Mais de 500 anos depois, Portugal ainda castiga os brasileiros em plena tragédia

Governo Sombra rende milhares de euros – A Televisão

Estes são os humoristas do programa “Governo Sombra”

Jorge Béja

Vocês, apresentadores e comentaristas do programa “Governo Sombra” da TV SIC de Portugal, ridicularizam a “homenagem” que o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, prestou aos brasileiros mortos vítimas do coronavírus, na live desta última quinta-feira (dia 25). Jair exibiu Gilson Machado Neto, presidente da Embratur, tocando numa sanfona a “Ave Maria”, de Schubert. Vocês da SIC disseram que era uma homenagem muito bonita “a um gato morto”.

E acrescentaram: “Qualquer brasileiro com Q.I. acima de 100 deve ter a mesma sensação de um romano durante a invasão dos bárbaros. Nós olhamos aquilo e pensamos: o que aconteceu com o Brasil?”.

USA UMA SANFONA – E vocês disseram mais: “A homenagem está ao nível da preocupação que ele tem demonstrado. Se fosse um chefe de estado preocupado com seus concidadãos o tributo seria uma missa de réquiem, quarenta salvas de canhão…Mas ele usa uma sanfona. Isso é o chefe de Estado que não é uma microrepública com 500 mil habitantes. É um dos grandes países do mundo”.

Tudo que vocês da SIC mostram e disseram é mesmo verdade. Mas é uma verdade dolorosa. Verdade que causa mais sofrimento em nós, brasileiros. Já somos mais de 56 mil mortos e não sabemos quantos milhares de outros mortos serão. Sofremos um flagelo.

Mas as atitudes insensatas, despudoradas, insensíveis, cruéis, ridículas mesmo do presidente brasileiro jamais poderiam ser tema da zombaria que vocês, da TV SIC, fizeram. Com a dor não se brinca.

HUMOR SATÂNICO – A qualquer título, a qualquer pretexto, este tal programa chamado “Governo Sombra” jamais poderia e deveria se valer da leviandade de Jair Bolsonaro para servir de tema humorístico. Foi humor satânico. Humor crudelíssimo. Humor funesto.

Saibam vocês que a ridicularização que a emissora e o programa levaram ao ar nos abate, nos adoece, nos fere de morte tanto quanto o maldito vírus que o mundo inteiro enfrenta e busca eliminar. Este seu programa não salvou vidas. Matou vidas. Basta o desprezo que o presidente brasileiro externa com tão desesperante etapa da nossa História. Tanto já é o insuportavelmente suficiente.

GRANDE OPORTUNIDADE – Saibam que vocês perderam uma grande oportunidade para repreender Jair Bolsonaro. Se vocês tivessem inteligência, solidariedade e refino, que então prestassem vocês, portugueses, a nós, brasileiros vivos e aos que morreram e que de vocês descendemos, a “homenagem” que Jair prestou à sua moda, à sua altura, ao seu talento, à sua sensibilidade, que não é nenhuma. Que é um zero à esquerda.

Então, que o programa “Governo Sombra”, executasse a Marcha Fúnebre de Chopin, tendo ao piano a famosa e virtuosa Maria João Pires, pianista portuguesa que há anos mora no Brasil e encanta o mundo. Ou o Réquiem de Mozart (K 626-3, em Dó Menor), com a fabulosa Orquestra Filarmônica de Portugal.

Mas, não. Preferiam zombar. E zombaram de tanta dor que nós brasileiros estamos sentindo e não sabemos quando acabará. Tal como éramos colônia, Portugal continua a tratar os brasileiros com a mesma crueldade, que agora se repete, mais de 500 anos depois. Que castigo!!!.

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P.S.
Sou neto de português. Meu nome é Béja (Jorge de Oliveira Béja). E de Béja descendo. Béja, lá no sul de Portugal, perto da cidade do Faro. E este artigo está sendo encaminhado para os e-mails “atendimento”, “agenda” e “mcarvalho” da TV SIC (J.B).

