Joaquim Barbosa saberá agir sem criar absurdos jurídicos

Carlos Antonio Rocha Velasco

Todos os direitos legais dos julgados no processo 470, devem ser respeitados sem atropelos, pois de forma diferente a justiça será injustiça. O processo ainda não é transitado em julgado, e seria a prisão um retrocesso na democracia frágil ainda nesse país, onde os cidadãos, comumente não acreditam na Justiça.

Lembram-se da triste memória do golpe militar promovido pelos estadunidenses em nosso país, alguns desses condenados lutaram bravamente contra a ausência de justiça no governo militar, onde se usava a forma física e “leis” com o objetivo de fazerem “Justiça”.

Por prudência, que se aumentem a vigilância, nos portos, aeroportos, fronteiras etc; para que eles não se retirem do país, como muitos fizerem na ditadura, sem autorização do poder, justamente devido às injustiças.

O Ministro Joaquim Barbosa, certamente fará prevalecer o direito dos condenados para não criar absurdos jurídicos que vão prejudicar aos envolvidos e criar uma instabilidade político-jurídica que irá conduzir, a extremos, podendo ocorrer o surgimento de outro Poder, o Moderador. Calma, equilíbrio no saber jurídico, são meios de sanar todo esse impasse.

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