Maracanã: o símbolo da corrupção

Helio Fernandes

O mais charmoso, o mais atraente, o maior do mundo, já teve mais de 200 mil pessoas no jogo Brasil-Uruguai, 1950.

Na construção, acusações tremendas contra o então prefeito Mendes de Moraes. Os caminhões com tijolos, areia, pedra, madeira, entravam por um portão, davam a volta, saíam pelo outro, registrados mas não descarregados.

O tempo passou, veio Chiquinho da Mangueira, “reformou” o Maracanã, ao custo de 330 milhões. Ficou 3 anos, se desincompatibilizou (era deputado), voltou, nova obra, 450 milhões desperdiçados.

Agora, para a Copa de 2014, obra “orçada”, que palavra, em 600 milhões. Está atrasada, mas o cálculo visível, publicado e comemorado: “Custará 1 bilhão”. É o Maracanã de ouro.

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