Justiça do Trabalho mostra inacreditável eficiência no caso de Ronaldinho Gaúcho. Nos outros, porém…

Carlos Newton

O site do canal ESPN informa que o casamento entre Ronaldinho Gaúcho e Flamengo terminou de forma melancólica. Na manhã desta quinta-feira, o meia entrou na Justiça contra o clube rubro-negro por causa de vencimentos atrasados, e conseguiu uma liminar que o deixa livre para assinar com outro time. E a decisão do juiz Andre Luiz Amorim Franco, da 9ª Vara do Trabalho, divulgada através de liminar, polemiza ainda mais ao insinuar que a carreira do jogador “já se aproxima do final”.

No parágrafo em que anuncia a rescisão dos vínculos de Ronaldinho com o Flamengo, o juiz vê possibilidade de dano irreparável caso o meia permanecesse no Rubro-negro – onde, sem aparecer nos treinos há quatro dias, tinha grandes chances de ser afastado e impedido de jogar por um longo período.

Se os craques brasileiros tivessem a velocidade desse juiz trabalhista, o Brasil seria campeão do mundo eterno. Receber e despachar na mesma hora um pedido de liminar é fato a ser registrado no Livro Guinness de Recordes. Mas acontece que, nos processos dos outros mortais, infelizmente a magistratura brasileira joga devagar, quase parando.

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