Logo uma nação em frangalhos

Carlos Chagas

O serviço de meteorologia política informa: tempestade para amanhã, em Brasília. O Procurador-Geral será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e, em seguida, submetida ao plenário a sua recondução. Salvo inusitados, será aprovado para mais dois anos no cargo, mas vai sair faísca nas interpelações dos senadores a Rodrigo Janot. Com o ex-presidente Fernando Collor à frente, provocações acontecerão.  Renan Calheiros, na condução dos trabalhos de votação, deverá manter postura imparcial, agora que integra o time da presidente Dilma. Não foi denunciado ao Supremo Tribunal Federal por suposto envolvimento no escândalo da Petrobras, mas nada garante de ter sido poupado para sempre. Segue num fio de navalha que já atingiu Eduardo Cunha, presidente da Câmara.

Junte-se a essa elevação de temperatura no Senado a iniciativa do ministro Gilmar Mendes, no Tribunal Superior Eleitoral, determinando a abertura de investigações sobre o uso de dinheiro podre na campanha presidencial do ano passado e se terá a receita de uma semana apimentada na capital federal.

DESEMPREGO E INFLAÇÃO

Enquanto isso, acentua-se a crise econômica com o aumento do desemprego e da inflação, ambos disputando para saber qual deles chega primeiro aos dois dígitos. O empresariado e os sindicalistas preparam-se para mais um embate, sem sinais de arrefecimento de suas posições. Continuam as dispensas nas fábricas e demais postos de trabalho, levando as centrais sindicais a antecipar uma greve geral de sérias proporções, ao tempo em que o governo escorregou outra vez, punindo os aposentados com a suspensão do pagamento da parcela integral de 50% do décimo terceiro  salário.

Diz o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, não haver dinheiro, ainda que para o pagamento de juros não venha a faltar.

IMPEACHMENT

O PSDB engajou-se na proposta de afastamento da presidente Dilma, contando com o apoio velado de parte do PMDB. O vice-presidente Michel Temer deu sinais de desembarcar do trem de apoio a Madame, enquanto Eduardo Cunha tenta descarrilhar a composição. O Lula, de seu turno, anuncia mais uma promessa não cumprida de percorrer o país em defesa da sucessora, ao tempo em que enfrenta acusações de tráfico de influência e favorecimento de empreiteiras.

Em suma, no histórico da Nova República, essa parece a conturbação mais explosiva desde o impeachment do presidente Fernando Collor, agora com o adendo da alta do custo de vida, de impostos, taxas e tarifas de serviços públicos, em meio aos já referidos desemprego e inflação.  Milagres estão fora de moda, mas se não sobrevier algum dos grandes, logo a nação estará posta em frangalhos.

40 thoughts on “Logo uma nação em frangalhos

  1. A família de Collor, além da investigação da Lava Jato sobre o recebimento de propinas do Petrolão e do desgoverno de Collor que acabou no seu impeachment, tem também assassino, o próprio pai do senador pelo PTB, este PTB de Yvete Vargas. A notícia abaixo tem como fonte o Estadão:

    A relação da família alagoana Mello com a política não começou com o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello. O pai de Fernando, Arnon Afonso de Farias Mello chegou ao governo do EstadoArnon / http://gazetaweb.globo.com de Alagoas em 1951 e foi senador da República de 1963 a 1983. Em cinco de dezembro de 1963 protagonizou uma cena que abalou o Senado Federal e o país. Arnon matou, com um tiro no peito, o senador acreano José Kairala, em plena tribuna. O objetivo era atingir seu inimigo político, Silvestre Péricles, mas o senador errou todos os tiros e atingiu Kairala. Homem rico, Arnon de Mello nada vez para ajudar a viúva de sua vítima, a qual passou sérias dificuldades para criar os filhos.

    No final da década de 70, Fernando Collor de Mello começa a substituir a influência do pai Arnon no estado, sendo eleito prefeito e governador. Acabou na Presidência do País cerca de uma década depois, se tornando o primeiro presidente da República eleito peloVeja/ 30 de setembro de 1992 voto direto após o Regime Militar, em 1989. Fernando Collor governou o Brasil por apenas dois anos, de 1990 a 1992, perdendo o cargo após sofrer um processo de impeachment devido a acusações de corrupção. O político teve seus direitos cassados por oito anos. Após este período de afastamento, Collor se elegeu senador em 2006, tomando posse em 2007.

    Segunda notícia: Fonte jornal Cada Minuto, disponível na internet: Collor é suspeito, junto com Luiz Estevão, de ter estuprado e matado a menina Ana Lídia, quando estes políticos eram mais jovens:

    A ausência do candidato à reeleição Fernando Collor (PTB) no debate entre candidatos ao Senado não amenizou o clima de guerra esperado para a tarde deste sábado (20) nos estúdios da TV Pajuçara. Houve xingamentos, ameaça e até suposta tentativa de agressão dentro do estúdio. Além, disso, Collor foi acusado por Heloísa Helena (PSOL) de ter seu nome envolvido em um caso de estupro de criança seguido de morte, juntamente com o ex-senador fluminense Luiz Estevão.