23 thoughts on “Mais de 500 anos depois, Portugal ainda castiga os brasileiros em plena tragédia

  1. Ótima iniciativa do Dr. Béja, Parabéns. Penso, todavia, que a mais completa resposta que podemos dar aos gringos que zombam da nossa brasilidade e das nossas tragédias, é fazermos do nosso Brasilzão a vanguarda civilizatória da Humanidade, com Democracia Direta e Meritocracia. BOM DOMINGO a todos e todas, é o que lhes deseja a Terceira Via de Verdade, com Democracia Direta e Meritocracia, a serem conquistadas, pela glória a Deus nas alturas e pela paz na terra aos homens e mulheres de boa-fé, boa vontade e bons propósitos. História boa é história contada por inteiro, com a verdade posta na mesa por inteiro e não apenas pela metade, trechos, ou excertos, que convém apenas a uma das partes. Voltemos então à vaca fria da guerra tribal, primitiva, permanente e insana, por poder, dinheiro, vantagens e privilégios, sem limite$, à moda todos os bônus para ele$ e o resto que se dane com os ônus, que ai está há 130 anos, protagonizada pelo militarismo e o partidarismo, polítiqueiro$, e seus tentáculos, velhaco$, sob o teto da república 171, proclamada pelos me$mo$, que se acham seus sócios-proprietários majoritários, e da qual não abrem mão mas nem no pau, Juvenal, controlando a ferro e fogo as únicas duas vias de acesso ao poder (militarismo e partidarismo), sem deixar brotar nada de novo de verdade ao redor, não obstante a dita-cuja, dele$, já transpirando decadência terminal por todos os seus poros, face ao sistema político apodrecido dos me$mo$, com prazo de validade vencido há muito tempo, guerra essa, entre os me$mo$, travestida de democracia só para enganar a tola freguesia, mas que, na verdade, na prática, trata-se de uma plutocracia putrefata com jeitão de cleptocracia e ares fétidos de bandidocracia, tocada à base de golpes e eleições turbinadas a fake news, mentiras e enganações, regada a esquemas e muito dinheiro, achacado do erário, que deveria ser de todos, guerra essa na qual estamos todos embarcados de gaiatos no navio dos me$mo$, há 130 anos, na qual fazemos o papel de bucha de canhão, à moda vítimas, reféns, súditos e escravos, ainda que fantasiados de cidadãos e cidadãs, ultimamente patrulhados por três exércitos que estão exercendo a hegemonia política da época, no âmbito da dita-cuja, a saber: o bolsonarismo (formado basicamente pelo militarismo, o crentismo, o milicianismo e afin$, tão mercenários quanto fanáticos), polarizado com o lulopetismo (formado pelo sindicalismo, CUT-MST-MTST-UNE, e afin$ ), com o demotucanismo ( formando pelo que se dominou chamar de “elite cheiroso”, mercenários e afin$, apaixonados por tetas no erário, habituados a mamar à beça em governos, qualquer governo, de direita, de esquerda ou de centro), sendo essa, pois, as três versões ( direita, esquerda e centro), do militarismo e do partidarismo, politiqueiro$, e seus tentáculos, velhaco$, as únicas duas vias do sistema apodrecido, sendo esse o pesadelo que, à velha moda “quanto pior, melhor”, inerente a ele$, está nos conduzindo rumo à Brazuela, podendo chegar até o Haitibras, contra o domínio absoluto dos quais temos apenas a Terceira Via de Verdade, há 20 anos na estrada, a Democracia Direta com Meritocracia, formada pela RPL-PNBC-DD-ME, o projeto novo e alternativo de política e de nação, o novo caminho para o novo Brasil de verdade, porque evoluir é preciso, que saiu às rua do Brasil em Junho de 2013, rugindo firme, forte, alto e em bom som: “sem partidos, sem golpes, sem violência, sem corrupção, vocês não nos representam”. Terceira Via essa que, eleitoralmente, restou barrada nas hostes do PSOL, nas eleições de 2014 e 2018, oportunidades em que o partido optou por fazer o papel de puxadinho do PT e linha auxiliar do lulopetismo, em detrimento do advento do possível Novo Brasil de Verdade, que continua na área, de olho no lance, com o Bicho pronto para pegar de jeito os lobos, hienas, raposas, e afin$ do sistema político apodrecido, e, por conseguinte, mudar o jeito de fazer política neste país, bem como o discurso e o percurso, para fazer do Brasil uma possível Nova Europa, ao invés da Brazuela ou do Haitibras que é para onde a velha política está levando o Brasil, e só os completamente alienados não estão enxergando isso. https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/06/dissimulada-ditadura-militar-criou-miragem-de-separacao-de-poderes.shtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=compfb&fbclid=IwAR0LVyZVua1G9qI-s6nnoJkS-BNOb2rYsBJwr75O7GtYhPzBDPHVe_V

