Marcio Thomaz Bastos estréia com derrota na defesa de Cachoeira

O ministro Gilson Dipp, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou ontem liminar em habeas corpus ajuizado pelo advogado Marcio Thomaz Bastos, que defende o empresário-bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A decisão estabelece que Cachoeira aguarde o julgamento do mérito do habeas corpus pela Quinta Turma do STJ, em data ainda não definida. Na ocasião, será analisado o pedido de liberdade.

O empresário-biheiro está no Presídio Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. De acordo com o STJ, a decisão de Dipp está sendo publicada hoje no Diário da Justiça eletrônico (DJe). O processo ainda receberá parecer do Ministério Público Federal e só então retornará para julgamento na Quinta Turma.

Como se sabe, Cachoeira é acusado de liderar uma rede de crime organizado, que levanta suspeitas de envolvimento de empresários e políticos principalmente em Goiás e no Distrito Federal. A Operação Monte Carlo, promovida pela Polícia Federal (PF), investiga sua liderança no controle de jogos de azar em Goiás, com gravações envolvendo políticos e autoridades dos mais diversos partidos..

Atualmente, o empresário é pivô de uma crise política, pois as investigações policiais indicam que ele mantinha contatos diretos com parlamentares, assessores e até governadores.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – No desespero, Cachoeira contratou o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, que hoje é o advogado mais caro do país. Especula-se que o bicheiro esteja pagando R$ 15 milhões a Thomaz Bastos, mas ninguém sabe ao certo. Nem mesmo a Receita Federal.

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