Maradona caminha para BI: dentro e fora do campo

Apesar de superior, e muito, individual e coletivamente, nos primeiros 9 minutos o México teve três chances de gol, sendo que uma na trave. Maradona recomendou calma, a seleção aceitou, equilibrou o jogo.

Tranqüilizada, a Argentina recebeu um presente de Deus, quando o árbitro validou o primeiro gol, DUPLAMENTE impedido. Messi, cada vez mais parecido com o jovem Dustin Hoffman, em “A Primeira Noite de um Homem”, estava impedido quando deu a bola para Tevez, este IMPEDIDÍSSIMO, o goleiro saíra, e ele, SOZINHO.

Logo a seguir, outro presente, só que legítimo, foi do zagueiro adversário.

O jogo já finalizado, no início do segundo tempo, Tevez acertou um chute de fora da área, tão violento, que nem a Jabulani esperava.

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PS – No sábado, Argentina-Alemanha, às 11 da manhã. A seleção de Maradona favorita. Pelo menos para mim, que espero uma final Brasil-Argentina.

PS2 – Nenhuma predileção, apenas depois de ver 9 Copas nos países onde se realizavam, na televisão quero atração nova. E nada melhor do que uma final, que em 80 anos JAMAIS aconteceu.

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