  2. Os portugueses não zombaram dos brasileiros. A piada foi com a sanfona e a homenagem do Bolsonaro na live.

    ”A homenagem está ao nível de preocupação que ele tem demonstrado. Se fosse um chefe de estado preocupado com seus concidadãos o tributo seria uma missa de réquiem, quarenta salvas de canhão… Mas ele usa uma sanfona. Isso é o chefe de Estado de um país que não é uma microrepública com 500 mil habitantes. É um dos grandes países do mundo.”

    Quem considera o Brasil “um dos grandes países do mundo” não está zombando, pelo contrário.

    • Dói conviver com esta realidade….Dói não ouvir uma palavra de amparo, de solidariedade… Dói não testemunhar um gesto, uma atitude de pesar…Dói ver o “pater famíliae” sorrindo, cavalgando, praticando tiro ao alvo enquanto os “filhos” choram e enterram seus mortos…E dói muito ver na Terra de nossos antepassados e ascendentes, um programa que ainda reproduz a brutalidade que o povo brasileiro sofre e disse fazer “humor”. Por que não, homenagem?.

      • Dr. Beja, entendo perfeitamente seu sentimento e sei ao que está se referindo. Eu assisti o trecho vídeo do vídeo mais de uma vez. Mas a fala do comentarista português que reproduzi acima deixa claro que o programa estava se referindo a à pequenez de nosso presidente. Quando ele indaga se refere aos bárbaros e indaga: “o que aconteceu com o Brasil?”, demonstra perplexidade diante de nossa situação frente à pandemia, que nos torna párias diante do resto do mundo. Quando ele fala: “Isso é o chefe de Estado de um país que não é uma microrepública com 500 mil habitantes. É um dos grandes países do mundo.”, a crítica é ao presidente, que trata o país como uma microrepública, não como um dos grandes países do mundo. Em suma, o português reconhece nossa grandeza, que está se perdendo por causa de um governante medíocre.

        • Marcos,

          no 4º parágrafo do artigo escrevi “Tudo o que vocês da Sic disseram e mostraram é verdade mesmo”.

          Mas é uma verdade dolorosa — continua o artigo — que faz sofrer ainda mais os brasileiros. E nada, absoluta e rigorosamente nada, justifica aumentar a dor do povo brasileiro que já é intensa, sem limite e parece sem fim. Não se pode fazer disso “humor”. Basta o sofrimento que sentimos com a pandemia, as mortes e a omissão e descaso de Jair. Que fizessem, então, a homenagem que cobraram de Jair. Nunca se deve aproveitar a dor, o sofrimento alheio para outro fim que não seja o seu abrandamento. Se possível não for a sua completa extinção..

  3. Minha ampla e total solidariedade ao artigo em tela, de autoria do excelso dr.Béja!

    A crítica debochada que a TV portuguesa SIC se dirigiu a Bolsonaro foi degradante, deplorável, e merece ser contestada plenamente.
    Mesmo porque, a partir do momento que o nosso presidente foi desacatado, o povo brasileiro também foi alvo dessas chacotas inconsequentes e irresponsáveis.

