Jobim: a idolatria por ele mesmo

Helio Fernandes

Sua capacidade de sobreviver é assombrosa. Sai de todos os lugares humilhado e vilipendiado, que palavra, parece liquidado, não submerge. Foi constituinte de 88, “emendou” a Constituição  SOZINHO, confessou mais tarde.

Do Legislativo passou para o Executivo, Ministro da Justiça de Sarney. Até o maranhense precisou se livrar dele, nomeou-o Ministro do Supremo Tribunal Federal. “Aprontou” tantas, que magistrados de sua terra, o Rio Grande do Sul, pediram sua expulsão do Supremo. Foi EXPULSO com 60 anos, não deu para esperar a EXPULSÓRIA dos 70 anos.

Houve uma crise militar, sem saída, e como se houvesse apenas uma, Lula nomeou-o Ministro da Defesa, voltou ao Executivo. Sem possibilidades, a não ser uma eleição de deputado, (precária e indo outro vez para o Legislativo), não se desincompatibilizou, esperando um “carguinho” com Dona Dilma.

Pois agora, espalha, “serei ministro de Serra”. Como é malandro e espertíssimo, sabe que vitória de Serra só por milagre. Então joga com os dois candidatos, espera para negociar depois da eleição.

NÚMEROS INCOMPREENSÍVEIS

Alardearam, o Ministro do Trabalho e o presidente da República; “Nunca houve tão pouca gente sem trabalho, apenas 6,2 por cento”. Por que não traduziram em números compreensíveis?

São quase 7 milhões de desempregados. Com a agravante: a cada ano, 1 milhão de pessoas completa 18 anos e não encontra trabalho.

INCERTEZA E DESUNIÃO NO  PV

O PV, para o seu tamanho político e eleitoral, é proporcionalmente , o mais desunido e dividido dos partidos. Nem Dona Marina está satisfeita, não deixaram que se definisse pessoalmente.

Alegre e praticamente radiante, só o vice de Dona Marina, o empresário Guilherme Leal. Investiu, apareceu, acertou.

UM ACERTO: TAXAR JOGATINA

Finalmente o governo “acertou”, taxando a jogatina da Bolsa e do dólar futuro. A taxação ainda foi branda, os manipuladores nem se assustaram. O chamado “capital motel”, combinando Bovespa e bônus, é tão lucrativo que absorve toda e qualquer taxação.

Sabem que o governo não tem audácia para atingiu o ponto (e o número) certo.

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