Jânio Quadros, 50 anos depois

Agradeço a Judith Imbassahy e José Carlos Werneck, pelos comentários sobre Jânio Quadros. Revivem um farsante, (Judith traçou de forma perfeita seu perfil de campanha), Werneck, acentuou o gosto pela bebida e sua falsidade.

Também concordam que 1964, o golpe, vem como seguimento indiscutível, depois da renúncia de 1961. Não quiseram dar posse ao Vice. Exigiram o Parlamentarismo, “mas com Tancredo”. Tinham medo que fosse um Brizola, não ACEITARIAM ou ADMITIRIAM.

Os militares só tomariam qualquer medida fora do “contexto” se os comandantes dos 4 Exércitos estivessem de acordo. Como Brizola se aliara ao Comandante do III Exército, recuaram. Mais tarde quiseram criar mais 2 Exércitos, passando para 6, que seriam: o Quinto, Brasília, destinado a um general genro de Orlando Geisel. O sexto, da Amazônia. O veto foi geral, disseram: “Se já temos tantos problemas com 4 Exércitos, por que aumentá-los?”. A única modificação, que dura até hoje. A Amazônia passaria a ser comandada por um general de 4 Estrelas. Alguns que estiveram lá, altamente competentes.

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