Mamãe, a palavra mais linda que um dia o poeta David Nasser escreveu

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David Nasser, grande jornalista, compositor e poeta

Paulo Peres
Site Poemas & Canções

O  jornalista, escritor e letrista, nascido em Jaú (SP), David Nasser (1917-1980) é autor de diversos clássicos do nosso cancioneiro popular, entre os quais “Mamãe” (em parceria com Herivelto Martins), que passou a ser considerada como o hino do Dia das Mães. A música foi gravada por Ângela Maria, em 1956, pela Copacabana.

MAMÃE
Herivelto Martins e David Nassser

Ela é a dona de tudo
Ela é a rainha do lar
Ela vale mais para mim
Que o céu, que a terra, que o mar

Ela é a palavra mais linda
Que um dia o poeta escreveu
Ela é o tesouro que o pobre
Das mãos do Senhor recebeu

Mamãe, mamãe, mamãe
Tu és a razão dos meus dias
Tu és feita de amor e de esperança
Ai, ai, ai, mamãe
Eu cresci, o caminho perdi
Volto a ti e me sinto criança

Mamãe, mamãe, mamãe
Eu te lembro o chinelo na mão
O avental todo sujo de ovo
Se eu pudesse
Eu queria, outra vez, mamãe
Começar tudo, tudo de novo

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DIA DA MÃES
Paulo Peres

Entre a razão e a emoção
Existe um ponto de interrogação
Chamado Humana Renovação:
Ventre bendito – coração MÃE,
Obra Suprema do Criador.

MÃE.
Neste dia dedicado a VOCÊ,
Quero parabenizá-la e pedir-lhe
Que continue a ser esta MÃE
MARAVILHOSA!

6 thoughts on “Mamãe, a palavra mais linda que um dia o poeta David Nasser escreveu

  1. Dediquei este poema de minha mãe logo na primeira página da terceira edição de meu livro “Psicofarmacologia Aplicada à Clínica” pela saudade eterna que tenho dela e que infelizmente há muitos anos nos deixou – um dos mais lindos sonetos em Língua Portuguesa, de Luís Vaz de Camões

    ALMA MINHA GENTIL QUE TE PARTISTE:

    Alma minha gentil, que te partiste
    Tão cedo desta vida descontente,
    Repousa lá no Céu eternamente,
    E viva eu cá na terra sempre triste.

    Se lá no assento Etéreo, onde subiste,
    Memória desta vida se consente,
    Não te esqueças daquele amor ardente,
    Que já nos olhos meus tão puro viste.

    E se vires que pode merecer-te
    Alguma cousa a dor que me ficou
    Da mágoa, sem remédio, de perder-te,

    Roga a Deus, que teus anos encurtou,
    Que tão cedo de cá me leve a ver-te,
    Quão cedo de meus olhos te levou.

    Luís Vaz de Camões, in “Sonetos”

    Beijos e rosas para a senhora lá no Céu, dona Eny Dutra de Freitas, deste filho que sente a sua falta todos os dias, todas as noites, sempre !

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