Kalil, prefeito de BH, oferece vagas de UTI a bebês de Manaus e dispara: ‘Que país é esse?’

Kalil

Alexandre Kalil se reelegeu no primeiro turno em Belo Horizonte

Gabriel Moraes
O Tempo

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), anunciou nesta sexta-feira (15) que a prefeitura ofereceu vagas de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para bebês de Manaus que precisam do serviço, já que a capital amazonense vive um colapso na saúde.

“Estou perplexo e indignado. Que país é esse?”, questionou Kalil nas redes sociais. Mais cedo, O Tempo já tinha adiantado que a Santa Casa de Belo Horizonte e o Hospital Maternidade Sofia Feldman disponibilizaram 15 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) neonatal para bebês que precisarem de transferência de instituições. Serão cinco ofertados pela Santa Casa, e dez pela maternidade.

PARCERIA – Conforme nota enviada pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a disponibilização dos leitos da Santa Casa foi feita em parceria com o Executivo.

Nesta sexta-feira, o diretor técnico da Santa Casa de Belo Horizonte, Guilherme Riccio, entrou em contato com o secretário municipal de Saúde, Jackson Machado Pinto, para tentar viabilizar o pedido feito pela Confederação das Misericórdias do Brasil.

“Esta possibilidade de poder ajudar o povo do estado do Amazonas neste momento de colapso na saúde em Manaus, demonstra a capacidade e organização do nosso sistema de saúde pública em Belo Horizonte”, afirmou o secretário.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Enquanto isso, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro e o general Eduardo Pazuello revelam que o governo federal não comprou seringas para vacinar o povo e pedem que cada Estado e Município se virem sozinhos, como se dizia antigamente. É muita incompetência… (C.N.)

16 thoughts on “Kalil, prefeito de BH, oferece vagas de UTI a bebês de Manaus e dispara: ‘Que país é esse?’

  1. ESTADÃO

    MÉDICO DE MANAUS REAGE A BOLSONARO E DIZ QUE TODOS OS PACIENTES FAZEM USO DE “TRATAMENTO PRECOCE

    Giovana Girardi 13 horas atrás – 15 de janeiro de 2021

    Algumas horas depois de enfrentar o drama da falta de oxigênio em hospitais de Manaus, que levou pessoas a morrerem por asfixia, um médico intensivista fez um desabafo: “O nosso governo tem sido negacionista em relação à pandemia, relativiza tudo, banaliza tudo. A última foi dizer que o que está acontecendo aqui em Manaus é porque a gente não faz tratamento precoce.”

    De seu carro, Anfremon D’Amazonas, intensivista do Hospital Universitário Getúlio Vargas, um dos mais afetados pela falta de oxigênio na quinta, gravou um vídeo e compartilhou em suas redes sociais relatando a tragédia pela qual passou a cidade. Ele disse que a segunda onda está “devastadora” e que o “vírus está mais agressivo” do que antes. E se queixou do governo, que ele disse ter ajudado a eleger.

    O médico se referiu a comentários feitos no último dia 12 e nesta quinta-feira pelo presidente Bolsonaro. Na terça, um dia depois de o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ter ido a Manaus, Bolsonaro disse que a situação na cidade estava um “caos” porque “não faziam o tratamento precoce” e que Pazuello já teria “interferido” para resolver a situação.

    Nesta quinta, em live horas depois do colapso na capital do Amazonas, o presidente voltou a insistir nessa tecla, defendendo tratamentos com cloroquina. Nenhuma das drogas sugeridas pelo governo como de “tratamento precoce” foram consideradas eficazes pela ciência para combater a doença. Até hoje as pesquisas não encontraram remédios que realmente possam tratar a covid-19, somente alguns de seus sintomas, já para pacientes internados.

    Mesmo assim, diversos médicos usam esse kit, e este era o caso em Manaus, segundo D’Amazonas. “Eu passo visita, nas duas UTIs onde trabalho… pelo menos 50 doentes eu vejo por dia nas últimas semanas. Todos eles fizeram tratamento precoce. Todos fizeram azitromicina, fizeram ivermectina, alguns fizeram anita, alguns ainda fizeram hidroxicloroquina. Tudo aquilo que é preconizado como tratamento precoce eles fizeram. Alguns doentes começaram a tomar corticoide em casa, sem ter sintomas respiratórios, que nem é legal fazer”, relatou.