    O estopim para a confusão foi aceso logo no primeiro bloco do debate, quando o candidato Elias Barros (PTC) provocou Heloísa, ao afirmar que o ex-senador Luiz Estevão teria lhe mandado um abraço.

    Em seguida, no primeiro intervalo do debate, o irmão da candidata, Hélio Moraes, escalado para orientá-la, agrediu verbal e fisicamente Elias Barros, e o ameaçou depois de dar um tapa no ombro direito. Testemunhas disseram ao blog ter sido uma agressão leve e de raspão, outras disseram não ter havido nada além de ameaça e xingamento.

    Os seguranças retiraram Hélio do estúdio e, em seguida, o convidaram a deixar o prédio da emissora da Rede Record de Alagoas.

    Mas o pior ainda estava por vir, quando Heloísa utilizou o direito de resposta conquistado não apenas explicar o motivo da insinuação de Elias Barros, mas também para fazer uma acusação grave contra Collor e sugerir que seria alvo de “candidato laranja”.

    “Todas as vezes que as pessoas falam de Luiz Estevão é porque comentavam, em Brasília, que eu tinha um caso com o farsante. Eu não podia ter um caso com Luiz Estevão, até porque também se comentava em Brasília que ele e o playboy Collor de Mello eram envolvidos no assassinato e estupro de Ana Lídia. Por isso que eu não podia ter um caso com ele. Agora o problema é o seguinte, quando uma mulher tem coragem… E eu quero dizer ao Collor: ‘Não ouse pensar que eu tenho medo de você! Pode sangrar animais no altar de Satanás, eu não tenho medo de você nem de laranja…’”, disparou Heloísa, que já havia repudiado a decisão de Collor não debater, atitude considerada covarde por ela e pelo candidato Omar Coelho (DEM),

  2. Para não esquecer: Lindolfo Leopoldo Boekel Collor avô de Fernando Collor nasceu em 1890 no Rio Grande do Sul; foi jornalista e escritor. Filiou-se em 1911 ao partido PRR. Era fervoroso seguidor das idéias positivistas de Júlio de Castihos, tendo fundado o Partido Republicano Castilista em 1921 de breve duração. Voltou ao PRR sendo deputado federal, teve grande atuação na Câmara. Foi um dos conspiradores da revolução de 1930 e com a vitória foi nomeado por Getúlio Vargas Ministro do Trabalho, sendo responsável pelas leis trabalhistas. Em razão do empastelamento do jornal Diário Carioca por militares ligados ao Club 3 de Outubro, renunciaram os ministros do Trabalho, Justiça e o chefe de polícia Batista Luzardo, e precipitou o rompimento de Borges de Medeiros com o governo federal isso em 1932. Lindolfo Collor era um homem íntegro. Diferentemente dos que se afastaram de Getúlio e depois com ele reataram. Lindolfo Collor nunca mais reatou relações com Getúlio.

  3. Collor de Mello é valente com os mais fracos, então não passa de um reles covarde!
    Confirma a minha afirmação acima o seu mandato presidencial, quando tomou a medida mais violenta da história republicana deste País e penalizou milhões de brasileiros inocentes, ao confiscar-lhes o dinheiro de suas poupanças e em conta corrente, deixando-os na penúria.
    Evidente que este gesto agressivo e covarde recaiu sobre o povo, menos para aqueles que eram os responsáveis pela inflação, que o atabalhoado e irresponsável presidente à época os deixou não só imunes à medida criminosa quanto foram também privilegiados e fortalecidos, principalmente o sistema bancário, o algoz permanente da população brasileira.
    Desta forma, o senador alagoano não é valente ou possui têmpera forte, muito menos acostumado a enfrentar dificuldades, conforme propaganda falsa a seu respeito, mas um fraco, medroso, incapaz de desafiar alguém que esteja à sua altura ou acima de suas funções, um legítimo boquirroto, que emite seus ganidos na tribuna do Senado e acha que amedronta, quando não passa de um personagem que mais diverte com as suas caras e bocas, olhares de ódio e palavrões que os profere em voz baixa, claro, que exercer a função que foi eleito por um povo carente e necessitado de alguém que trabalhasse por ele e o defendesse, menos Collor de Mello, óbvio, pois este detesta o cidadão, aproveita-se da função em benefício próprio, e por ser ex-presidente da República obtém de alguns pares certas condescendências e beneplácitos dignos do espírito de corpo parlamentar, sempre alheios aos clamores populares e permanentemente explorando o cidadão e lhes impondo aumentos de impostos, sem qualquer medida que venha a melhorar a vida do povo, salvo legislarem em causa própria quanto a benefícios e suplementos salariais, conchavos e tráfico de influência, fisiologismos e vendas de apoio político!
    Collor representa por excelência este político mal formado, desvirtuado, rançoso, autoritário, evidentemente com os mais fracos, repito, pois desta forma não precisa enfrentar quem poderia lhe fazer frente, quem lhe desafiasse de igual por igual, caso contrário não teria agredido a população de maneira tão violenta como agiu na presidência da República, mas teria encontrado outra alternativa como seus sucessores o fizeram, sem penalizar o inocente cidadão brasileiro e ter deixado isento o culpado, o responsável pela inflação, os poderosos banqueiros!
    Collor é o contrário do que divulga seu admirador, quando registra inoportunamente que o senador “não escamoteia a verdade”.
    Aluno digno de um mestre do mal, mentiu pois, Color de Mello, no último debate com Lula quando este foi derrotado pelo alagoano, esbravejou na TV que, se o metalúrgico fosse eleito tomaria a poupança do brasileiro e, no entanto, quem levou adiante este ato deplorável e covarde, reitero, foi Collor de Mello, depois de eleito e ter mentido desaforadamente para a população, que confirma a sua covardia e um reles mentiroso, que escondeu a verdade do povo através da atribuição ao seu adversário político a intenção safada e malfadada que levou a efeito em seguida à sua desgraçada posse!
    Collor levará para a eternidade a memória dos milhares de brasileiros que morreram sem ver o seu dinheiro de volta, e ouvirá no inferno seus gemidos de dor e desespero, em face do tempo que o imaturo e irresponsável presidente levou para devolver o dinheiro desvalorizado e tomado à força daqueles que sobreviveram, que originou milhares de ações em Juízo posteriormente!
    Collor será incomparavelmente o pior presidente da História do Brasil, e sua saga de estar sempre enredado em denúncias de corrupção comprovam a sua péssima índole, a sua deformação de caráter, a sua personalidade voltada para vantagens pessoais, a sua arrogância e prepotência que ultrapassam honra e dignidade, respeito e consideração para o povo brasileiro, que ele tão bem enganou, ludibriou e mentiu descaradamente!
    O resto é papo furado e de péssima qualidade, diga-se de passagem.

