, especialmente importante para uma mão de obra com muito pouca educação formal como a brasileira à época.

    Fragelli explica que o PAEG teve duas fases, sendo a primeira a de “inflação corretiva”, em que se reajustaram tarifas e o câmbio, o que fez com que a inflação permanecesse alta em 1964. A ditadura tornou possível ao governo implantar uma fórmula salarial que levou a perdas reais de remuneração, ainda que parte não desprezível destas perdas deveu-se à inevitável correção de tarifas e câmbio. Mesmo que politicamente perverso, o arrocho salarial reforçou o combate à inflação.

    Aliás, a notória piora da distribuição de renda durante a ditadura teve também como um componente muito importante o excesso e a escassez de, respectivamente, mão de obra de baixa e de alta qualificação, comparados à demanda. Foi um preço da negligência histórica com a educação, que a ditadura militar não contribuiu para eliminar.

    Essa explicação para a piora da distribuição de renda, levantada por Carlos Geraldo Langoni à época, e criticada por economistas que se opunham à ditadura (que viam um papel exclusivo da lei salarial), foi estudada e referendada mais tarde por um dos maiores estudiosos de pobreza e desigualdade no Brasil, o economista Ricardo Paes de Barros, do Ipea.
    De qualquer forma, a partir de 1966 a política monetária foi afinal fortemente apertada, e a inflação caiu para aproximadamente 25% em 1967 (ante 86% em 1964), nível considerado aceitável para a época.

    É nesse ponto que entra uma das mudanças polêmicas, com a introdução da correção monetária, que permitiu à economia se organizar mesmo com a inflação naquele nível. Hoje, a indexação é apresentada como um grave erro, que está na raiz dos problemas inflacionários que culminariam na hiperinflação dos anos 80 e 90. À época, porém, ela permitiu uma reorganização econômica que pode ter sido peça fundamental para lançar a fase de fortíssimo crescimento do milagre.

    A indexação monetária solidificou a situação fiscal, por acabar com os incentivos ao atraso no pagamento dos impostos, além de permitir mais previsibilidade com a correção periódica de tarifas de serviços de utilidade pública e do câmbio. Foi possível, finalmente, dar partida a uma dívida pública a mercado, que viabilizaria o financiamento não inflacionário do governo e a esterilização de reservas. Já o início do processo de indexação dos balanços resolveu o problema dos impostos pagos sobre lucros nominais ilusórios que descapitalizavam empresas, bem como as induziam a operar com caixa baixo, introduzindo grandes ineficiências na gestão.

    Outras reformas estruturais incluíram o registro de capital estrangeiro em dólar e uma regra mais racional de remessas, o que estimulou o investidor externo; a criação do BNH e do sistema de cadernetas de poupança; a possibilidade de que os trabalhadores optassem por abrir mão da perspectiva de estabilidade no emprego após dez anos de serviço, em troca de receberem 8% do salário depositado no FGTS com saldo indexado à inflação mais juros reais, que teve adesão maciça; e a criação do imposto sobre valor adicionado.

    Ainda no governo Castelo Branco, foram negociados e resolvidos os atrasos comerciais, e, com apoio de programa do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil melhorou a situação externa e voltou a acumular reservas.

    Outra iniciativa desta fase foi a criação de um Banco Central teoricamente independente, mas cuja autonomia foi na prática revogada por Costa e Silva, sucessor de Castelo Branco.
    “Este foi um dos primeiros passos na desmontagem do PAEG”, diz Fragelli.

    O economista acha que a continuidade teórica do tipo de política econômica do PAEG seria a de levar a inflação até um dígito, o que daria bases mais sólidas para o período posterior de crescimento. Mas Fragelli avalia que, com as tensões políticas de 1968 e o endurecimento do regime, este resolveu se legitimar pelo crescimento a qualquer preço (obtido com taxa média anual de 10,7% de 1968 a 1974), com descaso para a inflação. No governo Geisel, somou-se à receita o nacional-desenvolvimentismo, e o edifício todo da economia do regime militar acabou sendo derrubado pela sucessão de duas crises do petróleo e da alta dos juros internacionais na transição dos anos 70 para os 80.”

