Jorginho, auxiliar de Dunga, já tem vaga garantida na Record

O que se fala em São Paulo, Brasília e na CBF: “Assim que acabar a Copa do Mundo, o auxiliar de Dunga ocupará cargo importante nessa televisão”. Mas há mais e também tido como consumado: Jorginho seria o principal cabo eleitoral do senador Marcelo Crivella.

Tudo isso se a seleção não ganhar o título. Se ganhar, bem, aí as oportunidades serão tantas e tão vastas, que Jorginho terá que fazer uma seleção. E isto não é um jogo de palavras, e sim reverência (?) à sua fé, e não apenas esportiva.

“Menas” verdade de Dunga

Declaração textual do auxiliado de Jorginho: “Se fosse o treinador em 1958, levaria o Pelé até com as duas pernas quebradas”. Fanfarronice sem qualquer base. Na Copa da Suécia, o agora treinador nem era nascido. O próprio Pelé diz: “Não imaginava que aquilo me aconteceria com 17 anos”.

Se existe uma coisa que não pode ser negada ou até mesmo esquecida, é esta: Pelé (e Garrincha) só entrou na seleção, por causa de um movimento liderado pelo jornalista Sandro Moreira. Importante, percebeu que as coisas não iam bem, usou seu conhecimento, prestígio e competência, para mudar tudo. É assim que se ganha, e não usado a “coerência”, com todas as aspas possíveis.

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