  4. Eis o aluno de Collor de Mello, reles imitador de um covarde e mentiroso, então quer que eu vá a Brasília, como se eu explorasse o povo e usasse o seu dinheiro para passeios e viagens, jantares e alugueis de carros de luxo, seguranças e hotéis cinco estrelas!
    Mas vai te enxergar, bajulador de araque!
    Se quiseres me desafiar, toma jeito, e vem ao meu encontro, pois o meu dinheiro eu o uso de maneira honesta e útil, e não da forma como teus pares estão acostumados.
    E vai ofender os deputados e senadores corruptos e desonestos, pois teus xingamentos são dignos de demência e senilidade, pois a mim divertem, exatamente quando vejo o teu ídolo na TV se retorcendo na cadeira e fazendo caretas, a sua especialidade ou, então, ofendendo autoridades e em voz baixa, atitude de um medroso e covarde, como esta tua, em me desafiar a mais de dois mil quilômetros de distância porque assim é fácil e mantém os dentes na boca!
    Vai te catar, Limongi e deixa de ser tão infantil, na idade que já deverias ser mais maduro e minimamente entendedor de certas passagens na vida, como não puxar o saco de políticos, por exemplo.

    • Calma Francisco Bendl,

      Por mais que você mostre, prove, argumente, não faz diferença.
      As pessoas só enxergam o que querem enxergar.

      Quanto a mim, já comprei uma garrafa de Scotch 18 anos, coloquei as formas de gelo com agua de coco só para saborear quando da cassação do Fernando Collor.

      • Guilherme Almeida, meu caro,
        Se eu não estiver junto contigo neste brinde, ergue a taça e te lembra de mim neste momento de extrema alegria que teremos!
        Um abraço.

  5. Postagem de quem não tem razão em nada do que fala. Por que tu não vais a Porto Alegre dar uns sopapos no Bendl? Porque tu tens medo até de mosca. Tu não passas de uma metamorfose, gagá e decadente.

    • Paulo_2,
      Limongi está habituado a lutar com palavras, Paulo, pois acha que elas resolvem.
      Em se tratando de pessoas intimamente ligadas aos parlamentares o que elas dizem têm efeito ao contrário, isto é, são mentiras e floreios, deturpações da verdade ou esconderem a realidade por conveniência ou interesse.
      Limongi não tem como contestar minhas palavras sobre Collor de Mello, e sabe disso.
      Não há outra opção para ele, mal e ducado e desrespeitoso como seu ídolo, que não seja ofender, e imaginar que amedrontará um cidadão comum, porém com a razão ao seu lado e não impulsionado por emoções que destoam de um homem quando se candidata a guarda-costas de um elemento que sabemos de antemão ter prejudicado o povo como fez Collor de Mello, razão pela qual os comentários de Limongi atacando e insultando são quixotescos, hilários, e dão a dimensão exata do nível dos indivíduos que frequentam o Congresso e se dizem amigos fiéis dos parlamentares.
      Limongi se mostra uma pessoa sem causa, apenas tentando revidar as raquetadas que seu amo e ídolo recebe merecidamente, e vai continuar lendo e ouvindo até o fim de sua vida ter sido o mais violento e pior presidente da República em todos os tempos, pelo menos até o presente.