    “Os doentes não são burros. Eles leem, são antenados, compram, fazem estoque em casa sozinhos. Não é falta de tratamento precoce. É sacanagem com a gente dizer que o que está acontecendo aqui é falta de tratamento precoce”, queixou-se. “Eu votei no governo atual, meu voto está declarado, então acho que tenho o direito de criticar a pessoa que eu coloquei lá em cima.”

    O médico afirmou que a situação de Manaus agora é pior do que na primeira onda, que atingiu fortemente a cidade em abril e maio do ano passado. “A gente está vendo a doença mais agressiva, levando mais doentes para diálise, pegando gente mais nova. Está sendo devastador, os hospitais estão todos lotados. Se (alguém) sofrer um infarto, acidente de carro, precisar operar a vesícula, está ferrado mano, não tem para onde ir. E se conseguir um lugar, tem risco muito alto de pegar covid-19, porque todos os hospitais estão cheios de covid.”

    Ele ainda fez um alerta para o resto do País. “O que está acontecendo aqui, não desejo para ninguém, mas eu acho que o governo, em vez de ficar fazendo manobras evasivas e dizer que está tudo tranquilo, que está tudo bem, tem de preparar o País para a segunda onda. Se preparem, porque ela é devastadora, é cruel, vai levar muitas vidas. Perdi muitos amigos, estou perdendo colegas de trabalho. Tudo isso é lastimável.”

  2. FOLHA DE S. PAULO

    Familiares de pacientes competem por cilindros em empresa de Manaus; cidade sofre com falta de oxigênio em unidades de saúde

    Após fracasso de Bolsonaro, Brasil depende da Coronavac para imunização. A negativa do governo da Índia ao pedido de entrega imediata de um lote de imunizantes contra a Covid-19 frustrou operação montada para buscar o material neste final de semana e precipitou uma derrota do governo Jair Bolsonaro (sem partido).

    O início da vacinação no país será feito com a Coronavac, trunfo do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

    Mais sobre vacinação:

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    Com impasse sobre vacinas, Bolsonaro adia cerimônia para marcar início de imunização

    Manaus foi a segunda capital que menos recebeu recurso federal por habitante em 2020

    Capital do Amazonas só recebeu mais verba que o do Rio de Janeiro, que tem um orçamento próprio mais robusto

    Em live no pior dia de Manaus, Bolsonaro mente sobre Covid no Brasil

    Presidente e ministro da Saúde insistiram no tratamento precoce com hidroxicloroquina e questionaram uso de máscara.

  3. Quando garoto, eu gostava de brincar de eletrólise: pegava um recipiente com água, adicionava sal (para aumentar a condutividade da água). Depois pegava 4 pilhas em série, ligava um eletrodo em cada pólo e mergulhava as outras duas extremidades dos fios n’água (sem se tocarem). Pronto, estava em funcionamento um desoxigenador; agora é só coletar em um frasco.
    Como a molécula de água tem a fórmula H2O (2 átomos de Hidrogênio + 1 de Oxigênio): do pólo negativo (H) são expelidas 2 vezes mais bolhinhas de ar que do positivo (O).
    Talvez a diferença entre o oxigênio colhido industrialmente e aquele coletado por método experimental, seja o grau de pureza e assepsia. Num país com a maior reserva de água doce do mundo; faltar oxigênio?

    • Sr. Paulo, essa raça desgraçada maldita está pouco se lixando para a saúde do povo.
      As desgraças (BolsoNelson, DoriaVac dentre tantos)., só pensam em duas coisas. Eleições (poder)., e Roubar.
      O mais trágico disso tudo foi ver o comportamento do Comunista Rosinha ontem, ficou nevorsinha, passando bom “o bonzinho do momento da tragédia ” como se importasse com a saúde do povo.
      O Estado em que “desgoverna” é o campeão em mortes pela peste comunista do PCC amarelo…

  4. Parece-nos impossível que os bozoidólatras não revejam suas posições e delas até se envergonhem, mesmo não havendo sido a mãe deles que morreu de falta de ar em manaus pelo dinheiro torrado na corrupção para bloquear o impeachment! Do boçal.

  5. Como tudo na vida tem seu lado bom e ruím, este vírus evidenciou , o motivo de sermos uma eterna nação periférica e vira – lata. Somos uma nação que sujeita ser governada por uma ( elite ? ) rasteira, que se ajoelha sorrindo, para ser tosquiada e saqueada. Cada povo tem os corruptos que merece.

  6. Chora esquerdalhas, comunistas enrustidos, seres trevosos, zumbis da democracia, socialistas de botequim, o mundo gira, não conseguirão derrubar quem quer que seja, intencionados que estão. A caravana passa e cães ladram!

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