Lembrando Brizola, que teve dois atestados de idoneidade

Nélio Jacob

Tenho 74 anos e acompanho a política desde a década de 50, nunca assisti alguém defender um governo sem argumentos convincentes, como se defendia João Goulart e Brizola. Só para relembrar, o Brizola teve dois atestados de honestidade: um dado pela ditadura que o condenou  por subversão, já que por corrupção não conseguiram condená-lo; o outro foi quando o Marcello Alencar, governador, tentou cassar seus direitos político por 8 anos, e com o Brizola fora do quadro político, seria fácil.

No dia da votação, até um adversário político, o deputado Sivuca, votou a seu favor com as seguintes palavras: “Um homem que teve a vida toda vasculhada pela ditadura e não encontraram um ato de corrupção, não posso votar contra ele”.

Vasculhem a vida do Lula e seus companheiros mais chegados para ver o que vão encontrar. Quando se torce por um time de futebol, perdendo ou ganhando, isso não interfere na paixão que se tem por ele. Política é diferente, somente um apaixonado pelo homem Lula não enxerga a corrupção que se alastrou pelo pais. Como não tem como defendê-lo, acusa o outro de ser igual, acusam a mídia acusam a elite.

Se o governo Lula foi elitista, perguntem aos banqueiros e às grandes enpresas.

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