    Muito antes de a TV SIC comentar a forma como Bolsonaro homenageou as mais de 56 mil vítimas fatais da pandemia – diga-se de passagem inocente pelo surgimento do vírus chinês -, os apresentadores lusitanos deveriam se questionar sobre as várias décadas que estiveram sob o jugo de Salazar, e o quanto esta ditadura os atrasou em desenvolvimento e males ocasionados.

    Se ainda vivem do passado, onde Portugal foi um dos maiores países do globo em descobrimentos há 500 anos, atualmente precisa ser descoberto pelo progresso científico e tecnológico, pois não é referência alguma nessas áreas!

    Enquanto permaneceram por alguns séculos nessa terra nos explorando, roubando, matando indiscriminadamente nossos índios e negros, pergunto o que fizeram dos trilhões de dólares levados para a Europa?
    Construíram somente igrejas?
    Monastérios?
    Permitiram que seus reis, suas dinastias, vivessem em luxo e opulência, enquanto o povo era obrigado a sobreviver nas encostas de morros ou pescando para se alimentar?

    A crítica dos apresentadores da TV é o mesma história da formiguinha e o elefante.
    Com uma superfície NOVENTA E DUAS VEZES MENOR que a nossa, uma população menos que a do meu RS, 10 milhões e um pouco mais de habitantes, os portugueses apresentam um IDH que os coloca em 41º lugar no mundo!
    É o caso de perguntarmos:
    Debocham de quem?
    Certamente de si mesmos, depois das fortunas que fizeram com suas descobertas e caminhos abertos, para atualmente ser uma nação relegada a um segundo, quem sabe até terceiro plano!

    Por outro lado, Portugal registra até ontem 1.600 mortos pela pandemia.
    A TV SIC poderia nos informar que tipo de homenagens presta aos mortos pelo COVID-19?
    O que o seu governo tem feito?

    Os lusitanos que se deem o respeito, e tratem de resolver seus minúsculos problemas, e deixam que nós convivamos com as nossas imensas questões, aliás, de acordo exatamente com as proporções de cada país.

    Brilhante artigo, igualmente escrito pelo brilhante articulista, que nos tem brindado ao longo do tempo com textos e causas importantes e elucidativas, com suas habituais qualidades profissionais e pessoais.

    Um forte abraço, dr. Béja.
    Muita saúde e paz.
    Cuide-se, por favor!

    • Lido o comentário de Francisco Bendl, sempre focando direto no assunto, constata-se que o humorístico da televisão lusitana — que desta vez nada tem do bom e criativo humor, se é que o tal programa o teve em outras edições—, pode ele ser visto por muitos ângulos.

      Bendl detectou uma intromissão externa em questão da administração brasileira nesta quadra dolorosa, tendo JMB à frente. É uma visão oportuna e bem focada e que o artigo não abordou, mas que poderia e caberia abordar. Uma exploração colonizadora que ainda não desapareceu e que persiste.

  4. A sanfoninha teve a grandiosidade de um órgao de tubos, como poucos disponíveis no mundo, na homenagem aos mortos do virus chinês. Podemos considerar aquela apresentação como um verdadeiro Requiem, uma ” missa pro defunctis” .

  5. Caríssimo dr.Béja,

    Certas situações me deixam indignado e, uma delas, é quando constato que somos alvos de críticas por parte de outras nações.

    Não as aceito e não as admito.
    Ainda mais quando advindas de países que foram colonizadores até pouco tempo atrás, que exploraram, roubaram e mataram milhares de pessoas para levar a riqueza das colônias e do trabalho dos colonizados para seus países de origem.

    Portugal é uma dessas nações, que teve o mundo nas mãos.
    Ele e seu vizinho, a Espanha, seguidos pelos ingleses e franceses.
    Enquanto os britânicos colonizavam à força países produtores, Índia, Oriente Médio … Espanha e Portugal visavam aumentar seus territórios com as terras descobertas, e delas extraindo o que fosse possível para o enaltecimento de suas coroas.