      • Caro Bendl:
        Dê uma busca no Google digitando “limongi” e “nepotismo” e veja com qual tipo de gente que você está gastando seu latim…

        • Prezado Froes,
          Explica-se a manifestação do dito cujo quando rosna e arreganha os dentes porque lhe mexeram o osso, que devora insaciavelmente!
          E dizer que pagamos a este indivíduo se apresentar neste blog e nos ofender desta forma.
          Trata-se mesmo de outro canalha, explorador do cidadão, que nos rouba o dinheiro através de conchavos, conforme eu escrevera acima, e ocupa um cargo no legislativo porque parente de político, que vergonha, que indecência, que falta de moral!
          Eu desconhecia esta informação, agradeço por ela, mas causa indignação e revolta, pois verificamos por onde que os nossos impostos escoam e levam de roldão nossos sacrifícios e imposições de tributos cada vez mais elevados.
          Eis uma das causas:
          O nepotismo explícito no Congresso; a pilhagem oficial; recompensa a bajuladores; ode aos familiares de traidores do povo e do País!
          Obrigado, Froes.

  6. Publicação do Blog CAFÉ HISTÓRIA , disponível na internet:

    A MÍDIA “VALENTE, INDEPENDENTE e Integra”
    Laerte Braga

    O espetáculo promovido pela mídia em torno da morte da menina Isabela começa a perder força no quesito audiência, único objetivo real das grandes redes de tevê e amanhã o ponto culminante do show da morte deve assinalar o início do declínio do noticiário.

    A partir de segunda-feira o general William Bonner reassume o comando das tropas na guerra contra a Venezuela, os “terroristas” das FARCS-EP, os índios (armados de arcos e flechas contra fazendeiros/pistoleiros e as tropas do general “Heleno de Tróia”) e agora com ingrediente novo: a defesa da soberania e da integridade nacionais no item Itaipu. Como não vão conseguir comprar Lugo como compraram outros governantes daquele país, Lugo vira um perigo.

    Nem sempre foi assim. Nem sempre foram tão “valentes, independentes e íntegras”.
    Em 18 de maio de 1973 Aracelli Cabrera Sanches foi assassinada no Estado do Espírito Santo por jovens viciados em droga e filhos de famílias poderosas. Tinha oito anos de idade. As notícias pararam de ser divulgadas quando começaram a aparecer os nomes dos possíveis suspeitos.
    As redes de tevê sentaram em cima e se calaram. Houve queima de arquivo, a mãe da menina era traficante e as ligações entre os dois crimes, Aracelli e Ana Lídia eram claras: tráfico de drogas.
    Em setembro do mesmo ano a menina Ana Lídia Braga, de cinco anos, foi assassinada em condições brutais em Brasília e dois dos suspeitos eram filhos de autoridades da ditadura. Alfredo Buzaid Júnior, filho do ministro da Justiça do governo Médice e Eduardo Eurico Resende, filho do senador capixaba Eurico Resende, um dos líderes da ditadura no Senado.

    As redes de tevê sentaram em cima e calaram.

    Alfredo Buzaid Júnior recusou-se inclusive a atender a uma intimação da Justiça de Brasília, viajou para São Paulo e tempos depois acabou prestando depoimento por precatória. Collor de Mello, filho de outro senador, Arnon de Melo, mais tarde presidente inventado pela GLOBO, era outro dos suspeitos. A menina foi morta no sítio do senador Eurico Resende.

  7. Gente … Collor foi o único a tentar resolver o problema do Brasil não tocando nos pobres … quem tem R$0,01 na Poupança é rico de um centavo!!!
    POBRE NÃO TEM POUPANÇA!!!
    2 – Collor foi o único a tentar resolver o problema do Brasil colocando as crianças em CIACs … inclusive haveria hotelzinho para os meninos de rua!!!

    Saibamos dar valor ao que tem valor … o que as pessoas fazem de bom!!! !!! !!! e deixemos o juízo do que achamos malfeito a Deus!!! !!! !!!

    Abraços!!!

    • Meu dinheiro, que estava na poupança, para comprar meu apartamento evaporou-se.
      Collor só fez o maior confisco da história deste pais.
      Ele renunciou os deveres e não aos benefícios.
      Apesar de ter dinheiro, no final, fui obrigado me endividar pedindo dinheiro emprestado a empresa que trabalhava para fazer a “Mastectomia” da minha esposa.
      Enquanto isso Collor vivia em Miami numa boa desfilando com carrões.
      Pelo meu ponto de vista, a muito tempo Fernando Affonso Collor de Mello merece o “Vale Crematório” e que suas cinzas sejam jogadas no esgoto de Brasília.