    (Estadão, Fernando Dantas, abril de 2.014).

    http://economia.estadao.com.br/blogs/fernando-dantas/as-diferentes-politicas-economicas-da-ditadura-militar/

  15. A título de informação, a inflação medida desde 1.948:

    1948 5,90%
    1949 8,10%
    1950 12,41%
    1951 12,34%
    1952 12,72%
    1953 20,51%
    1954 25,86%
    1955 12,15%
    1956 24,55%
    1957 6,96%
    1958 24,39%
    1959 39,43%
    1960 30,47%
    1961 47,78%
    1962 51,60%
    1963 79,92%
    1964 92,12% Início da Ditadura Militar: 02/04/64 Governo Castello Branco (1964 – 1967)
    1965 34,24%
    1966 39,12%
    1967 25,01% Governo Costa e Silva (1967 – 1969)
    1968 25,49%
    1969 19,31% Período conhecido como “Milagre Econômico”
    1970 19,26% Governo Medici (1969 – 1974)
    1971 19,47%
    1972 15,72%
    1973 15,54%
    1974 26,90% Governo Geisel (1974 – 1979)
    1975 29,35%
    1976 46,26%
    1977 38,78%
    1978 40,81%
    1979 77,25% Governo Figueiredo (1979 – 1985)
    1980 99,20%
    1981 95,65%
    1982 104,80%
    1983 163,99%
    1984 215,27%
    1985 242,24% Fim da Ditadura Militar: 15/03/85 Governo Sarney (1985 – 1990)
    1986 79,65%
    1987 363,41%
    1988 980,22%
    1989 1972,91%
    1990 1620,96% Governo Collor (1990 – 1992)
    1991 472,69%
    1992 1119,09%
    1993 2477,15% Governo Itamar (1993 – 1994)
    1994 916,43%
    1995 22,41% Governo FHC (1995 – 2002)
    1996 9,56%
    1997 5,22%
    1998 1,66%
    1999 8,94%
    2000 5,97%
    2001 7,67%
    2002 12,53%
    2003 9,30% Governo Lula (2003 – 2010)
    2004 7,60%
    2005 5,69%
    2006 3,14%
    2007 4,45%
    2008 5,90%
    2009 4,31%
    2010 5,90%
    2011 6,50% Governo Dilma (2011 – Atualidade)
    2012 5,83%
    2013 5,91%
    2014 6,41%
    2015 10,67%
    2016 6,29%
    2017 2,95%

  16. Soltando a lasca…

    O primeiro vagabundo que levantar a bandeira do frango novamente a 1 real ganha o cargo de Presidente da republica da Brasilda…

    Sabe aquele ‘pais’ onde só porco e frango tem a ração garantida?
    E o dono dos bichos paga 3% da folha salarial em tributos federais para beneficiar os acidentados que trabalham nessa indústria?

    Qual a conta da despesa? Quanto o INSS paga para custear os acidentados, os aleijados e as viúvas?
    ‘Uéll mister’, as empresas pagam de indenização R$ 7 Bilhões a menos do que produzem de acidentes!!!
    Conta que nunca fecha….
    E a mídia fala em rombo da previdência…
    Quem produz o rombo da Previdência??
    Uma coisa é perguntar quanto beneficio o INSS paga. Outra coisa é perguntar por que chega tanto aleijado da indústria de aves e suínos no INSS?

    Problemas seríssimos do Brasil
    ♪♫Maggi Maggi! Tudo fica mais gostoso com Maggi!♪♫

    Mas se colocarem o frango a venda por 1 Real, pronto!
    Até o Meirelles ou o Tiririca ganham esta eleição!

    Porco a 1 Real o quilo? Desbanca Jesúis da fazendinha! Vira Presildente Vitalício!

  17. Eduardo: Isso está escrito no livro de Darcy Ribeiro “Entre trancos e Barrancos”. Você pode reclamar, espernear e arrancar os cabelos. Só não pode policiar a história.

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