    Desnecessário eu citar a tragédia ocasionada pelos espanhóis na América Latina, ainda mais com os Aztecas e Maias, e os portugueses com os nossos indígenas e tráfico de escravos, igualmente levando de nós as riquezas imensas que nosso solo oferecia.

    Portanto, esses países que somente sugaram suas colônias e nada deixaram de útil depois que as colônias conquistaram suas independências, indiscutivelmente não possuem qualquer moral para criticar quem quer que seja, pelo contrário:
    antes, precisam olhar para o passado e constatarem os males que praticaram, e pensar em uma ação que pudesse retribuir o quanto usaram povos e países para engrandecerem seus reis, menos seus povos, que morriam de fome ou de doenças.

    Nesse aspecto, a Inglaterra é o exemplo mais agudo.
    Durante o período que foi o império “onde o sol nunca se punha”, o povo era explorado pela explosão industrial, morrendo de fome e de doenças pela falta de emprego ou porque recebiam salários muito aquém de suas necessidades básicas!

    Portugal jamais se desenvolveu como poderia e, a Espanha, da mesma forma presa à ditadura de Franco por várias décadas, hoje é um país de contrastes, onde várias regiões clamam pela independência, e havendo até províncias que se dizem outro país, como os bascos e catalães.

    Nós ainda somos o mesmo território, e de Norte a Sul, de Leste a Oeste, falamos o mesmo idioma!

    Outro abraço.

  6. O Advogado Militante com quase 50 anos de boa Prática, Escritor emérito e Pianista Clássico, Dr. JORGE BÉJA, sintetizou sua justa Crítica ao Programa de TV SIC “Governo Sombra” de Portugal, na memorável frase:

    “Mas as atitudes insensatas, despudoradas, insensíveis, cruéis, ridículas mesmo do Presidente Brasileiro jamais poderiam ser tema da zombaria que Vocês, da TV SIC, fizeram. COM A DOR NÃO SE BRINCA”.

    Receba Parabéns, Dr. JORGE BÈJA, com nossas Saudações.

    • É que o Bolsonaro está enfrentando uma raça de vagabundos muito poderosa; veja que ontem no RS; a esquerdista mais famosa tentou agregar a passeata democracia/racismo á liberação da maconha; o povo repudiou. Mas por outro lado eles tiveram sucesso, conseguiram proibir a cloroquina.

      PS: Eles proibiram a cloroquina, mas não querem tubaína, querem maconha.

  7. Abraço e tapinha na cabeça pra depois passar a mão na bunda é parte do método.
    Os Mamonas Assassinas sacanearam os portugueses e um cantor famoso de lá.
    Agora foi a vez deles sacanearem nosso presidente e com a aquiescência de nosso bardos.
    Até quando o farisaísmo abusará de nossa paciência.

    • As situações são outras, inatingíveis e inalcançáveiseis pelo leitor, que relembra sobre o grupo musical Mamonas Assassinas. Nenhuma relação existe com o fato relembrado e o que aborda o artigo.

      já morreram no Brasil 58 mil vítimas da pandemia e infectados já são mais de 1 milhão! Eis a primeira tragédia.

      E temos um presidente da República que lava as mãos e faz pouco caso disso tudo. Eis a segunda tragédia.

      Foram essas duas tragédias que serviram para que delas o programa da tv de Portugal fizesse humor!. Humor!. Fizeram humorístico com verdades trágicas, à custa da dor, perdas e sofrimento dos outros.

      Conclusão: sofremos um flagelo que mata 1 a 2 pessoas por minuto no Brasil, temos um presidente da República que nem toca neste assunto e lá em Portugal um programa humorístico pega essas duas tragédias para pautar uma apresentação de humor!!!

  8. Devida Vênia,como cidadão comum,um provinciano que não sabe e nunca leu um livro de direito. Não sei quem é Pontes Miranda,Rui Barbosa, Olavo Bilac,José Bonifácio,Dalmo Dallari,Laffer,etc..Portanto sou incapaz na luz do direito,mas, não é crivo condenar as atitudes de outros,(outrem),se o NOSSO COMEDIANTE MOR, não dá o exemplo.

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