      • Guilherme, meu caro,
        Não haverá ninguém até eu morrer, que me impedirá de comentar sobre Collor e seu desgraçado mandato como presidente do Brasil.
        Este indivíduo pagará caro pelo que fez pela sua covardia, violência desmedida contra o povo, inocente e sempre sendo condenado pela incompetência, corrupção e desonestidade de seus governantes.
        Quanto mais leio insultos e ofensas proferidas por um desclassificado, que não argumenta, apenas xinga porque nada mais sabe fazer, mais eu embalo e critico o responsável por momentos de extremo sofrimento do povo quando se viu sem o seu dinheiro, quando constatou que estava sem os seus recursos, confiscados por uma medida arbitrária, violenta, absolutamente antidemocrática.
        Collor, o déspota, arruinou a vida de muita gente.
        Irresponsável, agressivo, festeiro, comemorava na Casa da Dinda suas aventuras e estrepolias na presidência, enquanto o cidadão se desesperava, chorava e não via como resolver a sua vida sem dinheiro, menos os bancos e seus amigos íntimos, que se beneficiaram largamente com milhões de pessoas à mercê de agiotas, aproveitadores, que se locupletaram com essas dificuldades impostas por um insano à população, um indivíduo inseguro, covarde, medroso, que apelava a cultos satânicos para se fortalecer, conforme palavras de sua ex-mulher.
        Nesse meio tempo, quem conhecia o verdadeiro inferno eram os prejudicados pela medida selvagem levada a efeito por um elemento que desconhecia a função, imaturo, “bon vivant”, que desejava a glória, a ostentação, os holofotes como presidente de uma grande nação.
        Pois na razão inversamente proporcional à grandeza deste País, Collor foi pequeno, minúsculo, insignificante.
        Será lembrado apenas pelo mal que produziu e pela liturgia que deu ao cargo, de um culto místico, típico de inseguros e dementes, ao imaginar que seria daquela forma tão abjeta que encontraria forças e inteligência para levar adiante uma função importantíssima, de presidente do Brasil, que resultou no seu final tragicômico, evidenciado pela sua cara ríspida e olhar de ódio ao embarcar no helicóptero se despedindo melancolicamente do Planalto!
        Um abraço, Guilherme.

    • Olha, Lionço,
      Na razão direta que eu te respeito, e muito, confesso, eu gostaria que agisses assim comigo, por favor!
      Em nenhum dos meus inúmeros comentários sobre Collor eu escrevi que ele confiscara o dinheiro do pobre porque este não tem mesmo qualquer tostão, mas do cidadão brasileiro, exatamente como registrei acima.
      Quanto ao que fez de bom, saliento que não saiu do papel, os tais CIACs, por exemplo, pois jamais colocados em prática.
      E quanto ao mal terrível que Collor praticou contra o povo brasileiro, Lionço, lembro que até Jesus perdeu a paciência e expulsou os vendilhões do Templo a pontapés e rebenque, então continuarei sempre que achar oportuno ou que o tema venha à baila, criticando veementemente o período que o senador alagoano foi presidente da República, pois este crime Collor não pode ter paz, ainda mais que não foi preso pela violência desmedida, apesar de ter renunciado por problemas de corrupção, minutos antes de ser cassado pelo Congresso.
      Um abraço, Lionço.

  8. Amigos … não estou dizendo que foi correto o chamado “confisco”; apesar de que foi aprovado pelas 2 Casas Congressuais – só depois é que elas mudaram!!!

    A situação de HIPERINFLAÇÃO deu em 2ª Grande Guerra Mundial … e em muitos males pelo mundo afora – Até FERNANDO HENRIQUE CARDOSO reconheceu, em entrevista ao ex-Presidente de Portugal, o socialista Mário Soares, que o Plano Real só foi possível porque antes houvera os Planos Collor I e II … acontece que o Governo Collor não teve os anos a que tinha direito; pois até hoje não teve condenação judicial – só política!!!

    Abraços!!!

    • Lionço, Lionço,
      Por favor!
      Collor editou o confisco do dinheiro em conta corrente e poupança ATRAVÉS DE UMA MEDIDA PROVISÓRIA, e não que esta violência e loucura tenha sido aprovadas pelo Senado e Câmara.
      É vedado, Lionço, informar mal os frequentadores e comentaristas da Tribuna, que atribuo esta tua afirmação como engano, então eu a compreendo, mas pedindo encarecidamente que, por se tratar de um assunto grave, que tenhamos cuidado no que registramos.
      Outro abraço.

      • Caro Bendl … não estou a defender o Collor; mas, vejamos:

        1 – https://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_Collor com: “Mesmo sendo o confisco bancário um flagrante desrespeito ao direito constitucional de propriedade o plano econômico conduzido pela Ministra da Economia Zélia Cardoso de Mello foi aprovado pelo Congresso Nacional em questão de poucos dias.”

        2- http://datafolha.folha.uol.com.br/opiniaopublica/1992/06/1222335-avaliacao-governo-collor—1992.shtml mostra que Collor só perdeu apoio popular nos últimos 6 meses de governo.
        … … …
        Penso ter contribuído para o debate!!!

        Forte abraço!!!

        • Lionço, meu caro,
          Peço a devida vênia ao mediador para transcrever o seguinte artigo:

          Plano Collor confiscou a poupança, e Brasil mergulhou na hiperinflação

          Após feriado bancário, população enfrentou filas nas agências e comércio ficou paralisado. Em 90, PIB caiu 4,3%, a maior recessão no pós-guerra, e índice de preços chegou a 1.620%

          Leia mais sobre esse assunto em http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/plano-collor-confiscou-poupanca-brasil-mergulhou-na-hiperinflacao-15610534#ixzz3jqxq1tdp
          © 2015.

