Juiz Moro ordena novas buscas e manda prender mais um

O juiz ainda não revelou o nome do envolvido a ser preso

Jacqueline Saraiva
Correio Braziliense

Desde a madrugada desta quinta-feira (21/5), a Polícia Federal cumpre seis mandados judiciais na 13ª fase da Operação Lava-Jato, que investiga um grande esquema de corrupção na Petrobras. As ações ocorrem em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. São quatro de busca e apreensão, um de condução coercitiva – quando a pessoa é levada para depoimento – e um de prisão preventiva.

Dos quatro mandados de busca, um está sendo cumprido em Itanhandu (MG), outro no Rio de Janeiro e dois em São Paulo. Os mandados de condução e de prisão serão cumpridos em São Paulo. Segundo a PF, o objetivo é apurar fatos criminosos atribuídos a dois operadores financeiros. Segundo a investigação, eles atuavam junto a contratos firmados por empreiteiras com a estatal.

PARA CURITIBA

Dezesseis policiais federais foram destacados para a operação de hoje. O preso será trazido para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.

Na última fase da operação, em 15 de abril, o tesoureiro afastado do PT, João Vaccari Neto, foi preso. Ele é investigado por suspeita de receber propina no esquema de corrupção na Petrobras. A esposa dele, Giselda Rousie de Lima, teve um mandado de condução coercitiva e foi ouvida em casa. A cunhada do tesoureiro, Marice Corrêa de Lima, também foi presa, mas ganhou a liberdade dias depois.

7 thoughts on “Juiz Moro ordena novas buscas e manda prender mais um

  1. Esperamos que o Super-Juiz no seu grande ato de defender a nós brasileiros e nosso suado dinheirinho pago com altas taxas de impostos, mande fazer buscas na Fazenda de Buritis, no Apartamento da Cassandra em Higienópolis e tam´bem no Apartamento de 11 milhões de euros na Avenue Foch em Paris
    Assim, o Super-Juiz, será justo com todos, independente dele por baixo da toga vestir a camisa azul e amarela do Partidão da Extrema-Direita-Caviar.

    • Tambem nas fazendas em SP,MT e Pará sem esquecer na fazendinha em Atibaia,o triplex no Guarujá e a cobertura de São Bernardo.Tem tambem o instituto da propina que necessita ser visitado.

      • E os 64 diamantes que a PF aprendeu com o Cerveró, vindos da África, pais tão visitado pelo Lulla e pela Rose…. Alías o MPF deu 15 dias ao Instituto Lula, para apresentar toda essa documentação. Já existe uma operação, em sigilo, do MPF com 60 mandados sobre o BNDES / Friboi.

  2. Mais fácil e lógico, caro Armando, é as buscas se concentrarem no duplex de São Bernardo do Campo, no triplex do Guarujá, no “sítio” de Atibaia.Fala-se até em uma vila na Toscana, paraíso italiano. Ah, e no apartamentaço do filhão, em região nobre de São Paulo. Mas, continue em sua cruzada. Com a mesma elegância com que o vem fazendo.

  3. O Vaccari não que virar outro Marcos Valério ???
    “O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, que está preso em Curitiba, deixou a direção do partido em pânico. Sentindo-se “abandonado”, ameaça fazer acordo de delação premiada e revelar à Justiça o papel da “cumpanherada” no assalto à Petrobras. Ligado a Lula, de quem é homem de confiança, Vaccari mandou recados exigindo “postura firme” do partido em sua defesa, inclusive fazendo pressão no Judiciário.

    Familiares e amigos próximos de João Vaccari se dizem preocupados com informações sobre o “estado depressivo” do petista, na cadeia.

    Acordos de delação na Lava Jato têm sido propostos pelos acusados ao final do primeiro mês de prisão. Vaccari está preso há 36 dias.

    Vaccari tem muito a revelar: segundo o ex-gerente Pedro Barusco, o PT recebeu até R$ 200 milhões de propina, entre 2003 e 2013.

    João Vaccari anda preocupado com a situação da família, inclusive da cunhada que chegou a ser presa. Ele exige imunidade para todos eles. Leia mais na Coluna Cláudio Humberto

  4. É assim que se começa uma premiada…Uíii Rose u nossu triplex…

    “Leo Pinheiro da OAS foi orientado a ficar calado em seu depoimento na CPI da Petrobras na semana que vem. É exatamente a mesma estratégia usada nos interrogatórios na Justiça paranaense.

    Por Lauro Jardim

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