Juiz ouve novos depoimentos sobre Duque e Vaccari

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A atuação de Vaccari é um dos temas dos depoimentos

Deu na Agência Brasil

Dois delatores do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato prestam novos depoimentos hoje à Justiça Federal em Curitiba. O consultor Júlio Camargo, que prestou serviços à empresa Toyo Setal, e o ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco vão responder aos questionamentos do juiz federal Sérgio Moro na condição de testemunhas de acusação, por terem assinado acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).

A audiência está prevista para as 15h. Os depoimentos fazem parte da ação penal que envolve o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque.

Duque foi preso no dia 16 de março pela Polícia Federal por determinação de Moro. Ele está preso no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Segundo o juiz, mesmo após a deflagração da Operação Lava Jato, em fevereiro de 2014,

LAVAGEM DE DINHEIRO

Duque continuou cometendo crime de lavagem de dinheiro, ocultando os valores oriundos de propinas em contas secretas no exterior, por meio de empresas offshore. A defesa de Duque alega que a prisão é ilegal e que o ex-diretor não cobrou propina de empreiteiras durante o período em que esteve no cargo.

Já o ex-tesoureiro Vaccari foi preso em abril com base em declarações do doleiro Alberto Youssef e de Barusco, delatores do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato.

Segundo eles, o ex-tesoureiro do PT recebeu propina de executivos de empreiteiras investigadas pela Polícia Federal. Mas os advogados de Vaccari afirmam que ele nunca pediu doações de origem ilícita e que todas as contribuições ocorreram de forma legal, por transação bancária.

2 thoughts on “Juiz ouve novos depoimentos sobre Duque e Vaccari

  1. DELATOR NÃO SE CONFUNDE COM INSTITUTO DA DELAÇÃO

    A grande imprensa é especializada em confundir a opinião pública, por conseguinte há confusos aplaudindo as “delações premiadas” sem as devidas ressalvas. Afinal, constituem mecanismos de premiação para que réus confessos obtenham reduzidas suas penas se cooperarem com as investigações de determinados casos. Mas se respeitamos o instituto da delação em face de sua importância na busca de informações, sabendo que tais conteúdos também precisam ser objeto de apuração, somos obrigados a respeitar os delatores? Assemelhados respeitam ou confundem, por ignorância ou má fé, como queiram. oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2015/06/29/envolvidos-na-lava-jato-nao-sao-os-heroicos-inconfidentes-568790.asp#.VZHHu2nWMV8.facebook

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