          Gustavo Villela
          Sexta-feira, 16 de março de 1990, feriado bancário. Um dia após tomar posse como o primeiro presidente eleito no país de forma direta após quase 30 anos, Fernando Collor de Mello anunciou um pacote radical de medidas econômicas, incluindo o confisco dos depósitos bancários e das até então intocáveis cadernetas de poupança dos brasileiros. O plano, que poucos meses depois começou a fazer água e seria substituído pela sua segunda versão, em fevereiro de 1991, foi considerado duro demais por empresários e até pelo ex-ministro Octávio Gouvêa de Bulhões.
          A população reagiu com perplexidade, especialmente às medidas de bloqueio do dinheiro. Ao fim do feriado bancário de três dias, longas filas se formaram nas agências, e os bancos não tinham dinheiro suficiente para cobrir saques dos clientes. O comércio também ficou paralisado. O Plano Collor I determinou que os saques na caderneta ou conta corrente estavam limitados a NCZ$ 50 mil. O restante ficaria retido por 18 meses, com correção e 6% de juros ao ano. No caso dos fundos de curto prazo e do overnight (refúgio de parte da classe média diante da “inflação galopante”), o resgate era ainda mais limitado. Só poderiam ser sacados 20% ou NCZ$ 25 mil, o que fosse maior, pagando ainda tributação de 8% sobre o valor retirado. Numa reforma monetária, o cruzado novo foi substituído pelo cruzeiro, sem corte de zeros. Ou seja, com conversão de um por um.
          Para o presidente Collor, era “vencer ou vencer”. A sua “bala de prata” contra a inflação previa um congelamento brutal de recursos, equivalente a cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país). O pacote de medidas elaborado pela equipe chefiada pela ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello — que incluía o secretário do Planejamento, Antônio Kandir, o presidente do Banco Central, Ibrahim Eris, e o seu diretor Luís Eduardo de Assis, entre outros —, já era o quarto plano que o brasileiro enfrentava em apenas quatro anos. Os anteriores, todos no governo José Sarney (Cruzado, em fevereiro de 1986; Bresser, em junho de 1987; e Verão, em janeiro de 1989), fracassaram na tentativa de controlar os preços e estabilizar a economia.
          Na véspera do anúncio do Plano Collor, supermercados do Rio remarcaram os preços dos seus produtos até de madrugada. Na época, o país mergulhou na hiperinflação: em março, o índice de preços chegou a 82%. O valor dos produtos quase dobrava de um mês para o outro. EM SEGREDO, A EQUIPE ECONÔMICA SE REUNIU NA ACADEMIA DE TÊNIS, UM RESORT À BEIRA DO LAGO PARANOÁ, EM BRASÍLIA, PARA CONCLUIR ÀS PRESSAS AS 22 MEDIDAS PROVISÓRIAS QUE SERIAM ANUNCIADAS, DE FORMA ATABALHOADA, NO DIA 16 DE MARÇO (GRIFO DE MINHA AUTORIA, Francisco Bendl). O programa de Collor decretou ainda novo controle de preços, inicialmente por 45 dias, e de salários, além do aumento das tarifas de energia elétrica, telefone e transportes urbanos, apesar do congelamento. Na reforma do Estado, o plano também extinguia estatais, entre elas a Portobrás, a Siderbrás, a EBTU e a Embrafilme.
          Em paralelo a uma drástica redução do consumo, o pacote determinava ainda um forte ajuste fiscal, com aumento da tributação, fim de incentivos e subsídios, além do corte de cerca de cem mil servidores públicos. O chamado Plano Brasil Novo, elaborado pela equipe do “caçador de marajás” de Alagoas, teve suas medidas revistas com a abertura das “torneirinhas” (liberação de dinheiro retido nos bancos) e acabou mergulhando o país numa recessão histórica. Em 1990, a economia brasileira apresentou contração de 4,3%, a maior no pós-guerra, igualando-se à de 1981. E a inflação alcançou incríveis 1.620% no acumulado dos 12 meses. No ano seguinte recuou para 472%, voltando a passar dos 1.000% em 1992, enquanto jovens de caras pintadas saíram às ruas do país para exigir o impeachment de Collor. Os preços dispararam de novo, chegando a inimagináveis 2.477% em 1993, ano anterior ao lançamento do Plano Real, responsável por finalmente estabilizar a moeda brasileira.

          Leia mais sobre esse assunto em http://acervo.oglobo.globo.com/fatos-historicos/plano-collor-confiscou-poupanca-brasil-mergulhou-na-hiperinflacao-15610534#ixzz3jqy1RPRW
          © 2015.

          Obrigado, Lionço, mas tenho razão.

  9. Efrom,
    Tens razão neste alerta, sim, por incrível que pareça.
    O admirador confesso de Collor afirmou acima que, “a genética esclarece e se faz presente”.
    Ora, o pai do senador alagoano errou o tiro e matou um inocente; Collor errou o único tiro que dissera ter para combater a inflação e acertou … o povo, outro inocente, tombado pela falta de pontaria da família Collor.
    Não que precisassem treinar tiro ao alvo, mas deviam ser proibidos de portar qualquer arma, indiscutivelmente, exatamente pela hereditariedade que se manifesta explicitamente em não saberem identificar o alvo, resultando em mortes desnecessárias e injustificáveis.
    Um abraço, Efrom.

  10. Bendl, o despaupério, a violência verbal, a falta de conteúdo, é o último refúgio dos canalhas e seus agregados. Habitam um espaço que é um deserto de almas e de homens. Não te apoquentes, o bem e, os bons prevalecerão.
    Um abraço.

    • Luiz Antônio,
      Temos uma diferença política, mas a educação e respeito preponderam nessas nossas trocas de ideias opostas.
      Resultado:
      Dialogamos, e encontramos assuntos que nos identificam, e que amenizam um possível conflito que inevitavelmente aconteceria se deixássemos que a emoção nos dominasse, no lugar da razão e bom senso.
      Assim, te agradeço o apoio porque sei de antemão ser verdadeiro, sincero, e minha admiração pela tua sensibilidade de discernires os assuntos postados dos aspectos pessoais, condição fundamental para que este espaço democrático siga adiante na sua intenção de expor os sentimentos do povo brasileiro, mas aqueles que são legítimos, e não os que contém ódio e rejeição à cidadania.
      Obrigado, Luiz Antônio.
      Um forte e caloroso abraço.

  11. Caro Bendl, não sei se você percebeu, nos concordamos no conteúdo, as vezes minha discordância com você é quanto a forma, mesmo porque, entendo que apenas trocando
    uma ou outra peça e, conservando toda a estrutura restante, não chegaremos a lugar algum.
    E, viva a discordância democrática e civilizada.
    Saudações!

  12. Pois vou te dizer o seguinte, Limongi, e pela primeira vez escrevo na Tribuna a presente declaração:
    Vou te processar por calúnia e difamação!
    TODOS os teus comentários eu os tenho gravado, e vou te denunciar na Policia Civil e mover um processo para tu parares com esta mania de mentiroso contumaz, de ofenderes as pessoas e sair ileso.
    Não desta vez!
    Conhecerás um homem e corajoso, então te preparas para as devidas consequências desta forma de ser de uma pessoa que, decente, correta, e não um embusteiro e covarde, tem o poder em suas mãos.
    Aguarda!

    • A denúncia enviada pela PGR (Procuradoria Geral da República) ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) envolve, além de um ex-ministro de seu governo, dois funcionários de seu gabinete e um assessor da empresa de televisão da qual o parlamentar é sócio.

      Os colaboradores de Collor são suspeitos de participação no esquema de corrupção por movimentar suposta propina para o congressista, que foi acusado de crimes como corrupção ativa e lavagem de dinheiro. De acordo com as investigações do Ministério Público Federal, o grupo de Collor recebeu R$ 26 milhões em recursos desviados da estatal, entre 2011 e 2014.

      Além de Collor e do ex-ministro Pedro Paulo Leoni Ramos, outras três pessoas foram denunciados ao STF na mesma ação. Cleverton Melo da Costa e Fernando Antonio Silva Tiago foram contratados no Senado em 2007, ano em que Collor tornou-se parlamentar da Casa. O terceiro denunciado é Luis Pereira Duarte de Amorim, que é tratado pela procuradoria como administrador de empresas de Collor e que tem vínculos com a TV Gazeta de Alagoas.

      Os ministros do STF ainda vão decidir se aceitam a denúncia assinada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Se for acolhida, eles viram réus e passam a responder a uma ação penal. Não há prazo para essa decisão. Além de Collor, a PGR denunciou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por crimes como corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foram as primeiras denúncias contra políticos com mandato acusados de ligação com o esquema. Os dois congressistas negam ligação com os desvios.

      Costa é ajudante parlamentar sênior e recebe salário de R$ 3.202,94. Segundo a Folha apurou, ele teria feito depósitos em dinheiro de mais de R$ 100 mil em nome da TV da qual o senador figura como sócio. As transações foram em favor da Água Branca participações, da qual Collor é sócio majoritário, além de outras empresas. A Ferrari e a Lamborghini apreendidas em julho pela Polícia Federal estão registradas em nome dessa companhia. A suspeita dos investigadores é que a empresa é de fachada porque, entres outras questões, ela não tem funcionários.

      Silva Tiago também foi contratado no Senado em 2007 em cargo de indicação política e atua como ajudante parlamentar intermediário com salário de R$ 2.042,14. Ele também é apontado nas investigações como tendo movimentado quantias consideráveis em dinheiro em favor de empresas do parlamentar. Foram quatro depósitos acima de R$ 100 mil cada, entre 2011 e 2014.

      Considerado pelos investigadores como homem de confiança de Collor, Luis Pereira Duarte de Amorim teria intermediado repasses do doleiro Alberto Youssef, para o senador e Pedro Paulo.

      Braço direito de Youssef, Rafael Ângulo, que fechou acordo de colaboração com o Ministério Público, contou aos investigadores que o doleiro pediu que ele fosse pelo menos quatro vezes até Alagoas para fazer entregas a Amorim. O delator sustentou que Amorim ia buscá-lo no aeroporto. Normalmente, quantias de R$ 100 mil em espécie eram sempre deixadas no porta-luvas do carro.

      Procurado na noite desta segunda-feira, o advogado de Collor, Fernando Neves, não retornou as ligações da Folha. No gabinete do Senador, ninguém atendeu.

      A reportagem não conseguiu localizar Amorim até a publicação deste texto.

  13. Certa feita este indivíduo, Limongi, conseguira que eu saísse do blog porque este tipo de discussão não me atrai, não me interessa, pois invariavelmente desanda para aspectos pessoais.
    Limongi jamais contestou meus comentários com relação a Collor com argumentos, apenas com ofensas e insultos.
    Não é democracia ou liberdade de expressão a forma como ele se dirige àquelas pessoas que criticam o senador alagoano, Collor de Mello e, sim, má educação e desrespeito explícitos, inclusive com palavras de baixo calão, que todos leram, e conforme as manifestações acima de vários comentaristas.
    Pois esse pessoal não soma, não acrescenta, não escreve nada útil, então tenta destruir a obra alheia, que conquistou o sucesso merecido, causando a inveja e a revolta e, em consequência, detratando os frequentadores do blog para que estes saiam deste espaço e o deixem vazio, sem comentários, exatamente como o que possui, que não há visitantes e nenhum registro.
    Se há algo que não compreendo, que não aceito, que repudio plenamente, é a pessoa dotada de curso superior, um jornalista, no caso, escrever desta forma tão mal educada e desrespeitosa, alegando ter sido provocado – uma mentira torpe porque as críticas são contra o senador Collor e não contra o beneficiado pelo nepotismo – , razão pela qual se acha no direito de insultar quem quer que seja.
    Pretendo dar um basta a este tipo de gente desclassificada, então decidi mover-lhe um processo.
    Consultei advogados, que me deram razão, e amanhã inicio os primeiros passos para chamá-lo em Juízo, para explicar e justificar seus insultos quando o assunto não lhe pertencia, considerando as ofensas dirigidas a um homem casado, pai e avô, que não aceitará mais esta maneira sórdida de ser insultado, e o ofensor entender que pode sair ileso com base na impunidade que goza o parlamentar, então pensa do mesmo jeito.
    Ledo engano.
    Mesmo que fosse deputado ou senador, eu o processaria, sabendo que o STF é que receberia a ação correspondente, mas não importa, os meus direitos devem ser protegidos e acionados quando desobedecidos ou desconsiderados por quem quer que seja.
    Reitero que, os comentários/insultos/ofensas/agressões do indivíduo em questão, não têm direitos com bases na liberdade de expressão ou democracia, haja vista que para este comportamento deletério existem leis e normas albergadas tanto no Código Civil quanto Criminal, e este elemento deverá experimentar os rigores da lei quando violada dessa maneira tão vil e deletéria.

      • Walter,
        Obrigado pelo apoio.
        No entanto, fico me perguntando por que tantas ofensas, insultos, agressões, em se tratando de política e políticos?
        Ambos valem as manifestações de ódio que vimos ontem, 25 de agosto?
        Ambos valem a pena que pessoas se agridam da forma como ontem este blog registrou?
        A meu ver, não.
        Portanto, o agressor deveria pensar a respeito do seu exagero absolutamente inexplicável e injustificável na defesa de um parlamentar, e verificar onde errou para caluniar e difamar cidadãos que jamais cometeram sequer um centésimo daquilo que praticou o ex-presidente e, se tivesse um pouco de consciência, pedir desculpas à maioria dos que foram injuriados pelas suas palavras absurdas e despropositais.
        Claro, sei que eu estaria pedindo demais, mas o ser humano tem, às vezes, lampejos de a sua inteligência querer transmitir mensagens, atitudes providenciais, enfim, medidas que amenizem o comportamento que o levou a tantos disparates.
        Reitero meus agradecimentos ao teu apoio, Walter.
        Um abraço.

    • Chicão, você recebeu uma educação para ser um homem honrado, eu te admiro por isso. Vá em frente. Você tem muitos amigos e admiradores. Abraços.

  14. “…me jogam as patas e não aceitam o revide?”,
    Você tomou as dores por seu mestre e senhor, e na sua insignificancia e mesquinhes, desandou a usar os cascos sem ferraduras, porque nen isso mereces, contra TUDO E CONTRA TODOS, não lamente, aguente.

  15. Há parasitas pagos pelo Legislativo agredindo inocentes que utilizam o blog para externar opiniões sólidas e procedentes. Poderiam fazer melhor recolhendo-se a um mosteiro ou a um convento. Ali, seguramente encontrarão a paz que lhes falta.
    Quanto ao Collor, não merece dos brasileiros sequer pena.
    Não merece comentários.

  16. Vi o Collor tentando atacar Janot. Um tiro no pé. O pior é que ficou a sensação de que o tal Collor de Mello é pessimamente assessorado dentro e fora do Congresso. Deve viver cercado de bajuladores da pior espécie.

  17. Tire esses absurdos, não ha Nada que coloque Collor como envolvido nesse caso, isso foi inventado. Collor pode ser um safado que vc acha que levou sua poupança mas dai a inventar que ele e envolvido em crimes assim porque o pai dele havia atirado num homem para se defender do mesmo mas fatalmente errou e acabou matando outro.

  18. Alguém disse que o confisco da poupança não atingiu o pobre mas o cidadão. Quer dizer que pobre não é cidadão? Sabe quantas pessoas não tinham nem o que comer ou seja o básico e ficaram aliviadas quando do dia pra noite a inflação caiu? E eu acho é graça que vocês reclamem dele quando isso era anunciado nas campanhas mesmo pelo PT. Parece que só é erro quando o atingido é de classe média. O governo FHC foi tão pior pros pobres que nunca mais se elegeu e não vejo essa raiva da classe média quanto aquele governo boçal.

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